quarta-feira, 25 de abril de 2012

"Ainda ele não era nascido (...) já eu estava na cadeia", diz Alegre

Não foi mais longe, por respeito ao cargo que o PM Pedro Passos Coelho ocupa, mas ouvido na reportagem de Célia de Sousa, na desfile da Avenida em directo na Antena1, Manuel Alegre diz que a questão do protagonismo não se coloca.

Antes de 1964, ano de nascimento do PM, já Alegre e Soares ou mesmo os capitães de Abril lutavam contra a didatura.

Noutro momento da reportagem, Vasco Lourenço acusa este governo de não representar os portugueses e confessa estar triste neste 25 de Abril.

"Juntem a vossa a minha voz", pede o PR no 25 de Abril

O discurso de Cavaco Silva nos 38 anos do 25 Abril.
Ouvido com pouca atenção pela câmara, o PR exortou os portugueses a "juntarem a sua voz à dele" para chegar ao estrangeiro uma boa imagem de Portugal.
Já no final do discurso, o PR apela ao governo para o diálogo com as oposições e parceiros sociais lembrando o acordo assinado de Concertação assinado em Janeiro, em risco de ser rasgado.
Directo das 12h aqui.

Comentário do analista político Raul Vaz.

Críticas de Jerónimo de Sousa, PCP acusando o PR de não estar à altura da situação, e de Francisco Louçã, do BE, lembrando que Cavaco esqueceu-se dos sacrifícios.
Desconexo com a realidade, resume Heloísa Apolónia dos Verdes.

Carlos Zorrinho, PS, com a ameaça de ruptura democrática porque o Governo não está cumprir os ideais de Abril e com o elogio ao discurso do PR, lamentando que não o tenha feito no passado.
Seguiram-se também os elogios do CDS com Nuno Magalhães e os do PSD com Luís Montenegro.

Assunção Esteves, PAR, defende a democracia como motor do bem-estar.
Pedro Pinto, PSD, o único que lembrou Miguel Portas, falou da Revolução forrada de veludo.
Helder Amaral, CDS, defende que a liberdade não tem proprietários citando indirectamente a ausência dos capitães de Abril desta sessão solene.
Agostinho Lopes, PCP, acusa PS, PSD e CDS de serem os responsáveis da crise.
Cecília Honório, BE, destaca o desmontar da herança de Abril.
José Luís Ferreira, Verdes, acusa o Governo de não governar para o povo.

Jorge Sampaio, satisfeito por estar no parlamento no 25 de Abril.

Miguel Portas na Rádio

O perfil por Susana Barros.

Entrevista de Miguel Portas a 14 de Maio de 2009, como cabeça de lista às eleições europeias. Europa, família e a vida.

Os amigos:
João Semedo, deputado do BE
José Manuel Pureza, antigo líder parlamentar do BE
Luís Fazenda, líder parlamentar do BE.

Os amigos do Conselho Superior:
A memória de Octávio Teixeira, antigo lider parlamentar do PCP, de Ana Gomes, eurodeputada do PS, de Bagão Félix, antigo ministro das Finanças da AD de Barroso.

Excerto do último Conselho Superior de 30 de Março de 2012.

Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa ('apanhado' na Feira do Livro), antigo líder do PSD.

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril:a polémica

Primeiro, o anúncio da Associação 25 de Abril. Peça de Carlos Guerreiro aqui.

Depois, os de Mário Soares e Manuel Alegre.

O ex-PR acusa o Governo de estar contra os princípios do 25 de Abril e em solidariedade com os heróis da Revolução decide tambem não participar na cerimónia de amanhã na AR. Aqui.

Manuel Alegre explica a sua ausência aqui.

Comentário de Raul Vaz aqui.

(atualização) Reação de Pedro Passos Coelho aqui.

Açores: CDS à espera de novo Governo

Jornadas parlamentares do CDS atentas às eleições açoreanas. Peça de Madalena Salema aqui.

Seguro e o cavaquinho



A foto é retirada do blogue do deputado socialista Acácio Pinto - "Jornadas parlamentares do PS: fotorreportagem dia 16 - e retrata o jantar das jornadas parlamentares do PS, em Bragança.
Depois dos Pauliteiros de Miranda, houve cantares regionais. António José Seguro tocou cavaquinho. Na sala não faltou quem reparasse "no jeito do Secretário-Geral para o cavaquinho..."

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O PS em Bragança

No dia em que começam as jornadas parlamentares do CDS, lembramos como foram as do PS, na semana passada, em Bragança.



Na abertura, Carlos Zorrinho desafiou o Primeiro-Ministro a sair de São Bento e a ir até ao terreno ver o impacto das suas políticas. Peça

Francisco Assis criticou "a política isolacionista do Governo". Peça

À tarde, António José Seguro visitou a Câmara Municipal e o Tribunal de Vinhais, propondo a deslocação dos magistrados como alternativa ao seu encerramento, e ouvindo receios de que no futuro problemas entre vizinhos possam ser resolvidos à sacholada. Peça

Basílio Horta fez "mea culpa" no fracasso da venda da marca Portugal e criticou a diplomacia económica de Paulo Portas. Peça

Seguro fechou as jornadas com o anúncio de sete propostas para reduzir a fatura do gás e da eletricidade. Peça

domingo, 22 de abril de 2012

Guterres à Presidência da República! Bagão Félix dixit

Foi num debate na RTPI com Manuel Alegre - que lança Jaime Gama como candidato da esquerda - que o conselheiro de Estado indicado pelo CDS, em poucos segundos, lança o nome de Guterres.

Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?

sábado, 21 de abril de 2012

PTCruz à A1: Subsídios em 2015? "Só se houver espaço"

A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à Antena1, coloca a hipótese de não haver subsídios pós 2014 ao responder ao “lapso” de Vítor Gaspar que a Ministra não notou por ter lido o Orçamento de Estado de 2012. Diz, "se houver espaço", esperando que a situação europeia não se agrave e rejeitando que este lapso abale a confiança dos portugueses... Faremos "o pensável e o impensável para ultrapassar esta fase" porque vai levar décadas.

