Não foi mais longe, por respeito ao cargo que o PM Pedro Passos Coelho ocupa, mas ouvido na reportagem de Célia de Sousa, na desfile da Avenida em directo na Antena1, Manuel Alegre diz que a questão do protagonismo não se coloca.
Antes de 1964, ano de nascimento do PM, já Alegre e Soares ou mesmo os capitães de Abril lutavam contra a didatura.
Noutro momento da reportagem, Vasco Lourenço acusa este governo de não representar os portugueses e confessa estar triste neste 25 de Abril.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Juntem a vossa a minha voz", pede o PR no 25 de Abril
O discurso de Cavaco Silva nos 38 anos do 25 Abril.
Ouvido com pouca atenção pela câmara, o PR exortou os portugueses a "juntarem a sua voz à dele" para chegar ao estrangeiro uma boa imagem de Portugal.
Já no final do discurso, o PR apela ao governo para o diálogo com as oposições e parceiros sociais lembrando o acordo assinado de Concertação assinado em Janeiro, em risco de ser rasgado.
Directo das 12h aqui.
Comentário do analista político Raul Vaz.
Críticas de Jerónimo de Sousa, PCP acusando o PR de não estar à altura da situação, e de Francisco Louçã, do BE, lembrando que Cavaco esqueceu-se dos sacrifícios.
Desconexo com a realidade, resume Heloísa Apolónia dos Verdes.
Carlos Zorrinho, PS, com a ameaça de ruptura democrática porque o Governo não está cumprir os ideais de Abril e com o elogio ao discurso do PR, lamentando que não o tenha feito no passado.
Seguiram-se também os elogios do CDS com Nuno Magalhães e os do PSD com Luís Montenegro.
Assunção Esteves, PAR, defende a democracia como motor do bem-estar.
Pedro Pinto, PSD, o único que lembrou Miguel Portas, falou da Revolução forrada de veludo.
Helder Amaral, CDS, defende que a liberdade não tem proprietários citando indirectamente a ausência dos capitães de Abril desta sessão solene.
Agostinho Lopes, PCP, acusa PS, PSD e CDS de serem os responsáveis da crise.
Cecília Honório, BE, destaca o desmontar da herança de Abril.
José Luís Ferreira, Verdes, acusa o Governo de não governar para o povo.
Jorge Sampaio, satisfeito por estar no parlamento no 25 de Abril.
Ouvido com pouca atenção pela câmara, o PR exortou os portugueses a "juntarem a sua voz à dele" para chegar ao estrangeiro uma boa imagem de Portugal.
Já no final do discurso, o PR apela ao governo para o diálogo com as oposições e parceiros sociais lembrando o acordo assinado de Concertação assinado em Janeiro, em risco de ser rasgado.
Directo das 12h aqui.
Comentário do analista político Raul Vaz.
Críticas de Jerónimo de Sousa, PCP acusando o PR de não estar à altura da situação, e de Francisco Louçã, do BE, lembrando que Cavaco esqueceu-se dos sacrifícios.
Desconexo com a realidade, resume Heloísa Apolónia dos Verdes.
Carlos Zorrinho, PS, com a ameaça de ruptura democrática porque o Governo não está cumprir os ideais de Abril e com o elogio ao discurso do PR, lamentando que não o tenha feito no passado.
Seguiram-se também os elogios do CDS com Nuno Magalhães e os do PSD com Luís Montenegro.
Assunção Esteves, PAR, defende a democracia como motor do bem-estar.
Pedro Pinto, PSD, o único que lembrou Miguel Portas, falou da Revolução forrada de veludo.
Helder Amaral, CDS, defende que a liberdade não tem proprietários citando indirectamente a ausência dos capitães de Abril desta sessão solene.
Agostinho Lopes, PCP, acusa PS, PSD e CDS de serem os responsáveis da crise.
Cecília Honório, BE, destaca o desmontar da herança de Abril.
José Luís Ferreira, Verdes, acusa o Governo de não governar para o povo.
Jorge Sampaio, satisfeito por estar no parlamento no 25 de Abril.
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Miguel Portas na Rádio
O perfil por Susana Barros.
