segunda-feira, 9 de abril de 2012
Era mesmo preciso esconder a informação
Confirma o PM, Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas em Maputo, onde está em visita oficial para vender a participação portuguesa na hidroeléctrica de Cahora Bassa.
2 dias em Maputo para resolver Cahora Bassa
Pedro Passos Coelho, o PM, de visita oficial a Moçambique, com Cabora Bassa na agenda, com o acompanhamento da enviada especial da Antena1, Natália Carvalho.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.
Marcelo vs Seguro, agora sem resposta do líder
Marcelo Rebelo de Sousa ontem à noite na TVI diz que Seguro está à procura do inimigo externo.
E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.
E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.
Vai haver congresso extraordinário do PS?
Eurico de Figueiredo, antigo deputado, um dos rostos da crise académica de 1962, psiquiatra de formação, acha que é preciso. Para defender a democracia.
Escreveu uma carta aberta a António José Seguro e explicou, ouvido pela jornalista Isabel Moreira, as suas razões. Aqui.
Escreveu uma carta aberta a António José Seguro e explicou, ouvido pela jornalista Isabel Moreira, as suas razões. Aqui.
sábado, 7 de abril de 2012
A próxima crise no PS está marcada para dia 12
E é por causa do Pacto Orçamental que será discutido esta 5ªfeira no parlamento, com duas propostas de referendo do PCP e do BE.
Seguro vai votar a favor do Pacto e contra o referendo, com o fundador Soares contra o Pacto e o quase fundador Alegre também contra.
Reportagem de Susana Barros.
Seguro vai votar a favor do Pacto e contra o referendo, com o fundador Soares contra o Pacto e o quase fundador Alegre também contra.
Reportagem de Susana Barros.
Para memória futura: a crise no PS
A reunião (do Grupo Parlamentar do PS que durou 5 horas) foi fantástica, nas palavras de António José Seguro.
A reunião à porta fechada, aqui contada pela jornalista Susana Barros.
Reunião do Grupo Parlamentar que tinha como objectivo pôr um ponto final a críticas que se ouviram nesta semana como a de José Lello sobre Carlos Zorrinho.
Assis tentava ainda nessa tarde pôr água na fervura.
No dia anterior a esta reunião "fantástica", Carlos Zorrinho, líder parlamentar, lembrava na SIC Notícias que Isabel Moreira quebrou a disciplina de voto "uma segunda vez"
Isabel Moreira, a deputada independente, manifestou estranheza por eventuais sanções por ter votado contra as alterações ao Código Laboral. Basílio Horta, também independente, disse esperar que não haja sanções. E se sai da direcção da bancada como fez Pedro Nuno Santos, logo se vê.
Reportagem de Madelena Salema
A reunião à porta fechada, aqui contada pela jornalista Susana Barros.
Reunião do Grupo Parlamentar que tinha como objectivo pôr um ponto final a críticas que se ouviram nesta semana como a de José Lello sobre Carlos Zorrinho.
Assis tentava ainda nessa tarde pôr água na fervura.
No dia anterior a esta reunião "fantástica", Carlos Zorrinho, líder parlamentar, lembrava na SIC Notícias que Isabel Moreira quebrou a disciplina de voto "uma segunda vez"
Isabel Moreira, a deputada independente, manifestou estranheza por eventuais sanções por ter votado contra as alterações ao Código Laboral. Basílio Horta, também independente, disse esperar que não haja sanções. E se sai da direcção da bancada como fez Pedro Nuno Santos, logo se vê.
Reportagem de Madelena Salema
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"Havia a possibilidade de um Governo"
Há 25 anos, lembra Almeida Santos, com o PRD "nunca se chegou a falar de nomes", diz Hermínio Martinho à época presidente do PRD.
Foi a única moção de censura que fez cair um governo.
Almeida Santos e Hermínio Martinho cruzam memórias através da Antena1, nem sempre coincidentes.
Para ouvir aqui.
Foi a única moção de censura que fez cair um governo.
Almeida Santos e Hermínio Martinho cruzam memórias através da Antena1, nem sempre coincidentes.
Para ouvir aqui.
Até 2014 não há reformas antecipadas
A medida foi conhecida a meio da tarde de 5ªfeira (notícia trabalhada por Andreia Brito), apesar de estar aprovada há uma semana, em Conselho de Ministros, mas não constar do comunicado de 29 de março nem ter sido anunciada na conferência de imprensa que se seguiu.
