A corda esteve para partir num Conselho de Ministros extraordinário que Pedro Passos Coelho marcou para esta tarde domingo.
Portas foi obrigado a recuar como apurou a jornalista Madalena Salema. Para ouvir aqui.
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domingo, 12 de maio de 2013
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Governo Passos/Portas um ano depois, sem perguntas
O que se discutiu nesta reunião informal do Conselho de Ministros, num trabalho da jornalista Natália Carvalho. Essencial perceber como colmatar a falha do défice e a saúde da cologação.
Passos Coelho esclarece que não há outra maneira de resolver a crise sem recorrer a medidas restritivas. Ainda assim faz balanço positivo. Numa declaração no Palácio da Ajuda, ao lado de Paulo Portas, sem direito a perguntas.
Passos Coelho esclarece que não há outra maneira de resolver a crise sem recorrer a medidas restritivas. Ainda assim faz balanço positivo. Numa declaração no Palácio da Ajuda, ao lado de Paulo Portas, sem direito a perguntas.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Quantos dias faltam até 2018?
As decisões do Conselho de Ministros extraordinário aqui, por Célia de Sousa.
Vítor Gaspar considera que este documento é também "resultado do peso do passado nas contas actuais"
Passos Coelho, na Ovibeja, "não está à espera que eu desminta o sr. Ministro das Finanças, não é verdade?". E explica este DEO.
João Ribeiro, do secretariado do PS, acusa o Governo de não ter ouvido o PS sobre o DEO, nova sigla, documento de estratégia orçamental, no caso, até 2016. Muito para lá da legislatura e do memo da Troika.
Francisco Louçã, líder do BE, considera que "não há nenhum dia em que não haja novas medidas de austeridade".
Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, "o roubo vai prolongar-se por 6 anos, 10 mil euros".
Arménio Carlos, líder da CGTP, "nada nos diz que daqui a uma semana, o governo vem dizer que não pode assumir compromissos para 2020..."
Bettencourt Picanço, líder do STE, desconfia, "um balão que voará se houver vento".
Ana Avoila, da Frente Comum, "2015 é ano de eleições!".
Vítor Gaspar considera que este documento é também "resultado do peso do passado nas contas actuais"
Passos Coelho, na Ovibeja, "não está à espera que eu desminta o sr. Ministro das Finanças, não é verdade?". E explica este DEO.
João Ribeiro, do secretariado do PS, acusa o Governo de não ter ouvido o PS sobre o DEO, nova sigla, documento de estratégia orçamental, no caso, até 2016. Muito para lá da legislatura e do memo da Troika.
Francisco Louçã, líder do BE, considera que "não há nenhum dia em que não haja novas medidas de austeridade".
Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, "o roubo vai prolongar-se por 6 anos, 10 mil euros".
Arménio Carlos, líder da CGTP, "nada nos diz que daqui a uma semana, o governo vem dizer que não pode assumir compromissos para 2020..."
Bettencourt Picanço, líder do STE, desconfia, "um balão que voará se houver vento".
Ana Avoila, da Frente Comum, "2015 é ano de eleições!".
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Vítor Gaspar
domingo, 18 de dezembro de 2011
"Vamos lá tirar o retrato"
O Governo reunido num domingo de sol, no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras.
A reunião informal e "sem conclusões" começou às 9 horas da manhã e foi interrompida por volta das 14h, para o almoço.
Antes de retomarem os trabalhos, os ministros pousaram para uma foto de família, com o Primeiro Ministro a anunciar: "Vamos lá tirar o retrato".
Antes, o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas, fez uma curta declaração aos jornalistas, sobre os objectivos da reunião.
Ouvir reportagem
A reunião informal e "sem conclusões" começou às 9 horas da manhã e foi interrompida por volta das 14h, para o almoço.
Antes de retomarem os trabalhos, os ministros pousaram para uma foto de família, com o Primeiro Ministro a anunciar: "Vamos lá tirar o retrato".
Antes, o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas, fez uma curta declaração aos jornalistas, sobre os objectivos da reunião.
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