Entrevista de Miguel Portas a 14 de Maio de 2009, como cabeça de lista às eleições europeias. Europa, família e a vida.
Os amigos:
João Semedo, deputado do BE
José Manuel Pureza, antigo líder parlamentar do BE
Luís Fazenda, líder parlamentar do BE.
Os amigos do Conselho Superior:
A memória de Octávio Teixeira, antigo lider parlamentar do PCP, de Ana Gomes, eurodeputada do PS, de Bagão Félix, antigo ministro das Finanças da AD de Barroso.
Excerto do último Conselho Superior de 30 de Março de 2012.
Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa ('apanhado' na Feira do Livro), antigo líder do PSD.
Entrevista de Miguel Portas a 14 de Maio de 2009, como cabeça de lista às eleições europeias. Europa, família e a vida.
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José Manuel Pureza, antigo líder parlamentar do BE
Luís Fazenda, líder parlamentar do BE.
Os amigos do Conselho Superior:
A memória de Octávio Teixeira, antigo lider parlamentar do PCP, de Ana Gomes, eurodeputada do PS, de Bagão Félix, antigo ministro das Finanças da AD de Barroso.
Excerto do último Conselho Superior de 30 de Março de 2012.
Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
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terça-feira, 24 de abril de 2012
25 de Abril:a polémica
Primeiro, o anúncio da Associação 25 de Abril. Peça de Carlos Guerreiro aqui.
Depois, os de Mário Soares e Manuel Alegre.
O ex-PR acusa o Governo de estar contra os princípios do 25 de Abril e em solidariedade com os heróis da Revolução decide tambem não participar na cerimónia de amanhã na AR. Aqui.
Comentário de Raul Vaz aqui.
(atualização) Reação de Pedro Passos Coelho aqui.
Açores: CDS à espera de novo Governo
Jornadas parlamentares do CDS atentas às eleições açoreanas. Peça de Madalena Salema aqui.
Seguro e o cavaquinho
A foto é retirada do blogue do deputado socialista Acácio Pinto - "Jornadas parlamentares do PS: fotorreportagem dia 16 - e retrata o jantar das jornadas parlamentares do PS, em Bragança.
Depois dos Pauliteiros de Miranda, houve cantares regionais. António José Seguro tocou cavaquinho. Na sala não faltou quem reparasse "no jeito do Secretário-Geral para o cavaquinho..."
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O PS em Bragança
No dia em que começam as jornadas parlamentares do CDS, lembramos como foram as do PS, na semana passada, em Bragança.
Na abertura, Carlos Zorrinho desafiou o Primeiro-Ministro a sair de São Bento e a ir até ao terreno ver o impacto das suas políticas. Peça
Francisco Assis criticou "a política isolacionista do Governo". Peça
À tarde, António José Seguro visitou a Câmara Municipal e o Tribunal de Vinhais, propondo a deslocação dos magistrados como alternativa ao seu encerramento, e ouvindo receios de que no futuro problemas entre vizinhos possam ser resolvidos à sacholada. Peça
Basílio Horta fez "mea culpa" no fracasso da venda da marca Portugal e criticou a diplomacia económica de Paulo Portas. Peça
Seguro fechou as jornadas com o anúncio de sete propostas para reduzir a fatura do gás e da eletricidade. Peça
Na abertura, Carlos Zorrinho desafiou o Primeiro-Ministro a sair de São Bento e a ir até ao terreno ver o impacto das suas políticas. Peça
Francisco Assis criticou "a política isolacionista do Governo". Peça
À tarde, António José Seguro visitou a Câmara Municipal e o Tribunal de Vinhais, propondo a deslocação dos magistrados como alternativa ao seu encerramento, e ouvindo receios de que no futuro problemas entre vizinhos possam ser resolvidos à sacholada. Peça
Basílio Horta fez "mea culpa" no fracasso da venda da marca Portugal e criticou a diplomacia económica de Paulo Portas. Peça
Seguro fechou as jornadas com o anúncio de sete propostas para reduzir a fatura do gás e da eletricidade. Peça
domingo, 22 de abril de 2012
Guterres à Presidência da República! Bagão Félix dixit
Foi num debate na RTPI com Manuel Alegre - que lança Jaime Gama como candidato da esquerda - que o conselheiro de Estado indicado pelo CDS, em poucos segundos, lança o nome de Guterres.
Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?
Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?
sábado, 21 de abril de 2012
PTCruz à A1: Subsídios em 2015? "Só se houver espaço"
A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à Antena1, coloca a hipótese de não haver subsídios pós 2014 ao responder ao “lapso” de Vítor Gaspar que a Ministra não notou por ter lido o Orçamento de Estado de 2012. Diz, "se houver espaço", esperando que a situação europeia não se agrave e rejeitando que este lapso abale a confiança dos portugueses... Faremos "o pensável e o impensável para ultrapassar esta fase" porque vai levar décadas.
Até ao verão, o Tribunal Constitucional (TC), vai decidir sobre os cortes e sobre os subsídios. Se o TC chumbar será "uma catástrofe", diz Teixeira da Cruz, porque haverá uma recessão muito pior do que esta. E se for imposto? Uma matéria de Gaspar que a Ministra responde, e diz que não chegava.
Garante que a Constituição não está suspensa, mas não há dinheiro! Por isso faz questão de prestar tributo aos funcionários públicos. O caminho que este Governo está a seguir, afirma, é o único possível e não há perigo de se perder os príncipios constitucionais porque "os direitos fundamentais estão garantidos".
Sobre o PGR Pinto Monteiro afirma: “Não entendi que o mandato devia ir até ao fim, nem deixei de entender”. Subentende-se que, para Paula Teixeira da Cruz, ele devia ter saído, “compete aos próprios”
Acusa o TC de ter sido juridiquês no acórdão sobre o enriquecimento ilícito e garante que tem soluções para ultrapassar as inconstitucionalidades que o TC encontrou.
Volta a defender o fim do Tribunal Constitucional, uma posição antiga de Paula Teixeira da Cruz, mas defende-a como Ministra. Só que, neste momento, não é prioritário colocar as funções do TC no Supremo Tribunal de Justiça.
Esta entrevista ocorreu antes de Saragoça da Matta retirar candidatura.
A Ministra da Justiça pensa que as escolhas feitas não eram tão desqualificadas quanto isso, houve casos piores no passado. Rui Pereira? Teixeira da Cruz disse não querer particularizar.
O facto de poder haver maçons como candidatos a juízes do TC preocupa-a.
As reformas em curso exigem mais de todos profissionais de justiça, é uma promessa da Ministra, que garante "os formalismos jurídicos vão terminar" e por isso os operadores vão mesmo ter de saber de Direito.
Espera justiça no caso dos submarinos. Questionada sobre o receio de o caso terminar em Portugal como na Grécia, onde o Ministro da Defesa foi detido, responde, sem hesitar, que se "houver subornos e corrupção, espero que se faça justiça".
Sobre o mapa judiciário, critica a proposta de António José Seguro quando propõe “juízes caixeiros viajantes” que é como a Ministra apelida a proposta do líder socialista.
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terça-feira, 17 de abril de 2012
Alegre à A1: "Seguro? faz o que pode, mas é preciso realizar o impossível"
Em entrevista à Antena1, à jornalista Susana Barros, Manuel Alegre poeta de "Nada está escrito", o seu último livro.
Resistiu a falar do PS mas a poesia puxou o assunto.
Disse que António José Seguro "está a fazer o que pode, mas em política é preciso realizar o impossível".
Peça aqui de Susana Barros.
Deixa entender, entre risos, que não acataria a disciplina de voto sobre o Pacto orçamental, que lhe custa "ver o país curvado perante a Troika" e que não tem saudades do Parlamento.
Nesta entrevista, Alegre cita Natália Correia "a poesia é para se comer" e diz o seu poema "Balada dos Aflitos".
Resistiu a falar do PS mas a poesia puxou o assunto.
Disse que António José Seguro "está a fazer o que pode, mas em política é preciso realizar o impossível".
Peça aqui de Susana Barros.
Deixa entender, entre risos, que não acataria a disciplina de voto sobre o Pacto orçamental, que lhe custa "ver o país curvado perante a Troika" e que não tem saudades do Parlamento.
