Mostrar mensagens com a etiqueta Arménio Carlos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arménio Carlos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Carlos Silva e Arménio Carlos juntos pela 1ª.vez

Foi na Antena1, esta manhã, que os dois líderes das centrais sindicais, se encontraram pela primeira vez frente a frente para discutir ideias.
Concordaram mais do que discordaram.
Pode ouvir aqui.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Quantos dias faltam até 2018?

As decisões do Conselho de Ministros extraordinário aqui, por Célia de Sousa.

Vítor Gaspar considera que este documento é também "resultado do peso do passado nas contas actuais"

Passos Coelho, na Ovibeja, "não está à espera que eu desminta o sr. Ministro das Finanças, não é verdade?". E explica este DEO.

João Ribeiro, do secretariado do PS, acusa o Governo de não ter ouvido o PS sobre o DEO, nova sigla, documento de estratégia orçamental, no caso, até 2016. Muito para lá da legislatura e do memo da Troika.

Francisco Louçã, líder do BE, considera que "não há nenhum dia em que não haja novas medidas de austeridade".

Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, "o roubo vai prolongar-se por 6 anos, 10 mil euros".

Arménio Carlos, líder da CGTP, "nada nos diz que daqui a uma semana, o governo vem dizer que não pode assumir compromissos para 2020..."

Bettencourt Picanço, líder do STE, desconfia, "um balão que voará se houver vento".

Ana Avoila, da Frente Comum, "2015 é ano de eleições!".

sábado, 7 de abril de 2012

Reacções ao lapso de Gaspar

António José Seguro quer explicações do PM.

Francisco Louçã acusa o governo de devolver apenas uma semana de subsídio em 2015.

Octávio Teixeira, no Conselho Superior da Antena1, duvida que seja possível repor os subsídios em 2015.

Cavaco Silva, o PR, não se quis pronunciar sobre o tema dos cortes dos subsídios, quando foi à noite ver o filme do realizador Miguel Gomes "Tabu" (um tema que é caro ao Presidente, como é sabido), ainda antes de se saber do lapso do Ministro das Finanças, só tornado público no final do debate do Orçamento Rectificativo.

A questão dos corte dos subsídios de forma permanente foi colocada em Bruxelas, de manhã. Só à tarde é que o PM, em entrevista à RR, esclarecia (ver post anterior).

Esta semana, o Expresso fez as contas e diz que em 2015 apenas 10 ou 20%  em 2015 e 50% em 2016.

Reacções pré-lapso: Arménio Carlos CGTP, Bettencourt Picanço, STE e João Proença da UGT.

quarta-feira, 28 de março de 2012

"PS deve pensar duas vezes antes de votar"

O apelo de Arménio Carlos, líder da CGTP, à porta da Assembleia da República, enquanto se discutia as alterações ao Código de Trabalho no plenário.
Aqui.

terça-feira, 13 de março de 2012

A 10 dias da greve geral, CGPT quer SMN em 515 euros

As razões foram apresentadas esta tarde em conferência de imprensa.
Arménio Carlos, líder da central, lembra o Acordo de Concertação assinado com o Governo de Sócrates, que previa em 2011 o salário mínimo nacional nos 500 euros, não chegou a ser cumprido.

Reportagem de Madalena Salema.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Arménio Carlos à A1: "Comunista ortodoxo eu? Ninguém me pediu para deixar o Comité Central porque me conhecem!"

Arménio Carlos (a entrevista toda aqui) desafia deputados da maioria e do PS a pensarem o Acordo de Concertação Social: "fosse aplicado a mim?" Se assim for ele chumba na AR.
O novo líder da CGTP afirma "não queremos ser os donos dos trabalhadores", quando questionado sobre a Greve Geral que diz estar em cima da mesa. A iniciativa parte dos trabalhadores.

Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.

Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.

Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Ainda o Carnaval: reacções

António José Seguro, PS: "discordo por razões culturais e económicas".

Jerónimo de Sousa, PCP:"a ideia é sempre a mesma, retirar direitos aos trabalhadores".

Francisco Louçã, BE: "é um direito das pessoas, não é um baile".
Aqui por Célia de Sousa, no final da Mesa Nacional.

Arménio Carlos, CGTP: "isto não tem nada a ver com a dívida ou com o défice"

António Capucho, PSD: "um disparate completo, um erro clamoroso".

Luis Filipe Menezes, PSD: "é muito triste, é uma infelicidade, mas a vida é assim".

sábado, 28 de janeiro de 2012

Se Arménio Carlos quiser consegue... percurso do actual e do ex líder da CGTP visto por um independente e contado na primeira pessoa

O novo e o antigo secretário geral da CGTP vistos pelos olhos do histórico independente Ulisses Garrido.

A evolução de Carvalho da Silva, mas também os primeiros passos de Arménio Carlos quando a sucessão ficou defendida.
Tudo contado por quem conviveu e viveu de perto com os dois protagonistas. Peça

Arménio Carlos: o novo

As primeiras palavras de Arménio Carlos como novo sercretário-geral da CGTP: consenso é uma ideia para continuar. Com 28 abstenções e sem votos contra, peça de Madalena Salema.

Sobre o acordo, aqui.

Arménio Carlos ainda antes da eleição. Por Madalena Salema.

Arménio Carlos, no discurso de encerramento do Congresso da CGTP, quer identificar os deputados que foram eleitos em nome dos trabalhadores para batalharem contra o acordo e clarifica os vários lados da questão. Madalena Salema.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CGTP acciona judicialmente João Proença

Primeiro em comunicado - aqui resumido por Augusta Henriques - a CGTP anuncia que vai processar João Proença que, em entrevista à Antena 1, revela que altos dirigentes da central sindical, não socialistas, o incentivaram a negociar o acordo. 

Arménio Carlos, o mais provável sucessor de Carvalho da Silva, anuncia uma participação criminal contra o líder da UGT.

E Carvalho da Silva insiste: "é um disparate".
Mais tarde, já em reacção à acção judicial da CGTP, João Proença reafirma o já tinha dito na entrevista.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CGTP volta à Concertação Social

Foi o que disse, à saída da reunião, Arménio Carlos, que já liderou a delegação da CGTP que esta tarde se reuniu com o Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.

Isto depois do Governo anunciar o adiamento da reunião da Concertação que estava marcada para esta 4ªfeira, alegadamente pelo facto de CIP não poder estar presente.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Aumentar o horário de trabalho será uma declaração de guerra

A alteração ao horário de trabalho será entendida pelas centrais sindicais como uma declaração de guerra.
A proposta do Governo, de aumentar o horário de trabalho em meia hora diária, está em discussão há meses na Concertação Social sem qualquer consenso à vista.

UGT e CGTP consideram que esta é uma matéria intocável.
Se a medida avançar não haverá acordo, nem agora nem no futuro. Ouça aqui.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

OE 2012 já está votado: cá dentro e lá fora

PSD e CDS a favor, incluindo deputados da Madeira que anunciaram declaração de voto, PS absteve-se com declaração de voto da bancada, PCP, BE e Verdes contra.

Peça de Madalena Salema.

O líder socialista, depois da votação, sente-se de consciência tranquila.

António José Seguro saúda o "sucesso da operação dos fundos de pensões" anunciado por Vítor Gaspar como forma de garantir o défice de 2011 nos 5,9%.

Na rua, junto à escadaria, uma manifestação da CGTP, chumbou o OE. Peça de Nuno Felício.