Vista por Pedro Passos Coelho, aqui.
Vista por António José Seguro, em Castelo Branco, na Conferência do Interior, aqui contada por Paulo Braz.
Vista por Vítor Gaspar, aqui.
e por Francisco Louçã, aqui.
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domingo, 4 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A herança... a herança
Foi em Setúbal, depois de jantar, na Assembleia Distrital do PSD, que Pedro Passos Coelho quebrou a regra que tinha imposto a si próprio: não falar do passado para justificar a acção do seu governo.
A quem o acusa de ir além da Troika, nos sacrifícios pedidos aos portugueses, Passos Coelho responde: a culpa é da herança socialista.
Ouvir reportagem
Antes, a meio da tarde em Lisboa na sede da São Caetano, o recandidato a Presidente do PSD entregava o dobro das assinaturas necessárias e a moção ao Congresso. Reportagem Natália Carvalho
A quem o acusa de ir além da Troika, nos sacrifícios pedidos aos portugueses, Passos Coelho responde: a culpa é da herança socialista.
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Antes, a meio da tarde em Lisboa na sede da São Caetano, o recandidato a Presidente do PSD entregava o dobro das assinaturas necessárias e a moção ao Congresso. Reportagem Natália Carvalho
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
" Um certo regresso à normalidade europeia", diz o PSD
Dia e meio a ouvir partidos e parceiros sociais, assim vai estar Pedro Passos Coelho a preparar-se para o Conselho europeu em Bruxelas, nesta 5ªfeira.Antes entrega a moção ao Congresso amanhã e na 4ª feira almoça com Mário Monti, o PM italiano, em Roma.
Para já, PSD - Moreira da Silva, Matos Rosa e Braga de Macedo - e PS - António José Seguro, Carlos Zorrinho e Maria de Belém - foram a São Bento dizer as suas razões, com o PSD a dizer que a Europa está a caminho da normalidade e o PS a pedir mais tempo. Peça aqui.
Para já, PSD - Moreira da Silva, Matos Rosa e Braga de Macedo - e PS - António José Seguro, Carlos Zorrinho e Maria de Belém - foram a São Bento dizer as suas razões, com o PSD a dizer que a Europa está a caminho da normalidade e o PS a pedir mais tempo. Peça aqui.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
A declaração insólita de Isabel Moreira
Em período de votações regimentais, a deputada independente da bancada socialista pediu a palavra para anunciar uma Declaração de Voto.
O vice presidente António Filipe, que dirigia os trabalhos, deu-lhe a palavra, mas Isabel Moreira começou por dizer que estava drogada.
O gabinete de imprensa do PS explicou mais tarde que Isabel Moreira foi submetida a uma pequena cirurgia, ontem, e que estaria ainda sob o efeito de analgésicos.
O vice presidente António Filipe, que dirigia os trabalhos, deu-lhe a palavra, mas Isabel Moreira começou por dizer que estava drogada.
O gabinete de imprensa do PS explicou mais tarde que Isabel Moreira foi submetida a uma pequena cirurgia, ontem, e que estaria ainda sob o efeito de analgésicos.
Maioria contra as petições das freguesias
Foram três as petições que esta manhã o plenário da AR discutiu.
O que defendiam as petições - defendidas por 45 mil pessoas - por Susana Barros.
Os argumentos dos partidos em plenário, esta manhã, por Célia de Sousa.
Já ontem, o PSD pela voz do vice-presidente da bancada Carlos Abreu Amorim, se mostrou aberto a aletar a proposta de Miguel Relvas e do Governo na discussão na especialidade. Isto depois de uma reunião com a ANAFRE, aqui contada por Susana Barros.
O que defendiam as petições - defendidas por 45 mil pessoas - por Susana Barros.
Os argumentos dos partidos em plenário, esta manhã, por Célia de Sousa.
