segunda-feira, 21 de maio de 2012

Caso Relvas? "Tempestade num copo de água!"

Luís Filipe Menezes, no Conselho Superior da Antena1, pensa que o caso Relvas/Público não existe.
Acontece aos ministros que têm esta pasta e não é só cá, como Fernando Nogueira, ou Pedro Silva Pereira, Rubalcaba ou Rajoy, explica Menezes.
Para ouvir aqui.

PSD aguarda pelo trabalho que a ERC está a fazer, diz o lider parlamentar Luís Montenegro em Timor.
Para ouvir aqui.

domingo, 20 de maio de 2012

Pressionou? Ameaçou? Pediu desculpa?

Miguel Relvas, o Ministro Adjunto dos Assuntos Parlamentares, de novo na berlinda.

António Capucho, PSD, diz que se for verdade, o ministro tem de sair.

A oposição também, se se confirmar.

As desculpas do Ministro, por Lurdes Dias.

Joaquim Vieira, do Observatório de Imprensa, considera que o ministro pressionou.

A ERC vai investigar.

Seguro espera que maioria aprove propostas PS

Na 4ªfeira, o parlamento vai votar as propostas do PS da agenda do crescimento e emprego, a adenda ao tratado orçamental que só Portugal ratificou. A jornalista Madalena Salema teve acesso ao documento, que a Antena1 revelou aqui.

Na 6ªfeira, os socialistas apresentam alterações ao DEO - documento de estratégia orçamental. Duas votações que o líder do PS avisa não querer perder.

À saída de São Bento, António José Seguro disse-se "um optimista", e com expectactativa de aprovação dos projectos socialistas em votação esta semana.

"Isto é um teste", disse, agora que o diálogo foi retomado por iniciativa do PM e foi interrompido, também por iniciativa do PM, acusa.

O enquadramento do encontro Passos/Seguro: PM chama líder do PS a São Bento.

Louçã à A1: "PS tem de ser parte solução!"

Francisco Louçã, foi o primeiro líder partidário a vir a Rádio Pública, quando faltam cerca de dois meses para terminar a sessão legislativa.

Em entrevista (pode ouvir e vê-la aqui) à Antena1,

- o líder do Bloco pede clareza política, essencial a Portugal e à esquerda, neste momento. E pede aos socialistas pare serem parte da solução, porque é preciso dizer não à Troika.

- questionado sobre se o Governo chega a 2015, defende que se houver novo resgate tem de haver eleições.

- diz que se a Grécia sair do euro é a própria União Europeia que não resiste
- e que a sra. Merkel não se importa que a UE vá ao ar se fôr melhor para ela e para a Alemanha

- considera que os juros de 34 mil milhões de euros (ele diz 34 biliões à americana)
foram pirataria dos especuladores, para financiar a banca francesa, alemã e portuguesa,
não foi para resolver nenhum problema da nossa economia."Foi mesmo pirataria!".

- Mas o futuro vai depender do que restar do Tratado Europeu depois da eleição de Hollande, que voltou a rejeitar.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

"PS só pode votar contra Código Trabalho e PR deve vetar" diz Med

Em entrevista à Antena1, José Medeiros Ferreira afirmou que o Presidente da República deverá vetar a questão dos feriados, nomeadamente o 5 de Outubro, “se não fizer será um regente (…) e o PS deve votar contra, claro.”

Disse estar convencido que “ maioria não irá completar a legislatura”.

Sobre o papel de Cavaco Silva, afirmou que foi vitima de “uma campanha muito forte que o inibiu durante dois meses de ter uma atitude ativa” e que ao receber hoje o secretário geral do PS, o Presidente da República está de regresso

Sobre a audiência de António José Seguro, acrescentou que o secretário geral do PS deverá dizer ao Presidente da República “quais são as disponibilidades do PS, neste momento político”.
O lider do PS, que ainda não conseguiu refundar o PS, segundo o histórico socialista.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rui Vilar à A1: Políticos no BPN falharam na ética!

