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domingo, 12 de maio de 2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Carlos Silva e Arménio Carlos juntos pela 1ª.vez

Foi na Antena1, esta manhã, que os dois líderes das centrais sindicais, se encontraram pela primeira vez frente a frente para discutir ideias.
Concordaram mais do que discordaram.
Pode ouvir aqui.

domingo, 24 de março de 2013

Octávio Teixeira entrevista Vitor Gaspar

Foi na 5ªfeira passada, na Antena1 na rubrica habital Conselho Superior antes das 9 da manhã, que o antigo líder da bancada do PCP perguntou directamente e o Ministro das Finanças respondeu indirectamente.
Um jornalista que tira conclusões no final da entrevista.
Para ouvir aqui.

domingo, 17 de março de 2013

H.Neto à A1: "PM com Relvas = Papa com pedófilo"

Henrique Neto, empresário, antigo deputado do PS e o primeiro subscritor do manifesto sobre a reforma do sistema político, faz um ataque violento à classe política, em particular ao governo, ao Primeiro Ministro e ao ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares.
Nesta entrevista acusa a falta de credibilidade do Executivo, considerando que é fundamental que os políticos liderem pelo expemplo, por isso é que reflete:"Pedro Passos Coelho aparecer ao lado de Miguel Relvas, é como o Papa Francisco aparecer ao lado de um cardeal pedófilo".

Na opinião de Henrique Neto, o poder político não tem estratégia e envia mensagens enganadoras, assinalando que vai ser preciso chegar a acordo com a União Europeia para se alcançar o perdão da dívida e negociar pagamentos a 30 ou 40 anos.

Acredita que António José Seguro é um líder sério que não está enfeudado a interesses económicos nem terá disposição para ser capturado por esses interesses. Salienta ainda que o manifesto sobre a reforma do sistema político não é contra os partidos, nem exige uma mudança imediata, tem como objetivo sim, que os partidos debatam ideias para o futuro do país.

terça-feira, 12 de março de 2013

PS namora PCP e BE para autárquicas

Seguiu carta do Largo do Rato para a Soeiro e para a Rua da Palma, aqui contada pela jornalista Susana Barros, para alcançar coligações a algumas autarquias, entre elas Lisboa e Porto.
No entanto, quer o PCP quer o BE já têm candidatos próprios a estas autarquias.

Na resposta, agora já de viva voz, o PCP alertou não ser muleta do PS e ser favorável a moção de censura que o PS decida apresentar. Com Susana Barros para ouvir aqui.
O BE lembra que começou por fazer essa conversa logo após a última Convenção e que ontem recebeu um telefonema socialista. João Semedo diz, ouvido pela jornalista Madalena Salema em Aveiro no decorrer das jornadas parlamentares do BE, que lhe parece um pedido tardio, mas está disponível para todas as conversas. Para ouvir aqui.
A carta em si parece que ainda não ter chegado. Terá sido enviada por mail.
Aguardemos, então.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Louçã à A1: "Há um toque pessoal que é muito triste"

Para ouvir aqui a entrevista na íntegra.
Francisco Louçã diz que a Troika e o Governo estão a preparar mais cortes nas pensões e acabar com meio salário ou um salário inteiro na Função Pública.
Volta a falar da Esquerda Grande porque "o povo não fica a ver que filme os partidos fazem e um partido que quer representar a troika não pode governar". Porque já passámos o abismo.
Fala de uma coligação onde entrem aqueles que "aceitarem uma economia contra a Troika". Se o PS quiser continuar a cortar ..."não merece o voto dos portugueses"
Considera ser preciso defender a devolução de salários e de cortes. E critica a banca que distribuiu aos accionistas os lucros que tiveram com a especulação da dívida portuguesa.
O antigo coordenador do BE diz haver um PS contra a Troika que "quer corrigir o desastre, não a actual direcção". Considera que Soares tem razão, ao pedir a demissão do Governo, porque soube ler a manifestão de 2 Março.

