Foi na Antena1, esta manhã, que os dois líderes das centrais sindicais, se encontraram pela primeira vez frente a frente para discutir ideias.
Concordaram mais do que discordaram.
Pode ouvir aqui.
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
quarta-feira, 28 de março de 2012
"PS deve pensar duas vezes antes de votar"
O apelo de Arménio Carlos, líder da CGTP, à porta da Assembleia da República, enquanto se discutia as alterações ao Código de Trabalho no plenário.
Aqui.
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terça-feira, 13 de março de 2012
A 10 dias da greve geral, CGPT quer SMN em 515 euros
As razões foram apresentadas esta tarde em conferência de imprensa.
Arménio Carlos, líder da central, lembra o Acordo de Concertação assinado com o Governo de Sócrates, que previa em 2011 o salário mínimo nacional nos 500 euros, não chegou a ser cumprido.
Reportagem de Madalena Salema.
Arménio Carlos, líder da central, lembra o Acordo de Concertação assinado com o Governo de Sócrates, que previa em 2011 o salário mínimo nacional nos 500 euros, não chegou a ser cumprido.
Reportagem de Madalena Salema.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Arménio Carlos à A1: "Comunista ortodoxo eu? Ninguém me pediu para deixar o Comité Central porque me conhecem!"
Arménio Carlos (a entrevista toda aqui) desafia deputados da maioria e do PS a pensarem o Acordo de Concertação Social: "fosse aplicado a mim?" Se assim for ele chumba na AR.
O novo líder da CGTP afirma "não queremos ser os donos dos trabalhadores", quando questionado sobre a Greve Geral que diz estar em cima da mesa. A iniciativa parte dos trabalhadores.
Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.
Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.
Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.
Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.
Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.
Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Se Arménio Carlos quiser consegue... percurso do actual e do ex líder da CGTP visto por um independente e contado na primeira pessoa
O novo e o antigo secretário geral da CGTP vistos pelos olhos do histórico independente Ulisses Garrido.
A evolução de Carvalho da Silva, mas também os primeiros passos de Arménio Carlos quando a sucessão ficou defendida.
Tudo contado por quem conviveu e viveu de perto com os dois protagonistas. Peça
A evolução de Carvalho da Silva, mas também os primeiros passos de Arménio Carlos quando a sucessão ficou defendida.
Tudo contado por quem conviveu e viveu de perto com os dois protagonistas. Peça
Arménio Carlos: o novo
As primeiras palavras de Arménio Carlos como novo sercretário-geral da CGTP: consenso é uma ideia para continuar. Com 28 abstenções e sem votos contra, peça de Madalena Salema.Sobre o acordo, aqui.
Arménio Carlos ainda antes da eleição. Por Madalena Salema.
Arménio Carlos, no discurso de encerramento do Congresso da CGTP, quer identificar os deputados que foram eleitos em nome dos trabalhadores para batalharem contra o acordo e clarifica os vários lados da questão. Madalena Salema.
A despedida de Carvalho da Silva: 25 anos depois
A chegada ao Congresso da CGTP de Carvalho da Silva depois de 25 anos de liderança "se os sindicatos forem encostados à parede de forma dura" pode ser o descalabro . Por Madalena Salema.
O último discurso de Carvalho de Silva "o acordo não é lei e não pode ser mesmo". Também Cavaco Silva não foi esquecido no caso das pensões, devia receber como Presidente e não como pensionista. Reportagem de Madalena Salema.
O último discurso de Carvalho de Silva "o acordo não é lei e não pode ser mesmo". Também Cavaco Silva não foi esquecido no caso das pensões, devia receber como Presidente e não como pensionista. Reportagem de Madalena Salema.
sábado, 21 de janeiro de 2012
PCP avisa: "Acordo-farsa não é o fim da linha"
Jerónimo de Sousa aproveitou um encontro de militantes no centro de trabalho Vitória, em Lisboa. para deixar um aviso aos subscritores do acordo de concertação social, assinado esta semana:
os comunistas vão continuar a lutar contra as leis laborais que consideram prejudicar os trabalhadores.
O líder comunista convoca trabalhadores e reformados, jovens e mulheres, para a manifestação de 11 de Fevereiro, marcada pela CGTP.
Ouvir reportagem
os comunistas vão continuar a lutar contra as leis laborais que consideram prejudicar os trabalhadores.
O líder comunista convoca trabalhadores e reformados, jovens e mulheres, para a manifestação de 11 de Fevereiro, marcada pela CGTP.
Ouvir reportagem
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
CGTP acciona judicialmente João Proença
Primeiro em comunicado - aqui resumido por Augusta Henriques - a CGTP anuncia que vai processar João Proença que, em entrevista à Antena 1, revela que altos dirigentes da central sindical, não socialistas, o incentivaram a negociar o acordo.