Até ao verão, o Tribunal Constitucional (TC), vai decidir sobre os cortes e sobre os subsídios. Se o TC chumbar será "uma catástrofe", diz Teixeira da Cruz, porque haverá uma recessão muito pior do que esta. E se for imposto? Uma matéria de Gaspar que a Ministra responde, e diz que não chegava.
Garante que a Constituição não está suspensa, mas não há dinheiro! Por isso faz questão de prestar tributo aos funcionários públicos. O caminho que este Governo está a seguir, afirma, é o único possível e não há perigo de se perder os príncipios constitucionais porque "os direitos fundamentais estão garantidos".
Sobre o PGR Pinto Monteiro afirma: “Não entendi que o mandato devia ir até ao fim, nem deixei de entender”. Subentende-se que, para Paula Teixeira da Cruz, ele devia ter saído, “compete aos próprios

Acusa o TC de ter sido juridiquês no acórdão sobre o enriquecimento ilícito e garante que tem soluções para ultrapassar as inconstitucionalidades que o TC encontrou.
Volta a defender o fim do Tribunal Constitucional, uma posição antiga de Paula Teixeira da Cruz, mas defende-a como Ministra. Só que, neste momento, não é prioritário colocar as funções do TC no Supremo Tribunal de Justiça.

Esta entrevista ocorreu antes de Saragoça da Matta retirar candidatura.
A Ministra da Justiça pensa que as escolhas feitas não eram tão desqualificadas quanto isso, houve casos piores no passado. Rui Pereira? Teixeira da Cruz disse não querer particularizar.
O facto de poder haver maçons como candidatos a juízes do TC preocupa-a.

As reformas em curso exigem mais de todos profissionais de justiça, é uma promessa da Ministra, que garante "os formalismos jurídicos vão terminar" e por isso os operadores vão mesmo ter de saber de Direito. 
Espera justiça no caso dos submarinos. Questionada sobre o receio de o caso terminar em Portugal como na Grécia, onde o Ministro da Defesa foi detido, responde, sem hesitar, que se "houver subornos e corrupção, espero que se faça justiça".
Sobre o mapa judiciário, critica a proposta de António José Seguro quando propõe “juízes caixeiros viajantes” que é como a Ministra apelida a proposta do líder socialista.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Alegre à A1: "Seguro? faz o que pode, mas é preciso realizar o impossível"

Em entrevista à Antena1, à jornalista Susana Barros, Manuel Alegre poeta de "Nada está escrito", o seu último livro.
Resistiu a falar do PS mas a poesia puxou o assunto.

Disse que António José Seguro "está a fazer o que pode, mas em política é preciso realizar o impossível".
Peça aqui de Susana Barros.

Deixa entender, entre risos, que não acataria a disciplina de voto sobre o Pacto orçamental, que lhe custa "ver o país curvado perante a Troika" e que não tem saudades do Parlamento.

Nesta entrevista, Alegre cita Natália Correia "a poesia é para se comer" e diz o seu poema "Balada dos Aflitos". 

Boaventura à A1: "TC não quer fazer ondas"

Boaventura Sousa Santos, director do Centro de Estudos Sociais da Univ de Coimbra. 71 anos.
Uma entrevista que teve como pretexto o lançamento do Observatório das Crises e das Alternativas e o Dicionário das Crises e das Alternativas, lançado esta semana.

Em entrevista à Antena1, Boaventura Sousa Santos, considera que a Constituição está suspensa porque o Tribunal Constitucional prefere não fazer "muitas ondas", garantir a estabilidade, quando há direitos que estão absolutamente suspensos e o TC não faz nada.

Por isso, entende que vivemos uma democracia de muito baixa intensidade, praticamente suspensa

Boaventura entende que o  PS, até agora, não tinha grande hipótese de se desligar da política feita porque assino o memo da Troika, mas com um segundo resgate, tem uma ocasião de ouro para  dizer que NÃO!

Se pudesse também votaria NÃO ao pacto. Defende que Portugal devia negociar cláusulas de excepção por causa da emergência nacional, por exemplo uma moratória na dívida, durante um ano, entre outras.

Entende que esquerda europeia deve procurar alianças para derrotar o eixo franco-alemão. Os partidos de esquerda têm de se entender na Europa e com os outros países. Considera não haver nada de radical nisto.
Porque a Europa precisa de outras alianças. Se Hollande ganhar em França poderá fazer frente ao eixo. Até Paulo Rangel está de acordo com isto. Boaventura nota a tensão no governo entre Álvaro e Gaspar, educado pelo capital europeu.

Já se faz o discurso da saída da Grécia do euro, criando um sistema dual, em que uns têm Euro e outros as suas moedas. Até a Espanha também pode ser resgatada.

Por muito que custe a acreditar, um dos problemas deste momento é haver excesso de liquidez.

UGT ameaça rasgar acordo de Concertação

Ou cumpre o assinado, ou a UGT rompe o Acordo de Concertação Social que assinou com o Governo e Parceiros e que a CGTP não assinou.

João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.

Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.

Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A vontade do CDS de se abster na adenda socialista

Esta tarde, com a presença do PM, o parlamento discute o chamado pacto orçamental, o acordo que apenas 25 dos estados membros da União acordaram no início do ano.

O CDS, soube a Antena1, gostaria de se poder abster na adenda que os socialistas querem acrescentar ao Tratado, o PS pondera deixar cair a liberdade de voto para que acolha outras sensibilidades - Soares e Alegre votariam contra, se estivessem na AR, mas Galamba, Pedro Nuno Santos e Paulo Alves serão certamente 3 votos contrários ao voto a a favor dos socialistas.

A peça, na íntegra (e não editada com problemas do ponto de vista jornalístico e técnico, como passou esta manhã na rádio). Aqui.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

"Os Pedros fazem sempre falta na pauta...são os primeiros"

No final da visita, Pedro Passos Coelho insiste nas exportações portuguesas, perante uma plateia repleta de empresários em Maputo, a tentar conter os danos da entrevista à imprensa alemã.

Pedro Passos Coelho, o único Pedro na sala, esteve na instituição das Mães de Mavalange, com crianças mais necessitadas. Curioso, quis saber como estava a leitura das crianças e sobre o acordo ortográfico, comentou que "parece mais complicado do que é na verdade".
O nível da ajuda portuguesa a Moçambique manteve-se, apesar da crise.
Mas não é tudo que fica a saber, se ouvir a reportagem de Natália Carvalho.

Esta segunda-feira, ainda o acordo sobre a venda dos 15% da participação portuguesa em Cahora Bassa não estava fechado e a Antena1 já tinha os valores, através de fonte do Governo moçambicano contactada pela enviada especial Natália Carvalho. Para ouvir aqui.

Uma visita que teve o olhar de perto do Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira. Ambos discretos, certamente por razões diferentes.

"São razões de interesse nacional" diz PR

Ao justificar a promulgação da medida que impede o pedido de reformas antecipadas até 2014.

Cavaco Silva lembra os pareceres dos constitucionalistas que entendem que promulgar não siginifica concordar. O Presidente que afirmou "ter toda a informação" por parte do Governo, também disse que não lhe cabe a ele publicitar as medidas que o executivo toma.
Sem dizer, disse . 

