Mostrar mensagens com a etiqueta Concertação Social. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Concertação Social. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Carlos Silva e Arménio Carlos juntos pela 1ª.vez

Foi na Antena1, esta manhã, que os dois líderes das centrais sindicais, se encontraram pela primeira vez frente a frente para discutir ideias.
Concordaram mais do que discordaram.
Pode ouvir aqui.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

"PS só pode votar contra Código Trabalho e PR deve vetar" diz Med

Em entrevista à Antena1, José Medeiros Ferreira afirmou que o Presidente da República deverá vetar a questão dos feriados, nomeadamente o 5 de Outubro, “se não fizer será um regente (…) e o PS deve votar contra, claro.”

Disse estar convencido que “ maioria não irá completar a legislatura”.

Sobre o papel de Cavaco Silva, afirmou que foi vitima de “uma campanha muito forte que o inibiu durante dois meses de ter uma atitude ativa” e que ao receber hoje o secretário geral do PS, o Presidente da República está de regresso

Sobre a audiência de António José Seguro, acrescentou que o secretário geral do PS deverá dizer ao Presidente da República “quais são as disponibilidades do PS, neste momento político”.
O lider do PS, que ainda não conseguiu refundar o PS, segundo o histórico socialista.

terça-feira, 17 de abril de 2012

UGT ameaça rasgar acordo de Concertação

Ou cumpre o assinado, ou a UGT rompe o Acordo de Concertação Social que assinou com o Governo e Parceiros e que a CGTP não assinou.

João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.

Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.

Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.

terça-feira, 13 de março de 2012

A 10 dias da greve geral, CGPT quer SMN em 515 euros

As razões foram apresentadas esta tarde em conferência de imprensa.
Arménio Carlos, líder da central, lembra o Acordo de Concertação assinado com o Governo de Sócrates, que previa em 2011 o salário mínimo nacional nos 500 euros, não chegou a ser cumprido.

Reportagem de Madalena Salema.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Passos em 'tête à tête' com PM finlandês e PM sueco

Dois dias para Pedro Passos Coelho, à margem das reuniões europeias formais, dar conta do que considera ser os progressos portugueses nestes dias aos seus homólogos do norte da Europa - terras de social democracia. Dois dias acompanhados pela enviada especial Madalena Salema.

Ainda há pouco mais de um mês, Cavaco Silva andou por lá, garantindo como as coisas vão correndo bem em Portugal, antecipando uma terceira, e positiva, boa avaliação da Troika em Portugal e o sucesso do Acordo de Concertação Social.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Arménio Carlos à A1: "Comunista ortodoxo eu? Ninguém me pediu para deixar o Comité Central porque me conhecem!"

Arménio Carlos (a entrevista toda aqui) desafia deputados da maioria e do PS a pensarem o Acordo de Concertação Social: "fosse aplicado a mim?" Se assim for ele chumba na AR.
O novo líder da CGTP afirma "não queremos ser os donos dos trabalhadores", quando questionado sobre a Greve Geral que diz estar em cima da mesa. A iniciativa parte dos trabalhadores.

Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.

Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.

Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

"Forte esperança" do PR na 3ª. avaliação da Troika

Cavaco Silva tem "uma forte esperança" em que a terceira avaliação da Troika, que vai ser conhecida na próxima semana, será positiva.

O Presidente da República repetiu, mais uma vez, a sua convicção de que Portugal vai conseguir cumprir todos os compromissos a que se propôs.

Disse-o na visita à Nokia-Siemens, esperando que continue a investir em Portugal.
Ouvir reportagem



O passado recente dos telemóveis Nokia...


E o futuro... o novo telemóvel Lumia


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Um acordo de concertação de fazer "inveja"

O Presidente da República chegou a Helsínquia com muita neve e 17 graus negativos de temperatura, mas com vontade de explicar aos 8 chefes de estado do Grupo de Arraiolos os progressos alcançados por Portugal nos últimos meses.

