António José Seguro, PS: "discordo por razões culturais e económicas".
Jerónimo de Sousa, PCP:"a ideia é sempre a mesma, retirar direitos aos trabalhadores".
Francisco Louçã, BE: "é um direito das pessoas, não é um baile".
Aqui por Célia de Sousa, no final da Mesa Nacional.
Arménio Carlos, CGTP: "isto não tem nada a ver com a dívida ou com o défice"
António Capucho, PSD: "um disparate completo, um erro clamoroso".
Luis Filipe Menezes, PSD: "é muito triste, é uma infelicidade, mas a vida é assim".
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
22 votos dão liderança do PSOE a Rubalcaba
Alfredo Pérez Rubalcaba : 487 votos
Carmen Chacón : 465 votos

Em Sevilha, os socialistas espanhóis elegeram hoje em congresso o novo secretário-geral do PSOE.
Peça de António Sampaio, correspondente em Madrid, aqui.
Discurso de vitória de Rubalcaba na íntegra aqui.
"Temos ideias muito próximas", diz António José Seguro aqui.
Leituras:
"Sepultada por su grito", Fernando Garea.
"Gana Rubalcaba, gana Felipe y gana Rajoy", Lucia Méndez.
Carmen Chacón : 465 votos

Em Sevilha, os socialistas espanhóis elegeram hoje em congresso o novo secretário-geral do PSOE.
Peça de António Sampaio, correspondente em Madrid, aqui.
Discurso de vitória de Rubalcaba na íntegra aqui.
"Temos ideias muito próximas", diz António José Seguro aqui.
Leituras:
"Sepultada por su grito", Fernando Garea.
"Gana Rubalcaba, gana Felipe y gana Rajoy", Lucia Méndez.
Passos 'acaba' com o Carnaval
O Carnaval não é feriado, mas há a tradição da tolerância de ponto aos funcionários públicos extensível, diga-se, a todos os trabalhadores.
Em 1993, Cavaco Silva também quis 'acabar com o Carvaval'.
Em 2012, Pedro Passos Coelho também porque "o país não perceberia outra decisão do Governo"
Em 1993, Cavaco Silva também quis 'acabar com o Carvaval'.
Em 2012, Pedro Passos Coelho também porque "o país não perceberia outra decisão do Governo"
Debate quinzenal: demissão RDP, secretas e Graça Moura
O oitavo debate Passos Coelho/Seguro, no qual o líder socialista começou por questionar o caso "Rosa Mendes" e Francisco Louçã, BE, pegou na iniciativa do PCP de chamar potestativamente o PM à 1ª. comissão por causa das recomendações do Conselho de Fiscalização do SIS sobre a reestruturação dos serviços, que o PM disse desconhecer, e por Silva Carvalho ter alegadamente uma lista com cerca de 4 mil fichas de portugueses.Até ao momento a posição do Governo é que o PM responde de 15 em 15 dias no Parlamento
Jerónimo de Sousa, o líder comunista, que abriu mais este debate quinzenal, afirmou que"a maior honra que um Governo pode ter é cumprir as promessas eleitorais".
Síntese dos pontos fortes do debate com Madalena Salema.
Sobre Vasco Graça Moura, Pedro Passos Coelho falou do computador pessoal do novo presidente do Conselho de Administração do CCB. (ver post anterior)
Jerónimo de Sousa, o líder comunista, que abriu mais este debate quinzenal, afirmou que"a maior honra que um Governo pode ter é cumprir as promessas eleitorais".
Síntese dos pontos fortes do debate com Madalena Salema.
Sobre Vasco Graça Moura, Pedro Passos Coelho falou do computador pessoal do novo presidente do Conselho de Administração do CCB. (ver post anterior)
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Vasco Graça Moura recusa aplicar acordo ortográfico no CCB
Vasco Graça Moura deu ordens aos serviços do Centro Cultural de Belém para que não seja aplicado o acordo ortográfico.O recém empossado presidente do CCB não duvida que a decisão é controversa, mas defende que nada tem de ilegal. "O que é ilegal é aplicar um documento que não está em vigor", diz Vasco Graça Moura ao defender que a sua decisão seja "um alerta para que se atalhe rapidamente uma situação de catástrofe no plano da língua portuguesa" como relata a jornalista Alexandra Sofia Costa.Passos Coelho quer negociar com a troika novas formas de financiar a economia
Em entrevista ao semanário Sol, o Primeiro-Ministro diz que tem aprendido com a Troika e acredita que a Troika também tem aprendido com Portugal.
