sábado, 10 de março de 2012

Cravinho à Antena1: "PM é o grande líder da vanguarda leninista ultraliberal"

João Cravinho, 75 anos, antigo super ministro de Guterres (Equipamento, Planeamento e Adm do territorio) e foi durante 5 anos administrador do BERD (Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento). A entrevista inteira aqui.

Notícia Expresso, aqui.

Sobre o QREN:
PM DARIA UM BOM SINAL SE REMODELASSE, podia ser um excelente sinal da capacidade governativa de Passos. "Não me choca absolutamente nada. É preciso um acerto de orgânica"
SUGERE PARTIÇÃO DO MINISTERIO DE ALVARO, o ministério tal como está não pode ser.
TIRARAM O BOLO DA MAO AO ALVARO, está completamente esvaziado de competências o Ministério liderado por Alvaro Santos Pereira
QREN OU DE ALVARO OU DE GASPAR? UMA FALSIDADE, Cravinho contesta a dupla tutela do QREN. E mais diz que é uma "falsidade objectiva", porque só pode ser de um ou outro. A única razão de ser de Alvaro, como ministro, é coordenar.
QUEM VAI NEGOCIAR QREN POS 2013?, é a pergunta que ele deixa. São 20 mil M de Euros que estão em causa para renegociar já depois de 2013, quem o vai fazer?

Sobre o governo:
PASSOS GRANDE LIDER DA VANGUARDA LENINISTA ULTRALIBERAL, Passos quer marcar o país tão decisivamente... "que o país vai acordar ultraliberal". Isto com as baionetas da Troika, mas alerta que Napoleão sempre disse que se pode fazer tudo com as baionetas, menos sentar-se em cima!.
ACUSA GOVERNO PASSOS DE MA FE, diz não ter medo das palavras.
Não foi a irresponsabilidade política que nos trouxe a esta situação. Mas sim a Banca.
BANCA FORÇOU CREDITO PELAS GOELAS ABAIXO, a irresponsabilidade da Banca - que ninguém fala e que é branqueada - forçou o crédito "pelas goelas abaixo dos cidadãos"
IRRESPONSABILIDADE POLITICA É MITO, só se fala de finanças públicas, o problema desta crise é a Banca privada e a dívida privada!!! porque é isso que não nos faz aceder aos mercados. Isto é novo, dantes não era assim.
GOVERNO NAO ESTA A SER DEMOCRATICO, Passos, ao ir além da Troika, impõe a Portugal medidas pondo em causa a democracia. Não explicou ao que vinha. Está a impor.

Sobre António Costa:
COSTA PARECE PRESIDENCIAIS MAS TUDO ESTÁ EM ABERTO, pela forma como está a parecer esta iniciativa de Costa, é presidenciais, está a apontar para uma maioria presidencial. Tem um problema de calendário, mas está tudo em aberto. Pode tentar constituir-se como uma reserva se as circunstâncias assim o exigirem.
COSTA NÃO SE PODE AMPUTAR, ele dedica a sua vida ao interesse público e o seu dever pode ser determinado pelas circunstâncias.

Sobre Seguro:
SEGURO TROCOU PRINCIPIOS POR CONTABILIDADE, no Orçamento de Estado fez isso: trocou os príncipios - o corte nos subsídios - por contabilidade. Aí acaba a conversa!, diz Cravinho.
SEGURO AGORA BOM CAMINHO, elogia Seguro com o Laboratório de Ideias, excelente equipa!, agora são precisas propostas que marquem a diferença.

Sobre ele como Ministro (95/99):
CONFESSA QUE SE ENGANOU, (é a primeira que o diz, esteve para escrever um livro mas não o fez) que não foi prudente o suficiente, que na altura pensou que o país ía desenvolver-se mais a partir dos projectos, portadores de mudança, que seriam financiados à escala global. É que essas transformações levam décadas e os nossos actores económicos são muito muito lentos

sexta-feira, 9 de março de 2012

"Nem queria acreditar!"

Disse António José Seguro, lider socialista, reagindo ao prefácio de Cavaco Silva.
"O cidadão Cavaco Silva tem todo o direito à sua leitura sobre a História, o PR tem outras responsabilidades".

Cravinho à Antena1: António Costa parece lançado para Belém

João Cravinho, 75 anos, antigo super ministro de Guterres (Equipamento, Planeamento e Adm do territorio) e foi durante 5 anos administrador do BERD (Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento). A entrevista inteira aqui.

Notícia Expresso, aqui.

Sobre António Costa:
COSTA PARECE PRESIDENCIAIS MAS TUDO ESTÁ EM ABERTO, pela forma como está a parecer esta iniciativa de Costa, é presidenciais, está a apontar para uma maioria presidencial. Tem um problema de calendário, mas está tudo em aberto. Pode tentar constituir-se como uma reserva se as circunstâncias assim o exigirem.
COSTA NÃO SE PODE AMPUTAR, ele dedica a sua vida ao interesse público e o seu dever pode ser determinado pelas circunstâncias.

Sobre António José Seguro:
SEGURO TROCOU PRINCIPIOS POR CONTABILIDADE, no Orçamento de Estado fez isso: trocou os príncipios - o corte nos subsídios - por contabilidade. Aí acaba a conversa!, diz Cravinho.
SEGURO AGORA BOM CAMINHO, elogia Seguro com o Laboratório de Ideias, excelente equipa!, agora são precisas propostas que marquem a diferença.

Sobre ele próprio como Ministro (95/99):
CONFESSA QUE SE ENGANOU, (é a primeira que o diz, esteve para escrever um livro mas não o fez) que não foi prudente o suficiente, que na altura pensou que o país ía desenvolver-se mais a partir dos projectos, portadores de mudança, que seriam financiados à escala global. É que essas transformações levam décadas e os nossos actores económicos são muito muito lentos.

Sobre o QREN:
PM DARIA UM BOM SINAL SE REMODELASSE, podia ser um excelente sinal da capacidade governativa de Passos. "Não me choca absolutamente nada. É preciso um acerto de orgânica"
SUGERE PARTIÇÃO DO MINISTERIO DE ALVARO, o ministério tal como está não pode ser.
TIRARAM O BOLO DA MAO AO ALVARO, está completamente esvaziado de competências o Ministério liderado por Alvaro Santos Pereira
QREN OU DE ALVARO OU DE GASPAR? UMA FALSIDADE, Cravinho contesta a dupla tutela do QREN. E mais diz que é uma "falsidade objectiva", porque só pode ser de um ou outro. A única razão de ser de Alvaro, como ministro, é coordenar.
QUEM VAI NEGOCIAR QREN POS 2013?, é a pergunta que ele deixa. São 20 mil M de Euros que estão em causa para renegociar já depois de 2013, quem o vai fazer?

