A entrevista de Luís Amado à Antena1 esta semana aqui.
Aos 26'30'' diz que "não faz sentido agora falar agora em governos de coligação" com o PS.
Aos 29'15'' confirma que passado um ano sobre o final do Governo de Sócrates, "há tempos para tudo, não é um facto político relevante" não voltou a falar com o antigo PM, apesar de serem amigos.
Aos 30'30'' fala da reunião de Bilderberg onde esteve recentemente com Jorge Moreira da Silva e Pinto Balsemão.
Com o super ministro das Finanças europeu, o maior partido da oposição terá de estar ao lado do PSD e do CDS num referendo sobre a partilha de soberania que será inevitável. Amado considera que se vai entar num momento de tensão democrática.
As críticas do antigo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ao Governo de Pedro Passos Coelho por não ter grande iniciativa no cenário europeu.
Saúda a Itália e a Espanha por terem feito frente a Merkel "É possível", diz.
Nesse sentido, realça o papel de François Hollande no Pacto para o Crescimento.
Fundamental é ter mecanismos que permitam fazer baixar as taxas de juro.
Saúda Seguro pela forma como tem estado a fazer oposição, nomeadamente no pedido de mais tempo para o cumprimento do memo da Troika. "Cada um está a desempenhar o seu papel e bem, não creio que estejam combinados".
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Álvaro mal recebido na Covilhã...
...como há muito tempo não se via na por estas bandas, assinala o correspondente da Antena1 na Covilhã, Paulo Brás.
A ideia do Ministro da Economia era reunir-se com empresários locais. E assim foi, mas à saída, trancou as portas do carro e seguiu viagem. E nada disse.
A ideia do Ministro da Economia era reunir-se com empresários locais. E assim foi, mas à saída, trancou as portas do carro e seguiu viagem. E nada disse.
Desta vez, foi de vez!
Os três juízes eleitos para o Tribunal Constitucional... ouvidos na 1ª.comissão por Célia de Sousa.
A lista única com os três nomes propostos por PS, PSD e CDS foi eleita com os votos de 156 deputados,
um pouco acima dos 2/3 (153 deputados) que esta eleição exige.
Votaram 207 deputados, houve 39 votos brancos e 12 nulos.
A lista única com os três nomes propostos por PS, PSD e CDS foi eleita com os votos de 156 deputados,
um pouco acima dos 2/3 (153 deputados) que esta eleição exige.
Votaram 207 deputados, houve 39 votos brancos e 12 nulos.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Só no sec.XXI o PCP viu uma Moção de Censura votada
A primeira vez que uma Moção de Censura do PCP foi votada aconteceu em 2003, contra o Governo Durão/Portas. Antes, houve mais moções apresentadas pelos comunistas - e por outros partidos, claro - mas, a única que foi a votos, e chumbou claro, foi a de 2003.
Nota curiosa: Só o primeiro Governo de António Guterres (1995-1999) não teve qualquer moção de qualquer partido. No segundo Governo do agora Alto Representante da ONU para os Refugiados, todos os partidos apresentaram, excepto o PCP.
Tudo aqui contado num trabalho da jornalista Madalena Salema.
O resumo do debate parlamentar está aqui, por Madalena Salema.
Nota curiosa: Só o primeiro Governo de António Guterres (1995-1999) não teve qualquer moção de qualquer partido. No segundo Governo do agora Alto Representante da ONU para os Refugiados, todos os partidos apresentaram, excepto o PCP.
Tudo aqui contado num trabalho da jornalista Madalena Salema.
O resumo do debate parlamentar está aqui, por Madalena Salema.
Governo Passos/Portas um ano depois, sem perguntas
O que se discutiu nesta reunião informal do Conselho de Ministros, num trabalho da jornalista Natália Carvalho. Essencial perceber como colmatar a falha do défice e a saúde da cologação.
Passos Coelho esclarece que não há outra maneira de resolver a crise sem recorrer a medidas restritivas. Ainda assim faz balanço positivo. Numa declaração no Palácio da Ajuda, ao lado de Paulo Portas, sem direito a perguntas.
Passos Coelho esclarece que não há outra maneira de resolver a crise sem recorrer a medidas restritivas. Ainda assim faz balanço positivo. Numa declaração no Palácio da Ajuda, ao lado de Paulo Portas, sem direito a perguntas.
domingo, 24 de junho de 2012
De novo em Guimarães, apupos para o PR
Cavaco Silva, com a medalha de ouro da cidade de Guimarães, capital da cultura, a não se livrar dos apupos aqui contados pela jornalista Graça Rocha. O PR reafirmou a importância das indústrias criativas.
Em Castro Daire, novos apupos, por causa do encerramento de serviços públicos. Aqui por Tiago Contreiras.
Em Castro Daire, novos apupos, por causa do encerramento de serviços públicos. Aqui por Tiago Contreiras.
Jerónimo à A1: "PS já nem segura as bandeiras de esquerda"
Jerónimo de Sousa nesta entrevista à Antena1, (pode ser vista aqui) confessa que vai receber subsídio de férias, não como deputado, mas como operário metalúrico, do sector privado. Como é sabido, os eleitos comunistas não são nem beneficiados nem prejudicados. São remunerados tal como seriam na sua vida antes da eleição.
sobre PS e Moção de Censura
Jerónimo de Sousa reconhece que teria importância política o voto favorável do PS à moção de censura, só que para o líder comunista, o PS insiste em ter o compromisso com o acordo e "quer dar um ar de oposição".
Nesta entrevista à Antena1, Jerónimo de Sousa reage pela primeira vez ao anúncio de abstenção dos socialistas. "A primeira reacção de Seguro é que isto é contra mim!". Jerónimo não percebe o incómodo para o PS.
Aconselha o PS a rasgar o acordo - tal como disse Soares - e aí era fácil o entendimento
com o PCP. O problema para o PCP é que o PS defende política de Direita. Porque, para Jerónimo de Sousa, o PS já nem segura as bandeiras da Esquerda "já nem isso o PS é capaz de fazer".
Mas agora "não peçam ao PCP para abdicar dos príncipios em nome da convergência das Esquerdas".
Sobre Cavaco e Código Laboral
Cavaco justificou o não envia do Código laboral para o TC, entre outras razões,
porque apenas 15% da oposição esteve contra. Jerónimo lembra que no Estatuto dos Açores houve unanimidade na AR (a favor) e ele vetou: tenhamos bom senso", pede o líder do PCP ao PR que acusa de ter feito tábua rasa da Constituição, não cumprindo o juramento que fez ao povo.
Com esta decisão, o PR clarificou o seu apoio a esta política de Direita.
Como se pode preocupar com o desemprego e não questionar este código?
Sobre PCP
Há congresso do PCP no último trimestre deste ano.
Jerónimo de Sousa está disponível para continuar secretário geral "haja vida e saúde!" , diz.
sobre PS e Moção de Censura
Jerónimo de Sousa reconhece que teria importância política o voto favorável do PS à moção de censura, só que para o líder comunista, o PS insiste em ter o compromisso com o acordo e "quer dar um ar de oposição".
Nesta entrevista à Antena1, Jerónimo de Sousa reage pela primeira vez ao anúncio de abstenção dos socialistas. "A primeira reacção de Seguro é que isto é contra mim!". Jerónimo não percebe o incómodo para o PS.
Aconselha o PS a rasgar o acordo - tal como disse Soares - e aí era fácil o entendimento
com o PCP. O problema para o PCP é que o PS defende política de Direita. Porque, para Jerónimo de Sousa, o PS já nem segura as bandeiras da Esquerda "já nem isso o PS é capaz de fazer".
Mas agora "não peçam ao PCP para abdicar dos príncipios em nome da convergência das Esquerdas".
Sobre Cavaco e Código Laboral
Cavaco justificou o não envia do Código laboral para o TC, entre outras razões,
porque apenas 15% da oposição esteve contra. Jerónimo lembra que no Estatuto dos Açores houve unanimidade na AR (a favor) e ele vetou: tenhamos bom senso", pede o líder do PCP ao PR que acusa de ter feito tábua rasa da Constituição, não cumprindo o juramento que fez ao povo.
Com esta decisão, o PR clarificou o seu apoio a esta política de Direita.
Como se pode preocupar com o desemprego e não questionar este código?
Sobre PCP
Há congresso do PCP no último trimestre deste ano.
Jerónimo de Sousa está disponível para continuar secretário geral "haja vida e saúde!" , diz.
PSD em Sintra...sem queijadas
Fernando Seara, o anfitrião, bem prometeu queijadas mas...nem uma para amostra. Carlos Carreiras deu nota disso numa picardia bem-disposta entre os dois Presidentes de Câmara. Para ouvir aqui.

Na Convenção Autárquica da distrital do PSD-Lisboa, que decorreu no sábado no Centro Cultural Olga Cadaval, foram vários os apelos à candidatura de Fernando Seara à Câmara de Lisboa.
Seara não abriu o jogo numa manhã marcada tambem pelas críticas de Carlos Carreiras aos ministros independentes. "O governo tem de de começar a agir de forma diferente com as autarquias", defendeu o Presidente da Câmara de Cascais. Para ouvir aqui.
À tarde, Jorge Moreira da Silva anunciou que o PSD terá uma carta de princípios para as eleições do próximo ano. Aqui.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Caso Relvas/Público:3-2
Com os votos a favor de Carlos Magno (Presidente), Raquel Alexandra e Luisa Roseira (indicadas pelo PSD) e os votos contra de Alberto Arons de Carvalho e Rui Gomes (indicados pelo PS), a ERC aprovou ontem a deliberação que iliba o Ministro Miguel Relvas de "pressões ilícitas" sobre o jornal Público e a jornalista Maria José Oliveira.
De acordo com o Conselho Regulador "em concreto, não se comprovaram as denúncias de que o ministro tenha ameaçado promover um blackout informativo de todo o Governo em relação ao jornal e divulgar na Internet um dado da vida privada da jornalista.
O Conselho Regulador assinalou ainda que a atuação do ministro nos telefonemas trocados com responsáveis editoriais do Público, usando de um tom exaltado e ameaçando deixar de falar pessoalmente com o jornal, poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional, ainda que não caiba à ERC pronunciar-se sobre esse juízo."
A deliberação pode ser consultada aqui.
A declaração de voto de Arons de Carvalho pode ser lida aqui.
Miguel Relvas, ontem à tarde, antes de ler o relatório, tranquilo aqui.
Inês de Medeiros anuncia que PS quer ouvir de novo o Ministro na AR aqui.
Francisca Almeida, PSD, anunciou que maioria chumbará o requerimento aqui.
![]() |
| Foto ERC |
O Conselho Regulador assinalou ainda que a atuação do ministro nos telefonemas trocados com responsáveis editoriais do Público, usando de um tom exaltado e ameaçando deixar de falar pessoalmente com o jornal, poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional, ainda que não caiba à ERC pronunciar-se sobre esse juízo."
A deliberação pode ser consultada aqui.
A declaração de voto de Arons de Carvalho pode ser lida aqui.
Miguel Relvas, ontem à tarde, antes de ler o relatório, tranquilo aqui.
Inês de Medeiros anuncia que PS quer ouvir de novo o Ministro na AR aqui.
Francisca Almeida, PSD, anunciou que maioria chumbará o requerimento aqui.
