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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Diretas PS:finalmente os resultados


Num encontro com a JS, nos jardins da sede do partido, António José Seguro comentou os resultados (provisórios)* da sua reeleição. O secretário-geral do PS disse ser "um líder tranquilo porque durmo descansado porque ajo de acordo com as minhas convicções ";  que via na vitória "expressiva" um voto de confiança na condução do partido; que sentia " um apoio genuíno dos socialistas no ultimo ato antes das próximas legislativas".

Quase às oito da noite, o PS divulgou finalmente os resultados das eleições de ontem com 54 secções por apurar (no total são 790).

Militantes com capacidade eleitoral: 43034 (e não 46275 como o PS informou na semana passada).
Votaram 62,1% =  26725 militantes.
 
Lista A: António José Seguro, "Portugal tem Futuro" – 24843 votos – 96,53%
Lista B: Aires Pedro, "Refundar o PS pelo Futuro de Portugal" – 892 votos – 3,46%

Votos brancos: 687Votos nulos: 303

Delegados eleitos
Lista A: António José Seguro, "Portugal tem Futuro" – 1702 delegados – 99,30%
Lista B: Aires Pedro, "Refundar o PS pelo Futuro de Portugal" – 12 delegados – 0,70%

Delegados por apurar: 88
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Isabel Coutinho é a nova Presidente do Departamento Nacional de Mulheres Socialistas.
Com 70 secções por apurar, os resultados são:

Lista A: Isabel Coutinho, "Tod@s Diferentes Somos Iguais" – 5557 votos – 74,85%
Lista B: Graça Fonseca, "Novas Ideias em Ação" – 1870 votos – 25,15%
Brancos: 305
Nulos: 66

Comissão Política
Lista A: Isabel Coutinho, "Tod@s Diferentes Somos Iguais" – 5038 votos – 74,84%
Lista B: Graça Fonseca, "Novas Ideias em Ação" – 1693 votos – 25,16%
Brancos: 339
Nulos: 86

* a indicação que o PS dera até àquele momento vinha da madrugada e apenas referia que António José Seguro ultrapassara os 96% e tinha tido mais votos do que há dois anos. Nos delegados ultrapassava os 1800 e Aires Pedro ficava pelos 12.

sábado, 13 de abril de 2013

Diretas no PS

46275 militantes do PS votam este sábado para a liderança do partido.

António José Seguro concorre, desta vez, sem adversário de peso mas já avisou na moção que vai levar ao Congresso (dias 26-28 em Santa Maria da Feira) que o Secretário-Geral eleito será o candidato a PM nas próximas legislativas.

Recuperamos aqui os últimos três meses de Seguro.

Apresentamos aqui Aires Pedro.

Falamos aqui com Isabel Coutinho e Graça Fonseca, as duas candidatas à Presidência do Departamento Nacional de Mulheres Socialistas.

domingo, 17 de março de 2013

H.Neto à A1: "PM com Relvas = Papa com pedófilo"

Henrique Neto, empresário, antigo deputado do PS e o primeiro subscritor do manifesto sobre a reforma do sistema político, faz um ataque violento à classe política, em particular ao governo, ao Primeiro Ministro e ao ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares.
Nesta entrevista acusa a falta de credibilidade do Executivo, considerando que é fundamental que os políticos liderem pelo expemplo, por isso é que reflete:"Pedro Passos Coelho aparecer ao lado de Miguel Relvas, é como o Papa Francisco aparecer ao lado de um cardeal pedófilo".

Na opinião de Henrique Neto, o poder político não tem estratégia e envia mensagens enganadoras, assinalando que vai ser preciso chegar a acordo com a União Europeia para se alcançar o perdão da dívida e negociar pagamentos a 30 ou 40 anos.

Acredita que António José Seguro é um líder sério que não está enfeudado a interesses económicos nem terá disposição para ser capturado por esses interesses. Salienta ainda que o manifesto sobre a reforma do sistema político não é contra os partidos, nem exige uma mudança imediata, tem como objetivo sim, que os partidos debatam ideias para o futuro do país.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Demissão do Governo: País dividido


A sondagem realizada pela Universidade Católica após a manifestação de 2 de março mostra que 45% dos inquiridos defende a demissão do Governo e 46% prefere que o governo se mantenha em funções. Peça de Madalena Salema aqui dando conta tambem da subida do PSD.