Sobre o governo:
PASSOS GRANDE LIDER DA VANGUARDA LENINISTA ULTRALIBERAL, Passos quer marcar o país tão decisivamente... "que o país vai acordar ultraliberal". Isto com as baionetas da Troika, mas alerta que Napoleão sempre disse que se pode fazer tudo com as baionetas, menos sentar-se em cima!.
ACUSA GOVERNO PASSOS DE MA FE, diz não ter medo das palavras.
Não foi a irresponsabilidade política que nos trouxe a esta situação. Mas sim a Banca.
BANCA FORÇOU CREDITO PELAS GOELAS ABAIXO, a irresponsabilidade da Banca - que ninguém fala e que é branqueada - forçou o crédito "pelas goelas abaixo dos cidadãos"
IRRESPONSABILIDADE POLITICA É MITO, só se fala de finanças públicas, o problema desta crise é a Banca privada e a dívida privada!!! porque é isso que não nos faz aceder aos mercados. Isto é novo, dantes não era assim.
GOVERNO NAO ESTA A SER DEMOCRATICO, Passos, ao ir além da Troika, impõe a Portugal medidas pondo em causa a democracia. Não explicou ao que vinha. Está a impor.

Passos na Suécia: de Cavaco não fala, mas de Álvaro sim

Em Estocolmo, depois de um encontro com o PM sueco e na conferência de imprensa conjunta, Pedro Passos Coelho afirmou "não falar de política interna no estrangeiro", para evitar comentar o texto de Cavaco Silva, mas apressou-se a dizer, no mesmo palco, que Álvaro Santos Pereira se vai manter.

Reportagem da enviada especial Madalena Salema.

Um ano depois, Cavaco contra Sócrates e reacções

Faz hoje um ano que Cavaco Silva tomou posse para um segundo e último mandato.
De 9 de Março de 2011 a este 9 de Março, José Sócrates foi PM 4 meses e Pedro Passos Coelho 8.
O antigo PM socialista é o protagonista do texto do PR no prefácio do "Roteiros VI".

Acusa José Sócrates de falta de lealdade institucional. Peça da jornalista Natália Carvalho.

Sócrates, a pedido da Antena1, não quer comentar. A notícia aqui por Maria de São José.

Pedro Silva Pereira, o primeiro a reagir, na Antena1, ouvido por José Guerreiro, ele que foi número 2 do governo de Sócrates, fazendo precisamente a ligação com Belém.
Silva Pereira acusa o Presidente de ser o "campeão da falta de lealdade institucional" e ainda que é preciso lembrar-lhe que ainda é Presidente e não um Presidente que está a escrever as suas memórias.

A 17 de Março de 2011 - no meio da crise do PEC IV - Pedro Silva Pereira dava uma entrevista à Antena1 onde garantia que o Governo "cumpria o dever de informar o Presidente". Para ouvir aqui.

Carlos Zorrinho, líder parlamentar do PS, em cima das 10 da manhã acusa o PR de fazer um "ajuste de contas sem direito a contraditório".

António Filipe, vice presidente da AR pelo PCP, considera que este prefácio "é pequena política".

Catarina Martins, BE, critica o "passa culpas" com o anterior governo.

O comentário de Raúl Vaz, analista político da Antena1.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ruas baixa o tom da crítica

Duas horas e meia de reunião com o PM (depois do Debate quinzenal, da reunião habitual com o PR e antes de partir para Helsínquia) e com o Ministro Miguel Relvas, a primeira reunião de outras que se lhe vão seguir para resolver o problema das dívidas de curto prazo das autarquias, que a Troika exige.

Peça de Natália Carvalho.

Passos em 'tête à tête' com PM finlandês e PM sueco

Dois dias para Pedro Passos Coelho, à margem das reuniões europeias formais, dar conta do que considera ser os progressos portugueses nestes dias aos seus homólogos do norte da Europa - terras de social democracia. Dois dias acompanhados pela enviada especial Madalena Salema.

Ainda há pouco mais de um mês, Cavaco Silva andou por lá, garantindo como as coisas vão correndo bem em Portugal, antecipando uma terceira, e positiva, boa avaliação da Troika em Portugal e o sucesso do Acordo de Concertação Social.

"Trabalho igual, salário igual"

Defende Teresa Morais, a secretária de Estado da Igualdade e também dos Assuntos Parlamentares, em entrevista à Antena1, a José Guerreiro, no Dia Internacional da Mulher.

O problema não está na legislação mas sim na forma como é aplicada, diz, mas sim na prática e na sua fiscalização, daí a necessidade de mais sanções. 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Petição para demitir Cavaco já está no Parlamento

Foi entregue, não à Presidente Assunção Esteves, mas no expediente do parlamento.

Peça de Susana Barros.

Como um secretário de Estado ausente pode marcar um debate

É o caso do SE das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que à terceira insistência de Francisco Louçã BE, que abriu o debate quinzenal com o PM esta tarde, entrou em contacto telefónico com o PM para o ilucidar sobre a questão do duplo pagamento à Lusoponte.
Uma notícia conhecida sexta-feira passada através do semanário Sol e que foi logo alvo das perguntas do PS, BE e PCP há cinco dias, portanto.
Peça de Susana Barros aqui.

Perguntas de Eanes à espera de resposta de Aguiar Branco

Ramalho Eanes, antigo Presisdente da República, diz não compreender, depois da intervenção do Ministro da Defesa Aguiar Branco, qual é o papel que o Portugal entende reservar às forças armadas.
Em declarações à Antena1, ao jornalista José Manuel Rosendo.

A entrevista de Ramalho Eanes à Antena1 a propósito dos 20 anos do Lusitânia Expresso, uma iniciativa do Forum Estudante de Rui Marques que tinha a intenção de levar um navio até Timor.
Entrevista de José Manuel Rosendo.

terça-feira, 6 de março de 2012

Depois de ter aconselhado Sócrates, agora Passos...

... também é alvo dos conselhos de Mário Soares, antigo Presidente da República e Primeiro-Ministro.
Foi ontem, ao fim da tarde, na livraria Ferin no ciclo "Política e Pensamento" dinamizado por Ribeiro e Castro, o antigo lider do CDS e actual deputado.

O PM português devia seguir o exemplo de Rajoy em Espanha, por se recusar a cumprir o défice imposto por Bruxelas, o PM espanhol "teve a coragem de dizer: eu não posso fazer isto!".

Reportagem de Susana Barros.

O caso Álvaro: algumas passagens

O Ministro da Economia, que se manteve na pasta, falando, a noite passada, num jantar com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, em Lisboa, contra "cortinas de fumo criados pelos partidos de oposição (...) e contra os lobbies instalados".

Segundo o Diário Económico, que teve acesso ao decreto-lei que irá ser discutido amanhã em Conselho de Ministros antecipado, aqui resumido por Rosa Azevedo, os fundos do QREN vão ser tratados por 7 ministérios.

No Parlamento, Basílio Horta, PS, quer saber do PM qual o Ministro responsável pelo QREN para que possa ser chamado à comissão parlamentar no sentido de se perceber qual o ponto de situação destes dinheiros comunitários.

Jerónimo de Sousa, PCP, entende que o problema não é do Ministro, mas sim da política.

Francisco Louçã, BE, entende o problema é que não há economia, como disse ao microfone de Frederico Moreno.

João Cravinho, PS, ouvido pela Antena1, entende que o lugar de "Santos Pereira não tem condições para o lugar".

António Saraiva, CIP, foi ontem a São Bento, mas ainda não para falar do QREN, onde entende que se deve manter a gestão dos fundos.