Moção de censura: PS anuncia abstenção
A moção de censura do PCP e a situação europeia marcaram a reunião de ontem da comissão política do PS com Carlos Zorrinho, no final, a anunciar aos jornalistas aquilo que António José Seguro vinha dando a entender desde a semana passada: a abstenção do PS.
Peça aqui.
Peça aqui.
terça-feira, 19 de junho de 2012
"O poder burocrático está subordinado ao poder democrático", avisa Assunção Esteves
Foi na tomada de posse do novo Secretário-Geral da Assembleia da República.
Cerimónia, esta tarde, assim contada pela Agência Lusa:
"O procurador-geral adjunto João Manuel Cabral Tavares tomou hoje posse como secretário-geral da Assembleia da República, “desafio” que disse aceitar com “convicção” e “responsabilidade”.
João Manuel Cabral Tavares foi hoje empossado no novo cargo pela presidente
da Assembleia da República, numa cerimónia que decorreu no Salão Nobre do
Parlamento e que contou com a presença dos líderes parlamentares e de
personalidades como o procurador-geral da República, Fernando Pinto
Monteiro.
Após tomar posse, num curto discurso, João Manuel Cabral Tavares lembrou que a Constituição da República determina que para um “exercício livre” do mandato, devem ser garantidas aos deputados “condições adequadas ao eficaz exercício das suas funções”.
“Liberdade e eficácia, portanto. Da liberdade será cada senhor deputado o seu próprio sobreano. Quanto à eficácia, competir-me-á enquanto secretário-geral (…) assegurar que, relativamente aos senhores deputados, sejam devidamente cumpridos pelos serviços os deveres de assessoria técnica e administrativa”, afirmou.
O magistrado acrescentou que no exercício deste cargo se regerá pela “vinculação a critérios de legalidade e objetividade”, tendo em atenção a “interpelante diversidade da assembleia parlamentar” e a “imperativa economia de meios nos tempos difíceis” atuais.
“É com convicção e responsabilidade que aceito o desafio”, concluiu.
Antes, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, tinha afirmado que José Manuel Cabral Tavares tem pela frente um “trabalho intenso”.
“Sendo um trabalho que não é político, que se distingue por natureza do trabalho politico, articula-se todos os dias com ele”, sublinhou.
“Esta articulação deve ter cada dia o empenhamento de todos e ser feita no sentido da maior lealdade e da maior eficácia, segundo um princípio que nunca é demais sublinhar: o poder é o poder democrático e o poder burocrático está subordinado ao poder democrático”, acrescentou.
João Manuel Cabral Tavares sucedeu à juíza conselheira Adelina de Sá Carvalho, que abandonou a secretaria-geral da Assembleia da República por ter atingido o limite de idade, após 13 anos no cargo.
O secretário-geral "superintende em todos os serviços da Assembleia da República e coordena-os, submetendo a despacho do presidente da Assembleia da República os assuntos cuja decisão não esteja no âmbito da sua competência", segundo a Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República. MP "
Cerimónia, esta tarde, assim contada pela Agência Lusa:
"O procurador-geral adjunto João Manuel Cabral Tavares tomou hoje posse como secretário-geral da Assembleia da República, “desafio” que disse aceitar com “convicção” e “responsabilidade”.
![]() |
| O novo Secretário-Geral da AR |
Após tomar posse, num curto discurso, João Manuel Cabral Tavares lembrou que a Constituição da República determina que para um “exercício livre” do mandato, devem ser garantidas aos deputados “condições adequadas ao eficaz exercício das suas funções”.
“Liberdade e eficácia, portanto. Da liberdade será cada senhor deputado o seu próprio sobreano. Quanto à eficácia, competir-me-á enquanto secretário-geral (…) assegurar que, relativamente aos senhores deputados, sejam devidamente cumpridos pelos serviços os deveres de assessoria técnica e administrativa”, afirmou.
O magistrado acrescentou que no exercício deste cargo se regerá pela “vinculação a critérios de legalidade e objetividade”, tendo em atenção a “interpelante diversidade da assembleia parlamentar” e a “imperativa economia de meios nos tempos difíceis” atuais.
“É com convicção e responsabilidade que aceito o desafio”, concluiu.
Antes, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, tinha afirmado que José Manuel Cabral Tavares tem pela frente um “trabalho intenso”.
“Sendo um trabalho que não é político, que se distingue por natureza do trabalho politico, articula-se todos os dias com ele”, sublinhou.
“Esta articulação deve ter cada dia o empenhamento de todos e ser feita no sentido da maior lealdade e da maior eficácia, segundo um princípio que nunca é demais sublinhar: o poder é o poder democrático e o poder burocrático está subordinado ao poder democrático”, acrescentou.
João Manuel Cabral Tavares sucedeu à juíza conselheira Adelina de Sá Carvalho, que abandonou a secretaria-geral da Assembleia da República por ter atingido o limite de idade, após 13 anos no cargo.
O secretário-geral "superintende em todos os serviços da Assembleia da República e coordena-os, submetendo a despacho do presidente da Assembleia da República os assuntos cuja decisão não esteja no âmbito da sua competência", segundo a Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República. MP "
Faça-se de novo
A solução para este caso foi decidida na conferência de líderes desta manhã. PSD e PS terão agora de apresentar um novo projeto que não ponha em causa os limites dos concelhos de Lisboa e de Loures...
Os líderes parlamentares confirmaram tambem para dia 29 a eleição dos novos juízes do Tribunal Constitucional. Até sexta-feira, deverá ser entregue a nova lista.
Dos agendamentos, destaque para o debate das alterações ao código penal, código de processo penal e código de execução de penas marcado para dia 12 de Julho.
Peça aqui.
Os líderes parlamentares confirmaram tambem para dia 29 a eleição dos novos juízes do Tribunal Constitucional. Até sexta-feira, deverá ser entregue a nova lista.
Dos agendamentos, destaque para o debate das alterações ao código penal, código de processo penal e código de execução de penas marcado para dia 12 de Julho.
Peça aqui.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Cavaco promulga alterações ao Código de Trabalho...
Grécia vista de Lisboa
![]() |
| in humor indignado 99% |
Em conferência de imprensa, esta manhã, Francisco Louçã considerou que os resultados gregos são uma lição para a Europa e um recado para António José Seguro...Peça de Madalena Salema aqui.
No Largo do Rato, António José Seguro convidou os embaixadores dos países da União Europeia para um almoço. Só um faltou: Grécia. Peça de Susana Barros aqui
João Almeida, CDS-PP, mostrou-se satisfeito com os resultados na Grécia. Aqui.
domingo, 17 de junho de 2012
PS/Porto: José Luis Carneiro vence Federação
![]() |
| José Luis Carneiro, novo líder PS/Porto |
Porto: José Luis Carneiro (59% dos votos) venceu Guilherme Pinto (41% dos votos).
Restantes resultados das eleições que decorreram ontem nas federações socialistas:
Braga: Fernando Moniz, único candidato, foi eleito.
Coimbra: Pedro Coimbra (55% dos votos-resultados provisórios) venceu Mário Ruivo.
Viseu: João Azevedo, único candidato, foi reeleito.
Assobios para Cavaco Silva
sábado, 16 de junho de 2012
Federações PS: Primeiros resultados
Resultados das eleições realizadas ontem nas Federações do PS:
Aveiro: Pedro Nuno Santos (65% dos votos) venceu Helena Terra (35% dos votos).
Beja: Pedro do Carmo (428 votos) venceu Hélder Guerreiro (382 votos).
Bragança: Jorge Gomes (497 votos) venceu Américo Pereira (352).
Castelo Branco: Joaquim Morão, único candidato, reeleito.
Évora: José Bravo Nico, único candidato, eleito.
Leiria: João Paulo Pedrosa venceu Fernando Lopes.
Lisboa: Marcos Perestrello, único candidato, reeleito.
Oeste: Rui Prudêncio, único candidato, reeleito.
Portalegre : Luis Testa (267 votos) venceu Jorge Martins (232 votos).
Santarém: António Gameiro, único candidato, eleito.
Setúbal : Madalena Alves Pereira (1501 votos) venceu Eduardo Cabrita (836 votos).
Viana do Castelo: José Manuel Carpinteira, único candidato, reeleito.
Vila Real: Rui Santos, único candidato, reeleito.
Aveiro: Pedro Nuno Santos (65% dos votos) venceu Helena Terra (35% dos votos).
Beja: Pedro do Carmo (428 votos) venceu Hélder Guerreiro (382 votos).
Bragança: Jorge Gomes (497 votos) venceu Américo Pereira (352).
Castelo Branco: Joaquim Morão, único candidato, reeleito.
Évora: José Bravo Nico, único candidato, eleito.
Leiria: João Paulo Pedrosa venceu Fernando Lopes.
Lisboa: Marcos Perestrello, único candidato, reeleito.
Oeste: Rui Prudêncio, único candidato, reeleito.
Portalegre : Luis Testa (267 votos) venceu Jorge Martins (232 votos).
Santarém: António Gameiro, único candidato, eleito.
Setúbal : Madalena Alves Pereira (1501 votos) venceu Eduardo Cabrita (836 votos).
Viana do Castelo: José Manuel Carpinteira, único candidato, reeleito.
Vila Real: Rui Santos, único candidato, reeleito.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
É o que dá... legislar à pressa
PS e PSD enganáram-se há 15 dias a votar, numa das dezenas de votações na generalidade, especialidade e votação final global, da fusão das freguesias de Lisboa.
O mapa dos limites dos concelhos de Lisboa e de Loures estava mal.
Como esta discussão e votação foi feita a mata-cavalos, não chegou sequer a passar pela comissão parlamentar respectiva, há 15 dias niguém deu conta do erro.
Deram agora. E PSD e PS quiseram fazer tábua rasa de uma votação final global.
Bernardino Soares PCP não deixou passar e Jorge Lacão apresentou a solução.
Assunção Esteves que aceitou o requerimento desta maioria de Bloco Central lisboeta, mas acabou por não o levar a votos.
Peça aqui.
O mapa dos limites dos concelhos de Lisboa e de Loures estava mal.
Como esta discussão e votação foi feita a mata-cavalos, não chegou sequer a passar pela comissão parlamentar respectiva, há 15 dias niguém deu conta do erro.
Deram agora. E PSD e PS quiseram fazer tábua rasa de uma votação final global.
Bernardino Soares PCP não deixou passar e Jorge Lacão apresentou a solução.
Assunção Esteves que aceitou o requerimento desta maioria de Bloco Central lisboeta, mas acabou por não o levar a votos.
Peça aqui.
PCP anuncia moção de censura
sábado, 26 de maio de 2012
"Cavaco parece Rui Patrício a dizer que já não é o único goleador da selecção!"
Bernardino Soares, 41 anos, há 10 lider parlamentar do PCP, em entrevista à Antena1, para ver e ouvir na íntegra aqui.:
Quando vinha para a rádio, Bernardino Soares ouviu Cavaco Siva a dizer na Indonésia que "finalmente não estou sózinho na ideia do crescimento económico", diz que era
como se Rui Patrício, guarda-redes, dissesse que não era o único goleador da selecção.
"Se não fosse tão sério dava vontade rir" diz.
