terça-feira, 10 de julho de 2012

Estado da Nação: não é brilhante, muito complicado, péssimo, desastre, em coma!

O debate dos antigos líderes parlamentares a propósito do Estado da Nação aqui.

A conclusão foi unânime e pouco animadora. Marques Mendes assinalou que o Estado da Nação "não é brilhante", Francisco Assis referiu ser um estado "muito complicado", o centrista Nogueira de Brito assinalou que "é péssimo", já o comunista Octávio Teixeira indicou ser um "desastre" e por fim, José Manuel Pureza sublinhou que se trata de um "estado de coma".

sexta-feira, 6 de julho de 2012

CDS com reservas aos cortes no privado

Nuno Magalhães disse, numa conferência de imprensa na AR destinada a criticar o pressupostos da decisão do Tribunal Constitucional, que tudo tinha de ser discutido.
O lider parlamentar do CDS não foi capaz de defender a ideia que Pedro Passos Coelho deixou ontem `a noite `a porta do Politeama: alargar o corte dos 13º. e 14º. meses aos privados, "essa questão vai ser discutida, mas nunca em pu´blico".

Nesta CI não ficou claro, apesar da questão ter sido colocada duas vezes, se o PM contactou Paulo Portas antes de fazer declarações no meio da rua, `a porta do Politeama na estreia de "Uma noite em casa de Ama´lia" de Filipe La Fe´ria. Uma declaração que, pelo que se vai percebendo em conversas de bastidores, apanhou todos de surpresa.
Para ouvir aqui.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Camarate, à décima será de vez?

A 10ª. para continuar a 9ª. Comissão Parlamentar de Inquérito ao Caso Camarate.
Acordo político entre PSD e CDS, mas os trabalhos só começam sem Setembro.
Peça de Natália Carvalho.

Esquerda unida vai ouvir os médicos no Parlamento

Ordem dos Médicos, sindicato Independente e FNAM ouvidos amanhã de manhã pelas 11h30 na AR, mas só pelos partidos à esquerda da maioria: PS, PCP, BE e Verdes.

PSD e CDS inviabilizaram a audição dos médicos na comissão parlamentar de Saúde.
Motivo: a greve agendada.

Peça de Célia de Sousa aqui.

Ferro Rodrigues: Balanço 15 anos RMG

A peça de Susana Barros aqui, que foi ouvida na manhã de ontem da Antena1.
Nem dois governos de direita, apesar das críticas, acabaram com o a ideia do Rendimento Mínimo Garantido, transformara-no em Rendimento Social de Inserção, diz Ferro Rodrigues que lamenta as alterações que foram feitas ao projecto nascido nos anos 90.

A entrevista a Eduardo Ferro Rodrigues, aqui.

Ainda o caso do Metro do Porto

Aqui por Rosa Azevedo que relembra declarações de Rui Rio à Antena1, em defesa de Álvaro Santos Pereira.

O Ministério da Economia desmetiu esta informação e Luís Filipe Menezes, contacto pela Antena1, não atendeu.

domingo, 1 de julho de 2012

Saiu ao colo da polícia

Protagonista: José Manuel Coelho, deputado regional pelo PTP, Partido Trabalhista Português.
Local: Madeira, Funchal.
Motivo: queria falar na cerimónia do Dia da Região Autónoma e não era permitido.
Para ver e ouvir aqui.

Alberto João Jardim continua a desafiar o Estado a fazer um referendo sobre a autonomia regional, caso não sejam consagrados mais poderes para a Madeira.

Feito à medida, reportagem...

... de Célia de Sousa com os olhos e os ouvidos voltados para aqueles que trabalham a pensar nos que têm necessidades diferentes dos outros.

Desde táxis adaptados a quem tem dificuldades motoras, até à roupa própria para quem passa o dia sentado numa cadeira de rodas. Os bolsos têm de ser noutro sítio, é preciso outras aberturas nas calças ou nas saias.
Também há brinquedos...diferentes para quem tem outras habilidades com as mãos e com a cabeça.

Vale a pena ouvir. Aqui.

sábado, 30 de junho de 2012

"Demita-se sr. Ministro que o país não pode mais com a sua incompetência!"

Foi o apelo lancinante que o Presidente da Câmara de Matosinhos Guilherme Pinto fez com António José Seguro ao lado no congresso da federação do PS Porto. Guilherme Pinto perdeu as eleições internas para José Luís Carneiro, apoiado por Seguro.