Sobre a saída de Daniel Oliveira responde sim à pergunta se lamenta a saída. Diz que é uma perda para o partido. "Dei-me muitíssimo bem com ele, foi um excelente assessor!" Mas não quer comentar a carta porque "há um tom de toque pessoal... e tudo isso é triste, não vou comentar". Acaba, no entanto, por fazê-lo.
Louçã traça um "excelente" retrato da liderança de Catarina Martins e João Semedo, afirmando "poderão fazer um trabalho melhor (que ele fez) e com uma situção no país muito mais difícil".
Aos 22 minutos, Francisco Louçã responde sobre a Corrente Socialismo e, para já, a ausência da UDP.

Pode também ler aqui a notícia que o Expresso fez da entrevista de Francisco Louçã à Antena1.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PS amanhã com a Troika, hoje meia Lagarde

Na véspera de se reunir com a delegação da Troika que está em Portugal para a 7ª. avaliação,
Seguro divulga parte da carta de resposta que recebeu da directora do FMI, a senhora Lagarde.
Equilíbrio no crescimento e nem uma linha sobre o corte dos 4 mil milhões, é o sublinhado socialista na parte da carta divulgada.
Para ouvir aqui contado pela jornalista Susana Barros.

Atualização: Depois das críticas ao facto de não ter divulgado a carta na íntegra, o PS acabou por pôr o documento esta noite no site. Está aqui. (SB)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Carvalhas à A1: nova visão da Esquerda e de Sócrates

Carlos Carvalhas 71 anos,
Secretário-Geral do PCP de 92 a 2004, 20 anos deputado, defende que pode ser mesmo preciso uma plataforma de emergência política, pós eleições, com PS, PCP e BE.
Porque a situação exige medidas de esquerda.
"E nessa altura vai ver que aparecem soluções (...) para um governo de emergência".
Para ouvir aqui.

O antigo líder comunista, vem agora dizer que se a UE tivesse cedido a Sócrates - ao não pedir resgate - a história tinha sido outra. Porque Merkel e Trichet (então presidente BCE) teriam cedido "não podiam deixar cair Portugal". Carvalhas, relembrado que o PCP, à época, votou contra o PEC4 ao lado do BE, PSD e CDS, constata que no interior do governo " foi-lhe (a Sócrates) puxado o tapete", bem como o PSD que "de manhã viabilizou o PEC4 e à tarde chumbou", além da atitude doa banqueiros.

Para ouvir aqui a entrevista na íntegra. A partir do minuto 15 +- Sócrates e as Esquerdas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O momento certo e a companhia certa, segundo Paulo Portas

Para Portugal ir aos mercados, disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros esta manhã numa assinatura de protocolos de Educação.
Para ouvir aqui.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

GOM à A1 defende o acórdão do TConstitucional

Guilherme Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas, considera que quer o prazo quer as metas do défice vão ser alteradas com a avaliação da Troika em Agosto.
O Presidente do Tribunal de Contas, em entrevista à Antena1, defende o acórdão do Tribunal Constitucional e a justificação que foi feita. Concorda com a ideia de não sobrecarregar apenas os mais pobres, bem como considera que a origem do rendimento tributada tem de ser diversificado.
Também defende as PPP, mas bem negociadas e não como algumas que foram feitas por um "Estado complacente, sobretudo na assunção dos riscos".

Sobre a avaliação da troika em Agosto:
Está optimista. Acha que agora não se pode falar disso, mas os prazos - o tempo -, e as metas - o défice - vão ser flexibilizados.

Sobre acórdão do Tribunal Constitucional:
Concorda com a ideia de Moura Ramos: taxar capital e rendimento e todos, ricos e pobres.
Saúda a Comissão Europeia por ter dito que esta decisão do TConst não põe em causa
os objectivos traçados para 2013
Elogia a atitude do PR e do TC. Estiveram ambos bem, cumpriu-se a lei e a Constituição.

Sobre as PPP:
As privatizações da EDP e da REN estão a ser investigadas plo DCIAP por tráfico de influências e manipulação de preços, corrupção portanto. GOM diz que as comissões de acompanhamento das privatizações queixam-se de estes processos foram rápidos demais, por causa da urgência. O processo está em investigação, por isso não avança mais.

Não podem ser diabolizadas as PPP, é preciso é tomar cuidados porque podem ser a melhor defesa do dinheiro público.

