Às oito da noite, Francisco Assis e Sérgio Sousa Pinto chegavam ao Largo do Rato. Com jornalistas à porta, nem se aproximaram da sede socialista, preferindo esperar numa rua contígua. Meia hora depois, entraram. António Costa só chegaria quinze minutos mais tarde, de carro, com Pedro Silva Pereira.
Sabia-se que a primeira reunião pós-comissão política "de unidade" não seria longa pois António José Seguro tinha uma entrevista em direto na SIC-Notícias às onze.
Costa, Silva Pereira, Assis e Sousa Pinto acabaram por sair às nove e meia. Aos jornalistas, António Costa afirmou "estamos neste momento a trabalhar na elaboração das bases comuns para a orientação estratégica do PS. Ninguém falou em lugares, vamos trabalhar nestas bases comuns e depois ser verá o resto".
Seguro saiu uma hora depois dizendo contar com "os contributos de camaradas com bastante prestígio no PS para trabalharmos em bases comuns de orientação estratégica".
Peça aqui
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Começou. Já é oficial.
Pedro Silva Pereira defendeu, ontem à noite, na Rádio Renascença a realização do Congresso do PS tão depressa quanto possível.
O ex-braço direito de José Sócrates afirmou que "se o PS antecipa um conjunto de riscos para a estabilidade política e se acha que é necessário acelerar os calendários para estar preparado, então, se calhar tambem conviria que a questão do congresso, visto que é um congresso eletivo, pudesse realizar-se tão depressa quanto possível."
Também José Lello, em declarações à Antena1, quer o congresso antes das Autárquicas, previstas para Outubro (atualização 16:00). Vieira da Silva diz o mesmo aqui (atualização 18:30).
Os críticos de António José Seguro estão à espera de António Costa.
Costa e Seguro estiveram juntos na passada quarta-feira (um dia depois do Secretário-Geral do PS ter anunciado a antecipação dos calendários socialistas) no jantar de Reis do PS de Alvalade mas a iniciativa não foi divulgada à comunicação social.
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| Foto FAUL |
sexta-feira, 9 de março de 2012
Um ano depois, Cavaco contra Sócrates e reacções
Faz hoje um ano que Cavaco Silva tomou posse para um segundo e último mandato.
De 9 de Março de 2011 a este 9 de Março, José Sócrates foi PM 4 meses e Pedro Passos Coelho 8.
O antigo PM socialista é o protagonista do texto do PR no prefácio do "Roteiros VI".
Acusa José Sócrates de falta de lealdade institucional. Peça da jornalista Natália Carvalho.
Sócrates, a pedido da Antena1, não quer comentar. A notícia aqui por Maria de São José.
Pedro Silva Pereira, o primeiro a reagir, na Antena1, ouvido por José Guerreiro, ele que foi número 2 do governo de Sócrates, fazendo precisamente a ligação com Belém.
Silva Pereira acusa o Presidente de ser o "campeão da falta de lealdade institucional" e ainda que é preciso lembrar-lhe que ainda é Presidente e não um Presidente que está a escrever as suas memórias.
A 17 de Março de 2011 - no meio da crise do PEC IV - Pedro Silva Pereira dava uma entrevista à Antena1 onde garantia que o Governo "cumpria o dever de informar o Presidente". Para ouvir aqui.
Carlos Zorrinho, líder parlamentar do PS, em cima das 10 da manhã acusa o PR de fazer um "ajuste de contas sem direito a contraditório".
António Filipe, vice presidente da AR pelo PCP, considera que este prefácio "é pequena política".
Catarina Martins, BE, critica o "passa culpas" com o anterior governo.
O comentário de Raúl Vaz, analista político da Antena1.
De 9 de Março de 2011 a este 9 de Março, José Sócrates foi PM 4 meses e Pedro Passos Coelho 8.
O antigo PM socialista é o protagonista do texto do PR no prefácio do "Roteiros VI".
Acusa José Sócrates de falta de lealdade institucional. Peça da jornalista Natália Carvalho.
Sócrates, a pedido da Antena1, não quer comentar. A notícia aqui por Maria de São José.
Pedro Silva Pereira, o primeiro a reagir, na Antena1, ouvido por José Guerreiro, ele que foi número 2 do governo de Sócrates, fazendo precisamente a ligação com Belém.
Silva Pereira acusa o Presidente de ser o "campeão da falta de lealdade institucional" e ainda que é preciso lembrar-lhe que ainda é Presidente e não um Presidente que está a escrever as suas memórias.
A 17 de Março de 2011 - no meio da crise do PEC IV - Pedro Silva Pereira dava uma entrevista à Antena1 onde garantia que o Governo "cumpria o dever de informar o Presidente". Para ouvir aqui.
Carlos Zorrinho, líder parlamentar do PS, em cima das 10 da manhã acusa o PR de fazer um "ajuste de contas sem direito a contraditório".
António Filipe, vice presidente da AR pelo PCP, considera que este prefácio "é pequena política".
Catarina Martins, BE, critica o "passa culpas" com o anterior governo.
O comentário de Raúl Vaz, analista político da Antena1.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Pedro Silva Pereira: voto OE precisa de liderança
Pedro Silva Pereira, antigo ministro da Presidência de José Sócrates diz que a questão do voto socialista no Orçameto de Estado é também uma questão de liderança. Defende que se deve discutir internamente, mas a questão obriga a liderança.