Álvaro Santos Pereira, mantém-se na pasta, esteve ontem 3 horas em São Bento a seu pedido (e não chamado pelo PM), reunido com o PM, saiu em contra-mão, com a Polícia a parar o trânsito, gere o QREN, mas não terá a decisão final sobre os destinos do investimento.
Um dia depois do último Conselho de Ministros houve uma fuga de informação para a imprensa.
Na madrugada de sábado, Pedro Passos Coelho confirmava-a, de viva voz, e dizia que ser Gaspar a ter a última palavra em matéria de QREN.
Na segunda feira, a imprensa citava o gabinete do Ministro da Economia falando num cenário de demissão.
O CDS entregava no parlamento um requerimento para saber de Álvaro Santos Pereira sobre as Parcerias público-privadas.
Álvaro continua ministro, mas menos.

domingo, 4 de março de 2012

A polémica dos fundos do QREN

Vista por Pedro Passos Coelho, aqui.
Vista por António José Seguro, em Castelo Branco, na Conferência do Interior, aqui contada por Paulo Braz.

Vista por Vítor Gaspar, aqui.

e por Francisco Louçã, aqui.

Passos reeleito líder do PSD com 95,5% dos votos e elogia CDS

Resultados ainda provisórios e até faltavam apurar "algumas mesas grandes", mas a percentagem esmagadora foi suficiente para, à uma da manhã, Calvão da Silva, o Presidente do Conselho de Jurisdição do PSD, proclamar a reeleição de Pedro Passos Coelho.

Na declaração, feita já de madrugada, o líder do PSD confirmou que irá fazer "alguns ajustamentos" na futura direcção do partido.

Confrontado com os reparos de Alberto João Jardim ao comportamento do CDS no Governo, Pedro Passos Coelho contrariou as criticas que chegaram da Madeira com elogios ao partido de Paulo Portas: "o CDS tem sido um parceiro leal de coligação".

Pedro Passos Coelho foi mais longe nos elogios e sublinhou que, "apesar das diferenças que existem entre os partidos, que são saudáveis, muitas vezes nem se apercebe que se trata de uma coligação" de governo. Peça

sábado, 3 de março de 2012

Do BE para o MAS...

Movimento Alternativa Socialista. Assim se chama o novo movimento constituido por duas centenas de militantes que assumem a ruptura com o Bloco de Esquerda. Gil Garcia dá a cara por este movimento que quer unir a esquerda contra a troika.

Para já são duas centenas, mas acreditam que não vai ser díficil recolher as 7500 assinaturas que a lei exige para se constituirem em partido político.

Hoje apresentaram-se à imprensa num hotel de Lisboa - o mesmo que o BE usa habitualmente para as reuniões. Para o próximo Sábado têm já marcada uma festa na Voz do Operário para começarem a campanha de recolha de assinatura. Peça 

Directas no PSD

Passos sucede a Passos.

Sem contestação, Pedro Passos Coelho recandidata-se a segundo mandato à liderança do PSD
numa eleição em que se compromete a levar o partido a nova vitória nas eleições autarquicas e também nas regionais dos Açores.

Candidato único, só resta medir a expressão dos votos dos militantes. Peça

Há turismo para além da crise e...da derrota do Benfica!

Chegou de Bruxelas e aterrou directamente na BTL. Sempre a olhar para o relógio, Passos Coelho não assistiu ao principío do Benfica/Porto, mas terá chegado a casa a tempo de digerir a derrota dos encarnados.

De stand em stand, Passos Coelho atravessou o país sem passar pelas portagens. Ouviu queixas, admitiu que os portugueses têm de viver com menos, mas "não decreta que não haja férias". Eele próprio a continuar fiel à Praia da Manta Rota.

O Primeiro-Ministro passou pelo stand da Grécia sem parar e, entre um porto e uma poncha, brindou a um bom ano de turismo em Portugal. Ouvir peça

sexta-feira, 2 de março de 2012

Capucho à Antena1: Podia ser aproveitado pelo partido "mas fui votado ao ostracismo"

António Capucho, 67 anos, Presidente da Fundação D. Luís, antigo conselheiro de Estado, Ministro da Qualidade de Vida do Bloco Central, Ministro dos Assuntos Parlamentares de Cavaco Silva, deputado e lider parlamentar, eurodeputado, Presidente da Câmara de Cascais durante 8 anos.
Ouvir a entrevista aqui.

Diz estar num deserto, ostracizado depois do caso Nobre,
que o partido se esqueceu dele e até podia ajudar gratuitamente, porque já está reformado e não pode acumular com nada, perdeu 1/3 do seu rendimento, mas chega para as despesas.

Está irritado com a forma como Relvas está a tratar a Reforma Administrativa, desrespeito total para com os autarcas ( por causa da carta),
considera que o novo desenho das freguesias é um disparate, uma "palhaçada" e
elogia Ruas pela coragem de protestar.
Considera que Relvas - que deve comunicar a mensagem do Governo -  não o sabe fazer e que prejudica o governo,

Este governo vai chegar ao fim da legislatura graças à inteligência (que sublinha 2 vezes) de Paulo Portas e que o CDS tem óptimos quadros.

Que a reforma da lei eleitoral é essencial para preservar a democracia, que os estatutos do partido - ele fez propostas que não foram aceites - continuam a ter a possibilidade de um militante pagar as quotas de outros, o PSD transformou-se em partido barriga de aluguer, 
que o Partido não existe e nem sabe se a Comissão Política se reune.

E ainda... que vai ser renegociado o Memo da Troika, acha bem que o PM não diga, mas que essa renegociação está prevista para o próximo exame, como disse o Ministro alemão a Gaspar...

e Cavaco devia ter persuadido Passos a ir aos rendimentos de capitais evitando os cortes dos subsídios.

Notícia Expresso aqui
Notícia Jornal de Negócios aqui.

"Eu não falei com o PSD, berrei!"

Carlos Lourenço, Presidente social democrata da Câmara de Arruda dos Vinhos, esta manhã em entrevista ao Portugal em Directo da Antena1 (todos os dias depois das notícias das 13h), diz que a lei dos compromissos, recentemente aprovada, pode levar as câmaras a colocar em causa muitos dos seus serviços.

Questionado pela jornalista Isabel Gaspar Dias sobre as conversas que teve com o seu partido, Lourenço desabafa "eu berrei com o PSD", mas os governantes "esquecem-se da realidade".
Constata que isso não acontece apenas com o seu partido, mas como presidente de câmara com larga experiência, já não é a primeira vez que observa este tipo de atitude do poder.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Para que serve o jornalismo?

Adelino Gomes, jornalista agora também investigador, dá algumas pistas aqui.

Foi graças ao post "Adelino Gomes is back" de Maria Guiomar Lima do Grupo do FB infoPortugal que o Sem Embargo re-encontrou Adelino Gomes. Sempre a não perder.

Trocas e baldrocas para...não exportar!

Chama-se Quinta dos Fumeiros. É uma pequena empresa de Ponte de Lima. Inovou.
Além dos tradicionais enchidos de porco vende também enchidos de peru. Diz quem provou e, a repórter não provou, que são bons, muito bons.

