Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Portas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paulo Portas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 12 de maio de 2013

domingo, 14 de abril de 2013

Portas falha tomada de posse



"Está fora de Lisboa", disse à Antena 1 um assessor de Paulo Portas para justificar a ausência do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.

Tambem Vítor Gaspar, nos últimos dias em Dublin, faltou. Miguel Relvas não.

Peça aqui.




Os novos ministros e secretários de estado

Frederico Moreno apresenta o novo Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, aqui.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Batata quente para Portas

Pedro Passos Coelho encarrega o número 3 do Governo a construir o plano de cortes permanentes que, na última leitura do governo sobre o assunto, passaram a ser chamados de poupanças.
Uma tarefa que o PM atribui a Paulo Portas, para ouvir aqui.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Não são cortes, são "poupanças", diz Moedas

Seis horas de reunião de Conselho de Ministros, Carlos Moedas, o secretário de Estado adjunto do PM, foi o porta-voz da reunião, apesar de Paulo Portas, o número 3 do Governo, estar ali ao lado.
A conferência de imprensa contada aqui por Susana Barros.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O momento certo e a companhia certa, segundo Paulo Portas

Para Portugal ir aos mercados, disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros esta manhã numa assinatura de protocolos de Educação.
Para ouvir aqui.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Portas não podia esperar mais

Finalmente!
A carta que Paulo Portas, lider do CDS e Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros escreveu a carta prometida aos militantes centristas no aniversário do governo, a 21 de Junho de 2012.

Foi preciso esperar  35 dias para a mensagem de Paulo Portas chegar.

A peça aqui por Madalena Salema, ao fim de uma longuíssima espera, quase em desespero!.

domingo, 15 de julho de 2012

Portas recusa misturar público e privado

Na abertura do Congresso do CDS/Madeira, Paulo Portas não quis responder ao Presidente do Tribunal Constitucional - "porque acho que um membro do Governo não deve entrar em controvérsia com o Tribunal Constitucional. Chama-se a isso institucionalismo" - mas avisou: público e privado não têm responsabilidades iguais na resolução do problema do défice...do Estado. Para ouvir aqui

sexta-feira, 6 de julho de 2012

CDS com reservas aos cortes no privado

Nuno Magalhães disse, numa conferência de imprensa na AR destinada a criticar o pressupostos da decisão do Tribunal Constitucional, que tudo tinha de ser discutido.
O lider parlamentar do CDS não foi capaz de defender a ideia que Pedro Passos Coelho deixou ontem `a noite `a porta do Politeama: alargar o corte dos 13º. e 14º. meses aos privados, "essa questão vai ser discutida, mas nunca em pu´blico".

Nesta CI não ficou claro, apesar da questão ter sido colocada duas vezes, se o PM contactou Paulo Portas antes de fazer declarações no meio da rua, `a porta do Politeama na estreia de "Uma noite em casa de Ama´lia" de Filipe La Fe´ria. Uma declaração que, pelo que se vai percebendo em conversas de bastidores, apanhou todos de surpresa.
Para ouvir aqui.

domingo, 22 de abril de 2012

Guterres à Presidência da República! Bagão Félix dixit

Foi num debate na RTPI com Manuel Alegre - que lança Jaime Gama como candidato da esquerda - que o conselheiro de Estado indicado pelo CDS, em poucos segundos, lança o nome de Guterres.

Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?

sábado, 21 de abril de 2012

PTCruz à A1: Subsídios em 2015? "Só se houver espaço"

A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à Antena1, coloca a hipótese de não haver subsídios pós 2014 ao responder ao “lapso” de Vítor Gaspar que a Ministra não notou por ter lido o Orçamento de Estado de 2012. Diz, "se houver espaço", esperando que a situação europeia não se agrave e rejeitando que este lapso abale a confiança dos portugueses... Faremos "o pensável e o impensável para ultrapassar esta fase" porque vai levar décadas.