O lider parlamentar comunista explicou a moratória que o PCP quer introduzir na legislação portuguesa, uma decisão das jornadas parlamentares desta semana. A ideia é não se pagar enquanto se estiver desempregado. Acha até que os bancos concordam, porque senão perde-se a casa.
PCP não falou com banqueiros para fazer esta proposta, mas com gente do sector, sim.
Acusa o PS de querer disfarçar, depois da vitória de Hollande, o voto favorável ao Tratado Orçamental com este Acto Adicional que não altera nada.
E lembra que o PR ainda não o promulgou, ou seja não está em vigor.
Ficou com uma dença de pele quando leu o 'Manifesto pela Esquerda Livre' onde se diz que a esquerda está atónita perante política de direita: "não sei que esquerda é que está atónita, o PCP não está!". E está disposto a entender-se com o PS desde que "o PS deixe de defender políticas de direita"
O GP do PCP vai propor, de novo, um projecto para renegociar a dívida... que só pode ser paga com outras políticas que prevejam o crescimento. E tem esperança que a maioria a aceite, "porque a realidade é brutal que, se não o fizer, a maioria acabará por ruir".
Com este programa de ajuda vai ser impossível pagar a nossa dívida, considera Bernardino Soares que conclui ser preciso um novo programa de resgate.
Quando vinha para a rádio, Bernardino Soares ouviu Cavaco Siva a dizer na Indonésia que "finalmente não estou sózinho na ideia do crescimento económico", diz que era
como se Rui Patrício, guarda-redes, dissesse que não era o único goleador da selecção.
"Se não fosse tão sério dava vontade rir" diz.
O lider parlamentar comunista explicou a moratória que o PCP quer introduzir na legislação portuguesa, uma decisão das jornadas parlamentares desta semana. A ideia é não se pagar enquanto se estiver desempregado. Acha até que os bancos concordam, porque senão perde-se a casa.
PCP não falou com banqueiros para fazer esta proposta, mas com gente do sector, sim.
Acusa o PS de querer disfarçar, depois da vitória de Hollande, o voto favorável ao Tratado Orçamental com este Acto Adicional que não altera nada.
E lembra que o PR ainda não o promulgou, ou seja não está em vigor.
Ficou com uma dença de pele quando leu o 'Manifesto pela Esquerda Livre' onde se diz que a esquerda está atónita perante política de direita: "não sei que esquerda é que está atónita, o PCP não está!". E está disposto a entender-se com o PS desde que "o PS deixe de defender políticas de direita"
O GP do PCP vai propor, de novo, um projecto para renegociar a dívida... que só pode ser paga com outras políticas que prevejam o crescimento. E tem esperança que a maioria a aceite, "porque a realidade é brutal que, se não o fizer, a maioria acabará por ruir".
Com este programa de ajuda vai ser impossível pagar a nossa dívida, considera Bernardino Soares que conclui ser preciso um novo programa de resgate.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Relvas na AR sim, mas já, não!
O Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares há-de ir ao Parlamento, mas só depois da ERC acabar o seu trabalho, assim determinou a maioria na Comissão de Ética.
PSD e CDS não estão exactamente de acordo sobre esta matéria, e Mendes Bota tentou adiantar serviço, como conta a jornalista Natália Carvalho.
Paulo Rangel, eurodeputado, quer o "integral esclarecimento e o PSD deve ser o mais aberto possível".
PSD e CDS não estão exactamente de acordo sobre esta matéria, e Mendes Bota tentou adiantar serviço, como conta a jornalista Natália Carvalho.
Paulo Rangel, eurodeputado, quer o "integral esclarecimento e o PSD deve ser o mais aberto possível".
Passado um mês, o mundo muda e a maioria aprova...
... o Acto Adicional que o PS propôs há um mês e que chumbou.
Agora depois de Hollande, depois de Seguro ir a Belém e a São Bento, foi possível o acordo em nome de valores fundamentais: a credibilidade externa e a Troika a testemunhar 'in loco' o consenso nacional.
Carlos Zorrinho, PS, diz que esta alteração "foi liderada, imposta e proposta pelo PS" .
Foi o que disseram Nuno Magalhães CDS e António Rodrigues PSD, para ouvir aqui.
Notícia que a Antena1 antecipou esta noite, com a jornalista Natália Carvalho.
Agora depois de Hollande, depois de Seguro ir a Belém e a São Bento, foi possível o acordo em nome de valores fundamentais: a credibilidade externa e a Troika a testemunhar 'in loco' o consenso nacional.
Carlos Zorrinho, PS, diz que esta alteração "foi liderada, imposta e proposta pelo PS" .
Foi o que disseram Nuno Magalhães CDS e António Rodrigues PSD, para ouvir aqui.
Notícia que a Antena1 antecipou esta noite, com a jornalista Natália Carvalho.
Parlamento poupa 12 M euros e devolve 4 M a Gaspar
É um orçamento suplementar para 2012, mas com superavit. Seguem milhões para o Tesouro - resultado do corte dos subsídios de Natal e férias deste ano de deputados e funcionários - para melhorar a qualidade das leis que saem do Parlamento, e para o Canal Parlamento.
Ouvir aqui peça.
Ouvir aqui peça.
terça-feira, 22 de maio de 2012
"Doa a quem doer" e "não é timbre do governo fazer chantagem"
Foi no périplo europeu - por Bruxelas e Estrasburgo para contactos com os socialistas europeus, como conta a jornalista Susana Barros - que o líder socialista comentou o caso Relvas/Público, com o "doa a quem doer".
Pela segunda vez, Pedro Passos Coelho teve de falar do caso em Chicago na cimeira da Nato.
Para dizer que "não é timbre do governo fazer chantagem (...) estou certo que esse é o quadro em que os membros deste governo se movem".
Carlos Zorrinho, lider parlamentar, preferia que o trabalho na ERC e no Parlamento fosse simultâneo, porque "quem não deve, não teme".
Bernardino Soares, lider parlamentar do PCP, pede "esclarecimento o mais rápido possível na Assembleia da República", em declarações à margem das jornadas parlamentares que decorrem em Leiria.
Últimos desenvolvimentos do caso, com o director-adjunto do Público Manuel Carvalho, ouvido na RTPI.
Pressões e ameaças, diz o jornalista.
Pela segunda vez, Pedro Passos Coelho teve de falar do caso em Chicago na cimeira da Nato.
Para dizer que "não é timbre do governo fazer chantagem (...) estou certo que esse é o quadro em que os membros deste governo se movem".
Carlos Zorrinho, lider parlamentar, preferia que o trabalho na ERC e no Parlamento fosse simultâneo, porque "quem não deve, não teme".
Bernardino Soares, lider parlamentar do PCP, pede "esclarecimento o mais rápido possível na Assembleia da República", em declarações à margem das jornadas parlamentares que decorrem em Leiria.
Últimos desenvolvimentos do caso, com o director-adjunto do Público Manuel Carvalho, ouvido na RTPI.
Pressões e ameaças, diz o jornalista.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Portugal de fora da mini-cimeira
Foi em Chicago, à margem da Cimeira da Nato, onde a política, ao mais alto nível está bem activa.
Pedro Passos Coelho também lá está.
Mário Monti, o PM italiano vai reunir-se em Roma com Holland e Merkel para preparar a cimeira europeia do final do mês.
Rajoy, o PM espanhol, foi num primeiro momento excluído, mas depois da foto de família, a fazer fé no relato do El Mundo, Monti convidou-o.
E a ideia é tratar da agenda de crescimento e emprego na Europa.
O El Mundo conta tudo aqui.
Pedro Passos Coelho também lá está.
Mário Monti, o PM italiano vai reunir-se em Roma com Holland e Merkel para preparar a cimeira europeia do final do mês.
Rajoy, o PM espanhol, foi num primeiro momento excluído, mas depois da foto de família, a fazer fé no relato do El Mundo, Monti convidou-o.
E a ideia é tratar da agenda de crescimento e emprego na Europa.
O El Mundo conta tudo aqui.
Por exaustão fiscal, PCP diz não ao DEO
Na próxima 6ªfeira, também o PCP apresenta projecto para rejeitar o Documento de Estratégia Orçamental, porque há uma exaustão fiscal e o documento vai além do tempo de vigência da Troika e até deste Governo.
Um documento a que a Antena1 teve acesso. Aqui por Madalena Salema.
Isto num dia em que começam as jornadas parlamentares do PCP, em Leiria pela primeira vez, antecipadas aqui pelo líder parlamentar Bernardino Soares. Peça Célia de Sousa.
Um documento a que a Antena1 teve acesso. Aqui por Madalena Salema.
Isto num dia em que começam as jornadas parlamentares do PCP, em Leiria pela primeira vez, antecipadas aqui pelo líder parlamentar Bernardino Soares. Peça Célia de Sousa.
Se falou de dados privados "deve sair"
Tal como António Capucho, o Bloco de Esquerda e o PCP, se se confirmar Relvas não tem condições para continuar, diz Marcelo Rebelo de Sousa na TVI.
Para ouvir aqui.
Para ouvir aqui.
"Não há ataque a coisa nenhuma", diz Passos
Em Chicago, na cimeira da Nato, Pedro Passos Coelho não quer falar sobre política doméstica, e segura Relvas. Para ouvir aqui.
Caso Relvas? "Tempestade num copo de água!"
Luís Filipe Menezes, no Conselho Superior da Antena1, pensa que o caso Relvas/Público não existe.
Acontece aos ministros que têm esta pasta e não é só cá, como Fernando Nogueira, ou Pedro Silva Pereira, Rubalcaba ou Rajoy, explica Menezes.
Para ouvir aqui.
PSD aguarda pelo trabalho que a ERC está a fazer, diz o lider parlamentar Luís Montenegro em Timor.
Para ouvir aqui.
Acontece aos ministros que têm esta pasta e não é só cá, como Fernando Nogueira, ou Pedro Silva Pereira, Rubalcaba ou Rajoy, explica Menezes.
Para ouvir aqui.
PSD aguarda pelo trabalho que a ERC está a fazer, diz o lider parlamentar Luís Montenegro em Timor.
Para ouvir aqui.
domingo, 20 de maio de 2012
Pressionou? Ameaçou? Pediu desculpa?
Miguel Relvas, o Ministro Adjunto dos Assuntos Parlamentares, de novo na berlinda.
António Capucho, PSD, diz que se for verdade, o ministro tem de sair.
A oposição também, se se confirmar.
As desculpas do Ministro, por Lurdes Dias.
Joaquim Vieira, do Observatório de Imprensa, considera que o ministro pressionou.
A ERC vai investigar.
António Capucho, PSD, diz que se for verdade, o ministro tem de sair.
A oposição também, se se confirmar.
As desculpas do Ministro, por Lurdes Dias.
Joaquim Vieira, do Observatório de Imprensa, considera que o ministro pressionou.
A ERC vai investigar.
Seguro espera que maioria aprove propostas PS
Na 4ªfeira, o parlamento vai votar as propostas do PS da agenda do crescimento e emprego, a adenda ao tratado orçamental que só Portugal ratificou. A jornalista Madalena Salema teve acesso ao documento, que a Antena1 revelou aqui.
Na 6ªfeira, os socialistas apresentam alterações ao DEO - documento de estratégia orçamental. Duas votações que o líder do PS avisa não querer perder.
