Foi na Antena1, esta manhã, que os dois líderes das centrais sindicais, se encontraram pela primeira vez frente a frente para discutir ideias.
Concordaram mais do que discordaram.
Pode ouvir aqui.
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Rui Vilar à A1: Políticos no BPN falharam na ética!
Rui Vilar, 72 anos, veio à Rádio Pública dois dias depois de deixar de ser Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian. A entrevista aqui.
Como Presidente do Conselho do Conselho de Auditoria do Banco de Portugal desde 1996, que agora, depois do memo da Troika, passou a ter a responsabilidade de supervisão, considera que os protagonistas políticos envolvidos no 'caso BPN' não se guiaram por critérios éticos.
Não se devia ter nacionalizado, era "melhor a liquidação do BPN".
Quanto à reprivatização "era a única solução".
Espera, no entanto, que esta segunda Comissão Parlamentar de Inquérito, chegue à verdade.
Rui Vilar também recomendar mais diálogo entre a Maioria e o PS e "mais atenção à UGT".
Como Presidente do Conselho do Conselho de Auditoria do Banco de Portugal desde 1996, que agora, depois do memo da Troika, passou a ter a responsabilidade de supervisão, considera que os protagonistas políticos envolvidos no 'caso BPN' não se guiaram por critérios éticos.
Não se devia ter nacionalizado, era "melhor a liquidação do BPN".
Quanto à reprivatização "era a única solução".
Espera, no entanto, que esta segunda Comissão Parlamentar de Inquérito, chegue à verdade.
Rui Vilar também recomendar mais diálogo entre a Maioria e o PS e "mais atenção à UGT".
terça-feira, 17 de abril de 2012
UGT ameaça rasgar acordo de Concertação
Ou cumpre o assinado, ou a UGT rompe o Acordo de Concertação Social que assinou com o Governo e Parceiros e que a CGTP não assinou.
João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.
Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.
Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.
João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.
Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.
Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.
sábado, 31 de março de 2012
"Deputados PS não devem colar-se ao PCP e ao BE"
Diz João Proença, lider da UGT, à margem da reunião da Comissão Nacional do PS, que decorre na Guarda, sobre a atitude de alguns deputados da bancada do PS na votação das alterações ao Códio de Trabalho.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Arménio Carlos à A1: "Comunista ortodoxo eu? Ninguém me pediu para deixar o Comité Central porque me conhecem!"
Arménio Carlos (a entrevista toda aqui) desafia deputados da maioria e do PS a pensarem o Acordo de Concertação Social: "fosse aplicado a mim?" Se assim for ele chumba na AR.
O novo líder da CGTP afirma "não queremos ser os donos dos trabalhadores", quando questionado sobre a Greve Geral que diz estar em cima da mesa. A iniciativa parte dos trabalhadores.
Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.
Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.
Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.
Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.
Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.
Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Proença ainda não voltou a falar com Carvalho da Silva
João Proença, que apareceu muito acompanhado nesta conferência de imprensa ao contrário do que é habitual, reafirma que o Governo cedeu em várias áreas para o acordo de Concertação Social como sejam a negociação colectiva e nos despedimentos.
O acordo ficou àquem da Troika.
Reportagem de Madalena Salema.
O acordo ficou àquem da Troika.
Reportagem de Madalena Salema.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
CGTP acciona judicialmente João Proença
Primeiro em comunicado - aqui resumido por Augusta Henriques - a CGTP anuncia que vai processar João Proença que, em entrevista à Antena 1, revela que altos dirigentes da central sindical, não socialistas, o incentivaram a negociar o acordo.
Arménio Carlos, o mais provável sucessor de Carvalho da Silva, anuncia uma participação criminal contra o líder da UGT.
E Carvalho da Silva insiste: "é um disparate".
Mais tarde, já em reacção à acção judicial da CGTP, João Proença reafirma o já tinha dito na entrevista.