Arménio Carlos, o mais provável sucessor de Carvalho da Silva, anuncia uma participação criminal contra o líder da UGT.
E Carvalho da Silva insiste: "é um disparate".
Mais tarde, já em reacção à acção judicial da CGTP, João Proença reafirma o já tinha dito na entrevista.
Arménio Carlos, o mais provável sucessor de Carvalho da Silva, anuncia uma participação criminal contra o líder da UGT.
E Carvalho da Silva insiste: "é um disparate".
Mais tarde, já em reacção à acção judicial da CGTP, João Proença reafirma o já tinha dito na entrevista.
"Houve risco de não haver acordo porque o Governo retirou parágrafo da negociação colectiva", revela João Proença à Antena1
O Governo retirou o parágrafo da negociação colectiva - que a Troika não queria - que tinha sido acordado na Concertação.
Proença obrigou a que fosse reintroduzido, senão, não assinava.
À pergunta se o Governo foi leal... não consegue dizer que foi. Prefere dizer que foi um parceiro difícil.
Duvida que o Ministro Álvaro Santos Pereira, alguma vez quisesse o acordo.
Revela que altos dirigentes da CGTP o incentivaram a negociar o acordo, uma vez que a CGTP não o podia fazer: dirigentes da comissão executiva da CGTP não socialistas (portanto comunistas e bloquistas)
Proença diz ter a certeza de que o Governo negociou com a UE as alterações ao memo da Troika que este acordo encerra.
Diz ter a garantia - convictamente - que a meia hora era mesmo para avançar, mesmo que isso custasse o acordo. Contrariando a ideia da armadilha de Carvalho da Silva.
Garante não ter tido pressões do PS para assinar, nem de Cavaco, apesar do papel fundamental que o PR teve para haver acordo. E também de Silva Peneda, o presidente do CES.
Terá tantas saudades de Carvalho da Silva como as que o ainda líder da CGTP terá dele. Porque Proença deixa de ser lider da UGT no próximo ano. São amigos, diz. Mas o relacionamento entre as duas centrais depende mais dos sindicatos do que das pessoas.
Diz que a nova liderança da CGTP - dentro de 15 dias - vai ser mais ortodoxa (mais dependente do PCP, coisa que como pessoas Carvalho da Silva não era), mas acha que se vai dar bem com Arménio Carlos, ainda assim.
Este acordo não rompe a 'unidade na acção'. Já dia 2 de Fevereiro vai haver greve conjunta dos transportes e Proença vai lá estar.
Confessa que pessoalmente seria mais cómodo não ter assinado, mas era o movimento sindical, como um todo, que estava em causa se não houvesse acordo.
A entrevista de João Proença para ouvir aqui.
Proença obrigou a que fosse reintroduzido, senão, não assinava.
À pergunta se o Governo foi leal... não consegue dizer que foi. Prefere dizer que foi um parceiro difícil.
Duvida que o Ministro Álvaro Santos Pereira, alguma vez quisesse o acordo.
Revela que altos dirigentes da CGTP o incentivaram a negociar o acordo, uma vez que a CGTP não o podia fazer: dirigentes da comissão executiva da CGTP não socialistas (portanto comunistas e bloquistas)
Proença diz ter a certeza de que o Governo negociou com a UE as alterações ao memo da Troika que este acordo encerra.
Diz ter a garantia - convictamente - que a meia hora era mesmo para avançar, mesmo que isso custasse o acordo. Contrariando a ideia da armadilha de Carvalho da Silva.
Garante não ter tido pressões do PS para assinar, nem de Cavaco, apesar do papel fundamental que o PR teve para haver acordo. E também de Silva Peneda, o presidente do CES.
Terá tantas saudades de Carvalho da Silva como as que o ainda líder da CGTP terá dele. Porque Proença deixa de ser lider da UGT no próximo ano. São amigos, diz. Mas o relacionamento entre as duas centrais depende mais dos sindicatos do que das pessoas.
Diz que a nova liderança da CGTP - dentro de 15 dias - vai ser mais ortodoxa (mais dependente do PCP, coisa que como pessoas Carvalho da Silva não era), mas acha que se vai dar bem com Arménio Carlos, ainda assim.
Este acordo não rompe a 'unidade na acção'. Já dia 2 de Fevereiro vai haver greve conjunta dos transportes e Proença vai lá estar.
Confessa que pessoalmente seria mais cómodo não ter assinado, mas era o movimento sindical, como um todo, que estava em causa se não houvesse acordo.
A entrevista de João Proença para ouvir aqui.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
CGTP volta à Concertação Social
Foi o que disse, à saída da reunião, Arménio Carlos, que já liderou a delegação da CGTP que esta tarde se reuniu com o Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.