Já ontem, o PSD pela voz do vice-presidente da bancada Carlos Abreu Amorim, se mostrou aberto a aletar a proposta de Miguel Relvas e do Governo na discussão na especialidade. Isto depois de uma reunião com a ANAFRE, aqui contada por Susana Barros.
Cavaco e Seguro: Cada um tem o roteiro que merece
Cavaco, o PR, resolveu ir a norte para mais um roteiro da Juventude, depois de ter deixado os jovens da António Arroio em Lisboa, fora da sua rota.
Agora, como conta a jornalista Natália Carvalho, Cavaco até vai ver... um carro a levitar.
António José Seguro, lider socialista, vai pelo interior adentro - Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Portalegre, Évora e Beja - para terminar em Castelo Branco, numa Conferência nacional a 3 de Março.
No mesmo dia em que Pedro Passos Coelho será reeleito nas Directas do PSD, como conta a jornalista Susana Barros.
Agora, como conta a jornalista Natália Carvalho, Cavaco até vai ver... um carro a levitar.
António José Seguro, lider socialista, vai pelo interior adentro - Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Portalegre, Évora e Beja - para terminar em Castelo Branco, numa Conferência nacional a 3 de Março.
No mesmo dia em que Pedro Passos Coelho será reeleito nas Directas do PSD, como conta a jornalista Susana Barros.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
PS-Troika: "Pontos de vista bem divergentes", diz Seguro
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| Foto Lusa |
Só depois chegou Carlos Zorrinho, o líder parlamentar do PS (a delegação socialista incluiu tambem Eurico Dias e Óscar Gaspar), e, minutos mais tarde, os três homens do FMI - Samiel Hossein, Abe Selassi e Albert Jaeger (Paul Thomson não está cá).
Ao contrário do que aconteceu no final da primeira reunião, em Novembro, desta vez foi António José Seguro que fez declarações aos jornalistas. Mas, tal como em Novembro, a Troika não se mostrou recetiva ao prolongamento por mais um ano da consolidação das contas públicas, como defende o Secretário-Geral do PS.
"Eu não revelo o que se passa nestas reuniões mas não lhe escondo que houve pontos de vista bem divergentes entre o PS e a Troika no que diz respeito ao processo de consolidação das contas publicas e particularmente quanto à prioridade. Nós consideramos que doses excessivas de austeridade não resolvem os nossos problemas e consideramos que é importante que se dê relevo ao crescimento económico e ao emprego", afirmou Seguro. Peça
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Freguesias e concelhos: começa oficialmente o 'namoro' PSD/PS
A iniciativa partiu do líder parlamentar do PSD, que ainda não conseguiu ter o apoio do CDS (nem mesmo do seu partido, diga-se) para a reforma administrativa.
Em carta enviada a Carlos Zorrinho, que a Antena1 teve acesso, Luís Montenegro explica porque se quer reunir com o seu homólogo socialista. Uma movimentação que acontece depois de o Ministro Miguel Relvas se reunir com os grupos parlamentares da maioria.
Notícia de Natália Carvalho.
Pelo PS, António José Seguro veio dizer este fim-de-semana, em reunião com os socialistas de Lisboa, que "António Costa não precisou da Troika" para racionalizar os serviços em Lisboa. Para o PS esta reforma é "má". Por Natália Carvalho.
Em carta enviada a Carlos Zorrinho, que a Antena1 teve acesso, Luís Montenegro explica porque se quer reunir com o seu homólogo socialista. Uma movimentação que acontece depois de o Ministro Miguel Relvas se reunir com os grupos parlamentares da maioria.
Notícia de Natália Carvalho.
Pelo PS, António José Seguro veio dizer este fim-de-semana, em reunião com os socialistas de Lisboa, que "António Costa não precisou da Troika" para racionalizar os serviços em Lisboa. Para o PS esta reforma é "má". Por Natália Carvalho.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Nova CPI BPN: parte 2 quer o BE, PS ok
Já houve uma Comissão parlamentar de inquérito ao BPN, presidida pela socialista Maria de Belém. Reuniões que chegaram a demorar 10 horas.