Francisco Louçã, BE, considera uma decisão tomada "à socapa", e "matreira".
Para o STE, Sindicato dos Técnicos do Estado, Bettencourt Picanço diz ser inconstitucional, lembrando que os representantes dos trabalhadores não foram ouvidos.
Ana Avoila, da Frente Comum, diz que é a primeira vez que isto acontece: Governo e PR aprovaram esta lei "pela calada da noite".
Bagão Félix, no Conselho Superior da Antena1, diz compreender esta medida do Governo.
Francisco Louçã, BE, considera uma decisão tomada "à socapa", e "matreira".
Para o STE, Sindicato dos Técnicos do Estado, Bettencourt Picanço diz ser inconstitucional, lembrando que os representantes dos trabalhadores não foram ouvidos.
Ana Avoila, da Frente Comum, diz que é a primeira vez que isto acontece: Governo e PR aprovaram esta lei "pela calada da noite".
Bagão Félix, no Conselho Superior da Antena1, diz compreender esta medida do Governo.
Relvas e Passos: afinal quem tem razão?
Miguel Relvas, o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, diz que não se passa nada, que Portugal vai regressar aos mercados a 23 de Setembro de 2013, como sempre esteve previsto.
Relvas reagia à entrevista que Pedro Passos Coelho Primeiro-Ministro (aqui tratada por Isabel Moreira) deu ao jornal alemão Die Welt, na qual reconhecia a possibilidade de Portugal não estar em condições para regressar aos mercados para o ano.
João Ribeiro, porta-voz do PS "agora o Governo vem dizer que já não tem a certeza?"
Se assim for (o afirmado pelo PM), "confirma-se o rumo do desastre", diz Jorge Cordeiro, PCP.
Relvas reagia à entrevista que Pedro Passos Coelho Primeiro-Ministro (aqui tratada por Isabel Moreira) deu ao jornal alemão Die Welt, na qual reconhecia a possibilidade de Portugal não estar em condições para regressar aos mercados para o ano.
João Ribeiro, porta-voz do PS "agora o Governo vem dizer que já não tem a certeza?"
Se assim for (o afirmado pelo PM), "confirma-se o rumo do desastre", diz Jorge Cordeiro, PCP.
Reacções ao lapso de Gaspar
António José Seguro quer explicações do PM.
Francisco Louçã acusa o governo de devolver apenas uma semana de subsídio em 2015.
Octávio Teixeira, no Conselho Superior da Antena1, duvida que seja possível repor os subsídios em 2015.
Cavaco Silva, o PR, não se quis pronunciar sobre o tema dos cortes dos subsídios, quando foi à noite ver o filme do realizador Miguel Gomes "Tabu" (um tema que é caro ao Presidente, como é sabido), ainda antes de se saber do lapso do Ministro das Finanças, só tornado público no final do debate do Orçamento Rectificativo.
A questão dos corte dos subsídios de forma permanente foi colocada em Bruxelas, de manhã. Só à tarde é que o PM, em entrevista à RR, esclarecia (ver post anterior).
Esta semana, o Expresso fez as contas e diz que em 2015 apenas 10 ou 20% em 2015 e 50% em 2016.
Reacções pré-lapso: Arménio Carlos CGTP, Bettencourt Picanço, STE e João Proença da UGT.
Francisco Louçã acusa o governo de devolver apenas uma semana de subsídio em 2015.
Octávio Teixeira, no Conselho Superior da Antena1, duvida que seja possível repor os subsídios em 2015.
Cavaco Silva, o PR, não se quis pronunciar sobre o tema dos cortes dos subsídios, quando foi à noite ver o filme do realizador Miguel Gomes "Tabu" (um tema que é caro ao Presidente, como é sabido), ainda antes de se saber do lapso do Ministro das Finanças, só tornado público no final do debate do Orçamento Rectificativo.
A questão dos corte dos subsídios de forma permanente foi colocada em Bruxelas, de manhã. Só à tarde é que o PM, em entrevista à RR, esclarecia (ver post anterior).
Esta semana, o Expresso fez as contas e diz que em 2015 apenas 10 ou 20% em 2015 e 50% em 2016.
Reacções pré-lapso: Arménio Carlos CGTP, Bettencourt Picanço, STE e João Proença da UGT.
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O lapso de Vítor Gaspar que não foi manchete
Foi na penúltima intervenção do Ministro de Estado e das Finanças durante o Debate do Orçamento Rectificativo.