Nesta entrevista, Alegre cita Natália Correia "a poesia é para se comer" e diz o seu poema "Balada dos Aflitos".
Boaventura à A1: "TC não quer fazer ondas"
Boaventura Sousa Santos, director do Centro de Estudos Sociais da Univ de Coimbra. 71 anos.
Uma entrevista que teve como pretexto o lançamento do Observatório das Crises e das Alternativas e o Dicionário das Crises e das Alternativas, lançado esta semana.
Em entrevista à Antena1, Boaventura Sousa Santos, considera que a Constituição está suspensa porque o Tribunal Constitucional prefere não fazer "muitas ondas", garantir a estabilidade, quando há direitos que estão absolutamente suspensos e o TC não faz nada.
Entende que esquerda europeia deve procurar alianças para derrotar o eixo franco-alemão. Os partidos de esquerda têm de se entender na Europa e com os outros países. Considera não haver nada de radical nisto.
Porque a Europa precisa de outras alianças. Se Hollande ganhar em França poderá fazer frente ao eixo. Até Paulo Rangel está de acordo com isto. Boaventura nota a tensão no governo entre Álvaro e Gaspar, educado pelo capital europeu.
Já se faz o discurso da saída da Grécia do euro, criando um sistema dual, em que uns têm Euro e outros as suas moedas. Até a Espanha também pode ser resgatada.
Uma entrevista que teve como pretexto o lançamento do Observatório das Crises e das Alternativas e o Dicionário das Crises e das Alternativas, lançado esta semana.
Em entrevista à Antena1, Boaventura Sousa Santos, considera que a Constituição está suspensa porque o Tribunal Constitucional prefere não fazer "muitas ondas", garantir a estabilidade, quando há direitos que estão absolutamente suspensos e o TC não faz nada.
Por isso, entende que vivemos uma democracia de muito baixa intensidade, praticamente suspensa
Boaventura entende que o PS, até agora, não tinha grande hipótese de se desligar da política feita porque assino o memo da Troika, mas com um segundo resgate, tem uma ocasião de ouro para dizer que NÃO!
Se pudesse também votaria NÃO ao pacto. Defende que Portugal devia negociar cláusulas de excepção por causa da emergência nacional, por exemplo uma moratória na dívida, durante um ano, entre outras.
Entende que esquerda europeia deve procurar alianças para derrotar o eixo franco-alemão. Os partidos de esquerda têm de se entender na Europa e com os outros países. Considera não haver nada de radical nisto.
Porque a Europa precisa de outras alianças. Se Hollande ganhar em França poderá fazer frente ao eixo. Até Paulo Rangel está de acordo com isto. Boaventura nota a tensão no governo entre Álvaro e Gaspar, educado pelo capital europeu.
Já se faz o discurso da saída da Grécia do euro, criando um sistema dual, em que uns têm Euro e outros as suas moedas. Até a Espanha também pode ser resgatada.
Por muito que custe a acreditar, um dos problemas deste momento é haver excesso de liquidez.
UGT ameaça rasgar acordo de Concertação
Ou cumpre o assinado, ou a UGT rompe o Acordo de Concertação Social que assinou com o Governo e Parceiros e que a CGTP não assinou.
João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.
Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.
Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.
João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.
Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.
Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
A vontade do CDS de se abster na adenda socialista
Esta tarde, com a presença do PM, o parlamento discute o chamado pacto orçamental, o acordo que apenas 25 dos estados membros da União acordaram no início do ano.
O CDS, soube a Antena1, gostaria de se poder abster na adenda que os socialistas querem acrescentar ao Tratado, o PS pondera deixar cair a liberdade de voto para que acolha outras sensibilidades - Soares e Alegre votariam contra, se estivessem na AR, mas Galamba, Pedro Nuno Santos e Paulo Alves serão certamente 3 votos contrários ao voto a a favor dos socialistas.
A peça, na íntegra (e não editada com problemas do ponto de vista jornalístico e técnico, como passou esta manhã na rádio). Aqui.