O PM admite negociar com a ‘troika’ novas formas de financiar a economia, mas mantém a recusa de um segundo pedido de empréstimo.
Pedro Passos Coelho reitera que Portugal deverá regressar aos mercados em setembro de 2013, como resume o jornalista Frederico Moreno.
Portugueses e brasileiros queixam-se a Portas e a Cavaco
Estão em Brasília e estão preocupados com o esvaziar de competências de Embaixada de Portugal no Brasil.
Para ler aqui.
Para ler aqui.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Miguel Relvas à Antena1 - Sem razões de queixa do PS
Miguel Relvas, 50 anos, Min Adj e dos Ass Parlamentares, mais de 20 anos deputado, deixou de o ser em 2009 porque Manuela Ferreira Leite não o incluiu nas listas tal como a Pedro Passos Coelho. Foi sec de Estado da Reforma Admnistrativa no gov Durão Barroso e secretário-geral do partido com Durão Barroso e Santana Lopes.
A entrevista na íntegra para ouvir aqui.
Nesta entrevista à Antena1 garante que não vai haver segundo empréstimo, mesmo que a situação europeia se degrade, porque já descolámos da Grécia,
Considera que o PR e oposição são muito importantes para este caminho dificil que o país está a ter garante não ter razões de queixa do PS.
Diz que o seu amigo Seguro tem a tarefa mais difícil de todas, mas ainda não é o lider da alternativa, ainda não conseguiu afirmar a sua liderança. No entanto diz ter a certeza de que colocará sempre o país à frente do PS:
À pergunta se o gov vai até ao fim da legislatura responde que o prazo deste governo são 4 anos.
Sobre a RTP - Rádio e Televisão de Portugal,
pela primeira vez garante que a marca RTP não vai para os privados. "Menos um susto... hem!", diz. Considerando-se responsável político pela reestruturação da empresa juntamente com a Administração.
Insiste que até ao final do ano vai ser alienado um canal, não diz qual e não se preocupa por não haver compradores, ainda não é o tempo, diz. Neste registo afirma-se como 'não político'.
Sobre o caso Pedro Rosa Mendes/Antena1, à pergunta se concordou com a realização do programa Reencontro diz que sim, foi um bom programa, e à pergunta se concordaria com a continuação das crónicas de Rosa Mendes, diz que não sabe, não ouviu. São 2 programas da casa que tutela.
Sobre a Reforma Administrativa,
rejeita as críticas de Regionalização encapotada com a reorganização administrativa do território, criticando aqueles que querem cargos políticos por "penache(sic)"
É uma das suas propostas nesta reforma: Relvas quer acabar com as polícias municipais e criar as metropolitanas.
Sobre a TDT,
o processo já está - só para os canais generalistas (por culpa do gov Sócrates) - e "não me peçam para abrir processos agora".
Resposta ao PCP, potestativo para ouvir PM.
Refugia-se nos debates quinzenais para o PM não ir à Comissão de ass constitucionais, não respondendo ao pedido que o PCP faz.
A entrevista na íntegra para ouvir aqui.
Nesta entrevista à Antena1 garante que não vai haver segundo empréstimo, mesmo que a situação europeia se degrade, porque já descolámos da Grécia, Considera que o PR e oposição são muito importantes para este caminho dificil que o país está a ter garante não ter razões de queixa do PS.
Diz que o seu amigo Seguro tem a tarefa mais difícil de todas, mas ainda não é o lider da alternativa, ainda não conseguiu afirmar a sua liderança. No entanto diz ter a certeza de que colocará sempre o país à frente do PS:
À pergunta se o gov vai até ao fim da legislatura responde que o prazo deste governo são 4 anos.
Sobre a RTP - Rádio e Televisão de Portugal,
pela primeira vez garante que a marca RTP não vai para os privados. "Menos um susto... hem!", diz. Considerando-se responsável político pela reestruturação da empresa juntamente com a Administração.
Insiste que até ao final do ano vai ser alienado um canal, não diz qual e não se preocupa por não haver compradores, ainda não é o tempo, diz. Neste registo afirma-se como 'não político'.
Sobre o caso Pedro Rosa Mendes/Antena1, à pergunta se concordou com a realização do programa Reencontro diz que sim, foi um bom programa, e à pergunta se concordaria com a continuação das crónicas de Rosa Mendes, diz que não sabe, não ouviu. São 2 programas da casa que tutela.