O Bloco entende que há dados novos, por causa da gestão da Caixa Geral de Depósitos no BPN.
É necessário outra para saber como foi gasto o dinheiro, como diz João Semedo.
O PS, pela voz do líder parlamentar Carlos Zorrinho, concorda.
O Bloco entende que há dados novos, por causa da gestão da Caixa Geral de Depósitos no BPN.
É necessário outra para saber como foi gasto o dinheiro, como diz João Semedo.
O PS, pela voz do líder parlamentar Carlos Zorrinho, concorda.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Seguro e "a política de afectos"
Com Torres Vedras já preparada para o Carnaval, foi lá que António José Seguro passou boa parte de sábado. Primeiro, a fechar um debate do PS sobre as Novas Oportunidades onde desafiou o Governo a não acabar com o Programa - "Podem até mudar o nome ! ". Depois num jantar com militantes socialistas, no Vimeiro.
No jantar, o Secretário-Geral do PS insistiu na necessidade de prolongar o período de consolidação das contas públicas -agora, dizendo que a conversa em Bruxelas entre Vitor Gaspar e o ministro alemão das finanças lhe dá razão - e voltou a criticar a "paixão do governo pela austeridade". Peça
Seguro prefere a "política dos afectos", prometida nas directas...
O actual líder socialista continua a ser (quase) o último a abandonar a sala, depois de distribuir cumprimentos e conversas pelos militantes. No Vimeiro discursou, jantou, pôs um militante a cantar o fado, distribuiu diplomas...
...e tirou fotografias.
| O restaurante no Vimeiro ainda decorado para o reveillon |
Seguro prefere a "política dos afectos", prometida nas directas...
O actual líder socialista continua a ser (quase) o último a abandonar a sala, depois de distribuir cumprimentos e conversas pelos militantes. No Vimeiro discursou, jantou, pôs um militante a cantar o fado, distribuiu diplomas...
| Seguro a entregar a um militante o diploma de 25 anos de filiação no PS |
...e tirou fotografias.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Montenegro à A1: Lei de imprensa vai ser alterada
Luís Montenegro, 38 anos, advogado, lider parlamentar do PSD.
A entrevista para ouvir e ver aqui.
Considera que para se fundirem os serviços secretos (SIRP com SIED) é preciso acordo com o PS mas também com o CDS, que é contra, reconhece que agora não é o momento para o fazer por causa das polémicas criadas.
Nesta entrevista à Antena1, apesar da opinião da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz ser a favor do registo de interesses para maçons, Montenegro, que aceitou a denominação de maçon, pensa não ser necessário. Não se é mais transparente por isso. E, mais uma vez, não se deve legislar em cima da polémica.
Abre a porta a, no tempo oportuno, mexer na Lei de Imprensa para registo de interesses dos jornalistas, retomando um tema discutido numa reunião da bancada parlamentar. Para já não está em cima da mesa, mas pode vir a estar.
Além da maioria querer o apoio do PS para a fusão/ reetruturação das secretas, Montenegro entende que os socialistas são necessários para a reforma administrativa e da justiça, por exemplo. No entanto, constata que a Direcção do PS está muito pressionada por "ressabiados do anterior governo"
Pela primeira vez um dirigente da maioria entende que os portugueses têm de ser recompensados pelos esforços que estão a fazer. Esta ideia surge na sequência do artigo de Mota Amaral no último Expresso - onde afirma que Portugal está triste e assustado e critica o corte das pensões aos reformados "a quem toda a vida descontou" - Montenegro diz rever-se no artigo - que é arrasador para o Governo - mas não com as mesmas palavras.
Diz que na relação com o CDS só 1% não corre bem. No entanto, esse 1% dá trabalho.
Assume que se mostrou disponível para a liderança parlamentar.
A entrevista para ouvir e ver aqui.
Considera que para se fundirem os serviços secretos (SIRP com SIED) é preciso acordo com o PS mas também com o CDS, que é contra, reconhece que agora não é o momento para o fazer por causa das polémicas criadas.