Esta empresa sonha com novos mercados. Seguiu o apelo do discurso político e, esteve pela primeira vez, no SISAB, a feira de produtos alimentares. Chegou e conquistou os sabores de leste. Na negociação, com um interessado cliente russo, só não contava que fosse o Ministério português da Agricultura a travar o sonho de exportar. Ouvir a história

Só o futuro dirá se o cliente russo vai manter o interesse no produto desta pequena empresa de Ponte de Lima ou se vai acabar por aceitar o da concorrência, também minhota.
Para as estatísticas das exportações portuguesas poderá ser indiferente, a menos que seja o cliente russo a trocar as voltas ao funcionário do Ministério da Agricultura e desista dos "dissabores" portugueses.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A herança... a herança

Foi em Setúbal, depois de jantar, na Assembleia Distrital do PSD, que Pedro Passos Coelho quebrou a regra que tinha imposto a si próprio: não falar do passado para justificar a acção do seu governo.

A quem o acusa de ir além da Troika, nos sacrifícios pedidos aos portugueses, Passos Coelho responde: a culpa é da herança socialista.
Ouvir reportagem

Antes, a meio da tarde em Lisboa na sede da São Caetano, o recandidato a Presidente do PSD entregava o dobro das assinaturas necessárias e a moção ao Congresso. Reportagem Natália Carvalho

Não vamos "pedir mais sacrifícios aos portugueses"

Depois de Jorge Jesus, treinador do Benfica, ter feito, há atrasado, algumas declarações de cariz político, agora é a vez o treinador da selecção nacional. Aqui.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Passos Coelho sucederá a Passos Coelho

É já esta tarde que o PM, presidente do PSD e recandidato à presidência, entrega as assinaturas para as Directas de 3 de Março e deposita a moção ao Congresso no final do mês que vem.

Mandatários? Todos os presidentes das estruturas do partido e até Alberto João Jardim se estreia nesta função, como conta Natália Carvalho aqui.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Outra vez o pastel de nata...agora com o chouriço

Reportagem de Natália Carvalho na edição deste ano do SISAB: um acontecimento

" Um certo regresso à normalidade europeia", diz o PSD

Dia e meio a ouvir partidos e parceiros sociais, assim vai estar Pedro Passos Coelho a preparar-se para o Conselho europeu em Bruxelas, nesta 5ªfeira.Antes entrega a moção ao Congresso amanhã e na 4ª feira almoça com Mário Monti, o PM italiano, em Roma.

Para já, PSD - Moreira da Silva, Matos Rosa e Braga de Macedo -  e PS - António José Seguro, Carlos Zorrinho e Maria de Belém - foram a São Bento dizer as suas razões, com o PSD a dizer que a Europa está a caminho da normalidade e o PS a pedir mais tempo. Peça aqui.

Depois da chuva... as terras abandonadas

A CNA (Confederação Nacional da Agricultura) avisa a Ministra da Agricultura, Assunção Cristas, para ter cuidado ao expropriar terras porque pode ser "um ninho de vespas", diz João Diniz.

Por seu lado, a CAP (Confederação dos Agricultores Portugueses) considera que não há terras sem dono, diz João Machado.

Enquanto não chove, Cristas espera pelo relatório da seca para o final desta semana, como ouviu o jornalista Paulo Nobre.

Os elogios de Paulo Rangel...

...foram muito notados no Conselho Nacional do PSD, este fim de semana em Lisboa, por Madalena Salema.

O novo programa do PSD foi votado depois de se ter feito tábua rasa das ideias apresentadas por José Pedro Aguiar Branco que, durante um ano, recolheu contributos vários para o programa do sociais democratas. O ministro da Defesa, que também foi candidato à liderança do PSD contra Paulo Rangel e Pedro Passos Coelho, não foi ao Conselho Nacional, Madalena Salema.

Olha-se para Belém e o Presidente não está lá

Luís Fazenda, lider parlamentar do BE, (a entrevista pode ser ouvida e vista aqui) diz que numa altura destas, com o impacto brutal do programa da Troika, os portugueses olham para Belém e não vêem lá o Presidente.
Os deputados do BE e alguns do PS enviaram o OE para o TC. Fazenda considera, nesta entrevista à Antena1, que se o Orçamento for declarado inconstitucional, será traumático para a Troika.

Luís Fazenda não acredita que haja uma flexibilização de Bruxelas dos défices acordados, como aconteceu em Espanha.
E faz um reajuste no discurso, fala em renegociar o memorando, nos prazos, tempos e taxas de juro.

Diz que o novo partido, a Ruptura-FER de Gil Garcia (que representava 15% do Bloco na última Convenção), não vai fazer o BE perder votos. O futuro vai dizer isso "era uma percentagem ínfima"

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

As palavras proibidas do Presidente

Negociação... não! é melhor arranjar outra palavra, recomenda Cavaco Silva, ao mesmo tempo que se surpreendeu com o aumento do desemprego, em pleno roteiro da Juventude, em Santa Maria da Feira.
E, mais uma vez, contraria o discurso do Governo, espera que os jovens portugueses não emigrem.

As contas do Presidente que, como ouvimos não previram o aumento do desemprego, dizem que não vai haver necessidade de um segundo empréstimo a Portugal.

A declaração insólita de Isabel Moreira

Em período de votações regimentais, a deputada independente da bancada socialista pediu a palavra para anunciar uma Declaração de Voto.

O vice presidente António Filipe, que dirigia os trabalhos, deu-lhe a palavra, mas Isabel Moreira começou por dizer que estava drogada.

O gabinete de imprensa do PS explicou mais tarde que Isabel Moreira foi submetida a uma pequena cirurgia, ontem, e que estaria ainda sob o efeito de analgésicos.

Maioria contra as petições das freguesias

Foram três as petições que esta manhã o plenário da AR discutiu.
O que defendiam as petições - defendidas por 45 mil pessoas - por Susana Barros.

Os argumentos dos partidos em plenário, esta manhã, por Célia de Sousa.

Já ontem, o PSD pela voz do vice-presidente da bancada Carlos Abreu Amorim, se mostrou aberto a aletar a proposta de Miguel Relvas e do Governo na discussão na especialidade. Isto depois de uma reunião com a ANAFRE, aqui contada por Susana Barros.

Apesar dos votos a favor de quase todas as bancadas...

... chumbou a adopção de crianças por casais homossexuais.

Com liberdade de voto no PS - como há sempre desde que Seguro é líder - mas também nas bancadas do PSD e do CDS, comunistas e centristas de acordo nesta matéria. "Ainda é uma questão experimental", disse Telmo Correia CDS, citando o PCP.

Reportagem de Madalena Salema.

Cavaco e Seguro: Cada um tem o roteiro que merece

Cavaco, o PR, resolveu ir a norte para mais um roteiro da Juventude, depois de ter deixado os jovens da António Arroio em Lisboa, fora da sua rota.
Agora, como conta a jornalista Natália Carvalho, Cavaco até vai ver... um carro a levitar.

