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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

CNE contra "confusões e hesitações" da lei Relvas

A contragosto, Fernando Costa Soares, o presidente da Comissão Nacional de Eleições, lá esclareceu os jornalistas do Público, Lusa e Antena1, depois da reunião que teve com Assunção Esteves, a PAR.

Em todo o caso, fica claro que a CNE está a tentar minimizar "confusões e hesitações" que a nova lei da reorganização administrativa vai provocar já nas próximas autárquicas, através de uma campanha de esclarecimento.

Quanto aos debates eleitorais que as televisões se entenderam para não fazer, parece que a CNE não vai alterar a sua posição. Já está também um grupo de trabalho constituído com a ERC para resolver o assunto. Peça aqui.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A remodelação "que não deve ocupar grande espaço político"

Foi o próprio Primeiro Ministro quem o disse ontem à tarde em Gaia, onde confirmou a remodelação de alguns secretários de Estado na sequência da demissão a pedido do próprio de Paulo Núncio, o número 2 de Miguel Relvas, que se demitiu para não manchar a imagem do Governo.
Em causa estava um processo do tempo em que era Presidente da Câmara de Penela, na qual terá, alegadamente, favorecido um primo em 2ª.grau.

Voltemos então à remodelação dos ajudantes, como lhes chamava Cavaco Silva, que esta tarde vai ouvir Pedro Passos Coelho, na reunião semanal habitual, dizer-lhe que esta remodelação "não tem dignidade para ocupar grande espaço político" e que os nomes serão escolhidos pelos ministros.

Uma desvalorização que a repórter Isabel Cunha assinalou na reportagem que fez da passagem do PM por Gaia.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Soares sobre Relvas, Governo e médicos

As críticas ao Governo e à licenciatura do ministro Miguel Relvas feitas por Mário Soares, ontem à noite, na Ordem dos Médicos aqui por Célia de Sousa.

terça-feira, 17 de julho de 2012

A ironia de Jardim, a resposta de Menezes e a manifestação contra Relvas

No Festival de Folclore, no domingo, Alberto João Jardim puxou pela ironia para comentar a licenciatura de Miguel Relvas. Para ouvir aqui.

Na manhã seguinte, no Conselho Superior da Antena 1, Luis Filipe Menezes mostrou-se perplexo com as críticas:"Quando vejo alguém que andou 10, 12, 14 anos em Coimbra para se formar a criticar Miguel Relvas fico terrivelmente perplexo ao estado a que chegou o debate político em Portugal”.

Ao final da tarde, a manifestação convocada pelo Facebook não juntou em S. Bento as 3000 pessoas que prometiam participar mas contou com algumas centenas. Reportagem de Natália Carvalho aqui.

No comentário de domingo, Marcelo Rebelo de Sousa atirou o nome de Marques Mendes para o lugar de Miguel Relvas. Aqui.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Coincidências...

A hsitória da nova liderança da Lusófona Porto aqui contada pela jornalista Isabel Cunha.

Puxão de orelhas de Passos aos ministros PSD

Um conselho nacional sem história, apesar das 6 horas de reunião, a ficar marcado pela ausência dos ministros sociais democratas. Só os Miguéis, Relvas e Macedo.
Pedro Passos Coelho repetiu o discurso do Estado da Nação e secou as lágrimas de Virgínia Estorninho. Peça de Natália Carvalho aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

A ERC, as perguntas do Público, os sábados e os créditos de Relvas

"Ilibado, ilibado, ilibado, não se dá como provado, não se dá como provado, não se dá como provado!", não se cansou de repetir o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares sobre o relatório da ERC que esqueceu a frase " houve uma pressão inaceitável” do ministro Miguel Relvas sobre o jornal Público. Por Natália Carvalho.

Acabada a primeira audiência na Comissão de Ética, Miguel Relvas segue para a segunda audição, a ordinária. A RTP e os sábados de Relvas

E os desenvolvimentos do caso da licenciatura da Lusófona, com os muitos créditos atriubuidos a  Miguel Relvas. Por Valter Medeiros.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Caso Relvas/Público:3-2

Com os votos a favor de Carlos Magno (Presidente), Raquel Alexandra e Luisa Roseira (indicadas pelo PSD) e os votos contra de Alberto Arons de Carvalho e Rui Gomes (indicados pelo PS), a ERC aprovou ontem a deliberação que iliba o Ministro Miguel Relvas de "pressões ilícitas" sobre o jornal Público e a jornalista Maria José Oliveira.