O ministro em causa é o da Economia, Álvaro Santos Pereira. O motivo é a nomeação da Metro do Porto, sem administração há mais de um ano.
Rui Rio, em declarações à Antena1, ao jornalista Nuno Moura Brás, acusa membros de governo de torpedearem a acção de Álvaro.

O líder do PS também exigiu explicações de Pedro Passos Coelho.

Alteramos as medidas ou as metas?

Pergunta João Almeida, porta-voz do CDS, depois de saber os números da execucução orçamental. Aqui.

Quanto ao PR, Cavaco Silva recomenda que o Governo fale com a Troika, reavalie, "um diálogo entre as partes e o resultado da apalicação do programa de ajustamento no nosso país".

Amado à A1: Vai ser preciso PS ao lado da maioria pelo sim num referendo europeu

A entrevista de Luís Amado à Antena1 esta semana aqui.

Aos 26'30'' diz que "não faz sentido agora falar agora em governos de coligação" com o PS.
Aos 29'15'' confirma que passado um ano sobre o final do Governo de Sócrates, "há tempos para tudo, não é um facto político relevante" não voltou a falar com o antigo PM, apesar de serem amigos.
Aos 30'30'' fala da reunião de Bilderberg onde esteve recentemente com Jorge Moreira da Silva e Pinto Balsemão.

Com o super ministro das Finanças europeu, o maior partido da oposição terá de estar ao lado do PSD e do CDS num referendo sobre a partilha de soberania que será inevitável. Amado considera que se vai entar num momento de tensão democrática.

As críticas do antigo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ao Governo de Pedro Passos Coelho por não ter grande iniciativa no cenário europeu.

Saúda a Itália e a Espanha por terem feito frente a Merkel "É possível", diz.
Nesse sentido, realça o papel de François Hollande no Pacto para o Crescimento.
Fundamental é ter mecanismos que permitam fazer baixar as taxas de juro.

Saúda Seguro pela forma como tem estado a fazer oposição, nomeadamente no pedido de mais tempo para o cumprimento do memo da Troika. "Cada um está a desempenhar o seu papel e bem, não creio que estejam combinados".

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Álvaro mal recebido na Covilhã...

...como há muito tempo não se via na por estas bandas, assinala o correspondente da Antena1 na Covilhã, Paulo Brás.
A ideia do Ministro da Economia era reunir-se com empresários locais. E assim foi, mas à saída, trancou as portas do carro e seguiu viagem. E nada disse.

Desta vez, foi de vez!

Os três juízes eleitos para o Tribunal Constitucional... ouvidos na 1ª.comissão por Célia de Sousa.

A lista única com os três nomes propostos por PS, PSD e CDS foi eleita com os votos de 156 deputados,
um pouco acima dos 2/3 (153 deputados) que esta eleição exige.
Votaram 207 deputados, houve 39 votos brancos e 12 nulos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Só no sec.XXI o PCP viu uma Moção de Censura votada

A primeira vez que uma Moção de Censura do PCP foi votada aconteceu em 2003, contra o Governo Durão/Portas. Antes, houve mais moções apresentadas pelos comunistas - e por outros partidos, claro - mas, a única que foi a votos, e chumbou claro, foi a de 2003.

Nota curiosa: Só o primeiro Governo de António Guterres (1995-1999) não teve qualquer moção de qualquer partido. No segundo Governo do agora Alto Representante da ONU para os Refugiados, todos os partidos apresentaram, excepto o PCP.

Tudo aqui contado num trabalho da jornalista Madalena Salema.

O resumo do debate parlamentar está aqui, por Madalena Salema.

Governo Passos/Portas um ano depois, sem perguntas

O que se discutiu nesta reunião informal do Conselho de Ministros, num trabalho da jornalista Natália Carvalho. Essencial perceber como colmatar a falha do défice e a saúde da cologação.

Passos Coelho esclarece que não há outra maneira de resolver a crise sem recorrer a medidas restritivas. Ainda assim faz balanço positivo. Numa declaração no Palácio da Ajuda, ao lado de Paulo Portas, sem direito a perguntas.

domingo, 24 de junho de 2012

De novo em Guimarães, apupos para o PR

Cavaco Silva, com a medalha de ouro da cidade de Guimarães, capital da cultura, a não se livrar dos apupos aqui contados pela jornalista Graça Rocha. O PR reafirmou a importância das indústrias criativas.

Em Castro Daire, novos apupos, por causa do encerramento de serviços públicos. Aqui por Tiago Contreiras.

