Pedro Nuno Santos sai em defesa da independente Isabel Moreira.
O antigo vice-presidente que se demitiu esta semana por discordar das opções do líder em matéria de orçamento e código de trabalho, critica advertência feita à deputada independente pela direcção da bancada parlamentar. Lembra que a tradição no PS é de convivência com a opiniões diversas.
Apesar de ser contra promete no entanto cumprir a disciplina partidária no que toca ao Tratado Europeu que será votado na próxima semana.ouça aqui
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
"Se fosse líder, provavelmente não faria"
A alteração de Estatutos que António José Seguro propôs e viu aprovada por quase 90% por cento na reunião da Comissão Nacional do PS na Guarda, diz Almeida Santos, presidente honorário do PS, em declaração exclusiva à Antena1.
Bruxelas preocupada com desemprego e quebra de exportações
Como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luís Ochôa. Diz a Comissão Europeia que é preciso consolidar as contas públicas e fazer reformas estruturais em Portugal. Aqui.
Para já só a Constituição impede
Diz Peter Weiss, chefe adjunto da missão da Troika em Portugal, em Bruxelas, sobre o corte definitivo dos 13º. e 14º. meses.
O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.
O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
"Ribeiro e Castro teve atitude deplorável" acusa Pires de Lima
António Pires de Lima, presidente do Conselho Nacional do CDS que se reuniu esta sexta-feira em Leiria, não perdoa o voto contra de Ribeiro e Castro nas alterações ao Código de Trabalho por causa do feriado do 1º. de Dezembro.
Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".
Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política
Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".
Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política
domingo, 1 de abril de 2012
PS exige desculpas públicas de Marcelo
Na Antena1, em directo no noticiário das 23h, João Ribeiro, porta voz do PS, questionado por Vater Medeiros, disse esperar por um pedido de desculpas de Marcelo Rebelo de Sousa aos socialistas e ao secretário-geral do PS.
Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.
O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.
As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.
A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.
Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.
O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.
As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.
A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.
Seguro: "Sinto um ponto de reforço"
António José Seguro sente que a sua liderança sai reforçada, depois da reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda.
O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
Aqui.
Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.
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O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
Aqui.
Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.
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sábado, 31 de março de 2012
Seguro... tranquilo
À entrada para a reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda, António José Seguro manifestou-se tranquilo, e desvalorizou o clima de divisão e critica internas.
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Ps aprova estatutos mas há ameaça de impugnação
A Comissão Nacional do PS aprovou por larga maioria, na generalidade, as alterações aos estatutos propostas pela direcção do partido (por Susana Barros).
81% dos dirigentes votaram a favor, $% manifestaram-se contra e registaram-se 15% de abstenções.
Ainda assim há uma ameaça de impugnação destes resultados. Renato Sampaio e Isabel Santos, que contestam a legitimidade da Comissão Nacional para alterar os estatutos, abandonaram a reunião.
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Ramos Preto, presidente da Conselho de Jurisdição, considera que a Comissão Nacional deste sábado, estava mandatada para alterar os estatutos. Aqui.
81% dos dirigentes votaram a favor, $% manifestaram-se contra e registaram-se 15% de abstenções.
Ainda assim há uma ameaça de impugnação destes resultados. Renato Sampaio e Isabel Santos, que contestam a legitimidade da Comissão Nacional para alterar os estatutos, abandonaram a reunião.
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Ramos Preto, presidente da Conselho de Jurisdição, considera que a Comissão Nacional deste sábado, estava mandatada para alterar os estatutos. Aqui.
"Votar de acordo com a minha consciência, foi a ilacção política que tirei"
Diz Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, e militante desde a primeira hora, defendendo a manutenção do feriado do 1º. de Dezembro (1640, Restauração da Independência)
No Conselho Nacional do CDS, em Leiria, anunciado de véspera aos jornalistas, a decisão tomada foi a de remeter o Grupo Parlamentar a 'resolução' do caso Ribeiro e Castro, no voto contra sobre as alterações ao Código de Trabalho. Nuno Magalhães, líder parlamentar, considerou que Ribeiro e Castro teria de retirar ilacções políticas. Isto é convidou-o a demitir-se da presidência da Comissão de Educação.
Paulo Portas, o lider centrista, já veio dizer que não há sanções.
Reportagem de Ana Isabel Costa, Antena1 em Leiria.
Resolvidas também parecem estar as chamadas questões fracturantes (que um grupo de 12 conselheiros colocou ao CN), que têm sido votadas consoante a consciência de cada um. Como por exemplo, a procriação medicamente assistida, a adopção por casais do mesmo sexo ou as barrigas de aluguer.
No Conselho Nacional do CDS, em Leiria, anunciado de véspera aos jornalistas, a decisão tomada foi a de remeter o Grupo Parlamentar a 'resolução' do caso Ribeiro e Castro, no voto contra sobre as alterações ao Código de Trabalho. Nuno Magalhães, líder parlamentar, considerou que Ribeiro e Castro teria de retirar ilacções políticas. Isto é convidou-o a demitir-se da presidência da Comissão de Educação.