Arménio Carlos, o mais provável sucessor de Carvalho da Silva, anuncia uma participação criminal contra o líder da UGT.
E Carvalho da Silva insiste: "é um disparate".
Mais tarde, já em reacção à acção judicial da CGTP, João Proença reafirma o já tinha dito na entrevista.
"Houve risco de não haver acordo porque o Governo retirou parágrafo da negociação colectiva", revela João Proença à Antena1
O Governo retirou o parágrafo da negociação colectiva - que a Troika não queria - que tinha sido acordado na Concertação.
Proença obrigou a que fosse reintroduzido, senão, não assinava.
À pergunta se o Governo foi leal... não consegue dizer que foi. Prefere dizer que foi um parceiro difícil.
Duvida que o Ministro Álvaro Santos Pereira, alguma vez quisesse o acordo.
Revela que altos dirigentes da CGTP o incentivaram a negociar o acordo, uma vez que a CGTP não o podia fazer: dirigentes da comissão executiva da CGTP não socialistas (portanto comunistas e bloquistas)
Proença diz ter a certeza de que o Governo negociou com a UE as alterações ao memo da Troika que este acordo encerra.
Diz ter a garantia - convictamente - que a meia hora era mesmo para avançar, mesmo que isso custasse o acordo. Contrariando a ideia da armadilha de Carvalho da Silva.
Garante não ter tido pressões do PS para assinar, nem de Cavaco, apesar do papel fundamental que o PR teve para haver acordo. E também de Silva Peneda, o presidente do CES.
Terá tantas saudades de Carvalho da Silva como as que o ainda líder da CGTP terá dele. Porque Proença deixa de ser lider da UGT no próximo ano. São amigos, diz. Mas o relacionamento entre as duas centrais depende mais dos sindicatos do que das pessoas.
Diz que a nova liderança da CGTP - dentro de 15 dias - vai ser mais ortodoxa (mais dependente do PCP, coisa que como pessoas Carvalho da Silva não era), mas acha que se vai dar bem com Arménio Carlos, ainda assim.
Este acordo não rompe a 'unidade na acção'. Já dia 2 de Fevereiro vai haver greve conjunta dos transportes e Proença vai lá estar.
Confessa que pessoalmente seria mais cómodo não ter assinado, mas era o movimento sindical, como um todo, que estava em causa se não houvesse acordo.
A entrevista de João Proença para ouvir aqui.
Proença obrigou a que fosse reintroduzido, senão, não assinava.
À pergunta se o Governo foi leal... não consegue dizer que foi. Prefere dizer que foi um parceiro difícil.
Duvida que o Ministro Álvaro Santos Pereira, alguma vez quisesse o acordo.
Revela que altos dirigentes da CGTP o incentivaram a negociar o acordo, uma vez que a CGTP não o podia fazer: dirigentes da comissão executiva da CGTP não socialistas (portanto comunistas e bloquistas)
Proença diz ter a certeza de que o Governo negociou com a UE as alterações ao memo da Troika que este acordo encerra.
Diz ter a garantia - convictamente - que a meia hora era mesmo para avançar, mesmo que isso custasse o acordo. Contrariando a ideia da armadilha de Carvalho da Silva.
Garante não ter tido pressões do PS para assinar, nem de Cavaco, apesar do papel fundamental que o PR teve para haver acordo. E também de Silva Peneda, o presidente do CES.
Terá tantas saudades de Carvalho da Silva como as que o ainda líder da CGTP terá dele. Porque Proença deixa de ser lider da UGT no próximo ano. São amigos, diz. Mas o relacionamento entre as duas centrais depende mais dos sindicatos do que das pessoas.
Diz que a nova liderança da CGTP - dentro de 15 dias - vai ser mais ortodoxa (mais dependente do PCP, coisa que como pessoas Carvalho da Silva não era), mas acha que se vai dar bem com Arménio Carlos, ainda assim.