Até ao verão, o Tribunal Constitucional (TC), vai decidir sobre os cortes e sobre os subsídios. Se o TC chumbar será "uma catástrofe", diz Teixeira da Cruz, porque haverá uma recessão muito pior do que esta. E se for imposto? Uma matéria de Gaspar que a Ministra responde, e diz que não chegava.
Garante que a Constituição não está suspensa, mas não há dinheiro! Por isso faz questão de prestar tributo aos funcionários públicos. O caminho que este Governo está a seguir, afirma, é o único possível e não há perigo de se perder os príncipios constitucionais porque "os direitos fundamentais estão garantidos".
Sobre o PGR Pinto Monteiro afirma: “Não entendi que o mandato devia ir até ao fim, nem deixei de entender”. Subentende-se que, para Paula Teixeira da Cruz, ele devia ter saído, “compete aos próprios

Acusa o TC de ter sido juridiquês no acórdão sobre o enriquecimento ilícito e garante que tem soluções para ultrapassar as inconstitucionalidades que o TC encontrou.
Volta a defender o fim do Tribunal Constitucional, uma posição antiga de Paula Teixeira da Cruz, mas defende-a como Ministra. Só que, neste momento, não é prioritário colocar as funções do TC no Supremo Tribunal de Justiça.

Esta entrevista ocorreu antes de Saragoça da Matta retirar candidatura.
A Ministra da Justiça pensa que as escolhas feitas não eram tão desqualificadas quanto isso, houve casos piores no passado. Rui Pereira? Teixeira da Cruz disse não querer particularizar.
O facto de poder haver maçons como candidatos a juízes do TC preocupa-a.

As reformas em curso exigem mais de todos profissionais de justiça, é uma promessa da Ministra, que garante "os formalismos jurídicos vão terminar" e por isso os operadores vão mesmo ter de saber de Direito. 
Espera justiça no caso dos submarinos. Questionada sobre o receio de o caso terminar em Portugal como na Grécia, onde o Ministro da Defesa foi detido, responde, sem hesitar, que se "houver subornos e corrupção, espero que se faça justiça".
Sobre o mapa judiciário, critica a proposta de António José Seguro quando propõe “juízes caixeiros viajantes” que é como a Ministra apelida a proposta do líder socialista.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

"Os Pedros fazem sempre falta na pauta...são os primeiros"

No final da visita, Pedro Passos Coelho insiste nas exportações portuguesas, perante uma plateia repleta de empresários em Maputo, a tentar conter os danos da entrevista à imprensa alemã.

Pedro Passos Coelho, o único Pedro na sala, esteve na instituição das Mães de Mavalange, com crianças mais necessitadas. Curioso, quis saber como estava a leitura das crianças e sobre o acordo ortográfico, comentou que "parece mais complicado do que é na verdade".
O nível da ajuda portuguesa a Moçambique manteve-se, apesar da crise.
Mas não é tudo que fica a saber, se ouvir a reportagem de Natália Carvalho.

Esta segunda-feira, ainda o acordo sobre a venda dos 15% da participação portuguesa em Cahora Bassa não estava fechado e a Antena1 já tinha os valores, através de fonte do Governo moçambicano contactada pela enviada especial Natália Carvalho. Para ouvir aqui.

Uma visita que teve o olhar de perto do Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira. Ambos discretos, certamente por razões diferentes.

sábado, 31 de março de 2012

"Votar de acordo com a minha consciência, foi a ilacção política que tirei"

Diz Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, e militante desde a primeira hora, defendendo a manutenção do feriado do 1º. de Dezembro (1640, Restauração da Independência)

No Conselho Nacional do CDS, em Leiria, anunciado de véspera aos jornalistas, a decisão tomada foi a de remeter o Grupo Parlamentar a 'resolução' do caso Ribeiro e Castro, no voto contra sobre as alterações ao Código de Trabalho. Nuno Magalhães, líder parlamentar, considerou que Ribeiro e Castro teria de retirar ilacções políticas. Isto é convidou-o a demitir-se da presidência da Comissão de Educação.

Paulo Portas, o lider centrista, já veio dizer que não há sanções.
Reportagem de Ana Isabel Costa, Antena1 em Leiria.