A reunião do ano passado realizou-se numa altura em que o país começava a receber o auxílio financeiro da Troika, agora Cavaco Silva tem resultados positivos para mostrar aos seus homólogos.
O PR mostra-se especialmente empenhado em explicar o acordo de concertação social alcançado, dizendo que é uma acordo de que "alguns terão inveja".
Ouvir reportagem

sábado, 28 de janeiro de 2012

Arménio Carlos: o novo

As primeiras palavras de Arménio Carlos como novo sercretário-geral da CGTP: consenso é uma ideia para continuar. Com 28 abstenções e sem votos contra, peça de Madalena Salema.

Sobre o acordo, aqui.

Arménio Carlos ainda antes da eleição. Por Madalena Salema.

Arménio Carlos, no discurso de encerramento do Congresso da CGTP, quer identificar os deputados que foram eleitos em nome dos trabalhadores para batalharem contra o acordo e clarifica os vários lados da questão. Madalena Salema.

A despedida de Carvalho da Silva: 25 anos depois

A chegada ao Congresso da CGTP de Carvalho da Silva depois de 25 anos de liderança "se os sindicatos forem encostados à parede de forma dura" pode ser o descalabro . Por Madalena Salema.

O último discurso de Carvalho de Silva "o acordo não é lei e não pode ser mesmo". Também Cavaco Silva não foi esquecido no caso das pensões, devia receber como Presidente e não como pensionista. Reportagem de Madalena Salema.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Proença ainda não voltou a falar com Carvalho da Silva

João Proença, que apareceu muito acompanhado nesta conferência de imprensa ao contrário do que é habitual, reafirma que o Governo cedeu em várias áreas para o acordo de Concertação Social como sejam a negociação colectiva e nos despedimentos.
O acordo ficou àquem da Troika.

Reportagem de Madalena Salema.

sábado, 21 de janeiro de 2012

PCP avisa: "Acordo-farsa não é o fim da linha"

Jerónimo de Sousa aproveitou um encontro de militantes no centro de trabalho Vitória, em Lisboa. para deixar um aviso aos subscritores do acordo de concertação social, assinado esta semana:
os comunistas vão continuar a lutar contra as leis laborais que consideram prejudicar os trabalhadores.

O líder comunista convoca trabalhadores e reformados, jovens e mulheres, para a manifestação de 11 de Fevereiro, marcada pela CGTP.
Ouvir reportagem

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CGTP acciona judicialmente João Proença

Primeiro em comunicado - aqui resumido por Augusta Henriques - a CGTP anuncia que vai processar João Proença que, em entrevista à Antena 1, revela que altos dirigentes da central sindical, não socialistas, o incentivaram a negociar o acordo. 

Arménio Carlos, o mais provável sucessor de Carvalho da Silva, anuncia uma participação criminal contra o líder da UGT.

E Carvalho da Silva insiste: "é um disparate".
Mais tarde, já em reacção à acção judicial da CGTP, João Proença reafirma o já tinha dito na entrevista.

"Houve risco de não haver acordo porque o Governo retirou parágrafo da negociação colectiva", revela João Proença à Antena1

O Governo retirou o parágrafo da negociação colectiva - que a Troika não queria - que tinha sido acordado na Concertação.
Proença obrigou a que fosse reintroduzido, senão, não assinava.
À pergunta se o Governo foi leal... não consegue dizer que foi. Prefere dizer que foi um parceiro difícil.
Duvida que o Ministro Álvaro Santos Pereira, alguma vez quisesse o acordo.

Revela que altos dirigentes da CGTP o incentivaram a negociar o acordo, uma vez que a CGTP não o podia fazer: dirigentes da comissão executiva da CGTP não socialistas (portanto comunistas e bloquistas) 

Proença diz ter a certeza de que o Governo negociou com a UE as alterações ao memo da Troika que este acordo encerra.

Diz ter a garantia - convictamente - que a meia hora era mesmo para avançar, mesmo que isso custasse o acordo. Contrariando a ideia da armadilha de Carvalho da Silva.

Garante não ter tido pressões do PS para assinar, nem de Cavaco, apesar do papel fundamental que o PR teve para haver acordo. E também de Silva Peneda, o presidente do CES.