Este acordo não rompe a 'unidade na acção'. Já dia 2 de Fevereiro vai haver greve conjunta dos transportes e Proença vai lá estar.
Confessa que pessoalmente seria mais cómodo não ter assinado, mas era o movimento sindical, como um todo, que estava em causa se não houvesse acordo.
A entrevista de João Proença para ouvir aqui.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
"Volta meia hora que estás perdoada"
É o que diz Sérgio Monte do Sindicato dos trabalhadores ferroviários, o SITRA, que foi um dos que não ratificou o acordo que está a ser assinado pela UGT esta manhã na sede do CES, Conselho Económico e Social.
Nesta peça de Frederico Moreno juntam-se as várias reacções de alguns dos sindicatos da UGT, uns contra outros a favor, como o dos enfermeiros, os bancários de sul e ilhas, o sindicato independente das pescas e a FNE.
Nesta peça de Frederico Moreno juntam-se as várias reacções de alguns dos sindicatos da UGT, uns contra outros a favor, como o dos enfermeiros, os bancários de sul e ilhas, o sindicato independente das pescas e a FNE.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
"Antes a conflitualidade do que um mau acordo", diz João Proença
audivelmente irritado.
Com meia hora não há qualquer hipóstese de acordo, volta a repetir o líder da UGT.
Que ameaça: a UGT vai bater-se contra todas as medidas do acordo da Troika que entenda lesar os trabalhadores, se não chegar a haver acordo na Concertação Social.
"Quem criou a meia hora que resolva o problema", disse.
Reportagem de Paula Veran.
Poucas horas depois desta conferência de Imprensa o Governo, através do Ministro Pedro Mota Soares, marcou nova reunião da Concertação: 2ªfeira, dia 16.
O Ministro da Solidariedade e da Segurança Social mostra-se confiante num acordo.
Será que vai deixar cair a meia hora?
Com meia hora não há qualquer hipóstese de acordo, volta a repetir o líder da UGT.
Que ameaça: a UGT vai bater-se contra todas as medidas do acordo da Troika que entenda lesar os trabalhadores, se não chegar a haver acordo na Concertação Social.
"Quem criou a meia hora que resolva o problema", disse.
Reportagem de Paula Veran.
Poucas horas depois desta conferência de Imprensa o Governo, através do Ministro Pedro Mota Soares, marcou nova reunião da Concertação: 2ªfeira, dia 16.
O Ministro da Solidariedade e da Segurança Social mostra-se confiante num acordo.
Será que vai deixar cair a meia hora?
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
UGT apela ao governo para retomar diálogo
João Proença pede ao Governo para reatar o diálogo em torno da meia hora de trabalho para que Portugal não entre num clima de conflitualidade semelhante ao da Grécia.
Até hoje, o executivo não entregou aos parceiros sociais qualquer documento sobre a meia hora.
Que foi aprovado em Conselho de Ministros há uma semana.
A UGT não quer, mas se o aumento do horário de trabalho avançar, a conflitualidade será inevitável. ouça aqui
Até hoje, o executivo não entregou aos parceiros sociais qualquer documento sobre a meia hora.
Que foi aprovado em Conselho de Ministros há uma semana.
A UGT não quer, mas se o aumento do horário de trabalho avançar, a conflitualidade será inevitável. ouça aqui
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Com todas as letras
Depois de receber a UGT, António José Seguro manifestou "profunda preocupação" com o aumento do horário de trabalho no sector privado aprovado, na semana passada, em conselho de ministros.
O PS está contra o diploma "com todas as letras", frisou o líder socialista numa conferência de imprensa sem abertura a outros temas - "não me arrancam nada que não seja sobre isto" - , até porque Pedro Passos Coelho tinha insistido de manhã na necessidade de uma revisão constitucional para impôr um limite ao défice. Peça
(A reunião tinha sido pedida 4ª feira pela UGT "com carácter urgente" na sequência da aprovação do diploma. Na nota enviada às redacções o PS escreve que (sic - sem acentos) "o Secretario Geral do PS, António Jose Seguro preocupado com esta ruptura do dialogo social, marcou de imediato uma reunião"... para 2ª feira.)