Resolvidas também parecem estar as chamadas questões fracturantes (que um grupo de 12 conselheiros colocou ao CN), que têm sido votadas consoante a consciência de cada um. Como por exemplo, a procriação medicamente assistida, a adopção por casais do mesmo sexo ou as barrigas de aluguer.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Carlos César quer Paulo Portas a negociar Base das Lages

O presidente do Governo Regional do Açores está preocupado com as consequências da saída anunciada dos norte americanos da Base das Lajes.
Carlos César espera maior empenhamento do Governo da República, nas negociações com as autoridades americanas, em concreto quer que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, assuma um papel mais activo.
Este foi um dos temas da audiência com o Presidente da República, np Palácio de Belém.
Ouvir reportagem

segunda-feira, 19 de março de 2012

Paulo Portas preocupado com a Economia

Foi nos Açores, em visita como Ministros dos Negócios Estrangeiros, que o também líder do CDS, anunciou vistos especiais de permanência para investidores estrangeiros que possibilitem a criação de emprego e dinamismo na Economia, como conta a jornalista Luísa Couto da Antena1 Açores.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O PS não é o PSOE...mas Portas gostaria

O Ministro dos Negócios Estrangeiros elogia a Espanha pelo consenso alcançado para colocar o défice na Constituição. No almoço da Câmara de Comercio Luso Espanhola Portas deixou nas entrelinhas o convite ao PS para seguir o exemplo do PSOE. Peça Madalena Salema

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

1º. Debate quinzenal do ano: Passos garante que Portugal não precisa de mais tempo da Troika

O essencial do debate quinzenal, o primeiro de 2012 aqui contado por Madalena Salema.

Passos Coelho garantiu que não vai pedir mais tempo à Troika para cumprir o acordado e não foi informado pela família Soares dos Santos (Pingo Doce) da deslocalização do capital para a Holanda, questão levantada por Jerónimo de Sousa, líder do PCP.
Em resposta a Heloísa Apolónia dos Verdes, Passos garante que as taxas moderadoras não vão aumentar em 2012.
O líder socialista António José Seguro deixou ao PM o desafio de colocar a meia hora de trabalho de novo na Concertação Social.

Um debate em que pela primeira vez Paulo Portas, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, esteve presente. Aliás, além de Miguel Relvas, Ministro dos Assuntos Parlamentares, que acompanha o PM nos debates quinzenais, desta vez Pedro Passos Coelho fez-se também acompanhar pelo Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.

À saída do debate, Seguro, em declarações aos jornalistas, critica o Primeiro-Ministro por não ter falado de desemprego durante o debate, quando se ficou a saber que em Novembro, segundo dados do Eurostat, está nos 13,2%, como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas Luís Ochôa.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Zorrinho à A1: Aconselha PR a não mandar OE para o TC

Carlos Zorrinho, lider parlamentar do PS diz que o partido tanto concorda que o PR envie o Orçamento de Estado para o Tribunal Constitucional, como não. Aceita as duas possibilidades. Considerando ainda que dada a excepcionalidade do momento europeu e português,  o ideal é que não siga para o TC.

Em entrevista à Antena 1, (aqui em audio) Zorrinho confessa que afinal, NUNCA houve a proposta 750/1500 euros para "atenuar os cortes dos subsídios". "Essa proposta nunca foi formalizada!". Foi uma convicção com a qual o PS ficou. (Proposta que foi feita na reunião de 6ªf passada havida na AR com Gaspar, deputados PS, PSD e CDS e só mais tarde se soube)

Carlos Zorrinho conta nesta entrevista, quase com vozes, como decorreu a reunião com Vítor Gaspar e os deputados da maioria.

E pela primeira vez, o PS aparece a justificar a alteração da estratégia política de Seguro: porque aceitou ir além da Troika. Zorrinho explica porque o PS aceitou cortar um subsídio por causa das contas de 2011 que foram fruto da alteração das condições internacionais.

Entende que a  ausência de Paulo Portas neste OE tem um grande significado político. Tem a pasta dos assuntos europeus e não abriu a boca neste OE.
Diz que o Ministro Vítor Gaspar até é bom contabilista, o que não é depreciativo, mas não chega e que este Orçamento é apenas finaceiro, nada mais.
Também deixou dito que, dada a conjuntura internacional de indecisão e de perigo do euro a maioria está a brincar com o fogo.