António José Seguro, lider socialista, vai pelo interior adentro - Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Portalegre, Évora e Beja - para terminar em Castelo Branco, numa Conferência nacional a 3 de Março.
No mesmo dia em que Pedro Passos Coelho será reeleito nas Directas do PSD, como conta a jornalista Susana Barros.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Uma Ministra de fé


Os deputados da Comissão Parlamentar de Agricultura quiseram saber o que está a fazer o Governo em relação ao impacto da falta de chuva no sector agrícola.
Na resposta, a Ministra Assunção Cristas manifestou a sua fé em que chova nas próximas semanas:
«Devo dizer que sou uma pessoa de fé, esperarei sempre que chova e esperarei sempre que a chuva nos minimize alguns destes danos. Como é evidente, quanto mais depressa vier, mais minimiza, quanto mais tarde, menos minimiza. Se não vier de todo, não perderei a minha fé mas teremos obviamente de actuar em conformidade», acrescentou a ministra do Ambiente, do Mar, da Agricultura e do Ordenamento do Território.

Ao reproduzirem a declaração da Ministra, nos corredores do parlamento, alguns deputados questionam-se se Cristas se vai ficar só por uma oração a São Pedro ou irá mesmo fazer a dança da chuva...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

PS-Troika: "Pontos de vista bem divergentes", diz Seguro

Foto Lusa
A reunião estava marcada para o meio-dia mas Rasmus Rueffer (BCE) e Jurgen Kroeger (CE) chegaram 15 minutos antes. "Pouco trânsito", terão confidenciado à entrada onde foram recebidos por Miguel Ginestal, o chefe de gabinete de António José Seguro.

Só depois chegou Carlos Zorrinho, o líder parlamentar do PS (a delegação socialista incluiu tambem Eurico Dias e Óscar Gaspar), e, minutos mais tarde, os três homens do FMI - Samiel Hossein, Abe Selassi e Albert Jaeger (Paul Thomson não está cá).

Ao contrário do que aconteceu no final da primeira reunião, em Novembro, desta vez foi António José Seguro que fez declarações aos jornalistas. Mas, tal como em Novembro, a Troika não se mostrou recetiva ao prolongamento por mais um ano da consolidação das contas públicas, como defende o Secretário-Geral do PS.

"Eu não revelo o que se passa nestas reuniões mas não lhe escondo que houve pontos de vista bem divergentes entre o PS e a Troika no que diz respeito ao processo de consolidação das contas publicas e particularmente quanto à prioridade. Nós consideramos que doses excessivas de austeridade não resolvem os nossos problemas e consideramos que é importante que se dê relevo ao crescimento económico e ao emprego", afirmou Seguro. Peça

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Mais uma vez: PM vaiado

Desta vez em Gouveia como se pode perceber pela reportagem da correspondente da Antena1 Fátima Pinto aqui a "vaia monumental" que Pedro Passos Coelho ouviu na Feira do Queijo da Serra. Protestos e até insultos de elementos da comissão de utentes contra as portagens, da CT da Peujeot-Citroen em Mangualde.

O PM diz estar preparado para estas situações, coisa que não aconteceu com a Polícia que não estava à espera.

Passos Coelho também falou do aumento do desemprego garantindo que o Governo apoiará as pessoas desempregadas.

Freguesias e concelhos: começa oficialmente o 'namoro' PSD/PS

A iniciativa partiu do líder parlamentar do PSD, que ainda não conseguiu ter o apoio do CDS (nem mesmo do seu partido, diga-se) para a reforma administrativa.

Em carta enviada a Carlos Zorrinho, que a Antena1 teve acesso, Luís Montenegro explica porque se quer reunir com o seu homólogo socialista. Uma movimentação que acontece depois de o Ministro Miguel Relvas se reunir com os grupos parlamentares da maioria.

Notícia de Natália Carvalho.

Pelo PS, António José Seguro veio dizer este fim-de-semana, em reunião com os socialistas de Lisboa, que "António Costa não precisou da Troika" para racionalizar os serviços em Lisboa. Para o PS esta reforma é "má". Por Natália Carvalho.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Reportagem: Rangers para a vida

À margem da política, a última reportagem da trilogia Ranger. Ouvir reportagem

Presidente mantém os jornalistas à distância


Que os jornalistas iriam estar condicionados nas movimentações da sala de conferências já se sabia. No Briefing preparatório, realizado no início da semana, a comunicação social foi avisada que, devido a limitações de espaço e som, não iriam ser permitidos directos a partir da sala e, por isso mesmo, iria ser disponibilizado um espaço ao lado com acesso áudio e vídeo de onde os jornalistas poderiam seguir os trabalhos da conferência.
O espaço acabou por ser multiplicado em vários. As televisões ficaram com “o quarto da dona Amélia”, mesmo ao lado da sala de conferências e até com acesso visual através de uma porta envidraçada.
As rádios foram remetidas para uma outra sala, no andar de baixo, bem mais longe. A imprensa escrita, essa, optou, no início, por ficar na própria sala onde decorria a conferência. Mais tarde, com tantas limitações nas entradas e saídas, os jornalistas da imprensa escrita acabaram também por seguir os trabalhos na companhia das rádios.
O acesso condicionado para o qual os jornalistas tinham sido alertados transformou-se em mobilidade condicionada. Todos os movimentos foram controlados pelos agentes de segurança.
Andar de um espaço para o outro, subir ou descer as escadas, entrar ou sair da sala, só na companhia da segurança, fosse para atender um telefonema ou para uma ida à casa de banho. Passos condicionados. Limitação imposta apenas aos jornalistas, já que para os restantes convidados da plateia não havia restrições.

Até nas pausas para o café, os jornalistas estiveram impedidos de atravessar o salão e circular para além dos espaços que lhes estavam reservados. Chegar ou passar perto do Presidente, tornou-se, assim, impossível.
E se à entrada, pela manhã, virou a cara às câmaras de televisão, à noitinha, 10 horas depois, no final da conferência da natalidade, o Presidente adoptou um ar mais distendido à saída da Cidadela de Cascais, mas também não respondeu a perguntas.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

"O que a economia mais teve foi crédito e liquidez", diz o PM

Em mais um debate quinzenal no parlamento.
António José Seguro PS, considerou este um debate histórico "os empresários ouviram o PM a dizer que não há um problema de crédito na economia, eu desminto-o, sr. PM: a sua política falhou!".
O lider socialista confrontou ainda o PM, com os dados do último trimestre de 2011, 14%. No entanto a média prevista para o ano está nos 12,7, disse o PM.

Jerónimo de Sousa PCP, lembrou a manifestação de sábado passado para dzer que havia uma novidade "é que a base de contestação ao governo se alargou" e que "o PS está desaparecido em combate".

Com Francisco Louçã BE, ficou a saber-se que as contas do BPN vão entrar no OE 2011, reprivatização que ainda está a ser avaliada por Bruxelas e pode ser alterada.

Reportagem de Madalena Salema.

Afinal foi Soares que convenceu Sócrates

Foi ontem à noite, na Figueira da Foz, em mais uma apresentação do livro "Um político assume-se", feita pela jornalista Cândida Pinto, que Mário Soares contou como foi difícil convencer o antigo PM a pedir ajuda internacional.