Nesta entrevista à Antena1, apesar da opinião da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz ser a favor do registo de interesses para maçons, Montenegro, que aceitou a denominação de maçon, pensa não ser necessário. Não se é mais transparente por isso. E, mais uma vez, não se deve legislar em cima da polémica.
Abre a porta a, no tempo oportuno, mexer na Lei de Imprensa para registo de interesses dos jornalistas, retomando um tema discutido numa reunião da bancada parlamentar. Para já não está em cima da mesa, mas pode vir a estar.
Além da maioria querer o apoio do PS para a fusão/ reetruturação das secretas, Montenegro entende que os socialistas são necessários para a reforma administrativa e da justiça, por exemplo. No entanto, constata que a Direcção do PS está muito pressionada por "ressabiados do anterior governo"
Pela primeira vez um dirigente da maioria entende que os portugueses têm de ser recompensados pelos esforços que estão a fazer. Esta ideia surge na sequência do artigo de Mota Amaral no último Expresso - onde afirma que Portugal está triste e assustado e critica o corte das pensões aos reformados "a quem toda a vida descontou" - Montenegro diz rever-se no artigo - que é arrasador para o Governo - mas não com as mesmas palavras.
Diz que na relação com o CDS só 1% não corre bem. No entanto, esse 1% dá trabalho.
Assume que se mostrou disponível para a liderança parlamentar.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
PS dá tolerância de ponto no Carnaval
Miguel Laranjeiro, secretário nacional para a organização do PS, já assinou a tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval para os funcionários do partido.
"E se uma senhora tem uma oferta de um cidadão ou vice-versa e...
... não quer divulgar a origem daqueles 50 mil euros. Fica calado. É condenado." O exemplo foi dado pelo deputado Ricardo Rodrigues numa conferência de imprensa, esta manhã na AR, com Alberto Martins e Carlos Zorrinho.
O PS arrasou o diploma da maioria que criminaliza o enriquecimento ilícito dizendo que espera que Cavaco Silva o envie para o Tribunal Constitucional. "Não nos passa pela cabeça que o sr. Presidente da Republica não envie este diploma para o TC", afirmou o líder parlamentar socialista. Peça
O PS arrasou o diploma da maioria que criminaliza o enriquecimento ilícito dizendo que espera que Cavaco Silva o envie para o Tribunal Constitucional. "Não nos passa pela cabeça que o sr. Presidente da Republica não envie este diploma para o TC", afirmou o líder parlamentar socialista. Peça
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
"Não assinei, não concordo com tudo, mas honrarei os compromissos"
António José Seguro aproveitou a reunião da Comissão Nacional do PS, em Évora, para clarificar a sua posição sobre o memorando assinado com a Troika.
O lider do PS disse aos dirigentes socialistas, durante a reunião à porta fechada, que não negociou, não assinou e não concorda com todos os pontos do documento assinado por José Sócrates. Ainda assim garante que honrará o compromisso assumido.
À saída da reunião, Seguro repetiu estas declarações aos jornalistas.
Ouvir reportagem
O lider do PS disse aos dirigentes socialistas, durante a reunião à porta fechada, que não negociou, não assinou e não concorda com todos os pontos do documento assinado por José Sócrates. Ainda assim garante que honrará o compromisso assumido.
À saída da reunião, Seguro repetiu estas declarações aos jornalistas.
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
"Já é tarde, tenho que ir almoçar"
António José Seguro discorda de alguns pontos do memorando assinado com a Troika.
Sublinha que se trata de um acordo que não negociou e não assinou, mas pretende honrar os compromissos assumidos.
Tópicos do discurso que, de acordo com a assessoria de imprensa, o líder socialista fez, aos membros da Comissão Nacional do PS reunida em Évora.
À hora de almoço, houve pausa nos trabalhos, mas questionado pelos jornalistas, Seguro não quis repetir o que tinha dito na sala.