Na avaliação das figuras políticas, Cavaco Silva tem nota média negativa e António José Seguro surge em queda. Peça de Madalena Salema aqui.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PS amanhã com a Troika, hoje meia Lagarde

Na véspera de se reunir com a delegação da Troika que está em Portugal para a 7ª. avaliação,
Seguro divulga parte da carta de resposta que recebeu da directora do FMI, a senhora Lagarde.
Equilíbrio no crescimento e nem uma linha sobre o corte dos 4 mil milhões, é o sublinhado socialista na parte da carta divulgada.
Para ouvir aqui contado pela jornalista Susana Barros.

Atualização: Depois das críticas ao facto de não ter divulgado a carta na íntegra, o PS acabou por pôr o documento esta noite no site. Está aqui. (SB)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Seguro lamenta abusos mas diz que todos têm o dever de se manifestar


António José Seguro foi recebido, esta tarde durante cerca de hora e meia, pelo Presidente da República. Aos jornalistas considerou o encontro "muito importante e profícuo" repetindo o que tem dito: que o Governo tem de mudar de caminho, que é necessário um travão à política do Governo, que é necessário aproveitar a sétima avaliação da troika para renegociar as condições do plano de ajustamento.
Questionado sobre os protestos dos últimos dias, o líder socialista defendeu o respeito pela liberdade de expressão, lamentou os abusos mas considerou que, dada a situação atual, os portugueses têm não só o direito mas o dever de se manifestar. Peça aqui

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Vítor Gaspar negoceia com PS ?

Graças ao sempre atento editor de Política do Sol, o jornalista David Dinis, o Sem Embargo ficou a saber que no "Prós e Contras" da RTP1 de Fátima Campos Ferreira, o secretário de Estado Helder Rosalino (foi na semana passada, mas ninguém deu conta, porque a notícia do debate foi outra como pode ouvir aqui) revelou que Vítor Gaspar tem estado a negociar com o PS alguns pontos dos cortes dos 4MMeuros. Para ler aqui.

Claro que já tínhamos dado conta da forma como tinha corrido o debate sobre a regra de ouro na Lei de Enquadramento orçamental esta semana no parlamento, como podemos ouvir aqui na reportagem de Susana Barros.

Também por isso a maioria, no dia anterior, não quis dizer nada quando o PS não apresentou nomes para a Comissão da Reforma do Estado, que Assunção Esteves não deu posse.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

"Mas afinal que PS é este?"

A pergunta de João Semedo, um dos coordenadores do BE que esteve no jantar de Carlos Brito em Lisboa na Casa do Alentejo e também na Feira do Fumeiro em Vinhais, depois da visita que Seguro também fez a esta feira em Trás-os-Montes.
Para ouvir aqui.

Do Portugal Primeiro* ao Documento de Coimbra

O documento de 27 páginas - que pode ser lido aqui -  que Seguro apresentou na Comissão Nacional este domingo em Coimbra, aqui contado por Susana Barros.

Directas a 13 e Congresso a 26, 27 e 28 de Abril, foi a marcação que já ficou feita.
Seguro é candidato, Costa não.


* Portugal Primeiro era o nome da moção que Pedro Passos Coelho levou ao Congresso do PSD de Carcavelos, antes de ser PM em 2010.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Conversa acabada sobre a reforma do Estado

Notícia antiga como contámos aqui, não vai haver Comissão Eventual para a Reforma do Estado que a maioria CDS/PSD votou sozinha em plenário.
O boicote, anunciado primeiro pelo PCP por António Filipe, que foi seguido pelo BE e pelo PS, fez abortar a comissão que Assunção Esteves não quer dar posse. Em nome do contraditório.

Esta tarde, às 6h em ponto da tarde, expirava o prazo que a PAR deu aos partidos para esse efeito.
Nenhuma lista da oposição se apresentou. O PSD ainda anunciou uma declaração, depois já era conferência de imprensa. Finalmente, foi o silêncio. Nada.

Na sexta-feira passada a seguir ao debate quinzenal António José Seguro ainda tentou retirar o pressuposto dos 4MMeuros da conversa, mas Pedro Passos Coelho respondeu que o PS estava a arranjar pretextos para não discutir, como pode ouvir aqui.

Pelo CDS, estavam alinhados 3 deputados. Um deles, Adolfo Mesquita Nunes, agora secretário de Estado do Turismo. Pois para o lugar dele, o CDS indicou Cecília Meireles, a agora remodelada antiga secretária de Estado. Que já tem novas tarefas como deputada: será a voz do CDS na Comissão Eventual de Acompanhamento da Troika.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ségo "impressionada" com Antônio



Depois de uma reunião de meia hora com o secretário-geral do PS, Ségolène Royal ,"muito impressionada com a credibilidade das propostas", não se cansou de elogiar António...António José Seguro. Para ouvir aqui.