Isto depois do Governo anunciar o adiamento da reunião da Concertação que estava marcada para esta 4ªfeira, alegadamente pelo facto de CIP não poder estar presente.
Isto depois do Governo anunciar o adiamento da reunião da Concertação que estava marcada para esta 4ªfeira, alegadamente pelo facto de CIP não poder estar presente.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Carvalho da Silva à Antena1: "Cavaco ainda pode mandar OE para TC"
Carvalho da Silva, 62 anos, 46 de descontos, doutorado em Sociologia, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, deixa a liderança da CGTP, ao fim de 25 anos, no Congresso da Central no final deste mês.
A entrevista na íntegra para ouvir aqui.
Cavaco tem de ser coerente, diz Carvalho da Silva. São precisos sinais do Presidente, se discorda tem usar os poderes que tem, por exemplo mandar o Orçamento para o Tribunal Constitucional (uma decisão que o PCP ainda não tomou).
O líder da CGTP até ao Congresso do final do mês revela que o Presidente Cavaco Silva lhe afirmou não ser a pedido das entidades patronais a meia hora a mais de trabalho.
Carvalho da Silva considera que a democracia portuguesa está hoje em perigo, um país que está sob ocupação, com governantes que se comportam como membros de um país ocupado.
Espera que haja um processo político que impeça a entrada em vigor das medidas contra as leis de trabalho que constituem um retrocesso social que enfraquece a democracia.
Sobre o futuro da CGTP na fase pós- Carvalho da Silva, o projecto vai ser o mesmo, não responde se fica descansado com quem o vai substituir, mas a actual situação não dá descanso.
Sobre o PCP, não quer dizer palavra, chega a dizer que é do "foro pessoal".
A entrevista na íntegra para ouvir aqui.
Cavaco tem de ser coerente, diz Carvalho da Silva. São precisos sinais do Presidente, se discorda tem usar os poderes que tem, por exemplo mandar o Orçamento para o Tribunal Constitucional (uma decisão que o PCP ainda não tomou).
O líder da CGTP até ao Congresso do final do mês revela que o Presidente Cavaco Silva lhe afirmou não ser a pedido das entidades patronais a meia hora a mais de trabalho.
Carvalho da Silva considera que a democracia portuguesa está hoje em perigo, um país que está sob ocupação, com governantes que se comportam como membros de um país ocupado.
Espera que haja um processo político que impeça a entrada em vigor das medidas contra as leis de trabalho que constituem um retrocesso social que enfraquece a democracia.
Sobre o futuro da CGTP na fase pós- Carvalho da Silva, o projecto vai ser o mesmo, não responde se fica descansado com quem o vai substituir, mas a actual situação não dá descanso.
Sobre o PCP, não quer dizer palavra, chega a dizer que é do "foro pessoal".
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
11 de Fevereiro: já não é com Carvalho da Silva
Com críticas ao Governo e ao Presidente da República, o ainda líder da CGTP denuncia em Confererência de imprensa que "o Governo faz jogo sujo com a conivência de órgãos de soberania como seja a Presidência da República".
Está marcado um protesto em Lisboa para dia 18 deste mês, e outro nacional, para 11 de Fevereiro.
Aí, Carvalho da Silva poderá estar, mas não como dirigente máximo da CGTP.
Peça de Madalena Salema aqui.
Amanhã às 10h da manhã, a Antena1 entrevista Carvalho da Silva, em directo na Rádio pública.
Está marcado um protesto em Lisboa para dia 18 deste mês, e outro nacional, para 11 de Fevereiro.
Aí, Carvalho da Silva poderá estar, mas não como dirigente máximo da CGTP.
Peça de Madalena Salema aqui.
Amanhã às 10h da manhã, a Antena1 entrevista Carvalho da Silva, em directo na Rádio pública.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Aumentar o horário de trabalho será uma declaração de guerra
A alteração ao horário de trabalho será entendida pelas centrais sindicais como uma declaração de guerra.
A proposta do Governo, de aumentar o horário de trabalho em meia hora diária, está em discussão há meses na Concertação Social sem qualquer consenso à vista.
UGT e CGTP consideram que esta é uma matéria intocável.
Se a medida avançar não haverá acordo, nem agora nem no futuro. Ouça aqui.
A proposta do Governo, de aumentar o horário de trabalho em meia hora diária, está em discussão há meses na Concertação Social sem qualquer consenso à vista.
UGT e CGTP consideram que esta é uma matéria intocável.