À saída de São Bento, António José Seguro disse-se "um optimista", e com expectactativa de aprovação dos projectos socialistas em votação esta semana.
"Isto é um teste", disse, agora que o diálogo foi retomado por iniciativa do PM e foi interrompido, também por iniciativa do PM, acusa.
O enquadramento do encontro Passos/Seguro: PM chama líder do PS a São Bento.
Na 6ªfeira, os socialistas apresentam alterações ao DEO - documento de estratégia orçamental. Duas votações que o líder do PS avisa não querer perder.
À saída de São Bento, António José Seguro disse-se "um optimista", e com expectactativa de aprovação dos projectos socialistas em votação esta semana.
"Isto é um teste", disse, agora que o diálogo foi retomado por iniciativa do PM e foi interrompido, também por iniciativa do PM, acusa.
O enquadramento do encontro Passos/Seguro: PM chama líder do PS a São Bento.
Louçã à A1: "PS tem de ser parte solução!"
Francisco Louçã, foi o primeiro líder partidário a vir a Rádio Pública, quando faltam cerca de dois meses para terminar a sessão legislativa.
Em entrevista (pode ouvir e vê-la aqui) à Antena1,
- o líder do Bloco pede clareza política, essencial a Portugal e à esquerda, neste momento. E pede aos socialistas pare serem parte da solução, porque é preciso dizer não à Troika.
- questionado sobre se o Governo chega a 2015, defende que se houver novo resgate tem de haver eleições.
- diz que se a Grécia sair do euro é a própria União Europeia que não resiste
- e que a sra. Merkel não se importa que a UE vá ao ar se fôr melhor para ela e para a Alemanha
Em entrevista (pode ouvir e vê-la aqui) à Antena1,
- o líder do Bloco pede clareza política, essencial a Portugal e à esquerda, neste momento. E pede aos socialistas pare serem parte da solução, porque é preciso dizer não à Troika.
- questionado sobre se o Governo chega a 2015, defende que se houver novo resgate tem de haver eleições.
- diz que se a Grécia sair do euro é a própria União Europeia que não resiste
- e que a sra. Merkel não se importa que a UE vá ao ar se fôr melhor para ela e para a Alemanha
- considera que os juros de 34 mil milhões de euros (ele diz 34 biliões à americana)
foram pirataria dos especuladores, para financiar a banca francesa, alemã e portuguesa,
não foi para resolver nenhum problema da nossa economia."Foi mesmo pirataria!".
- Mas o futuro vai depender do que restar do Tratado Europeu depois da eleição de Hollande, que voltou a rejeitar.
foram pirataria dos especuladores, para financiar a banca francesa, alemã e portuguesa,
não foi para resolver nenhum problema da nossa economia."Foi mesmo pirataria!".
- Mas o futuro vai depender do que restar do Tratado Europeu depois da eleição de Hollande, que voltou a rejeitar.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
"PS só pode votar contra Código Trabalho e PR deve vetar" diz Med
Em entrevista à Antena1, José Medeiros Ferreira afirmou que o Presidente da República deverá
vetar a questão dos feriados, nomeadamente o 5 de Outubro, “se não fizer será um regente (…) e o PS deve votar contra, claro.”
Disse estar convencido que “ maioria não irá completar a legislatura”.
Sobre o papel de Cavaco Silva, afirmou que foi vitima de “uma campanha muito forte que o inibiu durante dois meses de ter uma atitude ativa” e que ao receber hoje o secretário geral do PS, o Presidente da República está de regresso.
Sobre a audiência de António José Seguro, acrescentou que o secretário geral do PS deverá dizer ao Presidente da República “quais são as disponibilidades do PS, neste momento político”.
O lider do PS, que ainda não conseguiu refundar o PS, segundo o histórico socialista.
Disse estar convencido que “ maioria não irá completar a legislatura”.
Sobre o papel de Cavaco Silva, afirmou que foi vitima de “uma campanha muito forte que o inibiu durante dois meses de ter uma atitude ativa” e que ao receber hoje o secretário geral do PS, o Presidente da República está de regresso.
Sobre a audiência de António José Seguro, acrescentou que o secretário geral do PS deverá dizer ao Presidente da República “quais são as disponibilidades do PS, neste momento político”.
O lider do PS, que ainda não conseguiu refundar o PS, segundo o histórico socialista.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Rui Vilar à A1: Políticos no BPN falharam na ética!
Rui Vilar, 72 anos, veio à Rádio Pública dois dias depois de deixar de ser Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian. A entrevista aqui.
Como Presidente do Conselho do Conselho de Auditoria do Banco de Portugal desde 1996, que agora, depois do memo da Troika, passou a ter a responsabilidade de supervisão, considera que os protagonistas políticos envolvidos no 'caso BPN' não se guiaram por critérios éticos.
Não se devia ter nacionalizado, era "melhor a liquidação do BPN".
Quanto à reprivatização "era a única solução".
Espera, no entanto, que esta segunda Comissão Parlamentar de Inquérito, chegue à verdade.
Rui Vilar também recomendar mais diálogo entre a Maioria e o PS e "mais atenção à UGT".
Como Presidente do Conselho do Conselho de Auditoria do Banco de Portugal desde 1996, que agora, depois do memo da Troika, passou a ter a responsabilidade de supervisão, considera que os protagonistas políticos envolvidos no 'caso BPN' não se guiaram por critérios éticos.
Não se devia ter nacionalizado, era "melhor a liquidação do BPN".
Quanto à reprivatização "era a única solução".
Espera, no entanto, que esta segunda Comissão Parlamentar de Inquérito, chegue à verdade.
Rui Vilar também recomendar mais diálogo entre a Maioria e o PS e "mais atenção à UGT".
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Comissão de Inquérito BPN: Começam hoje as audições
A Secretária de Estado do Tesouro, Maria Luis Albuquerque, abre a ronda de audições da nova comissão parlamentar de inquérito ao BPN. Peça de Madalena Salema aqui.
"Cavaco Silva sai diminuído com este caso", considera o comentador Raul Vaz aqui.
BPN: "O maior escândadalo de sempre do sistema financeiro português", afirma Nicolau Santos aqui
"Cavaco Silva sai diminuído com este caso", considera o comentador Raul Vaz aqui.
BPN: "O maior escândadalo de sempre do sistema financeiro português", afirma Nicolau Santos aqui
terça-feira, 1 de maio de 2012
Primeiro de Maio: é o dia dele
E a despedida foi assim... contada em sons pela jornalista Natália Carvalho.
Quantos dias faltam até 2018?
As decisões do Conselho de Ministros extraordinário aqui, por Célia de Sousa.
Vítor Gaspar considera que este documento é também "resultado do peso do passado nas contas actuais"
Passos Coelho, na Ovibeja, "não está à espera que eu desminta o sr. Ministro das Finanças, não é verdade?". E explica este DEO.
João Ribeiro, do secretariado do PS, acusa o Governo de não ter ouvido o PS sobre o DEO, nova sigla, documento de estratégia orçamental, no caso, até 2016. Muito para lá da legislatura e do memo da Troika.
Francisco Louçã, líder do BE, considera que "não há nenhum dia em que não haja novas medidas de austeridade".
Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, "o roubo vai prolongar-se por 6 anos, 10 mil euros".
Arménio Carlos, líder da CGTP, "nada nos diz que daqui a uma semana, o governo vem dizer que não pode assumir compromissos para 2020..."
Bettencourt Picanço, líder do STE, desconfia, "um balão que voará se houver vento".
Ana Avoila, da Frente Comum, "2015 é ano de eleições!".
Vítor Gaspar considera que este documento é também "resultado do peso do passado nas contas actuais"
Passos Coelho, na Ovibeja, "não está à espera que eu desminta o sr. Ministro das Finanças, não é verdade?". E explica este DEO.
João Ribeiro, do secretariado do PS, acusa o Governo de não ter ouvido o PS sobre o DEO, nova sigla, documento de estratégia orçamental, no caso, até 2016. Muito para lá da legislatura e do memo da Troika.
Francisco Louçã, líder do BE, considera que "não há nenhum dia em que não haja novas medidas de austeridade".
Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, "o roubo vai prolongar-se por 6 anos, 10 mil euros".
Arménio Carlos, líder da CGTP, "nada nos diz que daqui a uma semana, o governo vem dizer que não pode assumir compromissos para 2020..."
Bettencourt Picanço, líder do STE, desconfia, "um balão que voará se houver vento".
Ana Avoila, da Frente Comum, "2015 é ano de eleições!".
Etiquetas:
Ana Avoila,
Arménio Carlos,
Bettencourt Picanço,
Conselho de ministros extraordinário,
Francisco Louçã,
Governo,
João Ribeiro,
PCP,
Pedro Passos Coelho,
subsídios,
Vítor Gaspar
segunda-feira, 30 de abril de 2012
"Igreja só aceita suspender feriados, não acabar com eles", diz Ribeiro e Castro à Antena1
Em entrevista esta manhã à Rádio Pública, Ribeiro e Castro diz ter informações seguras de que a Igreja Católica considera que os feriados religiosos não são para acabar 'ad aeternum', mas sim uma suspensão, enquanto durar o programa da Troika. A igreja não quer rever a Concordata!
Entrevista de José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, por Madalena Salema, aqui.
No lançamento do livro que Ribeiro e Castro lançou na semana passada a favor do feriado do 1º. de Dezembro, o constitucionalista Jorge Miranda lançou o fim do Carnaval e dos feriados municipais.
Entrevista de José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, por Madalena Salema, aqui.
No lançamento do livro que Ribeiro e Castro lançou na semana passada a favor do feriado do 1º. de Dezembro, o constitucionalista Jorge Miranda lançou o fim do Carnaval e dos feriados municipais.
Ele também não sabia do lapso, nem do cravo
O mais jovem deputado do parlamento português foi o entrevistado da semana dos 38 anos do 25 de Abril na Antena1.
Simão Ribeiro, 25 anos, da bancada do PSD, presidente da Jota do Porto, deputado municipal em Lousada, frequenta o curso de Direito.
A política faz parte da vida de Simão desde a adolescência. Nesta entrevista confessa que foi por Vítor Gaspar que só recentemente percebeu que subsídios só para 2015, que nunca tinha reparado que na bancada do PSD os cravos não abundavam no 25A, entre outras coisas. Pode ouvir aqui.
Simão Ribeiro, 25 anos, da bancada do PSD, presidente da Jota do Porto, deputado municipal em Lousada, frequenta o curso de Direito.
A política faz parte da vida de Simão desde a adolescência. Nesta entrevista confessa que foi por Vítor Gaspar que só recentemente percebeu que subsídios só para 2015, que nunca tinha reparado que na bancada do PSD os cravos não abundavam no 25A, entre outras coisas. Pode ouvir aqui.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
"Ainda ele não era nascido (...) já eu estava na cadeia", diz Alegre
Não foi mais longe, por respeito ao cargo que o PM Pedro Passos Coelho ocupa, mas ouvido na reportagem de Célia de Sousa, na desfile da Avenida em directo na Antena1, Manuel Alegre diz que a questão do protagonismo não se coloca.
Antes de 1964, ano de nascimento do PM, já Alegre e Soares ou mesmo os capitães de Abril lutavam contra a didatura.