Foto ERC
De acordo com o Conselho Regulador "em concreto, não se comprovaram as denúncias de que o ministro tenha ameaçado promover um blackout informativo de todo o Governo em relação ao jornal e divulgar na Internet um dado da vida privada da jornalista.
O Conselho Regulador assinalou ainda que a atuação do ministro nos telefonemas trocados com responsáveis editoriais do Público, usando de um tom exaltado e ameaçando deixar de falar pessoalmente com o jornal, poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional, ainda que não caiba à ERC pronunciar-se sobre esse juízo."

A deliberação pode ser consultada aqui.
A declaração de voto de Arons de Carvalho pode ser lida aqui.
Miguel Relvas, ontem à tarde, antes de ler o relatório, tranquilo aqui.

Inês de Medeiros anuncia que PS quer ouvir de novo o Ministro na AR aqui.
Francisca Almeida, PSD, anunciou que maioria chumbará o requerimento aqui.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Relvas na AR sim, mas já, não!

O Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares há-de ir ao Parlamento, mas só depois da ERC acabar o seu trabalho, assim determinou a maioria na Comissão de Ética.
PSD e CDS não estão exactamente de acordo sobre esta matéria, e Mendes Bota tentou adiantar serviço, como conta a jornalista Natália Carvalho.

Paulo Rangel, eurodeputado, quer o "integral esclarecimento e o PSD deve ser o mais aberto possível".

terça-feira, 22 de maio de 2012

"Doa a quem doer" e "não é timbre do governo fazer chantagem"

Foi no périplo europeu - por Bruxelas e Estrasburgo para contactos com os socialistas europeus, como conta a jornalista Susana Barros - que o líder socialista comentou o caso Relvas/Público, com o "doa a quem doer".

Pela segunda vez, Pedro Passos Coelho teve de falar do caso em Chicago na cimeira da Nato.
Para dizer que "não é timbre do governo fazer chantagem (...) estou certo que esse é o quadro em que os membros deste governo se movem".

Carlos Zorrinho, lider parlamentar, preferia que o trabalho na ERC e no Parlamento fosse simultâneo, porque "quem não deve, não teme".

Bernardino Soares, lider parlamentar do PCP, pede "esclarecimento o mais rápido possível na Assembleia da República", em declarações à margem das jornadas parlamentares que decorrem em Leiria.

Últimos desenvolvimentos do caso, com o director-adjunto do Público Manuel Carvalho, ouvido na RTPI.
Pressões e ameaças, diz o jornalista.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Se falou de dados privados "deve sair"

Tal como António Capucho, o Bloco de Esquerda e o PCP, se se confirmar Relvas não tem condições para continuar, diz Marcelo Rebelo de Sousa na TVI.
Para ouvir aqui.

"Não há ataque a coisa nenhuma", diz Passos

Em Chicago, na cimeira da Nato, Pedro Passos Coelho não quer falar sobre política doméstica, e segura Relvas. Para ouvir aqui.

Caso Relvas? "Tempestade num copo de água!"

Luís Filipe Menezes, no Conselho Superior da Antena1, pensa que o caso Relvas/Público não existe.
Acontece aos ministros que têm esta pasta e não é só cá, como Fernando Nogueira, ou Pedro Silva Pereira, Rubalcaba ou Rajoy, explica Menezes.
Para ouvir aqui.

PSD aguarda pelo trabalho que a ERC está a fazer, diz o lider parlamentar Luís Montenegro em Timor.
Para ouvir aqui.

domingo, 20 de maio de 2012

Pressionou? Ameaçou? Pediu desculpa?

Miguel Relvas, o Ministro Adjunto dos Assuntos Parlamentares, de novo na berlinda.

António Capucho, PSD, diz que se for verdade, o ministro tem de sair.

A oposição também, se se confirmar.

As desculpas do Ministro, por Lurdes Dias.

Joaquim Vieira, do Observatório de Imprensa, considera que o ministro pressionou.