Rui Vilar, 72 anos, veio à Rádio Pública dois dias depois de deixar de ser Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian. A entrevista aqui.
Como Presidente do Conselho do Conselho de Auditoria do Banco de Portugal desde 1996, que agora, depois do memo da Troika, passou a ter a responsabilidade de supervisão, considera que os protagonistas políticos envolvidos no 'caso BPN' não se guiaram por critérios éticos.

Não se devia ter nacionalizado, era "melhor a liquidação do BPN".
Quanto à reprivatização "era a única solução".

Espera, no entanto, que esta segunda Comissão Parlamentar de Inquérito, chegue à verdade.

Rui Vilar também recomendar mais diálogo entre a Maioria e o PS e "mais atenção à UGT".

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Comissão de Inquérito BPN: Começam hoje as audições

A Secretária de Estado do Tesouro, Maria Luis Albuquerque, abre a ronda de audições da nova comissão parlamentar de inquérito ao BPN. Peça de Madalena Salema aqui.

"Cavaco Silva sai diminuído com este caso", considera o comentador Raul Vaz aqui.

BPN: "O maior escândadalo de sempre do sistema financeiro português", afirma Nicolau Santos aqui

terça-feira, 1 de maio de 2012

Primeiro de Maio: é o dia dele

E a  despedida foi assim... contada em sons pela jornalista Natália Carvalho.

Quantos dias faltam até 2018?

As decisões do Conselho de Ministros extraordinário aqui, por Célia de Sousa.

Vítor Gaspar considera que este documento é também "resultado do peso do passado nas contas actuais"

Passos Coelho, na Ovibeja, "não está à espera que eu desminta o sr. Ministro das Finanças, não é verdade?". E explica este DEO.

João Ribeiro, do secretariado do PS, acusa o Governo de não ter ouvido o PS sobre o DEO, nova sigla, documento de estratégia orçamental, no caso, até 2016. Muito para lá da legislatura e do memo da Troika.

Francisco Louçã, líder do BE, considera que "não há nenhum dia em que não haja novas medidas de austeridade".

Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, "o roubo vai prolongar-se por 6 anos, 10 mil euros".

Arménio Carlos, líder da CGTP, "nada nos diz que daqui a uma semana, o governo vem dizer que não pode assumir compromissos para 2020..."

Bettencourt Picanço, líder do STE, desconfia, "um balão que voará se houver vento".

Ana Avoila, da Frente Comum, "2015 é ano de eleições!".

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"Igreja só aceita suspender feriados, não acabar com eles", diz Ribeiro e Castro à Antena1

Em entrevista esta manhã à Rádio Pública, Ribeiro e Castro diz ter informações seguras de que a Igreja Católica considera que os feriados religiosos não são para acabar 'ad aeternum', mas sim uma suspensão, enquanto durar o programa da Troika. A igreja não quer rever a Concordata!

Entrevista de José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, por Madalena Salema, aqui.  

No lançamento do livro que Ribeiro e Castro lançou na semana passada a favor do feriado do 1º. de Dezembro, o constitucionalista Jorge Miranda lançou o fim do Carnaval e dos feriados municipais.

Ele também não sabia do lapso, nem do cravo

O mais jovem deputado do parlamento português foi o entrevistado da semana dos 38 anos do 25 de Abril na Antena1.

Simão Ribeiro, 25 anos, da bancada do PSD, presidente da Jota do Porto, deputado municipal em Lousada, frequenta o curso de Direito.

A política faz parte da vida de Simão desde a adolescência. Nesta entrevista confessa que foi por Vítor Gaspar que só recentemente percebeu que subsídios só para 2015, que nunca tinha reparado que na bancada do PSD os cravos não abundavam no 25A, entre outras coisas. Pode ouvir aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

"Ainda ele não era nascido (...) já eu estava na cadeia", diz Alegre

Não foi mais longe, por respeito ao cargo que o PM Pedro Passos Coelho ocupa, mas ouvido na reportagem de Célia de Sousa, na desfile da Avenida em directo na Antena1, Manuel Alegre diz que a questão do protagonismo não se coloca.