É dia de debate quinzenal com Passos Coelho

A Presidência da República organiza a Conferência: “Nascer em Portugal”, dedicada ao declínio da fecundidade em Portugal.
Esta conferência reúne, durante todo o dia, no Palácio da Cidadela, em Cascais, especialistas portugueses e estrangeiros. António Barreto, Maria João Valente Rosa Manuel Villaverde Cabral são alguns dos especialistas confirmados.
09:30 - Sessão de Abertura da Conferência, com intervenção do Presidente da República
09:45 - Painel "Fecundidade e desenvolvimento económico nos países da OCDE"
11:00 - Painel "Fecundidade e instituições na Europa"
12:00 - Painel "Fecundidade e contextos sociais: o caso dos países nórdicos"
14:30 - Painel "Nascer em Portugal"
16:30- Painel "Fecundidade e Natalidade: problemas e políticas sociais e de saúde"
18:45 - Sessão de Encerramento da Conferência, durante a qual o Presidente da República agracia o Senador Massimo Livi Bacci com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique

Alcoutim, o Concelho mais envelhecido do País:
7h25 - Carlos Brito, entrevistado na Antena 1 pelo jornalista Mário Antunes



10h00 - Debate Quinzenal com a presença do Primeiro-ministro na Assembleia da República.
As reformas na administração central e no sector empresarial do Estado são o tema escolhido





10h30 - O Governo, através do Secretário de Estado da Administração Pública reúne com os sindicatos da função pública para debater a avaliação de desempenho, a revisão das carreiras, a mobilidade geográfica e as alterações ao contrato de trabalho em funções públicas. Outra das questões a discutir é a redução dos feriados nacionais.

11h00 – Reunião do Grupo de Trabalho de Concertação Social. Em discussão estão os temas da mobilidade e o contrato de trabalho em funções públicas

11h00 – O INE divulga a Síntese Económica de Conjuntura Janeiro de 2012; Índices de Preços na Produção Industrial Janeiro 2012.

21h30 – Apresentação, no Porto, do livro "GENEPSD-Contributos para uma Social
Democracia Portuguesa", com a presença de Marques Mendes e do Ministro da Defesa,
Aguiar Branco.

21h30 – O PS/ Braga promove uma Conferência "Braga e a
Europa", com a participação de António Braga e Francisco Assis.


Lá fora:
Em Paris, Cimeira franco britânica

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, recebe o Chefe do Governo britânico, David Cameron, numa cimeira em que será debatida a cooperação militar e energética entre os dois países.
11:00 (10:00 em Lisboa) - Início do encontro, seguido de conferência de imprensa, no Palácio do Eliseu.



11h00 – Em Roma, o Primeiro-ministro italiano Mario Monti recebe chanceler alemã, Angela Merkel para falar da crise em Itália, mas sobretudo da situação da Grécia.










Em Bruxelas, reúne Conselho de Ministros do Emprego e Assuntos Sociais

Em Frankfurt, o BCE divulga estatísticas
- Balança de pagamentos mensal da zona Euro (Dezembro de 2011)
- Estatísticas dos fundos de investimento da zona Euro (Dezembro de 2011 / quarto trimestre de 2011).


Em Joanesburgo, Marcha pela mini-saia:
Luta pela emancipação feminina na África do Sul. Marcha pelo direito das mulheres a vestirem o que quiserem, incluindo mini-saias, organizada pela Liga Feminina do Congresso Nacional
Africano (ANC, no poder), com a adesão da central sindical sul-africana COSATU. Em protesto contra uma série de agressões verbais e físicas de que foram vítimas mulheres em Joanesburgo e noutras cidades sul-africanas por parte dos homens que consideram provocatória a forma como se vestem.

Cavaco preocupado com a falta de bébés em Portugal

O Presidente da República promove durante todo o dia uma conferência sobre "Nascer em Portugal".


Somos cada vez menos e cada vez mais velhos. Numa altura em que o país regista mais mortos do que o número de nascimentos, o Presidente da Republica quer saber o que os portugueses querem fazer deste território à beira mar plantado.



Vários especialistas nacionais e europeus vão analisar o declínio da taxa da natalidade em Portugal que pode pôr em causa políticas estratégicas como a segurança social. Peça

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Onde está o Presidente?

Teve um impedimento, diz fonte do Gabinete do Presidente.

A reportagem de Natália Carvalho "A partir daqui não entram", na escola secundária António Arroio, em Lisboa, onde os alunos se preparavam para protestar pela falta do refeitório na escola e pelo aumento dos passes sociais.

Muitos e ruidosos, mantiveram os gritos e slogans apesar do Presidente ter cancelado a visita.






Mais transparência nas contas públicas

A Presidente da Assembleia da Repúbica, Assunção Esteves, deu posse ao conselho superior do Conselho de Finanças Públicas.

Teodora Cardoso é a presidente e anuncia como prioridade, mais transparência das contas públicas.
Ouvir reportagem

Arménio Carlos à A1: "Comunista ortodoxo eu? Ninguém me pediu para deixar o Comité Central porque me conhecem!"

Arménio Carlos (a entrevista toda aqui) desafia deputados da maioria e do PS a pensarem o Acordo de Concertação Social: "fosse aplicado a mim?" Se assim for ele chumba na AR.
O novo líder da CGTP afirma "não queremos ser os donos dos trabalhadores", quando questionado sobre a Greve Geral que diz estar em cima da mesa. A iniciativa parte dos trabalhadores.

Garante que não vai abdicar do aumento do Salário Minimo Nacional: está aberto a negociar o valor que tem de ser mais do que 500 euros (previsto para 2011) e que o PR tem de se meter neste assunto.
Cavaco que andou muito mal neste Acordo de Concertação.

Quanto ao processo crime contra João Proença espera ainda por tempo oportuno, "a Central não delega negociações em ninguém".
Arménio Carlos diz que há uma ideia errada dos comunistas que são "do tempo da pedra lascada" e que garante que ninguém na CGTP lhe pediu para sair do CC.

Denuncia uma violência fisica, psicológica e financeira nos locais de trabalho.
Diz que a manifestação de 11 de Fevereiro provou três coisas: que as pessoas têm necessidade de se manifestar, que é preciso alterar políticas e que há esperança.

Em dia de debate da nova Lei das Rendas

8h30 - Reunião do Conselho de Ministros. Está prevista a aprovação da resolução dos salários dos gestores hospitalares fora dos limites do Estatuto do Gestor Público.
10h10 - Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP é entrevistado na Antena 1 pela jornalista Maria Flor Pedroso. Depois da enchente no Terreiro do Paço, os desafios do novo líder da CGTP. À 5ªf porque amanhã há debate quinzenal na AR.

10h30 – O Presidente da República visita a Escola António Arroio, em Lisboa. A Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, e o Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, também vão estar presentes.
No Parlamento:
10h30 – Reunião do Grupo Parlamentar do PS
12h00 - Tomada de Posse do Conselho Superior do Conselho de Finanças Públicas 
Os membros do conselho superior do Conselho de Finanças Públicas que tomam posse são:
 Maria Teodora Osório Pereira Cardoso, presidente;
 Jürgen von Hagen, vice-presidente;
 Rui Nuno Garcia de Pina Neves Baleira, vogal executivo;
 George Kopits, vogal não executivo;
 Carlos José Fonseca Marinheiro, vogal não executivo

15h00 – Plenário da Assembleia da República: em debate a Lei do Arrendamento
O Governo pretende agilizar os despejos e prevê uma alternativa extra-judicial com o novo Balcão Nacional de Arrendamento e que os contratos terminem após dois meses de não pagamento ou atraso de renda. Após comunicação ao inquilino, este pode, no mês seguinte e "por uma única vez", liquidar o valor em falta.