"Discussão com pouco sentido", diz PR

Falar da suspensão dos subsídios de Natal e férias também em 2014. Aqui.

A política do parece mal, segundo o PM

A entrevista do Pedro Passos Coelho, a partir de Maputo, à RTP.
A justificação do deslizar do corte dos subsídios de Natal e de férias para 2015 aqui, ao contrário do que este governo sempre afirmou através de vários responsáveis governamentais.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Era mesmo preciso esconder a informação

Confirma o PM, Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas em Maputo, onde está em visita oficial para vender a participação portuguesa na hidroeléctrica de Cahora Bassa.

2 dias em Maputo para resolver Cahora Bassa

Pedro Passos Coelho, o PM, de visita oficial a Moçambique, com Cabora Bassa na agenda, com o acompanhamento da enviada especial da Antena1, Natália Carvalho.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.

Marcelo vs Seguro, agora sem resposta do líder

Marcelo Rebelo de Sousa ontem à noite na TVI diz que Seguro está à procura do inimigo externo.

E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.

Vai haver congresso extraordinário do PS?

Eurico de Figueiredo, antigo deputado, um dos rostos da crise académica de 1962, psiquiatra de formação, acha que é preciso. Para defender a democracia.

Escreveu uma carta aberta a António José Seguro e explicou, ouvido pela jornalista Isabel Moreira, as suas razões. Aqui.

sábado, 7 de abril de 2012

Olha que 3!

Costa, Santana e Carmona... os 3 no túnel do Marquês: reportagem de Lídia Cristo.

A próxima crise no PS está marcada para dia 12

E é por causa do Pacto Orçamental que será discutido esta 5ªfeira no parlamento, com duas propostas de referendo do PCP e do BE.
Seguro vai votar a favor do Pacto e contra o referendo, com o fundador Soares contra o Pacto e o quase fundador Alegre também contra.

Reportagem de Susana Barros.

Para memória futura: a crise no PS

A reunião (do Grupo Parlamentar do PS que durou 5 horas) foi fantástica, nas palavras de António José Seguro.

A reunião à porta fechada, aqui contada pela jornalista Susana Barros.

Reunião do Grupo Parlamentar que tinha como objectivo pôr um ponto final a críticas que se ouviram nesta semana como a de José Lello sobre Carlos Zorrinho.

Assis tentava ainda nessa tarde pôr água na fervura.

No dia anterior a esta reunião "fantástica", Carlos Zorrinho, líder parlamentar, lembrava na SIC Notícias que Isabel Moreira quebrou a disciplina de voto "uma segunda vez"
Isabel Moreira, a deputada independente, manifestou estranheza por eventuais sanções por ter votado contra as alterações ao Código Laboral. Basílio Horta, também independente, disse esperar que não haja sanções. E se sai da direcção da bancada como fez Pedro Nuno Santos, logo se vê.
Reportagem de Madelena Salema

"Havia a possibilidade de um Governo"

Há 25 anos, lembra Almeida Santos, com o PRD "nunca se chegou a falar de nomes", diz Hermínio Martinho à época presidente do PRD.

Foi a única moção de censura que fez cair um governo.
Almeida Santos e Hermínio Martinho cruzam memórias através da Antena1, nem sempre coincidentes.
Para ouvir aqui.

Até 2014 não há reformas antecipadas

A medida foi conhecida a meio da tarde de 5ªfeira (notícia trabalhada por Andreia Brito), apesar de estar aprovada há uma semana, em Conselho de Ministros, mas não constar do comunicado de 29 de março nem ter sido anunciada na conferência de imprensa que se seguiu.

Francisco Louçã, BE, considera uma decisão tomada "à socapa", e "matreira".

Para o STE, Sindicato dos Técnicos do Estado, Bettencourt Picanço diz ser inconstitucional, lembrando que os representantes dos trabalhadores não foram ouvidos.

Ana Avoila, da Frente Comum, diz que é a primeira vez que isto acontece: Governo e PR aprovaram esta lei "pela calada da noite".

Bagão Félix, no Conselho Superior da Antena1, diz compreender esta medida do Governo.

Relvas e Passos: afinal quem tem razão?

Miguel Relvas, o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, diz que não se passa nada, que Portugal vai regressar aos mercados a 23 de Setembro de 2013, como sempre esteve previsto.

Relvas reagia à entrevista que Pedro Passos Coelho Primeiro-Ministro (aqui tratada por Isabel Moreira) deu ao jornal alemão Die Welt, na qual reconhecia a possibilidade de Portugal não estar em condições para regressar aos mercados para o ano.

João Ribeiro, porta-voz do PS "agora o Governo vem dizer que já não tem a certeza?"

Se assim for (o afirmado pelo PM), "confirma-se o rumo do desastre", diz Jorge Cordeiro, PCP.

Reacções ao lapso de Gaspar

António José Seguro quer explicações do PM.

Francisco Louçã acusa o governo de devolver apenas uma semana de subsídio em 2015.

Octávio Teixeira, no Conselho Superior da Antena1, duvida que seja possível repor os subsídios em 2015.

Cavaco Silva, o PR, não se quis pronunciar sobre o tema dos cortes dos subsídios, quando foi à noite ver o filme do realizador Miguel Gomes "Tabu" (um tema que é caro ao Presidente, como é sabido), ainda antes de se saber do lapso do Ministro das Finanças, só tornado público no final do debate do Orçamento Rectificativo.

A questão dos corte dos subsídios de forma permanente foi colocada em Bruxelas, de manhã. Só à tarde é que o PM, em entrevista à RR, esclarecia (ver post anterior).

Esta semana, o Expresso fez as contas e diz que em 2015 apenas 10 ou 20%  em 2015 e 50% em 2016.

Reacções pré-lapso: Arménio Carlos CGTP, Bettencourt Picanço, STE e João Proença da UGT.

O lapso de Vítor Gaspar que não foi manchete

Foi na penúltima intervenção do Ministro de Estado e das Finanças durante o Debate do Orçamento Rectificativo.
Vítor Gaspar, demorou seis meses, depois da entrevista à RTP em Outubro, a reconhecer o lapso sobre o corte dos subsídios de Natal e de férias que afinal se entende até 2014, quando no discurso oficial e oficioso sempre se falou do corte dos subsídios em 2012 e 2013.
Reportagem de Madalena Salema.