Antes de 1964, ano de nascimento do PM, já Alegre e Soares ou mesmo os capitães de Abril lutavam contra a didatura.

Noutro momento da reportagem, Vasco Lourenço acusa este governo de não representar os portugueses e confessa estar triste neste 25 de Abril.

"Juntem a vossa a minha voz", pede o PR no 25 de Abril

O discurso de Cavaco Silva nos 38 anos do 25 Abril.
Ouvido com pouca atenção pela câmara, o PR exortou os portugueses a "juntarem a sua voz à dele" para chegar ao estrangeiro uma boa imagem de Portugal.
Já no final do discurso, o PR apela ao governo para o diálogo com as oposições e parceiros sociais lembrando o acordo assinado de Concertação assinado em Janeiro, em risco de ser rasgado.
Directo das 12h aqui.

Comentário do analista político Raul Vaz.

Críticas de Jerónimo de Sousa, PCP acusando o PR de não estar à altura da situação, e de Francisco Louçã, do BE, lembrando que Cavaco esqueceu-se dos sacrifícios.
Desconexo com a realidade, resume Heloísa Apolónia dos Verdes.

Carlos Zorrinho, PS, com a ameaça de ruptura democrática porque o Governo não está cumprir os ideais de Abril e com o elogio ao discurso do PR, lamentando que não o tenha feito no passado.
Seguiram-se também os elogios do CDS com Nuno Magalhães e os do PSD com Luís Montenegro.

Assunção Esteves, PAR, defende a democracia como motor do bem-estar.
Pedro Pinto, PSD, o único que lembrou Miguel Portas, falou da Revolução forrada de veludo.
Helder Amaral, CDS, defende que a liberdade não tem proprietários citando indirectamente a ausência dos capitães de Abril desta sessão solene.
Agostinho Lopes, PCP, acusa PS, PSD e CDS de serem os responsáveis da crise.
Cecília Honório, BE, destaca o desmontar da herança de Abril.
José Luís Ferreira, Verdes, acusa o Governo de não governar para o povo.

Jorge Sampaio, satisfeito por estar no parlamento no 25 de Abril.

Miguel Portas na Rádio

O perfil por Susana Barros.

Entrevista de Miguel Portas a 14 de Maio de 2009, como cabeça de lista às eleições europeias. Europa, família e a vida.

Os amigos:
João Semedo, deputado do BE
José Manuel Pureza, antigo líder parlamentar do BE
Luís Fazenda, líder parlamentar do BE.

Os amigos do Conselho Superior:
A memória de Octávio Teixeira, antigo lider parlamentar do PCP, de Ana Gomes, eurodeputada do PS, de Bagão Félix, antigo ministro das Finanças da AD de Barroso.

Excerto do último Conselho Superior de 30 de Março de 2012.

Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa ('apanhado' na Feira do Livro), antigo líder do PSD.

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril:a polémica

Primeiro, o anúncio da Associação 25 de Abril. Peça de Carlos Guerreiro aqui.

Depois, os de Mário Soares e Manuel Alegre.

O ex-PR acusa o Governo de estar contra os princípios do 25 de Abril e em solidariedade com os heróis da Revolução decide tambem não participar na cerimónia de amanhã na AR. Aqui.

Manuel Alegre explica a sua ausência aqui.

Comentário de Raul Vaz aqui.

(atualização) Reação de Pedro Passos Coelho aqui.

Açores: CDS à espera de novo Governo

Jornadas parlamentares do CDS atentas às eleições açoreanas. Peça de Madalena Salema aqui.

Seguro e o cavaquinho



A foto é retirada do blogue do deputado socialista Acácio Pinto - "Jornadas parlamentares do PS: fotorreportagem dia 16 - e retrata o jantar das jornadas parlamentares do PS, em Bragança.
Depois dos Pauliteiros de Miranda, houve cantares regionais. António José Seguro tocou cavaquinho. Na sala não faltou quem reparasse "no jeito do Secretário-Geral para o cavaquinho..."