Sobre a Reforma Administrativa,
rejeita as críticas de Regionalização encapotada com a reorganização administrativa do território, criticando aqueles que querem cargos políticos por "penache(sic)"
É uma das suas propostas nesta reforma: Relvas quer acabar com as polícias municipais e criar as metropolitanas.
Sobre a TDT,
o processo já está - só para os canais generalistas (por culpa do gov Sócrates) - e "não me peçam para abrir processos agora".
Resposta ao PCP, potestativo para ouvir PM.
Refugia-se nos debates quinzenais para o PM não ir à Comissão de ass constitucionais, não respondendo ao pedido que o PCP faz.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
PCP chama PM à 1ª comissão
Os comunistas querem explicações sobre a actuação dos responsaveis pelos serviços de informações.
Consideram que o único governante habilitado a dar esses esclarecimentos é o Primeiro Ministro, por isso entregaram um requerimento para uma audição potestativa de Pedro Passos Coelho, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Ouvir reportagem
Consideram que o único governante habilitado a dar esses esclarecimentos é o Primeiro Ministro, por isso entregaram um requerimento para uma audição potestativa de Pedro Passos Coelho, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
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Adopção por casais 'gay' discutida na AR
O projecto do BE que pretende eliminar a proibição de adopção por casais do mesmo sexo foi hoje agendado para dia 24. Peça
Na bancada do PS, Pedro Delgado Alves e Isabel Moreira, favoráveis a esta iniciativa, vão ainda acertar com o BE se avançam nessa altura com um projecto em defesa da co-adopção. Ouvir o líder da JS aqui.
Na bancada do PS, Pedro Delgado Alves e Isabel Moreira, favoráveis a esta iniciativa, vão ainda acertar com o BE se avançam nessa altura com um projecto em defesa da co-adopção. Ouvir o líder da JS aqui.
PS protesta contra o "texto de bronze" da maioria
Uns minutos antes de PSD e CDS apresentarem a proposta conjunta sobre o enriquecimeno ilícito, peça de Natália Carvalho, o PS levantou o assunto na 1ª comissão.
Jorge Lacão queria saber se era verdade que os partidos da Maioria tinham chegado a acordo sobre a matéria, à margem do grupo de trabalho criado especificamente para tratar do enriquecimento ilícito.
Ouvir reportagem
Jorge Lacão queria saber se era verdade que os partidos da Maioria tinham chegado a acordo sobre a matéria, à margem do grupo de trabalho criado especificamente para tratar do enriquecimento ilícito.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Com gaffe e sem buffet
Não teve croquetes, mas teve uma gaffe.
Talvez por ser a estreia de Assunção Esteves nesta sessão solene, os serviços do Supremo Tribunal de Justiça enganaram-se no nome da Presidente da Assembleia da República.
No programa da cerimónia, saiu... Conceição Esteves.
Dos discursos, fica o apelo do Presidente da República
da justiça cheguem a bom porto.
Ouvir reportagem
O discurso de Paula Teixeira da Cruz, a Ministra da Justiça em defesa do novo mapa judiciário, por Miguel Videira.
Pinto Monteiro, PGR, no seu último ano de mandato, contra o execesso de leis e sobretudo que, em tempos de crise, é necessário estar atento aos príncipios. Também Noronha do Nascimento, presidente do STJ, lembrou os direitos adquiridos. Sem eles "é o regresso ao tempo das ocupações e do confisco. Ambos aqui.
Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, fez um discurso crítico "haverá entidade onde a independência seja mais necessária do que nos tribunais?". Marinho Pinto deixou elogios para o Tribunal Constitucional "o coração da democracia" e para o PGR. Por Miguel Videira.
"Não vou perder um minuto sequer..."
Diz Pedro Passos Coelho em Bruxelas, "sobre notícias de jornais de fontes anónimas".
Para o PM parece assim estar encerrado o psicodrama deste fim-de-semana.
Para o PM parece assim estar encerrado o psicodrama deste fim-de-semana.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Mais uma nota da Presidência
Notícia da Agência Lusa desta tarde:
Lisboa, 30 jan (Lusa) - O chefe da Casa Civil da Presidência da República rejeitou hoje o envolvimento de Cavaco Silva em "interpretações especulativas" sobre o relacionamento entre órgãos de soberania, esclarecendo que não têm fundamento notícias de desentendimentos com o Governo.