As bancadas da maioria estiveram, ao longo deste Debate sobre o rectificativo, hirtas, de rosto fechado e abriram a boca de espanto quando Vítor Gaspar, só no final do debate, reconheceu o que disse ser um lapso, sobre o corte dos subsídios em 2014.
Nunca explicou como serão repostos em 2015. Nem mesmo a "reposição gradual" de que falou o PM em entrevista à Rádio Renascença à jornalista Raquel Abecassis, ou a distribuição dos subsídios em 12 vezes.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Promessa de Pedro Nuno Santos

Pedro Nuno Santos sai em defesa da independente Isabel Moreira.
O antigo vice-presidente que se demitiu esta semana por discordar das opções do líder em matéria de orçamento e código de trabalho, critica advertência feita à deputada independente pela direcção da bancada parlamentar. Lembra que a tradição no PS é de convivência com a opiniões diversas.

Apesar de ser contra promete no entanto cumprir a disciplina partidária no que toca ao Tratado Europeu que será votado na próxima semana.ouça aqui

Tribunal Constitucional chumba enriquecimento ilicito

terça-feira, 3 de abril de 2012

"Se fosse líder, provavelmente não faria"

A alteração de Estatutos que António José Seguro propôs e viu aprovada por quase 90% por cento na reunião da Comissão Nacional do PS na Guarda, diz Almeida Santos, presidente honorário do PS, em declaração exclusiva à Antena1.

Bruxelas preocupada com desemprego e quebra de exportações

Como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luís Ochôa. Diz a Comissão Europeia que é preciso consolidar as contas públicas e fazer reformas estruturais em Portugal. Aqui.

Para já só a Constituição impede

Diz Peter Weiss, chefe adjunto da missão da Troika em Portugal, em Bruxelas, sobre o corte definitivo dos 13º. e 14º. meses.

O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

"Ribeiro e Castro teve atitude deplorável" acusa Pires de Lima

António Pires de Lima, presidente do Conselho Nacional do CDS que se reuniu esta sexta-feira em Leiria, não perdoa o voto contra de Ribeiro e Castro nas alterações ao Código de Trabalho por causa do feriado do 1º. de Dezembro.

Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".

Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política

domingo, 1 de abril de 2012

PS exige desculpas públicas de Marcelo

Na Antena1, em directo no noticiário das 23h, João Ribeiro, porta voz do PS, questionado por Vater Medeiros, disse esperar por um pedido de desculpas de Marcelo Rebelo de Sousa aos socialistas e ao secretário-geral do PS.

Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.

O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.

As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.

A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.

O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.


Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.

Seguro: "Sinto um ponto de reforço"

António José Seguro sente que a sua liderança sai reforçada, depois da reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda.

O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
 Aqui.

Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.

Ouvir reportagem

sábado, 31 de março de 2012

Seguro... tranquilo

À entrada para a reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda, António José Seguro manifestou-se tranquilo, e desvalorizou o clima de divisão e critica internas.
Ouvir reportagem

Ps aprova estatutos mas há ameaça de impugnação

A Comissão Nacional do PS aprovou por larga maioria, na generalidade, as alterações aos estatutos propostas pela direcção do partido (por Susana Barros).
81% dos dirigentes votaram a favor, $% manifestaram-se contra e registaram-se 15% de abstenções.

Ainda assim há uma ameaça de impugnação destes resultados. Renato Sampaio e Isabel Santos, que contestam a legitimidade da Comissão Nacional para alterar os estatutos, abandonaram a reunião.
Ouvir reportagem

Ramos Preto, presidente da Conselho de Jurisdição, considera que a Comissão Nacional deste sábado, estava mandatada para alterar os estatutos. Aqui.

"Votar de acordo com a minha consciência, foi a ilacção política que tirei"

Diz Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, e militante desde a primeira hora, defendendo a manutenção do feriado do 1º. de Dezembro (1640, Restauração da Independência)

No Conselho Nacional do CDS, em Leiria, anunciado de véspera aos jornalistas, a decisão tomada foi a de remeter o Grupo Parlamentar a 'resolução' do caso Ribeiro e Castro, no voto contra sobre as alterações ao Código de Trabalho. Nuno Magalhães, líder parlamentar, considerou que Ribeiro e Castro teria de retirar ilacções políticas. Isto é convidou-o a demitir-se da presidência da Comissão de Educação.

Paulo Portas, o lider centrista, já veio dizer que não há sanções.
Reportagem de Ana Isabel Costa, Antena1 em Leiria.

Resolvidas também parecem estar as chamadas questões fracturantes (que um grupo de 12 conselheiros colocou ao CN), que têm sido votadas consoante a consciência de cada um. Como por exemplo, a procriação medicamente assistida, a adopção por casais do mesmo sexo ou as barrigas de aluguer.

"Deputados PS não devem colar-se ao PCP e ao BE"

Diz João Proença, lider da UGT, à margem da reunião da Comissão Nacional do PS, que decorre na Guarda, sobre a atitude de alguns deputados da bancada do PS na votação das alterações ao Códio de Trabalho.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.

Bloco central não pode fazer o relatório da CPI ao BPN

Honório Novo, deputado comunista, não quer os partidos que formam 2/3 dos votos a fazer o relatório do BPN.
Um, teve boa parte dos seus dirigentes e figuras mais proeminentes envolvidas no esquema BPN, outro, nacionalizou em parte, com os votos do primeiro e a anuência ultra rápida (apenas 3 dias para promulgar a nacionalização do banco) do PR.

O PCP está disponível para essa tarefa e quer ouvir todos os governantes envolvidos, antigos e actuais.
A conferência de imprensa no Parlamento por Madalena Salema.

Freguesias em manif para "ajudar à reflexão"

Na véspera da manifestação promovida pela ANAFRE, o Grupo Parlamentar PSD, em mais uma reunião com a associação que junta as mais de 4 mil freguesias de país, flexibiliza e apresenta um novo modelo.

Armando Vieira, presidente da ANAFRE, diz que a manifestação deste sábado faz-se na mesma porque "ajuda à reflexão", diz.

Reportagem de Natália Carvalho.

"O sr. PM está a ficar demasiado socrático!"

Foi a frase do debate quinzenal desta sexta-feira da autoria da deputada dos Verdes Heloísa Apolónia, que provocou sorrisos generalizados, até na bancada do Governo.

O tema que Pedro Passos Coelho escolheu foi o financiamento da economia e os pagamentos do Estado aos fornecedores. Mas a Lusoponte, e mais um pagamento à concessionária da ponte 25 Abril, voltou ao debate pela voz de Francisco Louçã.
Jerónimo de Sousa não deixou escapar o aumento do desemprego constante no relatório da Primavera do Banco de Potrtugal, (por Vítor Rodrigues Oliveira) aumento esse que o PM confirmou.
António José Seguro notou o distanciamento ideológico radical entre os dois partidos, PS e PSD, confirmando que no "PS o consenso europeu não é ditado por Berlim".