E como oposição responsável deve pedir esclarecimentos sobre o desvio... que veio dar origem ao trabalho colossal. Porque afinal até agora o único esqueleto no armário... era do PSD na Madeira.
Acusa, por isso, o PM e o Ministro das Finanças de saberem que o desvio é por causa da Madeira e não o terem dito ao país. Desvio que se soube primeiro pela... troika!
Acusa também Vítor Gaspar de mistificar (ao dizer que o Tribunal de Contas sabia desde Abril 2011 e por consequência o governo também saberia) a questão porque foi na sequência disso que as autoridades estatísticas investigaram as contas da Madeira, não o governo da República.
Considera uma "gaffe" Pedro Passos Coelho ter assumido um segundo resgate se a Grécia cair, não
que não possa ter relação, mas o PM ter assumido isso é uma gaffe. Portugal colocou-se a par da Grécia, justamente o que não se pretendia
Sobre a actuação do PR, Silva Pereira constata um Cavaco Silva com Sócrates PM e outro com Passos PM. Em dois momentos: primeiro, o discurso do 5 Outubro revogou o de 9 de Março (da posse).
Agora contextualizou a crise portuguesa com a crise internacional; segundo, a frase dos sacrifícios que marcou o discurso de posse foi a mesma que inspirou a crise política (chumbo do PEC4 e eleições), agora Cavaco justifica os sacríficios.
E como oposição responsável deve pedir esclarecimentos sobre o desvio... que veio dar origem ao trabalho colossal. Porque afinal até agora o único esqueleto no armário... era do PSD na Madeira.
Acusa, por isso, o PM e o Ministro das Finanças de saberem que o desvio é por causa da Madeira e não o terem dito ao país. Desvio que se soube primeiro pela... troika!
Acusa também Vítor Gaspar de mistificar (ao dizer que o Tribunal de Contas sabia desde Abril 2011 e por consequência o governo também saberia) a questão porque foi na sequência disso que as autoridades estatísticas investigaram as contas da Madeira, não o governo da República.
Considera uma "gaffe" Pedro Passos Coelho ter assumido um segundo resgate se a Grécia cair, não
que não possa ter relação, mas o PM ter assumido isso é uma gaffe. Portugal colocou-se a par da Grécia, justamente o que não se pretendia
Sobre a actuação do PR, Silva Pereira constata um Cavaco Silva com Sócrates PM e outro com Passos PM. Em dois momentos: primeiro, o discurso do 5 Outubro revogou o de 9 de Março (da posse).
Agora contextualizou a crise portuguesa com a crise internacional; segundo, a frase dos sacrifícios que marcou o discurso de posse foi a mesma que inspirou a crise política (chumbo do PEC4 e eleições), agora Cavaco justifica os sacríficios.
Pedro Silva Pereira na Antena 1
Pedro Silva Pereira foi o entrevistado desta manhã de Maria Flor Pedroso. Pode ouvir aqui.
terça-feira, 21 de junho de 2011
PR e PM em uníssono: "Portugal não pode falhar"
Ao meio dia, rigorosamente, Pedro Passos Coelho, fez o juramento como PM do XIX Governo Constitucional.
O mais pequeno da democracia e o mais jovem (média de idades 47).
Tanto o Presidente da República como o Primeiro-Ministro empregaram a mesma frase: "Portugal não pode falhar".
Cavaco Silva quer um governo resistente, mas que tem de saber ser dialogante com outras forças políticas.
Simbolicamente, o PM decidiu prescindir dos governadores civis que entretanto já foram pedindo a exoneração e garantiu que Portugal não pode viver na "embriaguez da dívida".
Teixeira dos Santos, Ministro cessante das Finanças, fez questão de falar para elogiar o seu sucessor.
Pedro Silva Pereira, antigo Ministro da Presidência, só quis deixar felicidades.
O mais pequeno da democracia e o mais jovem (média de idades 47).
Tanto o Presidente da República como o Primeiro-Ministro empregaram a mesma frase: "Portugal não pode falhar".
Cavaco Silva quer um governo resistente, mas que tem de saber ser dialogante com outras forças políticas.
Simbolicamente, o PM decidiu prescindir dos governadores civis que entretanto já foram pedindo a exoneração e garantiu que Portugal não pode viver na "embriaguez da dívida".
Teixeira dos Santos, Ministro cessante das Finanças, fez questão de falar para elogiar o seu sucessor.
Pedro Silva Pereira, antigo Ministro da Presidência, só quis deixar felicidades.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Pedro Silva Pereira na Antena 1
O ministro da presidência foi o entrevistado desta manhã de Maria Flor Pedroso. Para ouvir na íntegra aqui.Declarações editadas:
Governo cumpre dever de informar o PR
E ainda Pedro Silva Pereira afirmou que José Sócrates responsabilizará, em Bruxelas, o PSD, se lá chegar sem o PEC aprovado na próxima 4ªfeira. O Ministro da Presidência coloca a pressão do lado do PSD porque foi quem viabilizou o anterior PEC
E ainda Pedro Silva Pereira afirmou que José Sócrates responsabilizará, em Bruxelas, o PSD, se lá chegar sem o PEC aprovado na próxima 4ªfeira. O Ministro da Presidência coloca a pressão do lado do PSD porque foi quem viabilizou o anterior PEC
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