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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

"Não vou perder um minuto sequer..."

Diz Pedro Passos Coelho em Bruxelas, "sobre notícias de jornais de fontes anónimas".
Para o PM parece assim estar encerrado o psicodrama deste fim-de-semana.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

República sim, regra de ouro talvez

Conselho europeu informal em Bruxelas hoje, o PM chamou António José Seguro a São Bento na semana passada para o discutir.

A regra de ouro - colocar na Constituição os limites do défice e da dívida - esteve na agenda da conversa. À margem, Seguro disse ser contra o fim do feriado da República, como conta a repórter Susana Barros.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PM sobre a Madeira: "Nada tenho a temer"

Pedro Passos Coelho e Alberto João Jardim reunem às 14h30, em São Bento, mas o Primeiro Ministro já falou do espírito com que parte para a conversa com o líder do Governo madeirense.

O encontro junta o presidente do Governo da Madeira, o secretário das Finanças madeirense, o primeiro-ministro e o ministro das Finanças.
Se cumprir os objectivos, deve concluir finalmente o plano de ajustamento financeiro à Madeira.

Importa-se de traduzir, se faz favor!...

A Conferência de Imprensa no final da audiência do Primeiro-Ministro português com o chefe do governo espanhol teve direito a tradução português/castelhano e castelhano/português. Ou melhor: meia tradução já que os jornalistas espanhóis precisaram da tradutora para entenderem as palavras do Primeiro-Ministro português, enquanto que os jornalistas portugueses, compreendessem ou não a declaração de Mariano Rajoy, viram-se obrigados a dispensar a tradução.
 “Creio que os jornalistas portugueses entendem distintamente” - disse Passos Coelho para interromper a tradução, obrigando “Mariano” a falar...sem legendas.

Muitos e ruidosos…

A numerosa comitiva de jornalistas que acompanharam o chefe de governo espanhol, Mariano Rajoy, na visita a Portugal, obrigou a vários rearranjos na residência oficial do Primeiro-Ministro.
A habitual sala de audiências acabou por ser ocupada pela comunicação social. Mas não chegou.
A sala ao lado, onde os jornalistas costumam registar as declarações oficiais, também teve de sofrer adaptações. Foram ali colocados vários televisores para os que não conseguiram ter lugar na sala onde Pedro Passos Coelho e Mariano Rajoy fizeram a conferência de imprensa.

Mudaram-se os móveis. Colocaram-se estrados e cadeiras, mas, ainda assim, o espaço foi pequeno para tamanha concentração.
A audiência entre os dois chefes de governo acabou por decorrer no primeiro-andar, no próprio gabinete de Passos Coelho.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

"Não pediremos nem mais dinheiro, nem mais tempo" diz PM

Só se houver alteração das condições externas, afirma o Primeiro-Ministro, "não pode ser Portugal a falhar o seu programa, e não falhará!"

Declarações de Pedro Passos Coelho depois de uma audiência com Mariano Rajoy, o chefe do Governo espanhol, que elogiou os esforços de Portugal, "já sabemos que as coisas estão mal, não vale a pena o FMI estar sempre a dizê-lo".

Ficou também, deste encontro, a promessa da retoma das cimeiras bilaterais Portugal/Espanha, previstas para quando o tempo melhorar, para a Primavera.

Reportagem de Natália Carvalho.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

"Srs da Troika... fazemos isto por nós"

O Ministro das Finanças esteve presente, mas só para assistir ao colóquio, coube ao Ministro da Economia e ao Primeiro-Ministro falarem das reformas estruturais e, principalmente, explicarem as novidades do acordo de concertação social assinado esta semana.

Os representantes do BCE, FMI e Comissão Europeia confiam que, à medida que as reformas forem sendo concretizadas, os mercados vão restaurando a confiança nas instituições financeiras e no Estado português.