Reportagem de Madalena Salema.

A OPA sobre a Brisa, por Pedro Passos Coelho.

Código de Trabalho:um voto contra no CDS

A surpresa na votação de ontem das alterações ao Código de Trabalho surgiu na bancada do CDS com o voto contra de Ribeiro e Castro por não concordar com a eliminação do feriado do 1º de Dezembro.

Nuno Magalhães, o líder parlamentar, sugeriu que o deputado retirasse consequências políticas da decisão. Aqui.

Ribeiro e Castro desvalorizou. Aqui.

O parágrafo que foi ao ar...no PS

A declaração de voto que acompanhou a abstenção do PS nas alterações ao Código de Trabalho foi objeto de várias alterações até conseguir reunir 55 assinaturas (era este o número quando o texto foi entregue aos jornalistas durante a votação).
A versão final reforçou as críticas à proposta do governo e deixou cair o seguinte parágrafo:

"Os Deputados do Partido Socialista têm consciência que o Memorando de Entendimento, negociado em ciscunstâncias extraordinárias, obrigou o país a avançar para uma reforma da legislação laboral que encerra soluções normativas que, visando estimular a competitividade das empresas, implicam, nalguns casos, uma restrição no plano dos direitos dos trabalhadores."

À saída, Carlos Zorrinho reafirmou que, para a especialidade, o PS admite o voto favorável caso a maioria aceite as propostas socialistas. Mas na bancada já houve quem ameaçasse votar contra nessa altura (caso de Sérgio Sousa Pinto que não assinou a declaração de voto do grupo preferindo anunciar a entrega de um texto autónomo). Esta sexta-feira, só a independente Isabel Moreira furou a disciplina de voto. Mas não é difícil de prever que esta crise foi por agora apenas adiada.

Peça

sexta-feira, 30 de março de 2012

Japão em Belém

São jovens estudantes japoneses que vivem na zona costeira de Fukushima.
Vítimas do terramoto e do tsunami que abalou a região, estão de visita a Portugal, a convite de uma japonesa radicada há 30 anos em Lisboa.

Hoje visitaram o Presidente da República para lhe agradecer a solidariedade demonstrada pelo povo português na sequência da catastrofe.

Dançaram ao som da música dos samurais e a seguir tomaram chá, com Cavaco Silva, na varanda do Palácio de Belém.
Ouvir reportagem

 





Uma notícia na Madeira

Pela primeira vez, depois do 25 Abril, há um candidato diferente à liderança do PSD Madeira.
É Miguel Albuquerque, o presidente da Câmara do Funchal.
Uma notícia da Antena1 - Madeira.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Tensão no PS


Um comentário no Facebook de João Ribeiro, porta-voz do PS, reproduzido no DN - "Infelizmente, para defender o passado e honrar a assinatura de José Sócrates, temos que nos calar contra medidas inaceitáveis que constam do memorando de entendimento" - deu o mote para um dia muito agitado entre os socialistas.
Diz quem esteve na reunião do grupo parlamentar que esta foi uma das mais tensas dos últimos tempos. Por causa da disciplina de voto imposta para a abstenção, amanhã, nas alterações ao Código de Trabalho e das alterações aos estatutos. Por ordem dos acontecimentos:

- Carlos Zorrinho, a meio da reunião, faz declarações aos jornalistas confirmando a abstenção e a disciplina de voto para amanhã, admitindo acabar por votar favoravelmente caso o Governo aceite as propostas de alteração que o PS vai apresentar na especialidade. Para ouvir aqui.

- A independente Isabel Moreira anuncia que vai furar a disciplina de voto. Sérgio Sousa Pinto ameaça fazê-lo na votação final global. Peça aqui.

- Na reunião, a argumentação da direção para a abstenção é contestada. Francisco Assis sugere que se faça uma nova reunião à noite para dirimir os focos de tensão entre direção do partido e o grupo parlamentar. Jorge Lacão critica as alterações aos estatutos e é bastante aplaudido. Lembra que "por menos, se demitiu quando era líder parlamentar", o que foi entendido como um recado para Carlos Zorrinho. Peça  aqui.

(a proposta de alteração dos estatutos do PS que será discutida no sábado em reunião da comissão nacional pode ser consultada aqui.)

Ruas à Antena1: "Nunca teria deixado fugir o PS"

Fernando Ruas, 63 anos, Presidente da Associação Nacional de Municípios há 10 anos, Presidente da Câmara Municipal de Viseu há 22, já não se pode recandidatar.
A entrevista aqui. Notícia Expresso aqui.

Nesta entrevista à Antena1, diz que "nunca teria deixado fugir o PS" da reforma administrativa do território, "era preciso responsabilizá-lo".
Tal como disse Fernando Costa, o autarca das Caldas da Rainha no Congresso do PSD, era preciso que esta reforma fosse feita, desde o início, com o PS, e não o Governo sozinho.
Fernando Ruas considera que não havia necessidade de fazer uma reforma do poder local,
"em meu entender, não era!". 

Uma das razões é que comparativamente, em termos europeus, Portugal está na média,
"eu não tenho de estar de acordo com a Troika!"
O Estado não pode desaparecer do interior do país porque "é essencial para democratizar o investimento público".

O Presidente da ANMP conhece apenas a intenção de municípios situados no Interior Norte que têm a intenção de se fundir, mas não diz quais.

Na entrevista, Ruas explicita, até ao cêntimo, as dívidas das autarquias. Não chegam a 8 mil milhões de euros, a 31 de Dezembro de 2011. Longe dos 12 mil milhões que Relvas apresentou.

Em dia do Banco de Portugal divulgar o Boletim de Primavera

Vários dias num só:
. Dia Nacional do Doente com Artrite Reumatóide
. Dia Europeu dos Direitos do Doente
. Dia Mundial da Juventude
8h30 – Conselho de Ministros com o debate do Orçamento rectificativo
10h15 – O entrevistado de Maria Flor Pedroso, esta quinta-feira, na Antena 1,  é o Presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, Fernando Ruas. Directo. 