Reconhece que o Estado foi complacente na negociação dos contratos, sobretudo nos riscos, que assumiu todos.

Alerta para o facto de a 125 do Algarve ficar mais cara por se portajar a A22.

O TContas interessa-se também sobre a qualidade dos serviços, não apenas a poupança interessa. No caso da saúde, GOM diz que Paulo Macedo tem falado com ele sobre a qualidade do serviço nacional de saúde.

Ao contrário da ideia feita na opinião pública, o dinheiro público é hoje mais bem gasto.
GOM reconhece que a crise ajudou a gastar melhor o dinheiro.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

PR em Maputo: troika e crescimento

Num encontro com empresários portugueses em Maputo, Cavaco Silva mostrou-se otimista com a próxima avaliação da troika e confiante no crescimento económico já em 2013.
Peça da enviada especial da Antena 1 Natália Carvalho aqui.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Fé na Troika

Têm os bispos, reunidos em Fátima, na resolução da crise. Uma reunião da conferência episcopal acompanhada pela jornalista Ana Isabel Costa aqui.

Gaspar quebra tabu

"Melhorar e favorecer o processo de ajustamento", disse Vitor Gaspar à saída da reunião do Eurogrupo, atirando para a 5ª. avaliação da Troika prevista para Agosto. Pela primeira vez, um membro do Governo de Pedro Passos Coelho admite que o memo da Troika vai ser alterado: melhorado e favorecido para alcançar "o sucesso do programa de ajustamento".

O Ministro de Estado e das Finanças foi questionado sobre a decisão do TConstitucional nesta reunião onde afirmou que o Governo está estudar medidas para o Orçamento de Estado para 2013 e garantiu que essas "medidas devem merecer o maior consenso político e social em Portugal".

"Vai ter de haver ajustamentos ao memo" diz MMendes

O resumo do debate do Estado da Nação aqui, por Susana Barros, Marques Mendes foi claro, em Agosto vai ter de haver ajustamentos "já toda a gente percebeu!".

sábado, 30 de junho de 2012

Alteramos as medidas ou as metas?

Pergunta João Almeida, porta-voz do CDS, depois de saber os números da execucução orçamental. Aqui.

Quanto ao PR, Cavaco Silva recomenda que o Governo fale com a Troika, reavalie, "um diálogo entre as partes e o resultado da apalicação do programa de ajustamento no nosso país".

Amado à A1: Vai ser preciso PS ao lado da maioria pelo sim num referendo europeu

A entrevista de Luís Amado à Antena1 esta semana aqui.

Aos 26'30'' diz que "não faz sentido agora falar agora em governos de coligação" com o PS.
Aos 29'15'' confirma que passado um ano sobre o final do Governo de Sócrates, "há tempos para tudo, não é um facto político relevante" não voltou a falar com o antigo PM, apesar de serem amigos.
Aos 30'30'' fala da reunião de Bilderberg onde esteve recentemente com Jorge Moreira da Silva e Pinto Balsemão.

Com o super ministro das Finanças europeu, o maior partido da oposição terá de estar ao lado do PSD e do CDS num referendo sobre a partilha de soberania que será inevitável. Amado considera que se vai entar num momento de tensão democrática.

As críticas do antigo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ao Governo de Pedro Passos Coelho por não ter grande iniciativa no cenário europeu.

Saúda a Itália e a Espanha por terem feito frente a Merkel "É possível", diz.
Nesse sentido, realça o papel de François Hollande no Pacto para o Crescimento.
Fundamental é ter mecanismos que permitam fazer baixar as taxas de juro.

Saúda Seguro pela forma como tem estado a fazer oposição, nomeadamente no pedido de mais tempo para o cumprimento do memo da Troika. "Cada um está a desempenhar o seu papel e bem, não creio que estejam combinados".

domingo, 24 de junho de 2012

Jerónimo à A1: "PS já nem segura as bandeiras de esquerda"

Jerónimo de Sousa nesta entrevista à Antena1, (pode ser vista aqui) confessa que vai receber subsídio de férias, não como deputado, mas como operário metalúrico, do sector privado. Como é sabido, os eleitos comunistas não são nem beneficiados nem prejudicados. São remunerados tal como seriam na sua vida antes da eleição.

sobre PS e Moção de Censura
Jerónimo de Sousa reconhece que teria importância política o voto favorável do PS à moção de censura, só que para o líder comunista, o PS insiste em ter o compromisso com o acordo e "quer dar um ar de oposição".