Paulo Portas, o lider centrista, já veio dizer que não há sanções.
Reportagem de Ana Isabel Costa, Antena1 em Leiria.
Resolvidas também parecem estar as chamadas questões fracturantes (que um grupo de 12 conselheiros colocou ao CN), que têm sido votadas consoante a consciência de cada um. Como por exemplo, a procriação medicamente assistida, a adopção por casais do mesmo sexo ou as barrigas de aluguer.
"Deputados PS não devem colar-se ao PCP e ao BE"
Diz João Proença, lider da UGT, à margem da reunião da Comissão Nacional do PS, que decorre na Guarda, sobre a atitude de alguns deputados da bancada do PS na votação das alterações ao Códio de Trabalho.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.
Bloco central não pode fazer o relatório da CPI ao BPN
Honório Novo, deputado comunista, não quer os partidos que formam 2/3 dos votos a fazer o relatório do BPN.
Um, teve boa parte dos seus dirigentes e figuras mais proeminentes envolvidas no esquema BPN, outro, nacionalizou em parte, com os votos do primeiro e a anuência ultra rápida (apenas 3 dias para promulgar a nacionalização do banco) do PR.
O PCP está disponível para essa tarefa e quer ouvir todos os governantes envolvidos, antigos e actuais.
A conferência de imprensa no Parlamento por Madalena Salema.
Um, teve boa parte dos seus dirigentes e figuras mais proeminentes envolvidas no esquema BPN, outro, nacionalizou em parte, com os votos do primeiro e a anuência ultra rápida (apenas 3 dias para promulgar a nacionalização do banco) do PR.
O PCP está disponível para essa tarefa e quer ouvir todos os governantes envolvidos, antigos e actuais.
A conferência de imprensa no Parlamento por Madalena Salema.
Freguesias em manif para "ajudar à reflexão"
Na véspera da manifestação promovida pela ANAFRE, o Grupo Parlamentar PSD, em mais uma reunião com a associação que junta as mais de 4 mil freguesias de país, flexibiliza e apresenta um novo modelo.
Armando Vieira, presidente da ANAFRE, diz que a manifestação deste sábado faz-se na mesma porque "ajuda à reflexão", diz.
Reportagem de Natália Carvalho.
Armando Vieira, presidente da ANAFRE, diz que a manifestação deste sábado faz-se na mesma porque "ajuda à reflexão", diz.
Reportagem de Natália Carvalho.
"O sr. PM está a ficar demasiado socrático!"
Foi a frase do debate quinzenal desta sexta-feira da autoria da deputada dos Verdes Heloísa Apolónia, que provocou sorrisos generalizados, até na bancada do Governo.
O tema que Pedro Passos Coelho escolheu foi o financiamento da economia e os pagamentos do Estado aos fornecedores. Mas a Lusoponte, e mais um pagamento à concessionária da ponte 25 Abril, voltou ao debate pela voz de Francisco Louçã.
Jerónimo de Sousa não deixou escapar o aumento do desemprego constante no relatório da Primavera do Banco de Potrtugal, (por Vítor Rodrigues Oliveira) aumento esse que o PM confirmou.
António José Seguro notou o distanciamento ideológico radical entre os dois partidos, PS e PSD, confirmando que no "PS o consenso europeu não é ditado por Berlim".
Reportagem de Madalena Salema.
A OPA sobre a Brisa, por Pedro Passos Coelho.
O tema que Pedro Passos Coelho escolheu foi o financiamento da economia e os pagamentos do Estado aos fornecedores. Mas a Lusoponte, e mais um pagamento à concessionária da ponte 25 Abril, voltou ao debate pela voz de Francisco Louçã.
Jerónimo de Sousa não deixou escapar o aumento do desemprego constante no relatório da Primavera do Banco de Potrtugal, (por Vítor Rodrigues Oliveira) aumento esse que o PM confirmou.
António José Seguro notou o distanciamento ideológico radical entre os dois partidos, PS e PSD, confirmando que no "PS o consenso europeu não é ditado por Berlim".
Reportagem de Madalena Salema.
A OPA sobre a Brisa, por Pedro Passos Coelho.
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Código de Trabalho:um voto contra no CDS
A surpresa na votação de ontem das alterações ao Código de Trabalho surgiu na bancada do CDS com o voto contra de Ribeiro e Castro por não concordar com a eliminação do feriado do 1º de Dezembro.Nuno Magalhães, o líder parlamentar, sugeriu que o deputado retirasse consequências políticas da decisão. Aqui.
Ribeiro e Castro desvalorizou. Aqui.
O parágrafo que foi ao ar...no PS
A declaração de voto que acompanhou a abstenção do PS nas alterações ao Código de Trabalho foi objeto de várias alterações até conseguir reunir 55 assinaturas (era este o número quando o texto foi entregue aos jornalistas durante a votação).