10h30 – Reunião do Grupo Parlamentar do PS
11h30 - O Presidente da República recebe, em audiência, a Direcção da Liga Portuguesa de Futebol Profissional
12h00 - O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, e o primeiro vice-presidente e coordenador da direcção do partido, Jorge Moreira da Silva, vão reunir-se com o grupo parlamentar social-democrata no Parlamento


15h00 – Plenário da Assembleia da República:
Projecto de Resolução (PSD) - Recomenda ao Governo a promoção de incentivos ao empreendedorismo jovem.
#### Projecto de Lei (PS) - Altera o Código Civil, estabelecendo um estatuto jurídico dos animais.
#### Projecto de Lei (BE) - Cria o programa de pequeno-almoço na escola.
#### Projecto de Lei(PEV) - Sobre a mesma matéria.
#### Projecto de Resolução I (PS) - Recomenda ao Governo que pondere a criação de instrumentos que garantam o acesso ao pequeno-almoço aos alunos mais carenciados do ensino obrigatório.
#### Projecto de Resolução (PSD e CDS-PP) - Recomenda ao Governo que pondere a criação de mecanismos que garantam o acesso a uma refeição matinal aos alunos cuja situação de carência lhes impede o acesso em casa.
#### Projecto de Lei (PCP) - Revoga o Decreto-Lei de 16 de Junho alargando o acesso e repondo critérios mais justos na atribuição dos apoios sociais.
15h30 - O Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, visita a Fundação Champalimaud
17h00 - O Presidente da República recebe o Primeiro-Ministro para a reunião semanal
18h00 -  Antigos Ministros das Finanças debatem o futuro do país, na Faculdade de Economia do Porto. Hoje Teixeira dos Santos, Jorge Braga de Macedo e Miguel Beleza.
Pergunta para debate: A União Europeia tem futuro no seu actual desenho?
20h00 - Vítor Bento na 33.ª conferência-jantar do Ciclo de conferências "Quintas na Quinta" Vítor Bento, economista, mestre em filosofia, presidente do Conselho de Administração da SIBS e Conselheiro de Estado. Foi director-geral do Tesouro, presidente da Junta de Credito Público e membro do Comité Monetário da União Europeia.
Lá fora:
Greve Geral em Espanha contra a Reforma Laboral
Em Bruxelas:
Divulgação de indicadores
- Inquérito às Empresas e aos Consumidores
- Indicador de Clima de Negócios para a zona Euro
No Luxemburgo:
 O Eurostat divulga sondagens de Março à Confiança dos Consumidores e dos Empresários
Em Paris:
A OCDE faz Avaliação intercalar da Perspectiva Económica
E é dia de Eleições legislativas no Irão

quarta-feira, 28 de março de 2012

"PS deve pensar duas vezes antes de votar"

O apelo de Arménio Carlos, líder da CGTP, à porta da Assembleia da República, enquanto se discutia as alterações ao Código de Trabalho no plenário.
Aqui.

Álvaro "devia ser despedido por inadaptação" diz Bloco

No debate sobre o Código de Trabalho esta tarde no Parlamento, a deputada bloquista Mariana Aiveca não fez a coisa por menos.
Reportagem aqui de Madalena Salema.

Hoje é dia de Código de Trabalho

As alterações previstas na proposta do Governo aqui contadas por Madalena Salema.

A abstenção do PS contada por Susana Barros aqui.

A opinião de António Monteiro Fernandes, ex-Secretário de Estado do Trabalho de António Guterres aqui.

A opinião de Julio Gomes, especialista em mercado laboral, aqui.

O chumbo do parecer de Mariana Aiveca na Comissão Parlamentar de Trabalho aqui.

terça-feira, 27 de março de 2012

"É uma pessoa boa demais" lê-se no Der Spiegel sobre Passos Coelho

Assim mesmo, em português, isto na versão em inglês do "Der Spiegel" on line.
Um artigo sobre a 'performance' portuguesa dos últimos anos com declarações de investigadores e jornalistas portugueses. Para ler aqui.

Incidentes na Assembleia Legislativa da Madeira

José Manuel Coelho foi expulso esta manhã. Tudo contado por João Carramanho aqui.

Freguesias saem satisfeitas de reunião com PSD

Depois de uma reunião com a Anafre, o líder parlamentar do PSD, Luis Montenegro, anunciou que os sociais-democratas vão apresentar na especialidade alterações à lei da reforma do poder local. Peça de Madalena Salema aqui.

Congresso PSD:o terceiro dia

- Discurso de Pedro Passos Coelho contado por Maria Flor Pedroso aqui.

- Reações :
  Carlos Zorrinho aqui.
  Nuno Melo CDS aqui.
  Armindo Miranda PCP aqui.
 

sábado, 24 de março de 2012

Congresso PSD:o segundo dia

- O incidente que levou Pedro Passos Coelho ao palco contado aqui por Maria Flor Pedroso.

- À margem, Miguel Macedo, Ministro da Administração Interna, falou dos distúrbios no Chiado no dia da greve geral. Peça de Natália Carvalho aqui.

- Foram poucas as alterações nos órgãos nacionais do PSD. Os nomes anunciados por Pedro Passos Coelho para a direção social-democrata são:

   Vice Presidentes: Jorge Moreira da Silva (1º vice vai coordenar a cpn e a atividade do partido), Pedro Pinto e Teresa Leal Coelho (novos), Nilza de Sena, Marco António Costa, Manuel Rodrigues.
    Secretário-Geral: José Matos Rosa (mantém-se)
    Comissão Nacional de Auditoria Financeira: José Luis Arnaut
    Mesa do Congresso: Fernando Ruas
    Conselho de Jurisdição: Calvão da Silva
    Conselho Nacional: Paulo Rangel, Diogo Leite Campos, Carlos Carreiras, Celso Ferreira,  Vitor Martins, Rui Manuel Silva, Paulo Batista Santos, Marcelo Nuno Pereira, José Hermano Machado, Manuel Castro Almeida.

- Os cortes salariais por Pedro Passos Coelho contado por Maria Flor Pedroso aqui.

- O discurso de Fernando Costa, presidente da câmara das Caldas da Rainha, a marcar a noite. Peça de Susana Barros aqui.

Congresso PSD:o primeiro dia



- Discurso de Pedro Passos Coelho na abertura do Congresso. Peça de Maria Flor Pedroso aqui.
- Comentário de Marcelo Rebelo de Sousa aqui.
- Alberto João Jardim : reação ao discurso, crítica à nomeação de Teixeira dos Santos para a PT
- Intervenção de José Pedro Aguiar-Branco aqui.

PSD e CDS vão avançar com inquérito parlamentar às PPP rodoviárias

O anuncio foi feito por Luis Montenegro, à margem dos trabalhos do Congresso do PSD, a decorrer em Lisboa.

O PSD e o  vão entregar na próxima semana uma proposta para a criação de uma comissão de inquérito parlamentar às parcerias publico-privadas rodoviárias renegociadas em 2010 pelo governo socialista.