Seguro, somando apoios na Internacional Socialista, concluiu que "a nossa proposta política alternativa sai com mais força, mais energia, mais atualidade". Para ouvir aqui.

Para a ex-candidata presidencial francesa a alternativa em Portugal "está pronta".

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Nomeação Franquelim Alves: polémica continua

Logo de manhã na Antena 1, Carlos Zorrinho, pedia explicações ao PM sobre a nomeação de Franquelim Alves. Se Pedro Passos Coelho não esclarecesse, " PS fará com que PM tenha de esclarecer no Parlamento", ameaçava o líder da bancada socialista. Ouvir aqui.

O Primeiro-Ministro manifestou pouco depois confiança no novo secretário de Estado mostrando-se tranquilo quanto à sua idoneidade e experiência. Ver aqui.

As explicações de Passos Coelho não convenceram o secretário-geral do PS, António José Seguro. Ouvir aqui.

O BE decidiu já chamar o ministro Álvaro Santos Pereira à AR para explicar esta nomeação, diz aqui a deputada Ana Drago.

"António é um líder de visão", diz Papandreu

              Quando queres ir rápido vai sózinho, quando quiseres ir longe vai acompanhado.


Foi com este "provérbio africano que para mim é muito caro" que António José Seguro terminou a sua intervenção na sessão de abertura da reunião do conselho da Internacional Socialista, em Cascais.

O secretário-geral do PS defendeu um novo tratado europeu e ouviu elogios do ex-PM grego Giorgios Papandreu.

Peça aqui.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Seguro elogia medidas de Sócrates

Não se sabe se foi o início da recuperação do passado, resultado das conversas com António Costa, mas sexta-feira passada, na reunião da Internacional Socialista de Mulheres, António José Seguro, além de prometer lutar contra a desigualdade salarial entre homens e mulheres, não poupou elogios à política de Sócrates de igualdade de género...

Para ouvir aqui.

António e o lobo - ainda a reunião da comissão política do PS

O Expresso foi o primeiro a anunciar, ao final da tarde de terça-feira, que António Costa decidira avançar para a corrida à liderança do PS. A notícia foi repetida depois por vários órgãos de comunicação social (entre os quais a Antena 1). Costa, renitente no passado em relação a uma dupla candidatura decidira, afinal, tentar conquistar Lisboa e o PS. Aos jornalistas foi dada a indicação de que falaria à entrada para a reunião no Rato.

A direção do PS foi a primeira a chegar à sede do PS. Aos jornalistas à entrada, Miguel Laranjeiro e João Ribeiro falaram em deslealdade. Pedro Silva Pereira, Edite Estrela e Maria de Belém preferiram nada dizer. Marcos Perestrelo pediu serenidade. Pedro Nuno Santos admitiu que o PS tinha de ver quem era o melhor para liderar o partido.Álvaro Beleza queixava-se de falta de fraternidade interna. Renato Sampaio e José Lello já falavam no nome de Costa.



António Costa chegou ao Rato com Francisco Assis (que nas últimas diretas avançou contra Seguro depois de Costa ter decidido não o fazer) e Ana Catarina Mendes (ex-diretora de campanha de Assis).
Aos jornalistas limitou-se a dizer que ia ouvir o secretário-geral para depois falar. Notada foi a paragem junto às escadas no interior da sede para posar para os fotógrafos...

A reunião começou com um discurso duríssimo de Seguro. O líder socialista falou em cinismo, hipocrisia, ambiente de fação. Disse que não admitia que nenhum combate político fosse condicionado por agendas pessoais, por mera ambição pessoal e pelo regresso ao passado. Queixou-se de obstrução permanente à ação da direção. Apontou deslealdade interna pondo em causa o exercício das suas funções, lembrando que os críticos nunca tinham falado nos órgãos próprios, que estavam a pôr em causa o esforço de ano e meio da direção numa altura em que os portugueses precisam do PS e este devia estar centrado no ataque ao Governo. Seguro acrescentou que era necessária uma clarificação anunciado a sua recandidatura.

Quando Costa falou, o que ficou foi um "se..."
Quando todos esperavam ouvir um anúncio do presidente da câmara de Lisboa, de Costa saiu um desafio a Seguro: Ou unia o PS ou tinha adversário nas diretas.