O CDS, soube a Antena1, gostaria de se poder abster na adenda que os socialistas querem acrescentar ao Tratado, o PS pondera deixar cair a liberdade de voto para que acolha outras sensibilidades - Soares e Alegre votariam contra, se estivessem na AR, mas Galamba, Pedro Nuno Santos e Paulo Alves serão certamente 3 votos contrários ao voto a a favor dos socialistas.
A peça, na íntegra (e não editada com problemas do ponto de vista jornalístico e técnico, como passou esta manhã na rádio). Aqui.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
"Os Pedros fazem sempre falta na pauta...são os primeiros"
No final da visita, Pedro Passos Coelho insiste nas exportações portuguesas, perante uma plateia repleta de empresários em Maputo, a tentar conter os danos da entrevista à imprensa alemã.
Pedro Passos Coelho, o único Pedro na sala, esteve na instituição das Mães de Mavalange, com crianças mais necessitadas. Curioso, quis saber como estava a leitura das crianças e sobre o acordo ortográfico, comentou que "parece mais complicado do que é na verdade".
O nível da ajuda portuguesa a Moçambique manteve-se, apesar da crise.
Mas não é tudo que fica a saber, se ouvir a reportagem de Natália Carvalho.
Esta segunda-feira, ainda o acordo sobre a venda dos 15% da participação portuguesa em Cahora Bassa não estava fechado e a Antena1 já tinha os valores, através de fonte do Governo moçambicano contactada pela enviada especial Natália Carvalho. Para ouvir aqui.
Uma visita que teve o olhar de perto do Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira. Ambos discretos, certamente por razões diferentes.
Pedro Passos Coelho, o único Pedro na sala, esteve na instituição das Mães de Mavalange, com crianças mais necessitadas. Curioso, quis saber como estava a leitura das crianças e sobre o acordo ortográfico, comentou que "parece mais complicado do que é na verdade".
O nível da ajuda portuguesa a Moçambique manteve-se, apesar da crise.
Mas não é tudo que fica a saber, se ouvir a reportagem de Natália Carvalho.
Esta segunda-feira, ainda o acordo sobre a venda dos 15% da participação portuguesa em Cahora Bassa não estava fechado e a Antena1 já tinha os valores, através de fonte do Governo moçambicano contactada pela enviada especial Natália Carvalho. Para ouvir aqui.
Uma visita que teve o olhar de perto do Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira. Ambos discretos, certamente por razões diferentes.
"São razões de interesse nacional" diz PR
Ao justificar a promulgação da medida que impede o pedido de reformas antecipadas até 2014.
Cavaco Silva lembra os pareceres dos constitucionalistas que entendem que promulgar não siginifica concordar. O Presidente que afirmou "ter toda a informação" por parte do Governo, também disse que não lhe cabe a ele publicitar as medidas que o executivo toma.
Sem dizer, disse .
Cavaco Silva lembra os pareceres dos constitucionalistas que entendem que promulgar não siginifica concordar. O Presidente que afirmou "ter toda a informação" por parte do Governo, também disse que não lhe cabe a ele publicitar as medidas que o executivo toma.
Sem dizer, disse .
"Discussão com pouco sentido", diz PR
Falar da suspensão dos subsídios de Natal e férias também em 2014. Aqui.
A política do parece mal, segundo o PM
A entrevista do Pedro Passos Coelho, a partir de Maputo, à RTP.
A justificação do deslizar do corte dos subsídios de Natal e de férias para 2015 aqui, ao contrário do que este governo sempre afirmou através de vários responsáveis governamentais.
A justificação do deslizar do corte dos subsídios de Natal e de férias para 2015 aqui, ao contrário do que este governo sempre afirmou através de vários responsáveis governamentais.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Era mesmo preciso esconder a informação
Confirma o PM, Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas em Maputo, onde está em visita oficial para vender a participação portuguesa na hidroeléctrica de Cahora Bassa.
2 dias em Maputo para resolver Cahora Bassa
Pedro Passos Coelho, o PM, de visita oficial a Moçambique, com Cabora Bassa na agenda, com o acompanhamento da enviada especial da Antena1, Natália Carvalho.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.
Marcelo vs Seguro, agora sem resposta do líder
Marcelo Rebelo de Sousa ontem à noite na TVI diz que Seguro está à procura do inimigo externo.
E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.
E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.
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