-Proposta de Lei (GOV) - Procede à alteração ao Decreto-Lei de 23 de outubro, que estabelece o regime jurídico da reabilitação urbana, e ao Código Civil.
-Proposta de Lei (GOV) - Procede à revisão do regime jurídico do arrendamento urbano, alterando o Código Civil, o Código de Processo Civil e a Lei de 27 de fevereiro.
-Proposta de Lei (GOV) - Sobre a mesma temática.
-Projeto de Lei (PS) - Aprova medidas para incentivar o crescimento económico nas áreas da reabilitação urbana e do mercado de arrendamento.
17h30- Conferência de Imprensa  da  CGTP, para apresentação das conclusões do Conselho Nacional. O Conselho Nacional da CGTP-IN, eleito no XII Congresso, reúne para apreciação, entre outras matérias, do "acordo" sobre legislação laboral e análise da consequente resposta sindical, assim como as lutas já agendadas:
" Jornada de Luta Europeia - 29 de Fevereiro;
" Dia Internacional da Mulher - 8 de Março;
" Dia Nacional da Juventude:
28 de Março: contacto com os jovens trabalhadores em locais de trabalho dos sectores privado e público;
31 de Março - Manifestação Nacional, em Lisboa.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

AR de portas abertas no Carnaval

PSD, CDS e PS ("um larguíssimo consenso que ultrapassou a maioria clássica", segundo Assunção Esteves) concordaram e na terça-feira de Carnaval não haverá tolerância de ponto na Assembleia da Republica.

Peça

O dia de terça-feira  é normalmente preenchido com reuniões das comissões.
As bancadas do PSD e CDS já tinham anunciado para esse dia uma reunião conjunta sobre Justiça.


Não vem o PM mas vem o Ministro da Defesa...

Falhada a audição potestativa do Primeiro-Ministro na 1ª Comissão, o PCP voltou ontem a utilizar o artigo 104.º do Regimento para obrigar José Pedro Aguiar Branco a ir à Comissão Parlamentar de Defesa.

António Filipe começou por apresentar um requerimento para ouvir o Ministro da Defesa sobre a instabilidade nas Forças Armadas. Mal foi chumbado pela maioria, o deputado comunista pediu a palavra para anunciar um pedido potestativo para a ida do Ministro. Peça

Este "membro do Governo" terá assim mesmo de ir à Comissão de Defesa.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Relvas repete em espanhol discurso do Governo

Para acabar de vez com as especulações: nem mais dinheiro, nem mais tempo, nem flexibilização do programa, diz o Ministro adjunto e dos Assuntos parlamentares ao jornal de centro direita espanhol ABC.

Uma entrevista na véspera da Troika chegar, depois da conversa do Ministro alemão das Finanças com Vítor Gaspar, que o Ministro achou uma óptima notícia para Portugal, Relvas recoloca o discurso do governo no lugar.

Uma entrevista tratada por Madalena Salema.

Prejuízos dos bancos são "gigantesca operação ideológica"

A denúncia é feita pelo PCP em conferência de imprensa:
As imparidades que os bancos andaram a esconder há vários anos, aparecem nas contas de 2011, apenas para justificar o recurso aos dinheiros públicos para racapitalização.

No caso da Caixa Geral de Depósitos, o problema é mais grave, sublinham os comunistas. É preciso apurar a dimensão da intervenção do banco público no caso BPN através de uma nova comissão parlamentar de inquérito.
Ouvir reportagem

Nova CPI BPN: parte 2 quer o BE, PS ok

Já houve uma Comissão parlamentar de inquérito ao BPN, presidida pela socialista Maria de Belém. Reuniões que chegaram a demorar 10 horas.

O Bloco entende que há dados novos, por causa da gestão da Caixa Geral de Depósitos no BPN.
É necessário outra para saber como foi gasto o dinheiro, como diz João Semedo.

O PS, pela voz do líder parlamentar Carlos Zorrinho, concorda.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Rúben Correia: "o meu maior sonho é ser PM de Portugal e continuar a escrever"

Esta é uma história que o Sem Embargo 'rouba' ao Díário dos Açores e foi publicada hoje no mais antigo jornal do arquipélago.
Uma entrevista de Sílvia Aguiar ao mais jovem escritor português que publica agora o seu segundo livro.
Rúben Correia, estará no parlamento em Março na iniciativa Parlamento dos Jovens.
Não o podemos perder de vista.