Ouvir reportagem
Sublinha que se trata de um acordo que não negociou e não assinou, mas pretende honrar os compromissos assumidos.
Tópicos do discurso que, de acordo com a assessoria de imprensa, o líder socialista fez, aos membros da Comissão Nacional do PS reunida em Évora.
À hora de almoço, houve pausa nos trabalhos, mas questionado pelos jornalistas, Seguro não quis repetir o que tinha dito na sala.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Miguel Relvas à Antena1 - Sem razões de queixa do PS
Miguel Relvas, 50 anos, Min Adj e dos Ass Parlamentares, mais de 20 anos deputado, deixou de o ser em 2009 porque Manuela Ferreira Leite não o incluiu nas listas tal como a Pedro Passos Coelho. Foi sec de Estado da Reforma Admnistrativa no gov Durão Barroso e secretário-geral do partido com Durão Barroso e Santana Lopes.
A entrevista na íntegra para ouvir aqui.
Nesta entrevista à Antena1 garante que não vai haver segundo empréstimo, mesmo que a situação europeia se degrade, porque já descolámos da Grécia,
Considera que o PR e oposição são muito importantes para este caminho dificil que o país está a ter garante não ter razões de queixa do PS.
Diz que o seu amigo Seguro tem a tarefa mais difícil de todas, mas ainda não é o lider da alternativa, ainda não conseguiu afirmar a sua liderança. No entanto diz ter a certeza de que colocará sempre o país à frente do PS:
À pergunta se o gov vai até ao fim da legislatura responde que o prazo deste governo são 4 anos.
Sobre a RTP - Rádio e Televisão de Portugal,
pela primeira vez garante que a marca RTP não vai para os privados. "Menos um susto... hem!", diz. Considerando-se responsável político pela reestruturação da empresa juntamente com a Administração.
Insiste que até ao final do ano vai ser alienado um canal, não diz qual e não se preocupa por não haver compradores, ainda não é o tempo, diz. Neste registo afirma-se como 'não político'.
Sobre o caso Pedro Rosa Mendes/Antena1, à pergunta se concordou com a realização do programa Reencontro diz que sim, foi um bom programa, e à pergunta se concordaria com a continuação das crónicas de Rosa Mendes, diz que não sabe, não ouviu. São 2 programas da casa que tutela.
Sobre a Reforma Administrativa,
rejeita as críticas de Regionalização encapotada com a reorganização administrativa do território, criticando aqueles que querem cargos políticos por "penache(sic)"
É uma das suas propostas nesta reforma: Relvas quer acabar com as polícias municipais e criar as metropolitanas.
Sobre a TDT,
o processo já está - só para os canais generalistas (por culpa do gov Sócrates) - e "não me peçam para abrir processos agora".
Resposta ao PCP, potestativo para ouvir PM.
Refugia-se nos debates quinzenais para o PM não ir à Comissão de ass constitucionais, não respondendo ao pedido que o PCP faz.
A entrevista na íntegra para ouvir aqui.
Nesta entrevista à Antena1 garante que não vai haver segundo empréstimo, mesmo que a situação europeia se degrade, porque já descolámos da Grécia, Considera que o PR e oposição são muito importantes para este caminho dificil que o país está a ter garante não ter razões de queixa do PS.
Diz que o seu amigo Seguro tem a tarefa mais difícil de todas, mas ainda não é o lider da alternativa, ainda não conseguiu afirmar a sua liderança. No entanto diz ter a certeza de que colocará sempre o país à frente do PS:
À pergunta se o gov vai até ao fim da legislatura responde que o prazo deste governo são 4 anos.
Sobre a RTP - Rádio e Televisão de Portugal,
pela primeira vez garante que a marca RTP não vai para os privados. "Menos um susto... hem!", diz. Considerando-se responsável político pela reestruturação da empresa juntamente com a Administração.
Insiste que até ao final do ano vai ser alienado um canal, não diz qual e não se preocupa por não haver compradores, ainda não é o tempo, diz. Neste registo afirma-se como 'não político'.