"Na sequência de notícias veiculadas nos últimos dias em órgãos de comunicação e que tentam envolver o Presidente da República na origem de meras interpretações especulativas sobre o relacionamento entre órgãos de soberania, esclarece-se que essas notícias não têm fundamento", refere Nunes Liberato, numa declaração escrita enviada à Agência Lusa.
Na nota, Nunes Liberato recorda ainda que o Presidente da República é "um órgão unipessoal" e que "as únicas pessoas habilitadas para falar em nome" de Cavaco Silva são os Chefes da Casa Civil e da Casa Militar.
Lisboa, 30 jan (Lusa) - O chefe da Casa Civil da Presidência da República rejeitou hoje o envolvimento de Cavaco Silva em "interpretações especulativas" sobre o relacionamento entre órgãos de soberania, esclarecendo que não têm fundamento notícias de desentendimentos com o Governo.
"Na sequência de notícias veiculadas nos últimos dias em órgãos de comunicação e que tentam envolver o Presidente da República na origem de meras interpretações especulativas sobre o relacionamento entre órgãos de soberania, esclarece-se que essas notícias não têm fundamento", refere Nunes Liberato, numa declaração escrita enviada à Agência Lusa.
Na nota, Nunes Liberato recorda ainda que o Presidente da República é "um órgão unipessoal" e que "as únicas pessoas habilitadas para falar em nome" de Cavaco Silva são os Chefes da Casa Civil e da Casa Militar.
Pelo referendo à "regra de chumbo"
O BE apresentou, esta tarde, um projeto de resolução que defende o referendo e a rejeição do tratado orçamental europeu. Peça
A iniciativa avança em mais cinco países da Europa onde partidos de esquerda apresentam projetos semelhantes.
O debate está agendado para o plenário da AR de dia 8 de Fevereiro.
A iniciativa avança em mais cinco países da Europa onde partidos de esquerda apresentam projetos semelhantes.
O debate está agendado para o plenário da AR de dia 8 de Fevereiro.
República sim, regra de ouro talvez
Conselho europeu informal em Bruxelas hoje, o PM chamou António José Seguro a São Bento na semana passada para o discutir.
A regra de ouro - colocar na Constituição os limites do défice e da dívida - esteve na agenda da conversa. À margem, Seguro disse ser contra o fim do feriado da República, como conta a repórter Susana Barros.
A regra de ouro - colocar na Constituição os limites do défice e da dívida - esteve na agenda da conversa. À margem, Seguro disse ser contra o fim do feriado da República, como conta a repórter Susana Barros.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Como Belém tenta recuperar a imagem
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| Foto do Blogue Vai e Vem |
"O“spin” do Presidente começou a trabalhar…" diz Estrela Serrano no blogue Vai e Vem.
Secretas: PS e BE querem explicações do PM
A notícia de ontem do Público - Silva Carvalho fez planos para reestruturar secretas já na Ongoing - desencadeou reações no PS e no BE.
Do partido Socialista, apareceu primeiro a deputada Isabel Oneto e depois o Secretário-Geral, António José Seguro, pedindo explicações ao Primeiro-Ministro.
Cecília Honório do Bloco de Esquerda decidiu tambem pedir esclarecimentos ao PM sobre a "aventada existência de um plano para a reforma dos Serviços de Informações, elaborado pelo ex-diretor do SIED quando já estava à frente da Ongoing".
Do partido Socialista, apareceu primeiro a deputada Isabel Oneto e depois o Secretário-Geral, António José Seguro, pedindo explicações ao Primeiro-Ministro.
Cecília Honório do Bloco de Esquerda decidiu tambem pedir esclarecimentos ao PM sobre a "aventada existência de um plano para a reforma dos Serviços de Informações, elaborado pelo ex-diretor do SIED quando já estava à frente da Ongoing".
sábado, 28 de janeiro de 2012
Se Arménio Carlos quiser consegue... percurso do actual e do ex líder da CGTP visto por um independente e contado na primeira pessoa
O novo e o antigo secretário geral da CGTP vistos pelos olhos do histórico independente Ulisses Garrido.
A evolução de Carvalho da Silva, mas também os primeiros passos de Arménio Carlos quando a sucessão ficou defendida.
Tudo contado por quem conviveu e viveu de perto com os dois protagonistas. Peça
A evolução de Carvalho da Silva, mas também os primeiros passos de Arménio Carlos quando a sucessão ficou defendida.
Tudo contado por quem conviveu e viveu de perto com os dois protagonistas. Peça
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