Este "agarrem-me senão candidato-me" não coincidia com o que horas antes tinha chegado aos jornalistas. A explicação acabaria por chegar - Costa faria mais tarde uma segunda intervenção com o anúncio.

A reunião já ia longa e tensa, agitada ainda mais por uma troca de palavras entre Seguro e Costa depois do secretário-geral do PS ter confrontado o autarca com uma notícia da agência Lusa que dizia naquele momento que Costa era candidato à liderança. 

A reunião começou às 21:30 e acabou perto das 3:30.

E não teve segunda intervenção de Costa.

Teve sim um abraço entre os dois (registado pelo fotógrafo do PS), uma vitória esmagadora de Seguro e para a história uma segunda tentativa frustrada de Costa que saiu anunciando diálogo com vista à unidade. Peça aqui.

O que fez António Costa mudar de opinião ? No(s) dia(s) seguinte(s) os apoiantes do autarca ainda tentavam digerir a reunião da comissão política. "Costa percebeu que o partido não queria um confronto nesta altura", justificam. Mas só percebeu isso na comissão política ?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"Deixem-nos trabalhar", pede Costa

Às oito da noite, Francisco Assis e Sérgio Sousa Pinto chegavam ao Largo do Rato. Com jornalistas à porta, nem se aproximaram da sede socialista, preferindo esperar numa rua contígua. Meia hora depois, entraram. António Costa só chegaria quinze minutos mais tarde, de carro, com Pedro Silva Pereira.

Sabia-se que a primeira reunião pós-comissão política "de unidade" não seria longa pois António José Seguro tinha uma entrevista em direto na SIC-Notícias às onze.

Costa, Silva Pereira, Assis e Sousa Pinto acabaram por sair às nove e meia. Aos jornalistas, António Costa afirmou "estamos neste momento a trabalhar na elaboração das bases comuns para a orientação estratégica do PS. Ninguém falou em lugares, vamos trabalhar nestas bases comuns e depois ser verá o resto".

Seguro saiu uma hora depois dizendo contar com "os contributos de camaradas com bastante prestígio no PS para trabalharmos em bases comuns de orientação estratégica".

Peça aqui

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Em nome da unidade... Costa afinal não!

Uma reunião de mais de 6 horas, tensa, com discursos duros recheados de acusações a terminar num abraço Seguro/Costa e com a constatação de que este não era "o melhor momento para a confrontação" como disse o apenas recandidato à Câmara Municipal de Lisboa.
Reportagem de Susana Barros.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Costa corre para o PS e para Lisboa

Foi o Expresso o primeiro a avançar com a notícia no online.
Confirmada pela Antena1, António Costa deixa cair o seu propósito de não acumular as duas candidaturas em virtude da aceleração dos calendários internos por parte de António José Seguro.
Peça de Susana Barros aqui.

domingo, 27 de janeiro de 2013

O fim-de-semana socialista: dos Açores a Almeirim

Um fim-de-semana que começou na sexta-feira no Faial, com Carlos César a elogiar António Costa, aqui.  Que foi o orador convidado do Congresso do PS Açores onde defendeu o aumento do salário mínimo nacional (medida que teve a abstenção do PS na semana passada na AR). Por Tiago Contreiras.
Ainda na Horta, no encerramento do Congresso PS, Seguro lembra os que passam fome, que não têm dinheiro para pagar as suas contas, aqui.

Umas horas antes já se sabia que a Comissão Política do partido iria reunir-se esta 3ªfeira, dia 29 e uma Nacional foi marcada para dia 10 de Fevereiro, Susana Barros.

De volta ao mercados mesmo, daqueles de fruta, peixe e carne, António José Seguro em Olhão no Algarve, o líder do PS tentava fugir ao alvoroço interno socialista, mas lá deixou cair um "Lisboa está muito bem entregue".
Reportagem de Sílvia Mestrinho aqui.

De manhã, numa reunião no Porto Álvaro Beleza pedia lealdade, falava de Seguro como um cavalheiro enquanto Francisco Assis, antigo candidato à liderança do PS, pedia calma lembrando que há milhares de socialistas envolvidos numa campanha eleitoral.
Reportagem de Isabel Cunha aqui.

Esta noite num jantar em Almeirim, António José Seguro, bateu com a mão no púlpito para falar de sentimentos, de pessoas já em tom de campanha. Reportagem de Susana Barros aqui.