Tem apenas 14 anos, sonha vir a ser 1º Ministro de Portugal e já uma forte promessa na literatura açoriana. Rúben Correia, natural e residente da Vila de Rabo de Peixe, lança no final deste mês o seu segundo livro. Uma história que apela à não poluição e que promete cativar muitos leitores…
Em conversa com o mais jovem escritor português, Rúben Correia conta-nos o seu percurso até hoje e as suas ambições para o futuro.
Rúben,  conta-nos a tua história…
Rúben Correia: Sou um jovem de 14 anos e natural da Vila de Rabo de Peixe (vila onde ainda resido). Frequento o 9º ano de escolaridade e as minhas duas disciplinas preferidas são Português e História. Adoro ler, escrever e tocar instrumentos (violão, viola da terra, acordeão). Aos 10 anos de idade achei que deveria ser escritor e comecei a escrever histórias para  contar a mim próprio e mostrei à minha professora de Português da altura,  a professora  Anabela Ribeiro. A mesma adorou e aconselhou-me a seguir em frente. O gosto da leitura e da escrita continuou até hoje. Em 2011 mando o meu primeiro livro “Kamele e a lâmpada árabe” para uma editora lisboeta. É aceite e meses depois encontro-me em Lisboa para ir lançar o livro, no dia 9 de Julho, na Quinta Pedagógica dos Olivais. No dia 10 de Julho o livro foi apresentado na Ericeira e, mais tarde, em Setembro, no dia 28, foi apresentado na minha escola, Escola Rui Galvão de Carvalho, e, por fim, apresentado na Casa dos Açores do Ontário, no dia 4 de Novembro... além destas apresentações, já apresentei o livro em mais escolas da ilha. Fui convidado a participar na Antologia de Poesia, Poetar Contemporâneo I, com a mesma editora. Aceitei o convite e tornei-me um dos autores da obra. Mais tarde, recebi o convite de uma outra editora, Chiado Editora, para participar em outra Antologia de Poesia, Entre o Sono e o Sonho, e tornei-me, também, um dos vários autores da obra. Agora encontro-me com outro livro escrito e editado, pela  Lua de Marfim Editora, e já com lançamento marcado... daí a minha vida estudantil continua... Além da escrita, da leitura, da escola e da música, sou um apaixonado pela política, e vou ser Deputado ao Parlamento dos Jovens, nos dias 12 e 13 de Março, na Assembleia Regional dos Açores, a representar a minha escola.
Quando começaste a sentir essa vontade em escrever?
R.C.: Comecei a sentir vontade de escrever desde que aprendi a escrever. Fui o primeiro aluno da minha turma do 1º ano a aprender a ler e a escrever, disse minha professora Dalila Ferro, porque já não me lembrava desse pormenor. Mas o meu interesse pela escrita instalou-se definitivamente em mim aos 10 anos de idade.
Tens por hábito ler? O que lês e com que frequência?
R.C.: Sim, tenho hábitos de leitura. Gosto muito de ler livros Infanto-Juvenis, Poesia, Romance, Ficção... Gosto de ler quase tudo...
No final deste mês, a 24 de Fevereiro, lanças, no Teatro Micaelense, o teu segundo livro: “O Planeta Fogo”. Para os mais curiosos, podes avançar um pouco sobre a história?
R.C.: O livro que vou lançar é, em parte, um apelo à não poluição. De tanto os habitantes do planeta terra poluírem o Sol irá explodir e o nosso planeta se transformará em lume/fogo ( daí o título de “O Planeta Fogo” )... e daí nascerá a história... haverá vida depois dessa catástrofe? Como serão as pessoas? Haverão outros planetas a redor só descobertos após essa catástrofe? E é isso... Aconselho a todos participarem neste lançamento. Será uma noite agradável.
Qual foi a história que mais gostaste de escrever? Qual foi a personagem que criaste que mais prazer te deu construir?
R.C.: É por hábito muitos escritores não gostarem dos seus textos. Eu gosto, de alguns, e o que mais gostei de escrever e ler foi, sem dúvida, “O Planeta Fogo”.
Revês-te em alguma personagem?
R.C: Não…
Onde vais buscar as ideias para criar as tuas histórias?
R.C.: Sinceramente, não sei... depende do dia... há dias que tenho ideias que posso adiantar meio livro, há dias que nem uma palavra...
Tens algum autor e/ou livro preferido?
R.C.: Tenho um autor preferido, que gosto mesmo muito, muito e muito. Seu nome é José Saramago.
Usas algum método para escrever os teus livros?
R.C.: Não.
Onde gostas mais de escrever?
R.C.: Gosto mais de escrever em casa.
Como é que descreves o teu dia-a-dia?
R.C.: O meu dia-a-dia é simples. Vou de casa para a escola, da escola para casa, ler, escrever, tocar, nas folgas dos meus pais passear. É dentro disso...
Que conselho darias a alguém que deseje vir a ser escritor?
R.C.: Diria: lê tudo o que puderes. Olha sempre com mais atenção ao primeiro parágrafo e ao último. Não fiques desanimado com alguma rejeição, porque acontece aos melhores. Escreve o que gostas de ler, se não... se não irás gostar de ler o que é teu, quem irá gostar? E, principalmente, não sigas conselhos de ninguém... segue o teu coração e os teus sonhos...
Qual é o teu maior sonho?
R.C.: O meu maior sonho, agora revelando publicamente, é ser 1º Ministro de Portugal, de continuar a escrever e a ter sucesso e melhorar o país.

Seguro e "a política de afectos"

Com Torres Vedras já preparada para o Carnaval, foi lá que António José Seguro passou boa parte de sábado. Primeiro, a fechar um debate do PS sobre as Novas Oportunidades onde desafiou o Governo a não acabar com o Programa - "Podem até mudar o nome ! ". Depois num jantar com militantes socialistas, no Vimeiro.


O restaurante no Vimeiro ainda decorado para o reveillon

 
No jantar, o Secretário-Geral do PS insistiu na necessidade de prolongar o período de consolidação das contas públicas -agora, dizendo que a conversa em Bruxelas entre Vitor Gaspar e o ministro alemão das finanças lhe dá razão - e voltou a criticar a "paixão do governo pela austeridade". Peça

Seguro prefere a "política dos afectos", prometida nas directas...

O actual líder socialista continua a ser (quase) o último a abandonar a sala, depois de distribuir cumprimentos e conversas pelos militantes. No Vimeiro discursou, jantou, pôs um militante a cantar o fado, distribuiu diplomas... 

Seguro a entregar a um militante o diploma de 25 anos de filiação no PS

...e tirou fotografias.



sábado, 11 de fevereiro de 2012

Receita finlandesa... para a crise

Sauli Niinisto é o presidente eleito da Finlândia, toma posse em Março, mas nos anos 90, quando o país estava megulhado numa grave crise económica e financeira, era ele o Ministro das Finanças.

Niinisto levou a cabo um apertado programa de austeridade, que permitiu que 20 anos depois a economia finlandesa seja apresentada como um caso de sucesso.

O antigo ministro admite que esta é uma crise diferente, da que teve que enfrentar há duas décadas, mas explica como foi possível alcançar bons resultados em pouco tempo.
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PR alemão: "Ainda é cedo para falar em flexibilização"

Na conferência de imprensa final do Grupo de Arraiolos, o presidente alemão Christian Wullf avisou que ainda é cedo para falar em flexibilizar os programas de ajustamento dos países em dificuldades, entre os quais Portugal.

Primeiro, é preciso cumprir o acordado para ganhar a credibilidade dos mercados, diz o chefe de Estado alemão, acrescentando que os países, individualmente, não podem querer alterar o que foi acordado.

Cavaco Silva explica que Portugal "está a fazer o trabalho de casa". Espera que a cimeira europeia de Março aprove medidas para o fomentar o crescimento económico e a criação de emprego.
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

PR informa

O Presidente da Republica não quis comentar a conversa captada pela câmara da TVI em Bruxelas, entre os ministros da finanças português e alemão, mas acabou por dar umas achegas sobre o programa de ajustamento económico em Portugal.

Cavaco Silva disse que a Alemanha e os restantes parceiros europeus estão muito bem informados sobre as reformas que estão a ser levadas a cabo pelo Governo.

Declarações em Helsinquia onde decorre a reunião anual do Grupo de Arraiolos, que junta nove Chefes de Estado europeus, não executivos.
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Cavaco Silva na foto de família, e com a Presidente Finlandesa que cessa funções em Março.

Stress político

Em carta enviada ontem ao presidente da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Assunção Esteves justifica a decisão tomada horas antes em reunião da Mesa. A Presidente da AR entende que deve separar a função de Primeiro-Ministro de "membros do Governo" e que chamar o PM à Comissão poderia "induzir uma situação de stress do controlo político pelo Parlamento".



1. " É verdade que a Constituição e o Regimento incluem o Primeiro-Ministro no género "membros do Governo". Seria falsificar a interpretação dizer que o Primeiro Ministro não é uma espécie do género "membros do Governo". Mas também é verdade que sempre que o Regimento chama pelo protagonismo do Primeiro-Ministro designa-o como tal, como Primeiro-Ministro. Quer dizer, "Primeiro-Ministro" e "membros do Governo" conhecem, no sistema do Regimento, uma separação para efeitos procedimentais (cfr. debates quinzenais, art.224º, grelha do Anexo II e outros lugares paralelos, art.172º, 182º, 215º, 219º, 228º)"

4. "estender a presença do Primeiro-Ministro às comissões, somada aos debates quinzenais e outros, e atento ao seu papel complexo de condução da política geral do governo, induziria uma situação de stress do controlo político pelo Parlamento, dissolvendo a racionalidade que é exigida ao sistema de controlo político (cfr. qrtigo 2º da Constituição)."