A ERC vai investigar.

sábado, 7 de abril de 2012

Relvas e Passos: afinal quem tem razão?

Miguel Relvas, o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, diz que não se passa nada, que Portugal vai regressar aos mercados a 23 de Setembro de 2013, como sempre esteve previsto.

Relvas reagia à entrevista que Pedro Passos Coelho Primeiro-Ministro (aqui tratada por Isabel Moreira) deu ao jornal alemão Die Welt, na qual reconhecia a possibilidade de Portugal não estar em condições para regressar aos mercados para o ano.

João Ribeiro, porta-voz do PS "agora o Governo vem dizer que já não tem a certeza?"

Se assim for (o afirmado pelo PM), "confirma-se o rumo do desastre", diz Jorge Cordeiro, PCP.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Ruas à Antena1: "Nunca teria deixado fugir o PS"

Fernando Ruas, 63 anos, Presidente da Associação Nacional de Municípios há 10 anos, Presidente da Câmara Municipal de Viseu há 22, já não se pode recandidatar.
A entrevista aqui. Notícia Expresso aqui.

Nesta entrevista à Antena1, diz que "nunca teria deixado fugir o PS" da reforma administrativa do território, "era preciso responsabilizá-lo".
Tal como disse Fernando Costa, o autarca das Caldas da Rainha no Congresso do PSD, era preciso que esta reforma fosse feita, desde o início, com o PS, e não o Governo sozinho.
Fernando Ruas considera que não havia necessidade de fazer uma reforma do poder local,
"em meu entender, não era!". 

Uma das razões é que comparativamente, em termos europeus, Portugal está na média,
"eu não tenho de estar de acordo com a Troika!"
O Estado não pode desaparecer do interior do país porque "é essencial para democratizar o investimento público".

O Presidente da ANMP conhece apenas a intenção de municípios situados no Interior Norte que têm a intenção de se fundir, mas não diz quais.

Na entrevista, Ruas explicita, até ao cêntimo, as dívidas das autarquias. Não chegam a 8 mil milhões de euros, a 31 de Dezembro de 2011. Longe dos 12 mil milhões que Relvas apresentou.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Sampaio à Antena1: "Não vamos ser hipócritas!"

Jorge Sampaio, o antigo Presidente da República,  em entrevista à Antena1, a propósito dos 50 anos da crise académica de 62.
Apesar de não se referir concretamente a questões de actualidade, o antigo presidente da República considerou que o seu partido, o PS, tem de arrumar o passado arquivá-lo depois de perceber o que correu bem e mal” porque“é errado dizer que foram 6 anos horrorosos”. O mais importante é saber qual a resposta da esquerda democrática sobre o Estado Social, quais as reformas do Capitalismo. O PS tem de programar novas ideias, abrir, chamar. Está a ser feito um esforço.

Sobre a forma como a instituição Presidência da República está a agir neste momento, mais uma vez o antigo Presidente da República fala no geral, mas vai dizendo que é necessário um Presidente que arbitre e modere e quanto mais cuidado isso for, melhor. Diz que não há nenhum poder em Portugal que goste da interferência do Presidente “não vamos ser hipócritas!”, diz Sampaio que não se refere ao que está,“mas ao que é preciso” .
 
“O estado de Direito mete águas em muitos sítios” diz Jorge Sampaio que anota a dureza da crise inicial, o que não é razão para desistir. “A democracia diz pouco a quem não tem emprego

Por isso, o antigo Presidente questiona-se sobre a necessidade de conciliar a diversidade cultural com a coesão. Se não há sentimento de pertença, “porque hei-de ir votar, se não me acontece nada”, comenta Jorge Sampaio.

Jorge Sampaio pede prudência para a reforma administrativa (do Ministro Miguel Relvas), é necessário ouvir as pessoas o que demora tempo, mas “nem todos os calendários têm de ser os daTroika”, mas atenção ao interior “não pode ficar um deserto”.

O esforço que a sociedade tem a fazer é evitar os excluídos que, reconhece Jorge Sampaio, são cada vez mais. Não é bom para nada haver mais postos à margem. 
E o abandono dos universitários hoje por falta de condições, vai afectar o futuro de Portugal. É mais um alerta do antigo Presidente 50 anos depois da crise de 62.