Nesta entrevista à Antena1, Jerónimo de Sousa reage pela primeira vez ao anúncio de abstenção dos socialistas. "A primeira reacção de Seguro é que isto é contra mim!". Jerónimo não percebe o incómodo para o PS.

Aconselha o PS a rasgar o acordo - tal como disse Soares - e aí era fácil o entendimento
com o PCP. O problema para o PCP é que o PS defende política de Direita. Porque, para Jerónimo de Sousa, o PS já nem segura as bandeiras da Esquerda "já nem isso o PS é capaz de fazer".
Mas agora "não peçam ao PCP para abdicar dos príncipios em nome da convergência das Esquerdas".

Sobre Cavaco e Código Laboral
Cavaco justificou o não envia do Código laboral para o TC, entre outras razões,
porque apenas 15% da oposição esteve contra. Jerónimo lembra que no Estatuto dos Açores houve unanimidade na AR (a favor) e ele vetou: tenhamos bom senso", pede o líder do PCP ao PR que acusa de ter feito tábua rasa da Constituição, não cumprindo o juramento que fez ao povo.
Com esta decisão, o PR clarificou o seu apoio a esta política de Direita.
Como se pode preocupar com o desemprego e não questionar este código?

Sobre PCP
Há congresso do PCP no último trimestre deste ano.
Jerónimo de Sousa está disponível para continuar secretário geral "haja vida e saúde!" , diz.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Por exaustão fiscal, PCP diz não ao DEO

Na próxima 6ªfeira, também o PCP apresenta projecto para rejeitar o Documento de Estratégia Orçamental, porque há uma exaustão fiscal e o documento vai além do tempo de vigência da Troika e até deste Governo.
Um documento a que a Antena1 teve acesso. Aqui por Madalena Salema.

Isto num dia em que começam as jornadas parlamentares do PCP, em Leiria pela primeira vez, antecipadas aqui pelo líder parlamentar Bernardino Soares. Peça Célia de Sousa.

domingo, 20 de maio de 2012

Louçã à A1: "PS tem de ser parte solução!"

Francisco Louçã, foi o primeiro líder partidário a vir a Rádio Pública, quando faltam cerca de dois meses para terminar a sessão legislativa.

Em entrevista (pode ouvir e vê-la aqui) à Antena1,

- o líder do Bloco pede clareza política, essencial a Portugal e à esquerda, neste momento. E pede aos socialistas pare serem parte da solução, porque é preciso dizer não à Troika.

- questionado sobre se o Governo chega a 2015, defende que se houver novo resgate tem de haver eleições.

- diz que se a Grécia sair do euro é a própria União Europeia que não resiste
- e que a sra. Merkel não se importa que a UE vá ao ar se fôr melhor para ela e para a Alemanha

- considera que os juros de 34 mil milhões de euros (ele diz 34 biliões à americana)
foram pirataria dos especuladores, para financiar a banca francesa, alemã e portuguesa,
não foi para resolver nenhum problema da nossa economia."Foi mesmo pirataria!".

- Mas o futuro vai depender do que restar do Tratado Europeu depois da eleição de Hollande, que voltou a rejeitar.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"Igreja só aceita suspender feriados, não acabar com eles", diz Ribeiro e Castro à Antena1

Em entrevista esta manhã à Rádio Pública, Ribeiro e Castro diz ter informações seguras de que a Igreja Católica considera que os feriados religiosos não são para acabar 'ad aeternum', mas sim uma suspensão, enquanto durar o programa da Troika. A igreja não quer rever a Concordata!

Entrevista de José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, por Madalena Salema, aqui.  

No lançamento do livro que Ribeiro e Castro lançou na semana passada a favor do feriado do 1º. de Dezembro, o constitucionalista Jorge Miranda lançou o fim do Carnaval e dos feriados municipais.