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O PS em Bragança

No dia em que começam as jornadas parlamentares do CDS, lembramos como foram as do PS, na semana passada, em Bragança.



Na abertura, Carlos Zorrinho desafiou o Primeiro-Ministro a sair de São Bento e a ir até ao terreno ver o impacto das suas políticas. Peça

Francisco Assis criticou "a política isolacionista do Governo". Peça

À tarde, António José Seguro visitou a Câmara Municipal e o Tribunal de Vinhais, propondo a deslocação dos magistrados como alternativa ao seu encerramento, e ouvindo receios de que no futuro problemas entre vizinhos possam ser resolvidos à sacholada. Peça

Basílio Horta fez "mea culpa" no fracasso da venda da marca Portugal e criticou a diplomacia económica de Paulo Portas. Peça

Seguro fechou as jornadas com o anúncio de sete propostas para reduzir a fatura do gás e da eletricidade. Peça

domingo, 22 de abril de 2012

Guterres à Presidência da República! Bagão Félix dixit

Foi num debate na RTPI com Manuel Alegre - que lança Jaime Gama como candidato da esquerda - que o conselheiro de Estado indicado pelo CDS, em poucos segundos, lança o nome de Guterres.

Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?

sábado, 21 de abril de 2012

PTCruz à A1: Subsídios em 2015? "Só se houver espaço"

A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à Antena1, coloca a hipótese de não haver subsídios pós 2014 ao responder ao “lapso” de Vítor Gaspar que a Ministra não notou por ter lido o Orçamento de Estado de 2012. Diz, "se houver espaço", esperando que a situação europeia não se agrave e rejeitando que este lapso abale a confiança dos portugueses... Faremos "o pensável e o impensável para ultrapassar esta fase" porque vai levar décadas.

Até ao verão, o Tribunal Constitucional (TC), vai decidir sobre os cortes e sobre os subsídios. Se o TC chumbar será "uma catástrofe", diz Teixeira da Cruz, porque haverá uma recessão muito pior do que esta. E se for imposto? Uma matéria de Gaspar que a Ministra responde, e diz que não chegava.
Garante que a Constituição não está suspensa, mas não há dinheiro! Por isso faz questão de prestar tributo aos funcionários públicos. O caminho que este Governo está a seguir, afirma, é o único possível e não há perigo de se perder os príncipios constitucionais porque "os direitos fundamentais estão garantidos".
Sobre o PGR Pinto Monteiro afirma: “Não entendi que o mandato devia ir até ao fim, nem deixei de entender”. Subentende-se que, para Paula Teixeira da Cruz, ele devia ter saído, “compete aos próprios

Acusa o TC de ter sido juridiquês no acórdão sobre o enriquecimento ilícito e garante que tem soluções para ultrapassar as inconstitucionalidades que o TC encontrou.
Volta a defender o fim do Tribunal Constitucional, uma posição antiga de Paula Teixeira da Cruz, mas defende-a como Ministra. Só que, neste momento, não é prioritário colocar as funções do TC no Supremo Tribunal de Justiça.

Esta entrevista ocorreu antes de Saragoça da Matta retirar candidatura.
A Ministra da Justiça pensa que as escolhas feitas não eram tão desqualificadas quanto isso, houve casos piores no passado. Rui Pereira? Teixeira da Cruz disse não querer particularizar.
O facto de poder haver maçons como candidatos a juízes do TC preocupa-a.

As reformas em curso exigem mais de todos profissionais de justiça, é uma promessa da Ministra, que garante "os formalismos jurídicos vão terminar" e por isso os operadores vão mesmo ter de saber de Direito. 
Espera justiça no caso dos submarinos. Questionada sobre o receio de o caso terminar em Portugal como na Grécia, onde o Ministro da Defesa foi detido, responde, sem hesitar, que se "houver subornos e corrupção, espero que se faça justiça".
Sobre o mapa judiciário, critica a proposta de António José Seguro quando propõe “juízes caixeiros viajantes” que é como a Ministra apelida a proposta do líder socialista.