Noutro momento da reportagem, Vasco Lourenço acusa este governo de não representar os portugueses e confessa estar triste neste 25 de Abril.
Antes de 1964, ano de nascimento do PM, já Alegre e Soares ou mesmo os capitães de Abril lutavam contra a didatura.
Noutro momento da reportagem, Vasco Lourenço acusa este governo de não representar os portugueses e confessa estar triste neste 25 de Abril.
"Juntem a vossa a minha voz", pede o PR no 25 de Abril
O discurso de Cavaco Silva nos 38 anos do 25 Abril.
Ouvido com pouca atenção pela câmara, o PR exortou os portugueses a "juntarem a sua voz à dele" para chegar ao estrangeiro uma boa imagem de Portugal.
Já no final do discurso, o PR apela ao governo para o diálogo com as oposições e parceiros sociais lembrando o acordo assinado de Concertação assinado em Janeiro, em risco de ser rasgado.
Directo das 12h aqui.
Comentário do analista político Raul Vaz.
Críticas de Jerónimo de Sousa, PCP acusando o PR de não estar à altura da situação, e de Francisco Louçã, do BE, lembrando que Cavaco esqueceu-se dos sacrifícios.
Desconexo com a realidade, resume Heloísa Apolónia dos Verdes.
Carlos Zorrinho, PS, com a ameaça de ruptura democrática porque o Governo não está cumprir os ideais de Abril e com o elogio ao discurso do PR, lamentando que não o tenha feito no passado.
Seguiram-se também os elogios do CDS com Nuno Magalhães e os do PSD com Luís Montenegro.
Assunção Esteves, PAR, defende a democracia como motor do bem-estar.
Pedro Pinto, PSD, o único que lembrou Miguel Portas, falou da Revolução forrada de veludo.
Helder Amaral, CDS, defende que a liberdade não tem proprietários citando indirectamente a ausência dos capitães de Abril desta sessão solene.
Agostinho Lopes, PCP, acusa PS, PSD e CDS de serem os responsáveis da crise.
Cecília Honório, BE, destaca o desmontar da herança de Abril.
José Luís Ferreira, Verdes, acusa o Governo de não governar para o povo.
Jorge Sampaio, satisfeito por estar no parlamento no 25 de Abril.
Ouvido com pouca atenção pela câmara, o PR exortou os portugueses a "juntarem a sua voz à dele" para chegar ao estrangeiro uma boa imagem de Portugal.
Já no final do discurso, o PR apela ao governo para o diálogo com as oposições e parceiros sociais lembrando o acordo assinado de Concertação assinado em Janeiro, em risco de ser rasgado.
Directo das 12h aqui.
Comentário do analista político Raul Vaz.
Críticas de Jerónimo de Sousa, PCP acusando o PR de não estar à altura da situação, e de Francisco Louçã, do BE, lembrando que Cavaco esqueceu-se dos sacrifícios.
Desconexo com a realidade, resume Heloísa Apolónia dos Verdes.
Carlos Zorrinho, PS, com a ameaça de ruptura democrática porque o Governo não está cumprir os ideais de Abril e com o elogio ao discurso do PR, lamentando que não o tenha feito no passado.
Seguiram-se também os elogios do CDS com Nuno Magalhães e os do PSD com Luís Montenegro.
Assunção Esteves, PAR, defende a democracia como motor do bem-estar.
Pedro Pinto, PSD, o único que lembrou Miguel Portas, falou da Revolução forrada de veludo.
Helder Amaral, CDS, defende que a liberdade não tem proprietários citando indirectamente a ausência dos capitães de Abril desta sessão solene.
Agostinho Lopes, PCP, acusa PS, PSD e CDS de serem os responsáveis da crise.
Cecília Honório, BE, destaca o desmontar da herança de Abril.
José Luís Ferreira, Verdes, acusa o Governo de não governar para o povo.
Jorge Sampaio, satisfeito por estar no parlamento no 25 de Abril.
Etiquetas:
25 Abril,
Agostinho Lopes,
Assunção Esteves,
BE,
Carlos Zorrinho,
Cavaco Silva,
CDS,
Heloísa Apolónia,
Jorge Sampaio,
Luis Montenegro,
Nuno Magalhães,
Parlamento,
PR,
Verdes
Miguel Portas na Rádio
O perfil por Susana Barros.
Entrevista de Miguel Portas a 14 de Maio de 2009, como cabeça de lista às eleições europeias. Europa, família e a vida.
Os amigos:
João Semedo, deputado do BE
José Manuel Pureza, antigo líder parlamentar do BE
Luís Fazenda, líder parlamentar do BE.
Os amigos do Conselho Superior:
A memória de Octávio Teixeira, antigo lider parlamentar do PCP, de Ana Gomes, eurodeputada do PS, de Bagão Félix, antigo ministro das Finanças da AD de Barroso.
Excerto do último Conselho Superior de 30 de Março de 2012.
Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa ('apanhado' na Feira do Livro), antigo líder do PSD.
Entrevista de Miguel Portas a 14 de Maio de 2009, como cabeça de lista às eleições europeias. Europa, família e a vida.
Os amigos:
João Semedo, deputado do BE
José Manuel Pureza, antigo líder parlamentar do BE
Luís Fazenda, líder parlamentar do BE.
Os amigos do Conselho Superior:
A memória de Octávio Teixeira, antigo lider parlamentar do PCP, de Ana Gomes, eurodeputada do PS, de Bagão Félix, antigo ministro das Finanças da AD de Barroso.
Excerto do último Conselho Superior de 30 de Março de 2012.
Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa ('apanhado' na Feira do Livro), antigo líder do PSD.
Etiquetas:
Ana Gomes,
Bagão Félix,
Conselho Superior,
Entrevistas,
João Semedo,
Jorge Sampaio,
Luis Fazenda,
Marcelo Rebelo de Sousa,
Miguel Portas,
Octávio Teixeira
terça-feira, 24 de abril de 2012
25 de Abril:a polémica
Primeiro, o anúncio da Associação 25 de Abril. Peça de Carlos Guerreiro aqui.
Depois, os de Mário Soares e Manuel Alegre.
O ex-PR acusa o Governo de estar contra os princípios do 25 de Abril e em solidariedade com os heróis da Revolução decide tambem não participar na cerimónia de amanhã na AR. Aqui.
Comentário de Raul Vaz aqui.
(atualização) Reação de Pedro Passos Coelho aqui.
Açores: CDS à espera de novo Governo
Jornadas parlamentares do CDS atentas às eleições açoreanas. Peça de Madalena Salema aqui.
Seguro e o cavaquinho
A foto é retirada do blogue do deputado socialista Acácio Pinto - "Jornadas parlamentares do PS: fotorreportagem dia 16 - e retrata o jantar das jornadas parlamentares do PS, em Bragança.
Depois dos Pauliteiros de Miranda, houve cantares regionais. António José Seguro tocou cavaquinho. Na sala não faltou quem reparasse "no jeito do Secretário-Geral para o cavaquinho..."
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O PS em Bragança
No dia em que começam as jornadas parlamentares do CDS, lembramos como foram as do PS, na semana passada, em Bragança.
Na abertura, Carlos Zorrinho desafiou o Primeiro-Ministro a sair de São Bento e a ir até ao terreno ver o impacto das suas políticas. Peça
Francisco Assis criticou "a política isolacionista do Governo". Peça
À tarde, António José Seguro visitou a Câmara Municipal e o Tribunal de Vinhais, propondo a deslocação dos magistrados como alternativa ao seu encerramento, e ouvindo receios de que no futuro problemas entre vizinhos possam ser resolvidos à sacholada. Peça
Basílio Horta fez "mea culpa" no fracasso da venda da marca Portugal e criticou a diplomacia económica de Paulo Portas. Peça
Seguro fechou as jornadas com o anúncio de sete propostas para reduzir a fatura do gás e da eletricidade. Peça
Na abertura, Carlos Zorrinho desafiou o Primeiro-Ministro a sair de São Bento e a ir até ao terreno ver o impacto das suas políticas. Peça
Francisco Assis criticou "a política isolacionista do Governo". Peça
À tarde, António José Seguro visitou a Câmara Municipal e o Tribunal de Vinhais, propondo a deslocação dos magistrados como alternativa ao seu encerramento, e ouvindo receios de que no futuro problemas entre vizinhos possam ser resolvidos à sacholada. Peça
Basílio Horta fez "mea culpa" no fracasso da venda da marca Portugal e criticou a diplomacia económica de Paulo Portas. Peça
Seguro fechou as jornadas com o anúncio de sete propostas para reduzir a fatura do gás e da eletricidade. Peça
domingo, 22 de abril de 2012
Guterres à Presidência da República! Bagão Félix dixit
Foi num debate na RTPI com Manuel Alegre - que lança Jaime Gama como candidato da esquerda - que o conselheiro de Estado indicado pelo CDS, em poucos segundos, lança o nome de Guterres.
Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?
Será que Paulo Portas também quer Guterres na Presidência?
sábado, 21 de abril de 2012
PTCruz à A1: Subsídios em 2015? "Só se houver espaço"
A Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, em entrevista à Antena1, coloca a hipótese de não haver subsídios pós 2014 ao responder ao “lapso” de Vítor Gaspar que a Ministra não notou por ter lido o Orçamento de Estado de 2012. Diz, "se houver espaço", esperando que a situação europeia não se agrave e rejeitando que este lapso abale a confiança dos portugueses... Faremos "o pensável e o impensável para ultrapassar esta fase" porque vai levar décadas.
Até ao verão, o Tribunal Constitucional (TC), vai decidir sobre os cortes e sobre os subsídios. Se o TC chumbar será "uma catástrofe", diz Teixeira da Cruz, porque haverá uma recessão muito pior do que esta. E se for imposto? Uma matéria de Gaspar que a Ministra responde, e diz que não chegava.
Garante que a Constituição não está suspensa, mas não há dinheiro! Por isso faz questão de prestar tributo aos funcionários públicos. O caminho que este Governo está a seguir, afirma, é o único possível e não há perigo de se perder os príncipios constitucionais porque "os direitos fundamentais estão garantidos".
Sobre o PGR Pinto Monteiro afirma: “Não entendi que o mandato devia ir até ao fim, nem deixei de entender”. Subentende-se que, para Paula Teixeira da Cruz, ele devia ter saído, “compete aos próprios”
Acusa o TC de ter sido juridiquês no acórdão sobre o enriquecimento ilícito e garante que tem soluções para ultrapassar as inconstitucionalidades que o TC encontrou.
Volta a defender o fim do Tribunal Constitucional, uma posição antiga de Paula Teixeira da Cruz, mas defende-a como Ministra. Só que, neste momento, não é prioritário colocar as funções do TC no Supremo Tribunal de Justiça.
Esta entrevista ocorreu antes de Saragoça da Matta retirar candidatura.
A Ministra da Justiça pensa que as escolhas feitas não eram tão desqualificadas quanto isso, houve casos piores no passado. Rui Pereira? Teixeira da Cruz disse não querer particularizar.
O facto de poder haver maçons como candidatos a juízes do TC preocupa-a.
As reformas em curso exigem mais de todos profissionais de justiça, é uma promessa da Ministra, que garante "os formalismos jurídicos vão terminar" e por isso os operadores vão mesmo ter de saber de Direito.