Se a medida avançar não haverá acordo, nem agora nem no futuro. Ouça aqui.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
OE 2012 já está votado: cá dentro e lá fora
PSD e CDS a favor, incluindo deputados da Madeira que anunciaram declaração de voto, PS absteve-se com declaração de voto da bancada, PCP, BE e Verdes contra.
Peça de Madalena Salema.
O líder socialista, depois da votação, sente-se de consciência tranquila.
António José Seguro saúda o "sucesso da operação dos fundos de pensões" anunciado por Vítor Gaspar como forma de garantir o défice de 2011 nos 5,9%.
Na rua, junto à escadaria, uma manifestação da CGTP, chumbou o OE. Peça de Nuno Felício.
Peça de Madalena Salema.
O líder socialista, depois da votação, sente-se de consciência tranquila.
António José Seguro saúda o "sucesso da operação dos fundos de pensões" anunciado por Vítor Gaspar como forma de garantir o défice de 2011 nos 5,9%.
Na rua, junto à escadaria, uma manifestação da CGTP, chumbou o OE. Peça de Nuno Felício.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Até com poesia se faz política!
Não é o Conselheiro Acácio, mas o eleito "inconfundível" Secretário-Geral da corrente socialista da CGTP, não desdenha a sua veia poética:
"Os Passos são dias perdidos
com ele não há futuro
seremos bem sucedidos com António José Seguro"...Para Ouvir
Estrofes dedicadas a António José Seguro, no encerramento do Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-In.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Todos os parceiros sociais contra proposta do governo
O Governo apresentou uma proposta para a criação do fundo de compensação em caso de desemprego que não agrada nem a patrões nem a sindicatos.
A Confederação da Indústria diz que se romperam equilíbrios e que a proposta tal como está "o fundo foi ao fundo".
A Confederação do Comércio assegura que se pretende criar um "PPR" para os trabalhadores mas pago pelas empresas.
A UGT diz que sem fundo não haverá acordo de concertação estratégica e a CGTP fala em perigo de se estar a preparar o fim das indemnizações em caso de despedimento.
À entrada para a reunião da concertação social o Governo conseguia o pleno....desacordo.
Ouvir tudo aqui.
A Confederação da Indústria diz que se romperam equilíbrios e que a proposta tal como está "o fundo foi ao fundo".
A Confederação do Comércio assegura que se pretende criar um "PPR" para os trabalhadores mas pago pelas empresas.
A UGT diz que sem fundo não haverá acordo de concertação estratégica e a CGTP fala em perigo de se estar a preparar o fim das indemnizações em caso de despedimento.
À entrada para a reunião da concertação social o Governo conseguia o pleno....desacordo.
Ouvir tudo aqui.
sábado, 2 de julho de 2011
Carvalho da Silva à A1: "Não receio que se perca o controlo da rua"
O líder da CGTP não receia que em Portugal se perca o controlo da rua nem considera que na Grécia isso esteja a acontecer.
Diz que é preciso que Portugal esteja preparado para todos os cenários em relação à Europa, nomeadamente a saida do euro, porque ela caminha para o descalabro (pode ouvir aqui por volta do minuto 12).
Lamenta, o que diz ser, a visão amputada no discurso do novo PM Pedro Passos Coelho, sobre a Democracia porque ligou a Democracia à Economia.
Diz que é preciso que Portugal esteja preparado para todos os cenários em relação à Europa, nomeadamente a saida do euro, porque ela caminha para o descalabro (pode ouvir aqui por volta do minuto 12).
Lamenta, o que diz ser, a visão amputada no discurso do novo PM Pedro Passos Coelho, sobre a Democracia porque ligou a Democracia à Economia.
Carvalho da Silva à A1: "À Esquerda não há alternativas credíveis"
Carvalho da Silva, reconhece que nas eleições de 5 de Junho, a Esquerda à esquerda do PS, não demonstrou ser uma alternativa credível.
Questionado se, com o seu voto contribuiria para a queda do governo anterior, o líder da CGTP disse que tentou várias vezes, em conversas com o antigo PM, mesmo aguentando com a crítica de PCP e BE, que o governo de Sócrates desse um sinal. Um sinal que fosse. Sinal que nunca aconteceu. (Para ouvir aqui por volta do minuto 17).
Quanto ao seu futuro político não coloca a hipótese de ser deputado mas hesita na corrida presidencial em 2016.
Questionado se, com o seu voto contribuiria para a queda do governo anterior, o líder da CGTP disse que tentou várias vezes, em conversas com o antigo PM, mesmo aguentando com a crítica de PCP e BE, que o governo de Sócrates desse um sinal. Um sinal que fosse. Sinal que nunca aconteceu. (Para ouvir aqui por volta do minuto 17).
Quanto ao seu futuro político não coloca a hipótese de ser deputado mas hesita na corrida presidencial em 2016.
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