Terá tantas saudades de Carvalho da Silva como as que o ainda líder da CGTP terá dele. Porque Proença deixa de ser lider da UGT no próximo ano. São amigos, diz. Mas o relacionamento entre as duas centrais depende mais dos sindicatos do que das pessoas.
Diz que a nova liderança da CGTP - dentro de 15 dias - vai ser mais ortodoxa (mais dependente do PCP, coisa que como pessoas Carvalho da Silva não era), mas acha que se vai dar bem com Arménio Carlos, ainda assim.
Este acordo não rompe a 'unidade na acção'. Já dia 2 de Fevereiro vai haver greve conjunta dos transportes e Proença vai lá estar.

Confessa que pessoalmente seria mais cómodo não ter assinado, mas era o movimento sindical, como um todo, que estava em causa se não houvesse acordo.

A entrevista de João Proença para ouvir aqui.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Alguém falou em concertação social ?



Nos jantar do 5º aniversário do Instituto Transatlântico Democrático, ontem à noite, António José Seguro acusou o governo de pensar mais nos mercados do que nas pessoas. Para o líder do PS, o corte das agências de rating prova que o caminho seguido pelo Governo é errado. Peça

"Volta meia hora que estás perdoada"

É o que diz Sérgio Monte do Sindicato dos trabalhadores ferroviários, o SITRA, que foi um dos que não ratificou o acordo que está a ser assinado pela UGT esta manhã na sede do CES, Conselho Económico e Social.
Nesta peça de Frederico Moreno juntam-se as várias reacções de alguns dos sindicatos da UGT, uns contra outros a favor, como o dos enfermeiros, os bancários de sul e ilhas, o sindicato independente das pescas e a FNE.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"Antes a conflitualidade do que um mau acordo", diz João Proença

audivelmente irritado.
Com meia hora não há qualquer hipóstese de acordo, volta a repetir o líder da UGT.
Que ameaça: a UGT vai bater-se contra todas as medidas do acordo da Troika que entenda lesar os trabalhadores, se não chegar a haver acordo na Concertação Social.
"Quem criou a meia hora que resolva o problema", disse.

Reportagem de Paula Veran.

Poucas horas depois desta conferência de Imprensa o Governo, através do Ministro Pedro Mota Soares, marcou nova reunião da Concertação: 2ªfeira, dia 16.
O Ministro da Solidariedade e da Segurança Social mostra-se confiante num acordo.
Será que vai deixar cair a meia hora?

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CGTP volta à Concertação Social

Foi o que disse, à saída da reunião, Arménio Carlos, que já liderou a delegação da CGTP que esta tarde se reuniu com o Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.

Isto depois do Governo anunciar o adiamento da reunião da Concertação que estava marcada para esta 4ªfeira, alegadamente pelo facto de CIP não poder estar presente.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

1º. Debate quinzenal do ano: Passos garante que Portugal não precisa de mais tempo da Troika

O essencial do debate quinzenal, o primeiro de 2012 aqui contado por Madalena Salema.

Passos Coelho garantiu que não vai pedir mais tempo à Troika para cumprir o acordado e não foi informado pela família Soares dos Santos (Pingo Doce) da deslocalização do capital para a Holanda, questão levantada por Jerónimo de Sousa, líder do PCP.
Em resposta a Heloísa Apolónia dos Verdes, Passos garante que as taxas moderadoras não vão aumentar em 2012.
O líder socialista António José Seguro deixou ao PM o desafio de colocar a meia hora de trabalho de novo na Concertação Social.

Um debate em que pela primeira vez Paulo Portas, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, esteve presente. Aliás, além de Miguel Relvas, Ministro dos Assuntos Parlamentares, que acompanha o PM nos debates quinzenais, desta vez Pedro Passos Coelho fez-se também acompanhar pelo Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.

À saída do debate, Seguro, em declarações aos jornalistas, critica o Primeiro-Ministro por não ter falado de desemprego durante o debate, quando se ficou a saber que em Novembro, segundo dados do Eurostat, está nos 13,2%, como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas Luís Ochôa.