Sobre o caso Pedro Rosa Mendes/Antena1, à pergunta se concordou com a realização do programa Reencontro diz que sim, foi um bom programa, e à pergunta se concordaria com a continuação das crónicas de Rosa Mendes, diz que não sabe, não ouviu. São 2 programas da casa que tutela.
Sobre a Reforma Administrativa,
rejeita as críticas de Regionalização encapotada com a reorganização administrativa do território, criticando aqueles que querem cargos políticos por "penache(sic)"
É uma das suas propostas nesta reforma: Relvas quer acabar com as polícias municipais e criar as metropolitanas.
Sobre a TDT,
o processo já está - só para os canais generalistas (por culpa do gov Sócrates) - e "não me peçam para abrir processos agora".
Resposta ao PCP, potestativo para ouvir PM.
Refugia-se nos debates quinzenais para o PM não ir à Comissão de ass constitucionais, não respondendo ao pedido que o PCP faz.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Adopção por casais 'gay' discutida na AR
O projecto do BE que pretende eliminar a proibição de adopção por casais do mesmo sexo foi hoje agendado para dia 24. Peça
Na bancada do PS, Pedro Delgado Alves e Isabel Moreira, favoráveis a esta iniciativa, vão ainda acertar com o BE se avançam nessa altura com um projecto em defesa da co-adopção. Ouvir o líder da JS aqui.
Na bancada do PS, Pedro Delgado Alves e Isabel Moreira, favoráveis a esta iniciativa, vão ainda acertar com o BE se avançam nessa altura com um projecto em defesa da co-adopção. Ouvir o líder da JS aqui.
PS protesta contra o "texto de bronze" da maioria
Uns minutos antes de PSD e CDS apresentarem a proposta conjunta sobre o enriquecimeno ilícito, peça de Natália Carvalho, o PS levantou o assunto na 1ª comissão.
Jorge Lacão queria saber se era verdade que os partidos da Maioria tinham chegado a acordo sobre a matéria, à margem do grupo de trabalho criado especificamente para tratar do enriquecimento ilícito.
Ouvir reportagem
Jorge Lacão queria saber se era verdade que os partidos da Maioria tinham chegado a acordo sobre a matéria, à margem do grupo de trabalho criado especificamente para tratar do enriquecimento ilícito.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
República sim, regra de ouro talvez
Conselho europeu informal em Bruxelas hoje, o PM chamou António José Seguro a São Bento na semana passada para o discutir.
A regra de ouro - colocar na Constituição os limites do défice e da dívida - esteve na agenda da conversa. À margem, Seguro disse ser contra o fim do feriado da República, como conta a repórter Susana Barros.
A regra de ouro - colocar na Constituição os limites do défice e da dívida - esteve na agenda da conversa. À margem, Seguro disse ser contra o fim do feriado da República, como conta a repórter Susana Barros.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Secretas: PS e BE querem explicações do PM
A notícia de ontem do Público - Silva Carvalho fez planos para reestruturar secretas já na Ongoing - desencadeou reações no PS e no BE.
Do partido Socialista, apareceu primeiro a deputada Isabel Oneto e depois o Secretário-Geral, António José Seguro, pedindo explicações ao Primeiro-Ministro.
Cecília Honório do Bloco de Esquerda decidiu tambem pedir esclarecimentos ao PM sobre a "aventada existência de um plano para a reforma dos Serviços de Informações, elaborado pelo ex-diretor do SIED quando já estava à frente da Ongoing".
Do partido Socialista, apareceu primeiro a deputada Isabel Oneto e depois o Secretário-Geral, António José Seguro, pedindo explicações ao Primeiro-Ministro.
Cecília Honório do Bloco de Esquerda decidiu tambem pedir esclarecimentos ao PM sobre a "aventada existência de um plano para a reforma dos Serviços de Informações, elaborado pelo ex-diretor do SIED quando já estava à frente da Ongoing".
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