Vítor Gaspar, demorou seis meses, depois da entrevista à RTP em Outubro, a reconhecer o lapso sobre o corte dos subsídios de Natal e de férias que afinal se entende até 2014, quando no discurso oficial e oficioso sempre se falou do corte dos subsídios em 2012 e 2013.
Reportagem de Madalena Salema.
As bancadas da maioria estiveram, ao longo deste Debate sobre o rectificativo, hirtas, de rosto fechado e abriram a boca de espanto quando Vítor Gaspar, só no final do debate, reconheceu o que disse ser um lapso, sobre o corte dos subsídios em 2014.
Nunca explicou como serão repostos em 2015. Nem mesmo a "reposição gradual" de que falou o PM em entrevista à Rádio Renascença à jornalista Raquel Abecassis, ou a distribuição dos subsídios em 12 vezes.
Vítor Gaspar, demorou seis meses, depois da entrevista à RTP em Outubro, a reconhecer o lapso sobre o corte dos subsídios de Natal e de férias que afinal se entende até 2014, quando no discurso oficial e oficioso sempre se falou do corte dos subsídios em 2012 e 2013.
Reportagem de Madalena Salema.
As bancadas da maioria estiveram, ao longo deste Debate sobre o rectificativo, hirtas, de rosto fechado e abriram a boca de espanto quando Vítor Gaspar, só no final do debate, reconheceu o que disse ser um lapso, sobre o corte dos subsídios em 2014.
Nunca explicou como serão repostos em 2015. Nem mesmo a "reposição gradual" de que falou o PM em entrevista à Rádio Renascença à jornalista Raquel Abecassis, ou a distribuição dos subsídios em 12 vezes.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Promessa de Pedro Nuno Santos
Pedro Nuno Santos sai em defesa da independente Isabel Moreira.
O antigo vice-presidente que se demitiu esta semana por discordar das opções do líder em matéria de orçamento e código de trabalho, critica advertência feita à deputada independente pela direcção da bancada parlamentar. Lembra que a tradição no PS é de convivência com a opiniões diversas.
Apesar de ser contra promete no entanto cumprir a disciplina partidária no que toca ao Tratado Europeu que será votado na próxima semana.ouça aqui
O antigo vice-presidente que se demitiu esta semana por discordar das opções do líder em matéria de orçamento e código de trabalho, critica advertência feita à deputada independente pela direcção da bancada parlamentar. Lembra que a tradição no PS é de convivência com a opiniões diversas.
Apesar de ser contra promete no entanto cumprir a disciplina partidária no que toca ao Tratado Europeu que será votado na próxima semana.ouça aqui
terça-feira, 3 de abril de 2012
"Se fosse líder, provavelmente não faria"
A alteração de Estatutos que António José Seguro propôs e viu aprovada por quase 90% por cento na reunião da Comissão Nacional do PS na Guarda, diz Almeida Santos, presidente honorário do PS, em declaração exclusiva à Antena1.
Bruxelas preocupada com desemprego e quebra de exportações
Como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luís Ochôa. Diz a Comissão Europeia que é preciso consolidar as contas públicas e fazer reformas estruturais em Portugal. Aqui.
Para já só a Constituição impede
Diz Peter Weiss, chefe adjunto da missão da Troika em Portugal, em Bruxelas, sobre o corte definitivo dos 13º. e 14º. meses.
O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.
O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
"Ribeiro e Castro teve atitude deplorável" acusa Pires de Lima
António Pires de Lima, presidente do Conselho Nacional do CDS que se reuniu esta sexta-feira em Leiria, não perdoa o voto contra de Ribeiro e Castro nas alterações ao Código de Trabalho por causa do feriado do 1º. de Dezembro.
Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".
Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política
Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".
Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política
domingo, 1 de abril de 2012
PS exige desculpas públicas de Marcelo
Na Antena1, em directo no noticiário das 23h, João Ribeiro, porta voz do PS, questionado por Vater Medeiros, disse esperar por um pedido de desculpas de Marcelo Rebelo de Sousa aos socialistas e ao secretário-geral do PS.
Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.
O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.
As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.
A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.
Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.
O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.
As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.
A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.
Seguro: "Sinto um ponto de reforço"
António José Seguro sente que a sua liderança sai reforçada, depois da reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda.
O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
Aqui.
Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.
Ouvir reportagem
O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
Aqui.
Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.
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