Os social democratas querem avaliar se o interesse publico foi acautelado - justifica o lider do grupo parlamentar do PSD.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Carlos César quer Paulo Portas a negociar Base das Lages

O presidente do Governo Regional do Açores está preocupado com as consequências da saída anunciada dos norte americanos da Base das Lajes.
Carlos César espera maior empenhamento do Governo da República, nas negociações com as autoridades americanas, em concreto quer que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, assuma um papel mais activo.
Este foi um dos temas da audiência com o Presidente da República, np Palácio de Belém.
Ouvir reportagem

Sampaio à Antena1: "Não vamos ser hipócritas!"

Jorge Sampaio, o antigo Presidente da República,  em entrevista à Antena1, a propósito dos 50 anos da crise académica de 62.
Apesar de não se referir concretamente a questões de actualidade, o antigo presidente da República considerou que o seu partido, o PS, tem de arrumar o passado arquivá-lo depois de perceber o que correu bem e mal” porque“é errado dizer que foram 6 anos horrorosos”. O mais importante é saber qual a resposta da esquerda democrática sobre o Estado Social, quais as reformas do Capitalismo. O PS tem de programar novas ideias, abrir, chamar. Está a ser feito um esforço.

Sobre a forma como a instituição Presidência da República está a agir neste momento, mais uma vez o antigo Presidente da República fala no geral, mas vai dizendo que é necessário um Presidente que arbitre e modere e quanto mais cuidado isso for, melhor. Diz que não há nenhum poder em Portugal que goste da interferência do Presidente “não vamos ser hipócritas!”, diz Sampaio que não se refere ao que está,“mas ao que é preciso” .
 
“O estado de Direito mete águas em muitos sítios” diz Jorge Sampaio que anota a dureza da crise inicial, o que não é razão para desistir. “A democracia diz pouco a quem não tem emprego

Por isso, o antigo Presidente questiona-se sobre a necessidade de conciliar a diversidade cultural com a coesão. Se não há sentimento de pertença, “porque hei-de ir votar, se não me acontece nada”, comenta Jorge Sampaio.

Jorge Sampaio pede prudência para a reforma administrativa (do Ministro Miguel Relvas), é necessário ouvir as pessoas o que demora tempo, mas “nem todos os calendários têm de ser os daTroika”, mas atenção ao interior “não pode ficar um deserto”.

O esforço que a sociedade tem a fazer é evitar os excluídos que, reconhece Jorge Sampaio, são cada vez mais. Não é bom para nada haver mais postos à margem. 
E o abandono dos universitários hoje por falta de condições, vai afectar o futuro de Portugal. É mais um alerta do antigo Presidente 50 anos depois da crise de 62.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Também se reza no parlamento

Uma delegação de deputados da Câmara dos Comuns do Canadá, de visita a Portugal, esteve hoje na Assembleia da República.

Coube ao Presidente da Comissão Parlamentar da Economia receber a delegação. Campos Ferreira, do PSD, escolheu a sala de reuniões da Biblioteca e preparou uma breve síntese informativa sobre a situação económica em Portugal. Pensava o deputado que a audiência seria breve. Só não contava com o pedido do chefe da delegação canadiana: licença para dizer uma oração a agradecer a recepção. Seja, anuiu o deputado português, mal conseguindo esconder a surpresa. Mas, a história não termina aqui.

Terminada a oração, levanta-se um segundo elemento da delegação canadiana, pedindo, também ele, para dizer mais uma oração. E porque não há duas sem três, diz o dito popular português, Campos Ferreira ainda foi abençoado com uma terceira longa oração. Benzeram-se, ajoelharam-se, rezaram. A ladainha durou um quarto de hora. No fim, a paciência de Campos Ferreira, foi premiada com….maple syrup! Conhecido como xarope de ácer ou xarope de bordo é um melaço muito consumido no canadá.

Ao deputado português só resta mesmo, rezar para que a receita das panquecas seja um sucesso…
para comer frente à televisão, quando visionar o DVD da história, em português, de Maria Madalena que Campos Ferreira também recebeu de presente.

segunda-feira, 19 de março de 2012

"Oiça o povo!" ouviu Miguel Relvas que até o foi cumprimentar

Foi numa aula sobre a Reforma Administrativa, no Instituto de Ciências Sociais e Políticas em Lisboa, que um pequeno grupo de manifestantes gritou para o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Relvas fez questão de cumprimentar, tal como Pedro Passos Coelho já tinha feito, logo a seguir ao incidente "António Arroio" com o PR.

O Ministro criticou António José Seguro, lider socialista que tem-se manifestado contra esta reforma administrativa que o Governo quer fazer, e deixou a notícia: de que a Reforma da Lei Eleitoral "é a última" a fazer-se.
Reportagem de Madalena Salema. 

Miguel Relvas deixou novo número das dívidas das autarquias: 12 mil milhões de euros.

Vinho "Salazar" já chegou a Espanha

Através da correspondente Virginia Lopez do "El Mundo", os espanhóis ficam a saber da ideia do autarca de Santa Comba Dão.

Estaleiros de Viana: "há 20 anos que os trabalhadores querem parceiros estratégicos"

É o que diz António Barbosa, da Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros de Viana do Castelo, sobre o anúncio da privatização. Dentro de um mês será lançado um concurso internacional.

Esta manhã, em Viseu, o PM Pedro Passos Coelho afirmou que "desde o nosso mandato temos vindo a trabalhar (...) num mecanismo que nos permita uma injecção de capital (...) que o país continue a contar com uma empresa com estas características e com esta história". 

Paulo Portas preocupado com a Economia

Foi nos Açores, em visita como Ministros dos Negócios Estrangeiros, que o também líder do CDS, anunciou vistos especiais de permanência para investidores estrangeiros que possibilitem a criação de emprego e dinamismo na Economia, como conta a jornalista Luísa Couto da Antena1 Açores.

sábado, 17 de março de 2012

Primeira baixa no CDS

José Manuel Rodrigues, o rosto do CDS na Madeira, demitiu-se de vice-presidência da bancada parlamentar do CDS.
Ontem votou contra o aumento do IVA na região, quebrando a disciplina de voto. Por isso, entendeu demitir-se.

Rodrigues disse que a única pressão que recebeu foi para alterar o sentido de voto, em consciência considerava que não o podia fazer. Diz estar solidário com o governo. Aqui, ouvido por Mário Galego.

Uma divergência pontual, portanto, que o porta voz do CDS, João Almeida confirma aqui.

Caso Borges: O governo é que tem de resolver, diz Soares

Foi a noite passada, em Setúbal - em mais uma apresentação do livro "Um político assume-se", desta vez apresentado por Vítor Ramalho - que Mário Soares falou de um dos casos do dia. Quanto ao prefácio de Cavaco, o antigo Presidente não quebra a regra, diz "que não é ressentido".
Reportagem do correspondente da Antena1 em Setúbal Gualter Ribeiro.