O PS está contra o diploma "com todas as letras", frisou o líder socialista numa conferência de imprensa sem abertura a outros temas - "não me arrancam nada que não seja sobre isto" - , até porque Pedro Passos Coelho tinha insistido de manhã na necessidade de uma revisão constitucional para impôr um limite ao défice. Peça
(A reunião tinha sido pedida 4ª feira pela UGT "com carácter urgente" na sequência da aprovação do diploma. Na nota enviada às redacções o PS escreve que (sic - sem acentos) "o Secretario Geral do PS, António Jose Seguro preocupado com esta ruptura do dialogo social, marcou de imediato uma reunião"... para 2ª feira.)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Aumentar o horário de trabalho será uma declaração de guerra
A alteração ao horário de trabalho será entendida pelas centrais sindicais como uma declaração de guerra.
A proposta do Governo, de aumentar o horário de trabalho em meia hora diária, está em discussão há meses na Concertação Social sem qualquer consenso à vista.
UGT e CGTP consideram que esta é uma matéria intocável.
Se a medida avançar não haverá acordo, nem agora nem no futuro. Ouça aqui.
A proposta do Governo, de aumentar o horário de trabalho em meia hora diária, está em discussão há meses na Concertação Social sem qualquer consenso à vista.
UGT e CGTP consideram que esta é uma matéria intocável.
Se a medida avançar não haverá acordo, nem agora nem no futuro. Ouça aqui.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
UGT : greve é alerta para encontrar soluções credíveis
João Proença diz que a greve geral é irreversível mas sublinha que a UGT está empenhada em encontrar soluções. À saída do encontro com o Presidente da República o líder da central sindical garante que "a greve geral é um alerta para encontrar soluções credíveis e mais equilibradas no quadro de um diálogo social e politico".
Insiste na importância da concertação social e frisa que "nem todas as portas estão fechadas". Peça
Insiste na importância da concertação social e frisa que "nem todas as portas estão fechadas". Peça
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Augusto Mateus tem solução alternativa ao corte de 2 subsidios
O antigo Ministro da Economia de António Guterres reconhece que na actual situação era impossível não cortar o 13º. mês, mas propõe uma solução alternativa ao corte dos dois subsídios para que não sejam só os funcionários públicos a fazer sacrifícios.
O economista falava no seminário internacional da UGT sobre saídas para a crise. ouça aqui
O economista falava no seminário internacional da UGT sobre saídas para a crise. ouça aqui
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Todos os parceiros sociais contra proposta do governo
O Governo apresentou uma proposta para a criação do fundo de compensação em caso de desemprego que não agrada nem a patrões nem a sindicatos.
A Confederação da Indústria diz que se romperam equilíbrios e que a proposta tal como está "o fundo foi ao fundo".
A Confederação do Comércio assegura que se pretende criar um "PPR" para os trabalhadores mas pago pelas empresas.
A UGT diz que sem fundo não haverá acordo de concertação estratégica e a CGTP fala em perigo de se estar a preparar o fim das indemnizações em caso de despedimento.
À entrada para a reunião da concertação social o Governo conseguia o pleno....desacordo.
Ouvir tudo aqui.
A Confederação da Indústria diz que se romperam equilíbrios e que a proposta tal como está "o fundo foi ao fundo".
A Confederação do Comércio assegura que se pretende criar um "PPR" para os trabalhadores mas pago pelas empresas.
A UGT diz que sem fundo não haverá acordo de concertação estratégica e a CGTP fala em perigo de se estar a preparar o fim das indemnizações em caso de despedimento.
À entrada para a reunião da concertação social o Governo conseguia o pleno....desacordo.
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