Espera justiça no caso dos submarinos. Questionada sobre o receio de o caso terminar em Portugal como na Grécia, onde o Ministro da Defesa foi detido, responde, sem hesitar, que se "houver subornos e corrupção, espero que se faça justiça".
Sobre o mapa judiciário, critica a proposta de António José Seguro quando propõe “juízes caixeiros viajantes” que é como a Ministra apelida a proposta do líder socialista.
Etiquetas:
António José Seguro,
Entrevistas,
Governo,
Justiça,
maçonaria,
Paula Teixeira da Cruz,
Paulo Portas,
PGR,
Pinto Monteiro,
subsídios,
TC,
Vítor Gaspar
terça-feira, 17 de abril de 2012
Alegre à A1: "Seguro? faz o que pode, mas é preciso realizar o impossível"
Em entrevista à Antena1, à jornalista Susana Barros, Manuel Alegre poeta de "Nada está escrito", o seu último livro.
Resistiu a falar do PS mas a poesia puxou o assunto.
Disse que António José Seguro "está a fazer o que pode, mas em política é preciso realizar o impossível".
Peça aqui de Susana Barros.
Deixa entender, entre risos, que não acataria a disciplina de voto sobre o Pacto orçamental, que lhe custa "ver o país curvado perante a Troika" e que não tem saudades do Parlamento.
Nesta entrevista, Alegre cita Natália Correia "a poesia é para se comer" e diz o seu poema "Balada dos Aflitos".
Resistiu a falar do PS mas a poesia puxou o assunto.
Disse que António José Seguro "está a fazer o que pode, mas em política é preciso realizar o impossível".
Peça aqui de Susana Barros.
Deixa entender, entre risos, que não acataria a disciplina de voto sobre o Pacto orçamental, que lhe custa "ver o país curvado perante a Troika" e que não tem saudades do Parlamento.
Nesta entrevista, Alegre cita Natália Correia "a poesia é para se comer" e diz o seu poema "Balada dos Aflitos".
Boaventura à A1: "TC não quer fazer ondas"
Boaventura Sousa Santos, director do Centro de Estudos Sociais da Univ de Coimbra. 71 anos.
Uma entrevista que teve como pretexto o lançamento do Observatório das Crises e das Alternativas e o Dicionário das Crises e das Alternativas, lançado esta semana.
Em entrevista à Antena1, Boaventura Sousa Santos, considera que a Constituição está suspensa porque o Tribunal Constitucional prefere não fazer "muitas ondas", garantir a estabilidade, quando há direitos que estão absolutamente suspensos e o TC não faz nada.
Entende que esquerda europeia deve procurar alianças para derrotar o eixo franco-alemão. Os partidos de esquerda têm de se entender na Europa e com os outros países. Considera não haver nada de radical nisto.
Porque a Europa precisa de outras alianças. Se Hollande ganhar em França poderá fazer frente ao eixo. Até Paulo Rangel está de acordo com isto. Boaventura nota a tensão no governo entre Álvaro e Gaspar, educado pelo capital europeu.
Já se faz o discurso da saída da Grécia do euro, criando um sistema dual, em que uns têm Euro e outros as suas moedas. Até a Espanha também pode ser resgatada.
Uma entrevista que teve como pretexto o lançamento do Observatório das Crises e das Alternativas e o Dicionário das Crises e das Alternativas, lançado esta semana.
Em entrevista à Antena1, Boaventura Sousa Santos, considera que a Constituição está suspensa porque o Tribunal Constitucional prefere não fazer "muitas ondas", garantir a estabilidade, quando há direitos que estão absolutamente suspensos e o TC não faz nada.
Por isso, entende que vivemos uma democracia de muito baixa intensidade, praticamente suspensa
Boaventura entende que o PS, até agora, não tinha grande hipótese de se desligar da política feita porque assino o memo da Troika, mas com um segundo resgate, tem uma ocasião de ouro para dizer que NÃO!
Se pudesse também votaria NÃO ao pacto. Defende que Portugal devia negociar cláusulas de excepção por causa da emergência nacional, por exemplo uma moratória na dívida, durante um ano, entre outras.
Entende que esquerda europeia deve procurar alianças para derrotar o eixo franco-alemão. Os partidos de esquerda têm de se entender na Europa e com os outros países. Considera não haver nada de radical nisto.
Porque a Europa precisa de outras alianças. Se Hollande ganhar em França poderá fazer frente ao eixo. Até Paulo Rangel está de acordo com isto. Boaventura nota a tensão no governo entre Álvaro e Gaspar, educado pelo capital europeu.
Já se faz o discurso da saída da Grécia do euro, criando um sistema dual, em que uns têm Euro e outros as suas moedas. Até a Espanha também pode ser resgatada.
Por muito que custe a acreditar, um dos problemas deste momento é haver excesso de liquidez.
UGT ameaça rasgar acordo de Concertação
Ou cumpre o assinado, ou a UGT rompe o Acordo de Concertação Social que assinou com o Governo e Parceiros e que a CGTP não assinou.
João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.
Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.
Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.
João Proença, líder da UGT está cansado de esperar pelas medidas previstas e que não chegam.
Esta ameaça de rompimento do acordo está ainda dependente de uma audiência com carácter de urgência que a central sindical pediu ao PM.
Madalena Salema.
Na reacção, António Saraiva da CIP, considera que apesar do atraso, o governo está a cumprir.
Pela CCP, confederação do Comércio, João Vieira Lopes, diz que está a acompanhar o cumprimento do acordo, para perceber se o governo está a cumprir.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
A vontade do CDS de se abster na adenda socialista
Esta tarde, com a presença do PM, o parlamento discute o chamado pacto orçamental, o acordo que apenas 25 dos estados membros da União acordaram no início do ano.
O CDS, soube a Antena1, gostaria de se poder abster na adenda que os socialistas querem acrescentar ao Tratado, o PS pondera deixar cair a liberdade de voto para que acolha outras sensibilidades - Soares e Alegre votariam contra, se estivessem na AR, mas Galamba, Pedro Nuno Santos e Paulo Alves serão certamente 3 votos contrários ao voto a a favor dos socialistas.
A peça, na íntegra (e não editada com problemas do ponto de vista jornalístico e técnico, como passou esta manhã na rádio). Aqui.
O CDS, soube a Antena1, gostaria de se poder abster na adenda que os socialistas querem acrescentar ao Tratado, o PS pondera deixar cair a liberdade de voto para que acolha outras sensibilidades - Soares e Alegre votariam contra, se estivessem na AR, mas Galamba, Pedro Nuno Santos e Paulo Alves serão certamente 3 votos contrários ao voto a a favor dos socialistas.
A peça, na íntegra (e não editada com problemas do ponto de vista jornalístico e técnico, como passou esta manhã na rádio). Aqui.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
"Os Pedros fazem sempre falta na pauta...são os primeiros"
No final da visita, Pedro Passos Coelho insiste nas exportações portuguesas, perante uma plateia repleta de empresários em Maputo, a tentar conter os danos da entrevista à imprensa alemã.
Pedro Passos Coelho, o único Pedro na sala, esteve na instituição das Mães de Mavalange, com crianças mais necessitadas. Curioso, quis saber como estava a leitura das crianças e sobre o acordo ortográfico, comentou que "parece mais complicado do que é na verdade".
O nível da ajuda portuguesa a Moçambique manteve-se, apesar da crise.
Mas não é tudo que fica a saber, se ouvir a reportagem de Natália Carvalho.
Esta segunda-feira, ainda o acordo sobre a venda dos 15% da participação portuguesa em Cahora Bassa não estava fechado e a Antena1 já tinha os valores, através de fonte do Governo moçambicano contactada pela enviada especial Natália Carvalho. Para ouvir aqui.
Uma visita que teve o olhar de perto do Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira. Ambos discretos, certamente por razões diferentes.
Pedro Passos Coelho, o único Pedro na sala, esteve na instituição das Mães de Mavalange, com crianças mais necessitadas. Curioso, quis saber como estava a leitura das crianças e sobre o acordo ortográfico, comentou que "parece mais complicado do que é na verdade".
O nível da ajuda portuguesa a Moçambique manteve-se, apesar da crise.
Mas não é tudo que fica a saber, se ouvir a reportagem de Natália Carvalho.
Esta segunda-feira, ainda o acordo sobre a venda dos 15% da participação portuguesa em Cahora Bassa não estava fechado e a Antena1 já tinha os valores, através de fonte do Governo moçambicano contactada pela enviada especial Natália Carvalho. Para ouvir aqui.
Uma visita que teve o olhar de perto do Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e do Ministro da Economia Álvaro Santos Pereira. Ambos discretos, certamente por razões diferentes.
"São razões de interesse nacional" diz PR
Ao justificar a promulgação da medida que impede o pedido de reformas antecipadas até 2014.
Cavaco Silva lembra os pareceres dos constitucionalistas que entendem que promulgar não siginifica concordar. O Presidente que afirmou "ter toda a informação" por parte do Governo, também disse que não lhe cabe a ele publicitar as medidas que o executivo toma.
Sem dizer, disse .
Cavaco Silva lembra os pareceres dos constitucionalistas que entendem que promulgar não siginifica concordar. O Presidente que afirmou "ter toda a informação" por parte do Governo, também disse que não lhe cabe a ele publicitar as medidas que o executivo toma.
Sem dizer, disse .
"Discussão com pouco sentido", diz PR
Falar da suspensão dos subsídios de Natal e férias também em 2014. Aqui.
A política do parece mal, segundo o PM
A entrevista do Pedro Passos Coelho, a partir de Maputo, à RTP.
A justificação do deslizar do corte dos subsídios de Natal e de férias para 2015 aqui, ao contrário do que este governo sempre afirmou através de vários responsáveis governamentais.
A justificação do deslizar do corte dos subsídios de Natal e de férias para 2015 aqui, ao contrário do que este governo sempre afirmou através de vários responsáveis governamentais.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Era mesmo preciso esconder a informação
Confirma o PM, Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas em Maputo, onde está em visita oficial para vender a participação portuguesa na hidroeléctrica de Cahora Bassa.
2 dias em Maputo para resolver Cahora Bassa
Pedro Passos Coelho, o PM, de visita oficial a Moçambique, com Cabora Bassa na agenda, com o acompanhamento da enviada especial da Antena1, Natália Carvalho.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.
Ainda não se sabe quanto vai valer a a participação portuguesa.
Marcelo vs Seguro, agora sem resposta do líder
Marcelo Rebelo de Sousa ontem à noite na TVI diz que Seguro está à procura do inimigo externo.
E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.
E considera que foi um erro político a resposta do líder socialista a um simples comentador, erro que o próprio Marcelo reconhece ter feito quando foi líder do PSD.
Talvez por isso, nem António José Seguro nem a direcção do PS, responde desta vez.
Vai haver congresso extraordinário do PS?
Eurico de Figueiredo, antigo deputado, um dos rostos da crise académica de 1962, psiquiatra de formação, acha que é preciso. Para defender a democracia.
Escreveu uma carta aberta a António José Seguro e explicou, ouvido pela jornalista Isabel Moreira, as suas razões. Aqui.