Jerónimo à A1: "PS já nem segura as bandeiras de esquerda"

Jerónimo de Sousa nesta entrevista à Antena1, (pode ser vista aqui) confessa que vai receber subsídio de férias, não como deputado, mas como operário metalúrico, do sector privado. Como é sabido, os eleitos comunistas não são nem beneficiados nem prejudicados. São remunerados tal como seriam na sua vida antes da eleição.

sobre PS e Moção de Censura
Jerónimo de Sousa reconhece que teria importância política o voto favorável do PS à moção de censura, só que para o líder comunista, o PS insiste em ter o compromisso com o acordo e "quer dar um ar de oposição".

Nesta entrevista à Antena1, Jerónimo de Sousa reage pela primeira vez ao anúncio de abstenção dos socialistas. "A primeira reacção de Seguro é que isto é contra mim!". Jerónimo não percebe o incómodo para o PS.

Aconselha o PS a rasgar o acordo - tal como disse Soares - e aí era fácil o entendimento
com o PCP. O problema para o PCP é que o PS defende política de Direita. Porque, para Jerónimo de Sousa, o PS já nem segura as bandeiras da Esquerda "já nem isso o PS é capaz de fazer".
Mas agora "não peçam ao PCP para abdicar dos príncipios em nome da convergência das Esquerdas".

Sobre Cavaco e Código Laboral
Cavaco justificou o não envia do Código laboral para o TC, entre outras razões,
porque apenas 15% da oposição esteve contra. Jerónimo lembra que no Estatuto dos Açores houve unanimidade na AR (a favor) e ele vetou: tenhamos bom senso", pede o líder do PCP ao PR que acusa de ter feito tábua rasa da Constituição, não cumprindo o juramento que fez ao povo.
Com esta decisão, o PR clarificou o seu apoio a esta política de Direita.
Como se pode preocupar com o desemprego e não questionar este código?

Sobre PCP
Há congresso do PCP no último trimestre deste ano.
Jerónimo de Sousa está disponível para continuar secretário geral "haja vida e saúde!" , diz.

PSD em Sintra...sem queijadas


Fernando Seara, o anfitrião, bem prometeu queijadas mas...nem uma para amostra. Carlos Carreiras deu nota disso numa picardia bem-disposta entre os dois Presidentes de Câmara. Para ouvir aqui.


Na Convenção Autárquica da distrital do PSD-Lisboa, que decorreu no sábado no Centro Cultural Olga Cadaval, foram vários os apelos à candidatura de Fernando Seara à Câmara de Lisboa.

Seara não abriu o jogo numa manhã marcada tambem pelas críticas de Carlos Carreiras aos ministros independentes. "O governo tem de de começar a agir de forma diferente com as autarquias", defendeu o Presidente da Câmara de Cascais. Para ouvir aqui.


À tarde, Jorge Moreira da Silva anunciou que o PSD terá uma carta de princípios para as eleições do próximo ano. Aqui.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Caso Relvas/Público:3-2

Com os votos a favor de Carlos Magno (Presidente), Raquel Alexandra e Luisa Roseira (indicadas pelo PSD) e os votos contra de Alberto Arons de Carvalho e Rui Gomes (indicados pelo PS), a ERC aprovou ontem a deliberação que iliba o Ministro Miguel Relvas de "pressões ilícitas" sobre o jornal Público e a jornalista Maria José Oliveira.

Foto ERC
De acordo com o Conselho Regulador "em concreto, não se comprovaram as denúncias de que o ministro tenha ameaçado promover um blackout informativo de todo o Governo em relação ao jornal e divulgar na Internet um dado da vida privada da jornalista.
O Conselho Regulador assinalou ainda que a atuação do ministro nos telefonemas trocados com responsáveis editoriais do Público, usando de um tom exaltado e ameaçando deixar de falar pessoalmente com o jornal, poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional, ainda que não caiba à ERC pronunciar-se sobre esse juízo."

A deliberação pode ser consultada aqui.
A declaração de voto de Arons de Carvalho pode ser lida aqui.
Miguel Relvas, ontem à tarde, antes de ler o relatório, tranquilo aqui.

Inês de Medeiros anuncia que PS quer ouvir de novo o Ministro na AR aqui.
Francisca Almeida, PSD, anunciou que maioria chumbará o requerimento aqui.

Moção de censura: PS anuncia abstenção

A moção de censura do PCP e a situação europeia marcaram a reunião de ontem da comissão política do PS com Carlos Zorrinho, no final, a anunciar aos jornalistas aquilo que António José Seguro vinha dando a entender desde a semana passada: a abstenção do PS.

Peça aqui.