A versão final reforçou as críticas à proposta do governo e deixou cair o seguinte parágrafo:
"Os Deputados do Partido Socialista têm consciência que o Memorando de Entendimento, negociado em ciscunstâncias extraordinárias, obrigou o país a avançar para uma reforma da legislação laboral que encerra soluções normativas que, visando estimular a competitividade das empresas, implicam, nalguns casos, uma restrição no plano dos direitos dos trabalhadores."
À saída, Carlos Zorrinho reafirmou que, para a especialidade, o PS admite o voto favorável caso a maioria aceite as propostas socialistas. Mas na bancada já houve quem ameaçasse votar contra nessa altura (caso de Sérgio Sousa Pinto que não assinou a declaração de voto do grupo preferindo anunciar a entrega de um texto autónomo). Esta sexta-feira, só a independente Isabel Moreira furou a disciplina de voto. Mas não é difícil de prever que esta crise foi por agora apenas adiada.
Peça
A versão final reforçou as críticas à proposta do governo e deixou cair o seguinte parágrafo:
"Os Deputados do Partido Socialista têm consciência que o Memorando de Entendimento, negociado em ciscunstâncias extraordinárias, obrigou o país a avançar para uma reforma da legislação laboral que encerra soluções normativas que, visando estimular a competitividade das empresas, implicam, nalguns casos, uma restrição no plano dos direitos dos trabalhadores."
À saída, Carlos Zorrinho reafirmou que, para a especialidade, o PS admite o voto favorável caso a maioria aceite as propostas socialistas. Mas na bancada já houve quem ameaçasse votar contra nessa altura (caso de Sérgio Sousa Pinto que não assinou a declaração de voto do grupo preferindo anunciar a entrega de um texto autónomo). Esta sexta-feira, só a independente Isabel Moreira furou a disciplina de voto. Mas não é difícil de prever que esta crise foi por agora apenas adiada.
Peça
sexta-feira, 30 de março de 2012
Japão em Belém
São jovens estudantes japoneses que vivem na zona costeira de Fukushima.
Vítimas do terramoto e do tsunami que abalou a região, estão de visita a Portugal, a convite de uma japonesa radicada há 30 anos em Lisboa.
Hoje visitaram o Presidente da República para lhe agradecer a solidariedade demonstrada pelo povo português na sequência da catastrofe.
Dançaram ao som da música dos samurais e a seguir tomaram chá, com Cavaco Silva, na varanda do Palácio de Belém.
Ouvir reportagem
Vítimas do terramoto e do tsunami que abalou a região, estão de visita a Portugal, a convite de uma japonesa radicada há 30 anos em Lisboa.
Hoje visitaram o Presidente da República para lhe agradecer a solidariedade demonstrada pelo povo português na sequência da catastrofe.
Dançaram ao som da música dos samurais e a seguir tomaram chá, com Cavaco Silva, na varanda do Palácio de Belém.
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Uma notícia na Madeira
Pela primeira vez, depois do 25 Abril, há um candidato diferente à liderança do PSD Madeira.
É Miguel Albuquerque, o presidente da Câmara do Funchal.
Uma notícia da Antena1 - Madeira.
É Miguel Albuquerque, o presidente da Câmara do Funchal.
Uma notícia da Antena1 - Madeira.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Tensão no PS
Um comentário no Facebook de João Ribeiro, porta-voz do PS, reproduzido no DN - "Infelizmente, para defender o passado e honrar a assinatura de José Sócrates, temos que nos calar contra medidas inaceitáveis que constam do memorando de entendimento" - deu o mote para um dia muito agitado entre os socialistas.
Diz quem esteve na reunião do grupo parlamentar que esta foi uma das mais tensas dos últimos tempos. Por causa da disciplina de voto imposta para a abstenção, amanhã, nas alterações ao Código de Trabalho e das alterações aos estatutos. Por ordem dos acontecimentos:
- Carlos Zorrinho, a meio da reunião, faz declarações aos jornalistas confirmando a abstenção e a disciplina de voto para amanhã, admitindo acabar por votar favoravelmente caso o Governo aceite as propostas de alteração que o PS vai apresentar na especialidade. Para ouvir aqui.
- A independente Isabel Moreira anuncia que vai furar a disciplina de voto. Sérgio Sousa Pinto ameaça fazê-lo na votação final global. Peça aqui.
- Na reunião, a argumentação da direção para a abstenção é contestada. Francisco Assis sugere que se faça uma nova reunião à noite para dirimir os focos de tensão entre direção do partido e o grupo parlamentar. Jorge Lacão critica as alterações aos estatutos e é bastante aplaudido. Lembra que "por menos, se demitiu quando era líder parlamentar", o que foi entendido como um recado para Carlos Zorrinho. Peça aqui.
(a proposta de alteração dos estatutos do PS que será discutida no sábado em reunião da comissão nacional pode ser consultada aqui.)
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