Escreveu uma carta aberta a António José Seguro e explicou, ouvido pela jornalista Isabel Moreira, as suas razões. Aqui.
sábado, 7 de abril de 2012
A próxima crise no PS está marcada para dia 12
E é por causa do Pacto Orçamental que será discutido esta 5ªfeira no parlamento, com duas propostas de referendo do PCP e do BE.
Seguro vai votar a favor do Pacto e contra o referendo, com o fundador Soares contra o Pacto e o quase fundador Alegre também contra.
Reportagem de Susana Barros.
Seguro vai votar a favor do Pacto e contra o referendo, com o fundador Soares contra o Pacto e o quase fundador Alegre também contra.
Reportagem de Susana Barros.
Para memória futura: a crise no PS
A reunião (do Grupo Parlamentar do PS que durou 5 horas) foi fantástica, nas palavras de António José Seguro.
A reunião à porta fechada, aqui contada pela jornalista Susana Barros.
Reunião do Grupo Parlamentar que tinha como objectivo pôr um ponto final a críticas que se ouviram nesta semana como a de José Lello sobre Carlos Zorrinho.
Assis tentava ainda nessa tarde pôr água na fervura.
No dia anterior a esta reunião "fantástica", Carlos Zorrinho, líder parlamentar, lembrava na SIC Notícias que Isabel Moreira quebrou a disciplina de voto "uma segunda vez"
Isabel Moreira, a deputada independente, manifestou estranheza por eventuais sanções por ter votado contra as alterações ao Código Laboral. Basílio Horta, também independente, disse esperar que não haja sanções. E se sai da direcção da bancada como fez Pedro Nuno Santos, logo se vê.
Reportagem de Madelena Salema
A reunião à porta fechada, aqui contada pela jornalista Susana Barros.
Reunião do Grupo Parlamentar que tinha como objectivo pôr um ponto final a críticas que se ouviram nesta semana como a de José Lello sobre Carlos Zorrinho.
Assis tentava ainda nessa tarde pôr água na fervura.
No dia anterior a esta reunião "fantástica", Carlos Zorrinho, líder parlamentar, lembrava na SIC Notícias que Isabel Moreira quebrou a disciplina de voto "uma segunda vez"
Isabel Moreira, a deputada independente, manifestou estranheza por eventuais sanções por ter votado contra as alterações ao Código Laboral. Basílio Horta, também independente, disse esperar que não haja sanções. E se sai da direcção da bancada como fez Pedro Nuno Santos, logo se vê.
Reportagem de Madelena Salema
Etiquetas:
António José Seguro,
Basílio Horta,
Carlos Zorrinho,
Código Laboral,
Francisco Assis,
Isabel Moreira,
José Lello,
Parlamento,
PS
"Havia a possibilidade de um Governo"
Há 25 anos, lembra Almeida Santos, com o PRD "nunca se chegou a falar de nomes", diz Hermínio Martinho à época presidente do PRD.
Foi a única moção de censura que fez cair um governo.
Almeida Santos e Hermínio Martinho cruzam memórias através da Antena1, nem sempre coincidentes.
Para ouvir aqui.
Foi a única moção de censura que fez cair um governo.
Almeida Santos e Hermínio Martinho cruzam memórias através da Antena1, nem sempre coincidentes.
Para ouvir aqui.
Até 2014 não há reformas antecipadas
A medida foi conhecida a meio da tarde de 5ªfeira (notícia trabalhada por Andreia Brito), apesar de estar aprovada há uma semana, em Conselho de Ministros, mas não constar do comunicado de 29 de março nem ter sido anunciada na conferência de imprensa que se seguiu.
Francisco Louçã, BE, considera uma decisão tomada "à socapa", e "matreira".
Para o STE, Sindicato dos Técnicos do Estado, Bettencourt Picanço diz ser inconstitucional, lembrando que os representantes dos trabalhadores não foram ouvidos.
Ana Avoila, da Frente Comum, diz que é a primeira vez que isto acontece: Governo e PR aprovaram esta lei "pela calada da noite".
Bagão Félix, no Conselho Superior da Antena1, diz compreender esta medida do Governo.
Francisco Louçã, BE, considera uma decisão tomada "à socapa", e "matreira".
Para o STE, Sindicato dos Técnicos do Estado, Bettencourt Picanço diz ser inconstitucional, lembrando que os representantes dos trabalhadores não foram ouvidos.
Ana Avoila, da Frente Comum, diz que é a primeira vez que isto acontece: Governo e PR aprovaram esta lei "pela calada da noite".
Bagão Félix, no Conselho Superior da Antena1, diz compreender esta medida do Governo.
Relvas e Passos: afinal quem tem razão?
Miguel Relvas, o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, diz que não se passa nada, que Portugal vai regressar aos mercados a 23 de Setembro de 2013, como sempre esteve previsto.
Relvas reagia à entrevista que Pedro Passos Coelho Primeiro-Ministro (aqui tratada por Isabel Moreira) deu ao jornal alemão Die Welt, na qual reconhecia a possibilidade de Portugal não estar em condições para regressar aos mercados para o ano.
João Ribeiro, porta-voz do PS "agora o Governo vem dizer que já não tem a certeza?"
Se assim for (o afirmado pelo PM), "confirma-se o rumo do desastre", diz Jorge Cordeiro, PCP.
Relvas reagia à entrevista que Pedro Passos Coelho Primeiro-Ministro (aqui tratada por Isabel Moreira) deu ao jornal alemão Die Welt, na qual reconhecia a possibilidade de Portugal não estar em condições para regressar aos mercados para o ano.
João Ribeiro, porta-voz do PS "agora o Governo vem dizer que já não tem a certeza?"
Se assim for (o afirmado pelo PM), "confirma-se o rumo do desastre", diz Jorge Cordeiro, PCP.
Reacções ao lapso de Gaspar
António José Seguro quer explicações do PM.
Francisco Louçã acusa o governo de devolver apenas uma semana de subsídio em 2015.
Octávio Teixeira, no Conselho Superior da Antena1, duvida que seja possível repor os subsídios em 2015.
Cavaco Silva, o PR, não se quis pronunciar sobre o tema dos cortes dos subsídios, quando foi à noite ver o filme do realizador Miguel Gomes "Tabu" (um tema que é caro ao Presidente, como é sabido), ainda antes de se saber do lapso do Ministro das Finanças, só tornado público no final do debate do Orçamento Rectificativo.
A questão dos corte dos subsídios de forma permanente foi colocada em Bruxelas, de manhã. Só à tarde é que o PM, em entrevista à RR, esclarecia (ver post anterior).
Esta semana, o Expresso fez as contas e diz que em 2015 apenas 10 ou 20% em 2015 e 50% em 2016.
Reacções pré-lapso: Arménio Carlos CGTP, Bettencourt Picanço, STE e João Proença da UGT.
Francisco Louçã acusa o governo de devolver apenas uma semana de subsídio em 2015.
Octávio Teixeira, no Conselho Superior da Antena1, duvida que seja possível repor os subsídios em 2015.
Cavaco Silva, o PR, não se quis pronunciar sobre o tema dos cortes dos subsídios, quando foi à noite ver o filme do realizador Miguel Gomes "Tabu" (um tema que é caro ao Presidente, como é sabido), ainda antes de se saber do lapso do Ministro das Finanças, só tornado público no final do debate do Orçamento Rectificativo.
A questão dos corte dos subsídios de forma permanente foi colocada em Bruxelas, de manhã. Só à tarde é que o PM, em entrevista à RR, esclarecia (ver post anterior).
Esta semana, o Expresso fez as contas e diz que em 2015 apenas 10 ou 20% em 2015 e 50% em 2016.
Reacções pré-lapso: Arménio Carlos CGTP, Bettencourt Picanço, STE e João Proença da UGT.
Etiquetas:
António José Seguro,
Arménio Carlos,
Bettencourt Picanço,
Cavaco Silva,
Comissão Europeia,
Francisco Louçã,
João Proença,
Octávio Teixeira,
PR,
subsídios
O lapso de Vítor Gaspar que não foi manchete
Foi na penúltima intervenção do Ministro de Estado e das Finanças durante o Debate do Orçamento Rectificativo.
Vítor Gaspar, demorou seis meses, depois da entrevista à RTP em Outubro, a reconhecer o lapso sobre o corte dos subsídios de Natal e de férias que afinal se entende até 2014, quando no discurso oficial e oficioso sempre se falou do corte dos subsídios em 2012 e 2013.
Reportagem de Madalena Salema.
As bancadas da maioria estiveram, ao longo deste Debate sobre o rectificativo, hirtas, de rosto fechado e abriram a boca de espanto quando Vítor Gaspar, só no final do debate, reconheceu o que disse ser um lapso, sobre o corte dos subsídios em 2014.
Nunca explicou como serão repostos em 2015. Nem mesmo a "reposição gradual" de que falou o PM em entrevista à Rádio Renascença à jornalista Raquel Abecassis, ou a distribuição dos subsídios em 12 vezes.
Vítor Gaspar, demorou seis meses, depois da entrevista à RTP em Outubro, a reconhecer o lapso sobre o corte dos subsídios de Natal e de férias que afinal se entende até 2014, quando no discurso oficial e oficioso sempre se falou do corte dos subsídios em 2012 e 2013.
Reportagem de Madalena Salema.
As bancadas da maioria estiveram, ao longo deste Debate sobre o rectificativo, hirtas, de rosto fechado e abriram a boca de espanto quando Vítor Gaspar, só no final do debate, reconheceu o que disse ser um lapso, sobre o corte dos subsídios em 2014.
Nunca explicou como serão repostos em 2015. Nem mesmo a "reposição gradual" de que falou o PM em entrevista à Rádio Renascença à jornalista Raquel Abecassis, ou a distribuição dos subsídios em 12 vezes.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Promessa de Pedro Nuno Santos
Pedro Nuno Santos sai em defesa da independente Isabel Moreira.
O antigo vice-presidente que se demitiu esta semana por discordar das opções do líder em matéria de orçamento e código de trabalho, critica advertência feita à deputada independente pela direcção da bancada parlamentar. Lembra que a tradição no PS é de convivência com a opiniões diversas.
Apesar de ser contra promete no entanto cumprir a disciplina partidária no que toca ao Tratado Europeu que será votado na próxima semana.ouça aqui
O antigo vice-presidente que se demitiu esta semana por discordar das opções do líder em matéria de orçamento e código de trabalho, critica advertência feita à deputada independente pela direcção da bancada parlamentar. Lembra que a tradição no PS é de convivência com a opiniões diversas.
Apesar de ser contra promete no entanto cumprir a disciplina partidária no que toca ao Tratado Europeu que será votado na próxima semana.ouça aqui
terça-feira, 3 de abril de 2012
"Se fosse líder, provavelmente não faria"
A alteração de Estatutos que António José Seguro propôs e viu aprovada por quase 90% por cento na reunião da Comissão Nacional do PS na Guarda, diz Almeida Santos, presidente honorário do PS, em declaração exclusiva à Antena1.
Bruxelas preocupada com desemprego e quebra de exportações
Como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas, Luís Ochôa. Diz a Comissão Europeia que é preciso consolidar as contas públicas e fazer reformas estruturais em Portugal. Aqui.
Para já só a Constituição impede
Diz Peter Weiss, chefe adjunto da missão da Troika em Portugal, em Bruxelas, sobre o corte definitivo dos 13º. e 14º. meses.