Pedro Passos Coelho sublinha que as interrogações sobre o país ainda não estão desfeitas, mas diz à Troika que os sacrifícios estão a ser feitos "por nós, não por vós."
Ouvir reportagem

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Alberto João Jardim a um passo da ruptura


O governo de Passos Coelho recusa-se a colocar a sua assinatura no memorando de entendimento sobre a ajuda financeira à Madeira.
A decisão é lida no Funchal como a vontade do Governo central em comprometer apenas o arquipélago com um programa difícil de cumprir: “seria apenas uma declaração unilateral e não um acordo” – sublinha uma das fontes parlamentares contactadas pela Antena 1.
É sobretudo esta divergência -  de forma - que está a impedir a cerimónia de assinatura, que chegou a estar anunciada para ontem, depois para hoje e agora…sem data marcada. Ouvir peça

"Houve risco de não haver acordo porque o Governo retirou parágrafo da negociação colectiva", revela João Proença à Antena1

O Governo retirou o parágrafo da negociação colectiva - que a Troika não queria - que tinha sido acordado na Concertação.
Proença obrigou a que fosse reintroduzido, senão, não assinava.
À pergunta se o Governo foi leal... não consegue dizer que foi. Prefere dizer que foi um parceiro difícil.
Duvida que o Ministro Álvaro Santos Pereira, alguma vez quisesse o acordo.

Revela que altos dirigentes da CGTP o incentivaram a negociar o acordo, uma vez que a CGTP não o podia fazer: dirigentes da comissão executiva da CGTP não socialistas (portanto comunistas e bloquistas) 

Proença diz ter a certeza de que o Governo negociou com a UE as alterações ao memo da Troika que este acordo encerra.

Diz ter a garantia - convictamente - que a meia hora era mesmo para avançar, mesmo que isso custasse o acordo. Contrariando a ideia da armadilha de Carvalho da Silva.

Garante não ter tido pressões do PS para assinar, nem de Cavaco, apesar do papel fundamental que o PR teve para haver acordo. E também de Silva Peneda, o presidente do CES.

Terá tantas saudades de Carvalho da Silva como as que o ainda líder da CGTP terá dele. Porque Proença deixa de ser lider da UGT no próximo ano. São amigos, diz. Mas o relacionamento entre as duas centrais depende mais dos sindicatos do que das pessoas.
Diz que a nova liderança da CGTP - dentro de 15 dias - vai ser mais ortodoxa (mais dependente do PCP, coisa que como pessoas Carvalho da Silva não era), mas acha que se vai dar bem com Arménio Carlos, ainda assim.
Este acordo não rompe a 'unidade na acção'. Já dia 2 de Fevereiro vai haver greve conjunta dos transportes e Proença vai lá estar.

Confessa que pessoalmente seria mais cómodo não ter assinado, mas era o movimento sindical, como um todo, que estava em causa se não houvesse acordo.

A entrevista de João Proença para ouvir aqui.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Nomeações : PM reage à polémica

Foto Lusa

Foi na conferência do DN "Made in Portugal" acompanhada pelo jornalista Mário Rui Cardoso. Para ouvir aqui.

"Eu gostava de morrer português"

O presidente do Fórum Autonomia da Madeira, Gabriel Drumond (fórum que integra várias personalidades da região entre as quais o presidente do Executivo madeirense, Alberto João Jardim), acusa o Governo central de ser “um bando de malfeitores” apadrinhado pelo Presidente da República, Cavaco Silva.

E já fala em referendo que deve ser proposto pela Assembleia Legislativa Regional sobre a continuidade da Madeira"debaixo da bandeira de Portugal".

Porquê? Por causa disto.

E se Alberto João não assinar?

Alberto João Jardim ainda não assinou o plano de resgate da Madeira.
O prazo está a terminar em meados deste mês.

Em entrevista à RTP Madeira diz que não se demite e anuncia crise política nacional.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

"O PM não pode estar confortável!"

José Junqueiro exige, em nome da bancada do PS, explicações directas de Pedro Passo Coelho, PM, sobre os convites que fez a Manuel Frexes (actual presidente da CMFundão e a Álvaro Castelo Branco vice presidente de Rui Rio no Porto).

É a primeira vez que o PS enedereça uma pergunta directamente ao PM.

Além da promessa eleitoral de Passos de não fazer nomeações partidárias, há a particularidade de Frexes, como Presidente da Câmara, ter uma dívida de 7 milhões de euros às Águas de Portugal.
Para ouvir aqui.  

Também o Bloco de Esquerda relembra a promessa de Pedro Passos Coelho, pela voz de João Semedo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Semedo lembra-se e acusa Passos de esquecer promessa

O deputado João Semedo relembra a promessa eleitoral de Pedro Passos Coelho: com ele a governar não haveria jobs for de boys.