Ainda sobre o caso António Borges, agora administrador não executivo do Jerónimo Martins e as funções que o Governo lhe atribuiu com consultor das privatizações na Parpública.
Ontem, Honório Novo do PCP, no parlamento, considerou que as duas coisas são incompatíveis porque se comprova a "promiscuidade de quem exerce cargos públicos e a defesa de interesses privados".

António Borges, numa conferência em Lisboa, não comentou a sua situação, mas diz que a baixa de salários em Portugal quase corresponde a uma desvalorização da moeda e "há quem queira investir umas massas valentes em Portugal".
Reportagem de Mário Rui Cardoso.

Costa à Antena1: "Qual o problema de Sócrates depor sobre o BPN?"

António Costa, em entrevista à Antena1 com o pretexto do livro "Caminho Aberto", editado esta semana, diz ter "recebido um cartão de António José Seguro a explicar que não pode estar presente e claro que foi convidado!"

Mas deixa um recado ao líder socialista recomenda que "o PS assuma o passado na sua totalidade" destes seis anos da governação Sócrates, dos quais Costa faz parte, sendo certo que "a História também se encarregará de depurar muita coisa."

Ainda sobre o passado, "(Sócrates) deve ir à Comissão Parlamentar de Inquérito, qual é o problema?"
E considera que é "interessante e útil" esclarecer tudo o que tem que ver com o BPN.

Defende, há anos, uma alteração do sistema eleitoral, mas "as máquinas do PS e do PSD não querem esta reforma."
Bem como insiste na Regionalização, como uma reforma essencial para desconcentrar a administração do Estado. Pelo caminho, critica a proposta de Miguel Relvas.

"Cavaco Silva tem fragilizado a sua posição no sistema e esperemos que nos próximos 4 anos recupere", considera o Presidente da Câmara de Lisboa.
Acredita que este Governo vai até ao fim da Legislatura, até porque tem o apoio do Presidente.

Nem zangado, nem cansado, com a vida política, diz-se disponível para o que vier.
Confessa que a iniciativa deste livro é um acto político que não é inocente, como nenhum acto político o é. E questionado sobre o lançamento de "Caminho Aberto" no dia 9 de Março (dia em que os PR tomam posse) para as livrarias, é uma coincidência, sublinhando que o dia foi escolhido pela editora.

Candidato a PR ou à liderança do PS? "O que tinha gostado muito era de ser Secretário de Estado dos Transportes!" António Costa não resiste e ri-se da nega que António Guterres lhe deu.

Nesta entrevista, António Costa questionado sobre se está à espera de algo que venha a acontecer – numa referência a uma eventual candidatura a Belém –, António Costa responde de forma pronta. “Não estou à espera. Este livro que publiquei demonstra que não tenho estado à espera. Em vinte anos tenho aproveitado cada minuto que tenho para fazer aquilo que posso fazer. É um dever de todos nós que estamos na vida política ir prestando contas do que fazemos”, sublinha.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Afinal são mais 50 autarquias que vão precisar de resgate

Durante 20 a 25 anos, estas 50 autarquias, que vão ter um plano de ajuda financeira - vão ficar com a sua acção fortemente condicionada, soube a Antena1, com a jornalista Madalena Salema.
Mas, ainda assim, não haverá asfixia financeira, isto é, câmaras paralisadas.

Costa à Antena1: "Teria gostado muito de ser Secretário de Estado dos Transportes"

António Costa, em entrevista à Antena1  com o pretexto do livro "Caminho Aberto", editado esta semana, diz ter "recebido um cartão de António José Seguro a explicar que não pode estar presente e claro que foi convidado!"

Mas deixa um recado ao líder socialista recomenda que "o PS assuma o passado na sua totalidade" destes seis anos da governação Sócrates, dos quais Costa faz parte, sendo certo que "a História também se encarregará de depurar muita coisa."

Ainda sobre o passado, "(Sócrates) deve ir à Comissão Parlamentar de Inquérito, qual é o problema?"
E considera que é "interessante e útil" esclarecer tudo o que tem que ver com o BPN.

Defende, há anos, uma alteração do sistema eleitoral, mas "as máquinas do PS e do PSD não querem esta reforma."
Bem como insiste na Regionalização, como uma reforma essencial para desconcentrar a administração do Estado. Pelo caminho, critica a proposta de Miguel Relvas.

"Cavaco Silva tem fragilizado a sua posição no sistema e esperemos que nos próximos 4 anos recupere", considera o Presidente da Câmara de Lisboa.
Acredita que este Governo vai até ao fim da Legislatura, até porque tem o apoio do Presidente.

Nem zangado, nem cansado, com a vida política, diz-se disponível para o que vier.
Confessa que a iniciativa deste livro é um acto político que não é inocente, como nenhum acto político o é. E questionado sobre o lançamento de "Caminho Aberto" no dia 9 de Março (dia em que os PR tomam posse) para as livrarias, é uma coincidência, sublinhando que o dia foi escolhido pela editora.

Candidato a PR ou à liderança do PS? "O que tinha gostado muito era de ser Secretário de Estado dos Transportes!" António Costa não resiste e ri-se da nega que António Guterres lhe deu.

Demitiu-se ou não? Depende das versões

Assunção Esteves, a PAR, deu um murro na mesa por causa da intransigência da maioria para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN ou do recuo dos socialistas depois de já se ter alcançado um consenso que, na noite passada, fez demorar três horas e meia a conferência de líderes.

Tudo contado pela jornalista Susana Barros.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Otelo insiste em novo 25 de Abril

Em Coimbra, numa conferência sobre o papel das Forças Armadas na defesa da República no Instituto Superior de Contabilidade, que o operacional do 25 de Abril afirma convicto a necessidade de recuperação da soberania.
Reportagem de Pedro Ribeiro.

A reacção do General Garcia Leandro: "Otelo vive fora da realidade (...) a grande pergunta é o que ele faz no dia dia 26 de Abril?

Meio mundo apareceu no livro de Costa

Mas não António José Seguro, líder do PS, que estava no Algarve a ver a a saúde em Portugal de perto, como conta a repórter Sílvia Mestrinho.

Mas voltemos a Lisboa e à apresentação do livro do presidente da câmara de Lisboa, na estação do Rossio, com Jaime Gama, que reapareceu, a comparar a narrativa de Costa com a de Obama no que ao "Caminho Aberto" diz respeito e com António Costa a querer colocar no seu cartão de visita a palavra político. Susana Barros conta aqui.