O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.
O comentário de Nicolau Santos, a surpresa do comentador de assuntos económicos da Antena1, aqui.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
"Ribeiro e Castro teve atitude deplorável" acusa Pires de Lima
António Pires de Lima, presidente do Conselho Nacional do CDS que se reuniu esta sexta-feira em Leiria, não perdoa o voto contra de Ribeiro e Castro nas alterações ao Código de Trabalho por causa do feriado do 1º. de Dezembro.
Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".
Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política
Diz ainda Pires de Lima que apelou, no Conselho Nacional, para "que o grupo parlamentar (...) use de tolerância relativamente à forma como vai tratar esta indisciplina".
Até ao final do mês de Abril vai haver no Conselho Nacional do CDS para discutir o resto da Ordem de Trabalhos, que neste não houve tempo: a análise da situação política
domingo, 1 de abril de 2012
PS exige desculpas públicas de Marcelo
Na Antena1, em directo no noticiário das 23h, João Ribeiro, porta voz do PS, questionado por Vater Medeiros, disse esperar por um pedido de desculpas de Marcelo Rebelo de Sousa aos socialistas e ao secretário-geral do PS.
Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.
O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.
As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.
A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.
Marcelo chamou "golpaça" à alteração dos estatutos do PS. Aqui.
O essencial do comunicado do Secretariado Nacional do PS:
Durante largos minutos, o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa permitiu-se interpretar e fazer juízos de valor e de intenções sobre o caráter e motivações do Secretário Geral do PS, denegrindo o seu bom nome e reputação, atentando contra a sua integridade moral e imagem de cidadão e de político, com base em pressupostos e factos falsos.
As diretas para a escolha de candidatos a deputados, ontem aprovados pela Comissão Nacional do PS, adotam o princípio da proporcionalidade para a elaboração da lista final e não o princípio maioritário. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
As eleições para os órgãos nacionais do PS realizam-se no próximo ano nos mesmos prazos previstos pelos atuais estatutos. Ao contrário do que afirmou o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, o Congresso Nacional nunca, mas nunca, esteve previsto realizar-se no início do ano de 2013. O Dr. Marcelo Rebelo de Sousa voltou a faltar à verdade.
A Comissão Nacional do PS aprovou os estatutos, porque tinha o dever de o fazer. Tinha um mandato expresso do Congresso, correspondia a um compromisso político do Secretário Geral. O processo de elaboração dos novos estatutos foi transparente e participado. Começou em Setembro e terminou, tal como prometido, em 31 de Março. Foi um processo aberto, transparente, público sobre a modernização do PS, no qual se envolveram milhares de simpatizantes e muitos independentes. Não foi um processo feito à sucapa e à ultima da hora. Foi um processo debatido ao longo de seis meses. Também aqui o Dr. Marcelo Rebelo de Sousa faltou à verdade.
O Secretariado Nacional do PS vai formalizar a solicitação do direito de resposta/retificação à TVI ( o qual já foi solicitado telefonicamente) e expressa publicamente a sua solidariedade para com o Secretario Geral do PS perante tamanha falta de ética ou de profissionalismo do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa.
Os portugueses conhecem o dr. António José Seguro e sabem que é um cidadão exemplar e um político honesto.
Seguro: "Sinto um ponto de reforço"
António José Seguro sente que a sua liderança sai reforçada, depois da reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda.
O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
Aqui.
Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.
Ouvir reportagem
O líder socialista conseguiu fazer aprovar as alterações aos estatutos sem votos contra. Na intervenção aos conselheiros, António José Seguro pediu mais aos militantes e menos ao "aparelho partidário".
Aqui.
Os dois opositores presentes na reunião, Renato Sampaio e Isabel Santos, abandonaram a sala com a convicção de que a Comissão Nacional não estava mandatada para proceder à alteração estatutária, e com a ameaça de impugnação dos resultados.
António José Seguro desvaloriza.
Ouvir reportagem
sábado, 31 de março de 2012
Seguro... tranquilo
À entrada para a reunião da Comissão Nacional do PS, na Guarda, António José Seguro manifestou-se tranquilo, e desvalorizou o clima de divisão e critica internas.
Ouvir reportagem
Ouvir reportagem
Ps aprova estatutos mas há ameaça de impugnação
A Comissão Nacional do PS aprovou por larga maioria, na generalidade, as alterações aos estatutos propostas pela direcção do partido (por Susana Barros).
81% dos dirigentes votaram a favor, $% manifestaram-se contra e registaram-se 15% de abstenções.
Ainda assim há uma ameaça de impugnação destes resultados. Renato Sampaio e Isabel Santos, que contestam a legitimidade da Comissão Nacional para alterar os estatutos, abandonaram a reunião.
Ouvir reportagem
Ramos Preto, presidente da Conselho de Jurisdição, considera que a Comissão Nacional deste sábado, estava mandatada para alterar os estatutos. Aqui.
81% dos dirigentes votaram a favor, $% manifestaram-se contra e registaram-se 15% de abstenções.
Ainda assim há uma ameaça de impugnação destes resultados. Renato Sampaio e Isabel Santos, que contestam a legitimidade da Comissão Nacional para alterar os estatutos, abandonaram a reunião.
Ouvir reportagem
Ramos Preto, presidente da Conselho de Jurisdição, considera que a Comissão Nacional deste sábado, estava mandatada para alterar os estatutos. Aqui.
"Votar de acordo com a minha consciência, foi a ilacção política que tirei"
Diz Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, e militante desde a primeira hora, defendendo a manutenção do feriado do 1º. de Dezembro (1640, Restauração da Independência)
No Conselho Nacional do CDS, em Leiria, anunciado de véspera aos jornalistas, a decisão tomada foi a de remeter o Grupo Parlamentar a 'resolução' do caso Ribeiro e Castro, no voto contra sobre as alterações ao Código de Trabalho. Nuno Magalhães, líder parlamentar, considerou que Ribeiro e Castro teria de retirar ilacções políticas. Isto é convidou-o a demitir-se da presidência da Comissão de Educação.
Paulo Portas, o lider centrista, já veio dizer que não há sanções.
Reportagem de Ana Isabel Costa, Antena1 em Leiria.
Resolvidas também parecem estar as chamadas questões fracturantes (que um grupo de 12 conselheiros colocou ao CN), que têm sido votadas consoante a consciência de cada um. Como por exemplo, a procriação medicamente assistida, a adopção por casais do mesmo sexo ou as barrigas de aluguer.
No Conselho Nacional do CDS, em Leiria, anunciado de véspera aos jornalistas, a decisão tomada foi a de remeter o Grupo Parlamentar a 'resolução' do caso Ribeiro e Castro, no voto contra sobre as alterações ao Código de Trabalho. Nuno Magalhães, líder parlamentar, considerou que Ribeiro e Castro teria de retirar ilacções políticas. Isto é convidou-o a demitir-se da presidência da Comissão de Educação.
Paulo Portas, o lider centrista, já veio dizer que não há sanções.
Reportagem de Ana Isabel Costa, Antena1 em Leiria.
Resolvidas também parecem estar as chamadas questões fracturantes (que um grupo de 12 conselheiros colocou ao CN), que têm sido votadas consoante a consciência de cada um. Como por exemplo, a procriação medicamente assistida, a adopção por casais do mesmo sexo ou as barrigas de aluguer.
"Deputados PS não devem colar-se ao PCP e ao BE"
Diz João Proença, lider da UGT, à margem da reunião da Comissão Nacional do PS, que decorre na Guarda, sobre a atitude de alguns deputados da bancada do PS na votação das alterações ao Códio de Trabalho.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.
João Proença entende que estas alterações são "muitas para baixo do Memorando" e para cima "os feriados e as férias". Para ouvir aqui.
Bloco central não pode fazer o relatório da CPI ao BPN
Honório Novo, deputado comunista, não quer os partidos que formam 2/3 dos votos a fazer o relatório do BPN.
Um, teve boa parte dos seus dirigentes e figuras mais proeminentes envolvidas no esquema BPN, outro, nacionalizou em parte, com os votos do primeiro e a anuência ultra rápida (apenas 3 dias para promulgar a nacionalização do banco) do PR.
O PCP está disponível para essa tarefa e quer ouvir todos os governantes envolvidos, antigos e actuais.
A conferência de imprensa no Parlamento por Madalena Salema.
Um, teve boa parte dos seus dirigentes e figuras mais proeminentes envolvidas no esquema BPN, outro, nacionalizou em parte, com os votos do primeiro e a anuência ultra rápida (apenas 3 dias para promulgar a nacionalização do banco) do PR.
O PCP está disponível para essa tarefa e quer ouvir todos os governantes envolvidos, antigos e actuais.
A conferência de imprensa no Parlamento por Madalena Salema.
Freguesias em manif para "ajudar à reflexão"
Na véspera da manifestação promovida pela ANAFRE, o Grupo Parlamentar PSD, em mais uma reunião com a associação que junta as mais de 4 mil freguesias de país, flexibiliza e apresenta um novo modelo.
Armando Vieira, presidente da ANAFRE, diz que a manifestação deste sábado faz-se na mesma porque "ajuda à reflexão", diz.
Reportagem de Natália Carvalho.
Armando Vieira, presidente da ANAFRE, diz que a manifestação deste sábado faz-se na mesma porque "ajuda à reflexão", diz.
Reportagem de Natália Carvalho.
"O sr. PM está a ficar demasiado socrático!"
Foi a frase do debate quinzenal desta sexta-feira da autoria da deputada dos Verdes Heloísa Apolónia, que provocou sorrisos generalizados, até na bancada do Governo.
O tema que Pedro Passos Coelho escolheu foi o financiamento da economia e os pagamentos do Estado aos fornecedores. Mas a Lusoponte, e mais um pagamento à concessionária da ponte 25 Abril, voltou ao debate pela voz de Francisco Louçã.
Jerónimo de Sousa não deixou escapar o aumento do desemprego constante no relatório da Primavera do Banco de Potrtugal, (por Vítor Rodrigues Oliveira) aumento esse que o PM confirmou.
António José Seguro notou o distanciamento ideológico radical entre os dois partidos, PS e PSD, confirmando que no "PS o consenso europeu não é ditado por Berlim".
Reportagem de Madalena Salema.
A OPA sobre a Brisa, por Pedro Passos Coelho.
O tema que Pedro Passos Coelho escolheu foi o financiamento da economia e os pagamentos do Estado aos fornecedores. Mas a Lusoponte, e mais um pagamento à concessionária da ponte 25 Abril, voltou ao debate pela voz de Francisco Louçã.
Jerónimo de Sousa não deixou escapar o aumento do desemprego constante no relatório da Primavera do Banco de Potrtugal, (por Vítor Rodrigues Oliveira) aumento esse que o PM confirmou.
António José Seguro notou o distanciamento ideológico radical entre os dois partidos, PS e PSD, confirmando que no "PS o consenso europeu não é ditado por Berlim".
Reportagem de Madalena Salema.
A OPA sobre a Brisa, por Pedro Passos Coelho.
Etiquetas:
António José Seguro,
debate,
Desemprego,
Europa,
Francisco Louçã,
Heloísa Apolónia,
Jerónimo de Sousa,
Lusoponte,
Pedro Passos Coelho
Subscrever:
Mensagens (Atom)