Na EDP não faltam nomes de sabor laranja e cor azul.
O bloquista João Semedo quer agora que Vítor Gaspar, o Ministro das Finanças, explique devagarinho o papel da Parpública neste caso. ouça aqui

sábado, 7 de janeiro de 2012

As janeiras em Belém e São Bento

Cumpriu-se a tradição. Cantaram-se as janeiras ao Presidente da República e cantaram-se as janeiras ao Primeiro-Ministro. Um e outro com partituras diferentes. Ouvir peça





Cavaco Silva falou, uma vez mais, na necessidade da coesão social.
Ao sublinhar a importância da tradição do Dia de Reis e dos valores de “vizinhança, entreajuda, solidariedade e partilha que lhe estão associados”, o Presidente da República salientou que esses valores "ajudam à união de todos os portugueses".  
“Estes valores e estas tradições são muitos importantes para a sociedade portuguesa, ajudam à união de todos os portugueses, reforçam a coesão nacional" – enfatizou Cavaco Silva, na breve declaração, ao receber este ano a Banda Musical de Vila Verde, o Grupo de Cantares do Centro de Desporto e Cultura JuveNorte da Póvoa de Varzim, e os Janeireiros de Boliqueime, a terra de onde é natural o Presidente da República.

Antes tinha sido a vez de o Primeiro-Ministro receber nos jardins da residência oficial de São Bento, o grupo Cantares de Vila Chã de Sá, do concelho de Viseu.


Passos Coelho ouviu as janeiras na companhia da mulher, Laura, e do ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares. Para a plateia foram também convidadas várias instituições de idosos.

Na intervenção, reconheceu que 2012 "vai ser um ano de adversidades, mas vai ser um ano de profundas mudanças". O PM referiu-se a 2012 como “uma meta que vamos cumprir e como um obstáculo que vamos ultrapassar”, acreditando Passos Coelho que Portugal sairá mais forte “deste ano difícil".

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"Vamos trabalhar, já são horas..."

Foi o que disse Pedro Passos Coelho à saída do debate quinzenal aos jornalistas, não prestando mais declarações. Ouvir aqui (a afirmação foi feita em movimento e não para o microfone, daí a má qualidade do som).

"Ele não era capaz de estar ali com qualquer espécie de indirecta ao Parlamento (...) temos de ser mais prudentes a proferir (as palavras)" diz Assunção Esteves.

A PAR, reconhece que houve um défice de esclarecimento sobre as férias dos deputados "os deputados não são funcionários públicos", disse. Já Jaime Gama, antigo PAR, o tinha dito.

E sobre a maçonaria "cabe aos media manter uma cultura sagrada entre o público e o privado".

Peça de Susana Barros aqui.

1º. Debate quinzenal do ano: Passos garante que Portugal não precisa de mais tempo da Troika

O essencial do debate quinzenal, o primeiro de 2012 aqui contado por Madalena Salema.

Passos Coelho garantiu que não vai pedir mais tempo à Troika para cumprir o acordado e não foi informado pela família Soares dos Santos (Pingo Doce) da deslocalização do capital para a Holanda, questão levantada por Jerónimo de Sousa, líder do PCP.
Em resposta a Heloísa Apolónia dos Verdes, Passos garante que as taxas moderadoras não vão aumentar em 2012.
O líder socialista António José Seguro deixou ao PM o desafio de colocar a meia hora de trabalho de novo na Concertação Social.

Um debate em que pela primeira vez Paulo Portas, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, esteve presente. Aliás, além de Miguel Relvas, Ministro dos Assuntos Parlamentares, que acompanha o PM nos debates quinzenais, desta vez Pedro Passos Coelho fez-se também acompanhar pelo Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.

À saída do debate, Seguro, em declarações aos jornalistas, critica o Primeiro-Ministro por não ter falado de desemprego durante o debate, quando se ficou a saber que em Novembro, segundo dados do Eurostat, está nos 13,2%, como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas Luís Ochôa.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ele quer o lugar de Pedro Passos Coelho...

no PSD!

Nuno Miguel Henriques, 37 anos, quer ser Presidente do PSD para libertar o actual, Pedro Passos Coelho, dos trabalhos de ser líder do partido.

O Membro da Assembleia Municipal do Fundão e da Comissão Política de Torres Vedras diz que quem espera sempre alcança, esperando também ser levado a sério nas Directas sociais democratas de 2012.

A apresentação do candidato à liderança do PSD aqui contada por Natália Carvalho.